Conheça o ECG – Enterprise Cloud GUEPARDO!


Postado em 14 de junho de 2018 por FH
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A transformação digital faz parte do DNA da FH, que, mantendo o seu ideal de busca contínua da excelência na parceria com seus clientes, lança mais uma solução inovadora!

A transformação digital com foco em compliance agora tem nome e sobrenome: ECG – Enterprise Cloud GUEPARDO!

O ECG pode ser definido como um conjunto de funcionalidades, na nuvem, que possibilitará aos clientes – encontrar em um só lugar – a solução para todas as demandas das áreas fiscal e contábil, no que se refere a documentação eletrônica e obrigações com o fisco.

Considerado o mais inovador projeto da FH, o ECG foi idealizado para ser a mais completa API Fiscal do Brasil e, seu conjunto de features está alicerçado em quatro grandes pilares:

  • Dados Mestres;
  • Entrega de Obrigações;
  • Business Intelligence (Analytics);
  • Auditoria.

O Enterprise Cloud GUEPARDO está preparado para atender empresas de qualquer porte ou segmento, nele os clientes pagarão apenas pelo que utilizarem, mantendo o foco na operação. Implementar é rápido e fácil – a FH cuida de todos os detalhes técnicos, disponibilizando farto material de apoio!

Se você se interessou pelo ECG, entre em contato com o time comercial da FH no comercial@fh.com.br e obtenha maiores informações sobre como ter todas as demandas fiscais e tributárias estrategicamente atendidas, na era da transformação digital!


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Cultura Digital: muito além da tecnologia


Postado em 13 de junho de 2018 por FH
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De acordo com os mais renomados autores, pensadores e ativistas, ainda não existe um conceito consolidado sobre o que é a Cultura Digital.

Isso possibilita, em muitos casos, que termos como sociedade da informação, cibercultura, revolução digital ou mesmo era digital sejam facilmente encontrados nos mais diversos meios ao redor do mundo.

Mas, se neste momento ainda não se pode afirmar com exatidão o que de fato envolve a cultura digital, podemos ao menos voltar um pouco no tempo e olhar para alguns indícios no mundo corporativo.

Para que você tenha uma ideia, sempre que falamos em cultura, principalmente no cenário corporativo, estamos nos referindo ao conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que norteiam qualquer atividade profissional.

Sendo assim, podemos dizer que a cultura digital tem, em sua essência, mesmo que apenas para o mundo corporativo, a missão de traduzir os anseios e as expectativas de um mercado cada vez mais multicanal e conectado, à atuação de cada colaborador de uma empresa.

Naturalmente, quando falamos disso, precisamos ter em mente que o nível de profundidade que este novo modo de agir influencia a vida e as estratégias de uma organização varia ao ponto de se tornar praticamente exclusivo e personalizado, seja em cada profissional, área, empresa, negócio ou segmento.

Em um dossiê publicado pela revista Telos, Manuel Castells, sociólogo espanhol, define a cultura digital em seis tópicos:

  1. Habilidade para comunicar ou mesclar qualquer produto baseado em uma linguagem comum digital;
  2. Habilidade para comunicar desde o local até o global em tempo real e, vice-versa, para poder diluir o processo de interação;
  3. Existência de múltiplas modalidades de comunicação;
  4. Interconexão de todas as redes digitalizadas de bases de dados ou a realização do sonho do hipertexto de Nelson com o sistema de armazenamento e recuperação de dados, batizado como Xanadú, em 1965;
  5. Capacidade de reconfigurar todas as configurações criando um novo sentido nas diferentes camadas dos processos de comunicação;
  6. Constituição gradual da mente coletiva pelo trabalho em rede, mediante um conjunto de cérebros sem limite algum. Neste ponto, me refiro às conexões entre cérebros em rede e a mente coletiva.

Simples, não acha?

Não. Nada simples.

Por meio desse dossiê, fica claro que a implementação de uma cultura digital une, em sua essência, aspectos que muitas vezes o mundo corporativo contemporâneo considerou que nunca se integrariam, tais como cultura e ciência.

Os reflexos de uma união como essa já podem ser encontrados e estão ao alcance de qualquer pessoa, mesmo que de uma forma ainda considerada disruptiva, por meio de temas como neuroaprendizagem, neurobusiness, neuromarketing, dentre tantos outros.

E o que isso significa?

Estamos de fato testemunhando o surgimento de uma nova era. Uma era na qual não se olha mais para o que quer que seja de forma fragmentada, mas omni, ou seja, no todo.

Se o consumidor é cada vez mais global, se os pontos de venda são cada vez mais estratégicos e se transformam a cada dia mais e mais em pontos de experiência, o mesmo está acontecendo com as pessoas.

Já não se pode mais olhar um profissional e rotulá-lo apenas pelos conhecimentos e habilidades que possui, mas é preciso dar um passo à frente e enxergá-lo com indivíduo.

Isso significa que, nesta nova era, na qual a cultura digital está cada vez mais presente, as pessoas finalmente passam a ser vistas como pessoas e não apenas como meras ferramentas de produtividade, resultados e lucro.

A cultura digital exigirá cada vez mais que haja valor e interesse real pelo indivíduo, seja ele o que produz, o que distribui, o que entrega ou o que compra.

Por esta razão, já podemos sentir que o propósito, até pouco tempo meramente traduzido em missões e valores que em muitos casos serviam de enfeites afixados nas paredes, passe de fato a fazer parte não apenas da estratégia, mas da vida das pessoas.

Lembre-se. O mesmo indivíduo que produz, distribui e vende também é o que compra, o que consome.

De informações a produtos, o que passa a valer nesta nova era, a qual chamamos de Cultura Digital, não é tangível, mas sim sensorial, emocional e disruptivo.

Por tudo isso, ouso dizer que, neste momento, e, possivelmente, no futuro próximo, cada vez mais a melhor tradução para Cultura Digital seja a palavra experiência.

Pense nisso!

Fonte: Portal Mercado & Consumo


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SAP aposta em CRM com lançamento do C/4HANA


Postado em 12 de junho de 2018 por FH
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Empresa anunciou plataforma nesta terça-feira, durante abertura de sua conferência anual nos EUA

Em 2017, a receita mundial de software de gerenciamento de relacionamento com o cliente (CRM – customer relationship management) totalizou US$ 39,5 bilhões e superou a dos sistemas de gerenciamento de banco de dados (DBMSs), que registrou US$ 36,8 bilhões. Com isso, CRM set tornou o maior mercado de software, segundo o Gartner.

Para 2018, a estimativa da consultoria é que o mercado de CRM atinja taxa de crescimento de 16%.

É de olho neste mercado que a SAP, líder global em soluções de ERP, está decidindo apostar suas fichas. A companhia anunciou nesta terça-feira (5/6) o SAP C/4HANA, nova oferta de CRM, para bater de frente com grandes concorrentes, como Salesforce, Microsoft e Oracle.

O anúncio foi feito pelo CEO da companhia, Bill McDermott, durante a conferência anual Sapphire Now, realizada nesta semana em Orlando, nos EUA.

O título da apresentação de McDermott já indicava que algo viria: “O próximo passo”.

“Mudamos de uma visão 360 graus da automação de vendas, em que algumas empresas focam, para uma visão 360 graus do cliente de fato. Para um mundo que CRM se conecta a toda cadeia de suprimentos”, destacou o executivo, cutucando a rival Salesforce.

“A SAP foi a última a aceitar o status quo do CRM e agora é a primeira a mudar”, disse McDermott.

Ele disse também que os atuais sistemas de CRM do mercado se resumem a vendas, enquanto o SAP C/4HANA é focado na experiência do cliente.

Aquisições

O SAP C/4 HANA é formado pelas recentes aquisições concluídas dos líderes de mercado Hybris, Gigya e CallidusCloud. A empresa alemã une soluções para suportar todas as funções de front-office, como proteção de dados do consumidor, marketing, comércio, vendas e atendimento ao cliente.

Integração

Com base na reputação da empresa como provedora de soluções de negócios de ponta a ponta, a nova suíte de CRM pretende oferecer integração total com o portfólio de aplicativos de negócios da SAP, liderado por seu conjunto de ERP.

Portfólio

O portfólio SAP C/4HANA inclui: SAP Marketing Cloud, SAP Commerce Cloud, SAP Service Cloud, SAP Customer Data Cloud (incluindo as soluções adquiridas do Gigya) e SAP Sales Cloud (incluindo as soluções CallidusCloud adquiridas). Além disso, o SAP Sales Cloud une a solução SAP Hybris® Revenue Cloud e o SAP Hybris Cloud for Customer (composto pelas soluções SAP Hybris Sales Cloud e SAP Hybris Service Cloud).

Essas soluções em nuvem – anteriormente no mercado sob a marca SAP Hybris – bem como a organização de comércio e envolvimento do cliente da SAP agora estão consolidadas na unidade de negócios SAP Customer Experience para oferecer suporte a uma experiência de marca consistente.

Fonte: Computerworld

 


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Publicação da versão 4.0.7 do programa da Escrituração Contábil Fiscal (ECF)


Postado em 11 de junho de 2018 por FH
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Foi publicada a versão 4.0.7 do programa da ECF, com as seguintes alterações:

– Correção do erro que impedia o avanço do estado do arquivo da ECF após a validação.
– Correção de crítica de pendência que compara o ativo e o passivo/patrimônio líquido em escriturações de empresas tributadas pelo Lucro Real.
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Fonte: SPED

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ERP Inteligente: facilitador da transformação digital


Postado em 8 de junho de 2018 por FH
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O ERP Inteligente é uma das principais soluções para auxiliar empresas na transformação digital

No passado, o que determinou o crescimento de grandes empresas no Brasil e na América Latina foi a redução de custos e o ganho de eficiência. Já nos dias atuais, o que determina o crescimento de uma organização é a inovação, seja de produtos, de serviços ou no relacionamento com os clientes. A transformação digital pode auxiliar nesse processo.

Estudos da IDC mostram que até 2021 pelo menos 40% do PIB da América Latina estará digitalizado, sendo impulsionado pelo crescimento de cada setor, relacionamentos e ofertas aprimoradas digitalmente.

Porém, no Brasil, menos de um quarto das organizações está em estágios avançados de transformação de seu modelo de negócio. As organizações de médio porte são as que mais enfrentam o desafio de modernização tecnológica. Por isso, para acompanhar e responder as novas demandas do mercado, as empresas devem acelerar suas mudanças internas.

O ERP Inteligente, ou i-ERP, é a ferramenta mais recomendada para ajudar as empresas a entrarem na transformação digital e a continuarem reduzindo custos.

O ERP Inteligente é constituído de suítes de negócios que possuem capacidades de registro e controle de processos administrativos. Uma solução administrada na nuvem, pode fazer uso de inteligência preditiva para automatizar áreas como finanças, recursos humanos, atendimento, suporte, vendas, entre outras. Com isso, a empresa consegue reduzir os custos de operação e manutenção da infraestrutura tecnológica, além de obter informações rapidamente e de forma simples para a tomada de decisões.

A tecnologia de Machine Learning analisa dados em massa e pode auxiliar no planejamento da empresa e no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Por essa e inúmeras outras vantagens a IDC coloca o ERP Inteligente como uma das soluções com maior potencial de investimento na América Latina e no Brasil para os próximos anos.

Independente do porte da empresa, acompanhar a transformação tecnológica se faz necessário para agregar valor e para garantir a prosperidade da organização em meio as exigências do mercado.

Fonte: SAP


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Varejo omnichannel: o novo papel do vendedor nas lojas físicas


Postado em 6 de junho de 2018 por FH
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Na realidade digital em que vivemos os consumidores não dependem mais das empresas ou de seus vendedores para iniciar sua jornada de compras, muito menos de estar em uma loja física para isso. Ele a inicia de qualquer lugar, a qualquer hora e através de múltiplos dispositivos, porém muitas vezes vai à loja para poder experimentar, tocar no produto ou realizar comparações.

Desta forma, o grande desafio para as empresas no varejo omnichannel é a de transformar os vendedores de suas lojas físicas em consultores, uma vez que os clientes já chegam sabendo o que querem, fazendo com que a função dos vendedores seja a de proporcionar uma experiência completa ao consumidor e agregar valor aos produtos e à marca, sendo capaz de entender as necessidades e recomendar produtos e serviços para o cliente.

Para que a empresa atinja essa maturidade no processo de vendas é necessário um mapeamento detalhado de todas as etapas da jornada de compra do seu cliente e a disponibilização ao vendedor de todas as informações necessárias para que ele possa identificar quem é o cliente, seu perfil, histórico, seu carrinho ou projeto atuais, necessidades e possíveis recomendações. E, com isso, realizar um atendimento consultivo e personalizado, garantindo a satisfação do cliente.

Alguns dos benefícios desse modelo de atendimento conhecido como venda assistida, faz com que o cliente não perca tempo nas filas dos caixas, podendo realizar o pagamento direto com o vendedor, programando a entrega e coleta de produtos digitalmente, escolhendo quais produtos deseja retirar na hora e quais deseja receber em casa, entre outras vantagens. Para a empresa, a vantagem é que seu vendedor atua como o elo entre a jornada digital e a física de seu cliente, sendo cada vez mais um consultor e representante da marca, fechando o ciclo de compra e transformando a experiência do consumidor em valor agregado!

E então, curtiu saber como a modalidade de venda assistida vem transformando o varejo omnichannel?


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Como os Clientes Compram?


Postado em 5 de junho de 2018 por FH
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Experiência, preço, fidelidade. Especialista da KPMG explica a relação entre consumidores e marcas e mostra o que os clientes querem (ou não querem)

Se existe um fato que não é mais contestado pelas marcas é que o consumidor não é mais o mesmo e exige cada vez mais das companhias. Para identificar esses novos anseios e identificar o que leva os consumidores a comprarem, a KPMG realizou um estudo, com consumidores do Reino Unido, durante a Black Friday do ano passado, para entender essas motivações. Compras mobile, orientação pelo preço, visita a lojas físicas antes da efetivação da compra, compras influenciadas pelas redes sociais. Estas foram algumas das conclusões do estudo.

Apesar de ser uma pesquisa orientada pela geografia e pelo tempo, ela mostra que muitos desses comportamentos independem desses dois fatores. Ou seja, o comportamento dos consumidores do Reino Unido durante a Black Friday e a forma como eles se relacionam com as marcas não são tão diferentes do que acontece no Brasil, em linhas gerais, segundo Paulo Ferezin, sócio-diretor e líder de Varejo da KPMG.

É possível, então, entender o que o consumidor quer? “A gente não consegue identificar exatamente o que o consumidor quer, mas ele sabe o que ele não quer”, afirma o especialista. “Ele busca uma boa experiência de compra e exclui da sua lista de preferências aquelas marcas com as quais ele sentiu algum desconforto. Cada consumidor tem suas premissas e as carrega para a relação com as empresas”, afirma Ferezin.

O especialista explica que cada consumidor é mais ou menos resiliente a determinada situação em cada ponto de sua jornada de compra. Não à toa, o varejo global, e mesmo no Brasil, tem investido em tecnologia para entender e desenhar essa jornada. É o que a KPMG chama de negócios direcionados pelo consumidor, ou Customer Centricity. “Nesses negócios, o consumidor é a estratégia”, afirma.

O produto importa?

Entender a cadeia do varejo hoje é entender a relação que o setor tem com os consumidores. “A cadeia como um todo é focada no produto e procura o cliente para empurrar aquele produto, seja por meio de promoções de massa ou ativação no ponto de venda. Contudo, com o advento de players, como é o caso da Amazon, o produto tornou-se indiferente para ele”, explica.

Nesse sentido, o produto não é mais o fim de uma relação de consumo, mas o meio. A Amazon, explica Ferezin, sabe muito bem fazer isso. A empresa, exemplo de negócio que coloca o consumidor no centro da estratégia, entende a demanda e as necessidades dos clientes e, a partir daí, faz uma oferta. “Quando isso acontece, você muda completamente a relação entre clientes e empresas”, diz.

No Brasil, não existe um player que consiga fazer o que a Amazon faz no mundo. Para que essa mudança aconteça, segundo o especialista, é preciso mudar a cultura dos negócios. “Quem consegue fazer isso hoje, no Brasil, de forma natural, são empresas mais jovens, que nasceram com propósito diferente”, afirma.

As empresas tradicionais, por sua vez, ainda resistem a mudanças. Segundo Ferezin, o desafio maior não é tecnologia, mas pessoas. “Antes, havia uma busca por pessoas com alta capacidade operacional, mas agora há uma busca por outro tipo de competência, como de análise de dados. A tecnologia é apenas uma habilitadora para que essa mudança aconteça”, acredita o especialista.

As diversas faces do consumidor

Se antes o consumidor era reconhecido por gênero, localização e idade, agora, com a tecnologia, é possível entender suas necessidades mais particulares. Entender os micromomentos dos consumidores é uma das tendências mais evidentes do varejo global. O consumidor tem diversas demandas, vontades e necessidades ao longo de um dia que precisam ser entendidas pelo setor.

De acordo com Ferezin, são poucas empresas globais que conseguem entender esses micromomentos, ainda mais no Brasil. “Cada cliente em cada momento tem uma expectativa e comportamento diferentes e esse comportamento vai mudar em função do que ele está disposto a fazer”, afirma.

Ou seja, o mesmo cliente que vai para o atacarejo, que tem baixo conforto, e que está em busca de preço, é o mesmo cliente que no final do dia passa em uma loja premium e quer atendimento e experiência. Ao identificar esses micromomentos, o varejo consegue identificar se a procura é por experiências, preços, serviços.

“A mudança que precisa ser feita não é uma mudança apenas do varejo, mas uma mudança olhando para a cadeia como um todo, porque cada vez mais o varejo começa a desenvolver produtos exclusivos e isso impacta a indústria”, afirma Ferezin. “A leitura que eu tenho é que o varejo já tem um novo papel na cadeia, mas isso é só um pedaço do que deve ser o novo o papel do varejo – ele é muito mais um viabilizador”, conclui.

Fonte: Portal No Varejo


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Publicação da versão 5.0.2 do programa da ECD


Postado em 4 de junho de 2018 por FH
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Foi publicada a versão 5.0.2 do programa da ECD com as seguintes modificações:

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1) Alteração de texto do cabeçalho da DRE

2) Correção de erro na geração de registro de abertura e encerramento do bloco k

3) Ajustes de regras de pendência do bloco K
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Para ter acesso à nova versão, clique aqui.
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Fonte: SPED

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4 tendências que estão movimentando a transformação digital


Postado em 30 de maio de 2018 por FH
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Cenário aponta para uma ininterrupta movimentação, seja na criação de ferramentas, na evolução ou implementação de novos recursos

Não há como negar, vivemos em uma realidade digital. Sejam as relações pessoais ou profissionais, estamos envolvidos por esse meio. Fazemos parte de uma era na qual o analógico ficou no passado. Nossos relógios são inteligentes, podemos realizar as mais diversas ações por meio de um dispositivo na palma da mão, a segurança, as transações financeiras, as informações, etc. Aliás, seria mais fácil perguntarmos: o que não é digital nesse mundo atual?

Ainda dentro desse cenário existe uma ininterrupta movimentação, seja na criação de ferramentas, na evolução ou implementação de novos recursos. Essas mudanças têm auxiliado o mundo a se transformar, criando novas redes de conexão, processos e impactando diretamente na atuação de seus públicos, sejam abertos ou privados. Nesse contexto, quatro tendências têm se destacado e estão agindo diretamente na evolução para um mundo todo conectado.

Analytics & big data

Cada vez mais empresas, independentemente do porte e área de atuação, vão passar a investir em big data e analytics de forma a otimizar os mais diversos âmbitos do negócio. Para se ter noção em números desse setor, apenas o big data deve movimentar mundialmente US$ 41,5 bilhões neste ano, uma alta de 6,4% no período, expansão seis vezes superior à da indústria de TI como um todo.

A quantidade de dados sobre uma determinada empresa, produto, serviço ou perfil aumenta a cada dia que passa. Mas é por meio da análise de todo esse material que está o grande ganho para as organizações, uma vez que mais importante que o número de dados reunidos, são os insights e os valores gerados após este processo.

Os resultados ajudam em diversas decisões estratégicas do negócio, gerando redução de custo e tempo, desenvolvimento de novos produtos, entendimento maior a respeito do público-alvo, ofertas customizadas, além de decisões ainda mais assertivas. É válido ressaltar que, para que o data analytics seja eficiente e ágil, é preciso que as empresas definam previamente quais perguntas devem ser respondidas por meio da análise de dados.

Internet das coisas (IoT)

De acordo com a IDC Brasil, o mercado de internet das coisas (IoT) deve movimentar mais de US$ 8 bilhões em investimentos no Brasil durante 2018. A empresa ainda realizou uma pesquisa no final de 2017 mostrando que 4% das casas brasileiras já possuem algum dispositivo conectado.

A IoT oferece maneiras inovadoras para que as organizações gerenciem e monitorem operações remotas, além de permitir a supervisão de locais remotos, alimentando informações constantemente em aplicativos e armazéns de dados. O baixo custo das “coisas” permite a observação e o gerenciamento de atividades que anteriormente estavam fora de alcance. Também é possível obter insights sobre eventos que já foram invisíveis, por exemplo, a correlação de padrões climáticos com a produção industrial.

Outro ponto relevante que deve sempre permear esse conjunto de dispositivos digitais é a segurança, para resguardar tanto o usuário final quanto o próprio empreendedor. Cautela é a palavra de ordem neste momento de euforia, já que muitos negócios podem deixar de lado os inúmeros testes que são aconselháveis no desenvolvimento tecnológico na ânsia por entrar nesse mundo.

Do ponto de vista dos usuários, por conta do ritmo frenético de novidades, é importante manter todos os dispositivos com as versões mais recentes dos sistemas, assim como não esquecer de adquirir e garantir que as ferramentas de segurança estejam sempre atualizadas.

Blockchain

Com uma série de vantagens, como transparência nas operações, segurança e confiabilidade, o blockchain impacta diretamente na implementação do compliance nas empresas, algo cada vez mais em pauta nas relações B2B e B2C.

Também conhecido como protocolo de confiança, o blockchain funciona como uma espécie de livro público de registro de transações que é acessível por todos os usuários e no qual cada operação é digitalmente assinada com o objetivo de garantir sua autenticidade, fazendo com que o próprio registro seja considerado um documento de alta integridade.

Para assegurar sua veracidade, a blockchain utiliza modelos numéricos, o que torna os processos mais seguros e confiáveis devido à conversão do texto em assinatura em mão única. Ou seja, a informação não pode ser alterada ou revertida, pois a tecnologia atua com as chamadas funções Hash. Assim, todos os dados de entrada e de saída de uma mesma operação são criptografados, criando um código altamente protegido e garantindo sua idoneidade. O Hash do último bloco de informações gera a assinatura seguinte.

Esses blocos são compostos por uma quantia elevada de algoritmos, o que dificulta uma possível interferência ou a quebra dos Hashs. O bitcoin, por exemplo, utiliza dois algoritmos distintos em sua criptografia, criando duas camadas de proteção para impedir fraudes; se uma for quebrada, a segunda assegurará o conteúdo codificado.

Hoje, além de seu uso convencional nas transações de criptomoedas, o blockchain já pode ser aplicado em outros tipos de operações financeiras, bem como servir para realizar o registro de bens, títulos de crédito, consórcios, entre outros, e na própria internet das coisas (IoT). Entretanto, a maior parte do uso de blockchains ainda é predominantemente em startups.

Fonte: Computer World


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Conheça as principais soluções para a entrega do Siscoserv


Postado em 28 de maio de 2018 por FH
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Por Johney Laudelino da Silva*

O Siscoserv é a sigla para Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio. Foi instituído pela Lei 12.546, de 14 de dezembro de 2011. O sistema é gerido em conjunto pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pela Receita Federal do Brasil (RFB).

O Sistema, desenvolvido pelo Governo Federal, foi criado para controlar os dados das exportações e importações. Ele determina a obrigatoriedade de registros em operações feitas por empresas e pessoas domiciliadas no Brasil, que prestam e contratam serviços, transferem intangíveis e faturam domiciliados no exterior.

Além disso, o Siscoserv controla os registros das empresas que contratam intangíveis e são faturados por domiciliados no exterior. É responsável ainda pela contratação de domiciliados no exterior por meio de agenciadores, mesmo que esses sejam domiciliados no Brasil, mas faturados por domiciliados no exterior, ou que realizem outras operações previstas na Nomenclatura Brasileira de Serviços, Intangíveis e outras Operações que produzam Variações no Patrimônio (NBS), com domiciliados no exterior.

Sobre a definição de Siscoserv: os serviços são considerados uma manifestação física de uma parte que presta serviço para outra. Intangíveis são considerados como transferência (ou cessão) de direitos ou bens intangíveis. Outras operações que não se encaixam em nenhuma das duas anteriores são mistas, com produto e serviço, por exemplo: fornecimento de refeições, operações financeiras, arrendamentos, franquias, factoring, entre outras.

Para atender esta obrigação acessória federal, as empresas podem registrar em dois tipos de módulos: aquisição e venda. Esses são constituídos de “modos” de prestação de serviços, transferência do intangível ou realização de outras operações que produzem variação no patrimônio.

São previstos quatro modos para os dois módulos, exceto o terceiro* – próprio do módulo de venda – (1) comércio transfronteiriço – se não houver deslocamento de pessoas; (2) consumo no exterior – se houver deslocamento de pessoas com consumo; (3*) presença comercial no exterior – se houver presenças comerciais como filiais, controladas ou coligadas; (4) movimento temporário de pessoas físicas – se houver deslocamento de pessoas sem consumo.

As regiões que mais se destacam entre as principais exportadoras e importadoras de 2017 estão localizadas nas regiões Sudeste e Sul. Especialmente empresas de São Paulo, Santa Catarina e Paraná, que contam com operações portuárias e fretes aéreos internacionais em grande escala, contribuindo para esses dados fornecidos pela Secretaria de Comércio Exterior.

Como há muito transporte internacional em veiculação, a entrega das informações para o Siscoserv tem sido utilizada intensamente nessa área do país. Dessa forma, o governo, atento a essa movimentação do mercado, tem atuado no intuito de regulamentar e tributar em maior escala os serviços intangíveis, como exemplo disso podemos citar os softwares transacionados por download ou streaming.

Contudo, os contribuintes ainda ficam com algumas dúvidas no momento de entregar ou não a informação, em especial quando abrange operações de importação e exportação com envolvimento de terceirizados que realizem serviços de comércio exterior.

Diante dessa complexidade, a geração dos lotes do Siscoserv pode ser automatizada, colocando à disposição dos contribuintes várias funcionalidades e possibilidades que auxiliem no cumprimento da legislação de maneira completa. Dentre elas, destacam-se: a possibilidade de revisão, conferência e correção, antes do envio dos lotes; as validações do sistema para evitar erros dos usuários e diminuir o risco de penalidades; o controle de arquivos já enviados e seus respectivos aditivos e/ou retificações; a geração de indicadores, extratos, gráficos e relatórios; avisos para evitar a expiração de prazos e a possibilidade de integração com o sistema corporativo de sua empresa.

Neste último tópico, os contribuintes podem contar com uma Solução Fiscal apta a integrar as informações oriundas da escrituração fiscal, com documentos previamente validados, que podem ser utilizados na geração das informações ao Siscoserv. Como exemplo: os documentos vêm direto do sistema SAP Standard, são importados por ferramenta de extração de notas fiscais exclusiva do Siscoserv e alimentam tabelas específicas dessa obrigação.

Dessa forma, o processo fica mais ágil e seguro, pois, mesmo que seja um sistema pouco conhecido – perto de outras obrigações acessórias já consagradas pelo Fisco – o Siscoserv possui uma mecânica que, se bem tratada por uma Solução Fiscal, pode ser detalhada e integralmente entregue, sem onerar os contribuintes, levando-os a investirem em mais tecnologias de ponta, aliadas à segurança da informação prestada.

*Johney Laudelino da Silva é especialista em Gestão Tributária e na Solução Fiscal GUEPARDO da FH. É formado em Ciências Contábeis e possui MBA em Gerência Contábil pelo IBPEX. O artigo tem a colaboração de Cristiane Mottin, Consultora SAP da Solução Contábil/Fiscal e de Gestão Tributária GUEPARDO da FH.

Fontes: Empresas S/A, Diário da Indústria e Comércio, Bem Paraná, Panorama de Negócios, Notícias Fiscais


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