Soluções para o compliance fiscal das organizações


Postado em 18 de Janeiro de 2018 por FH
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Por Johney Laudelino Da Silva

Quando se trata de compliance fiscal, é fundamental atender às solicitações do Fisco por completo, assegurar a correta apuração e entrega das obrigações federais, estaduais e municipais.

Além disso, o fato de estar de acordo com as normas e a legislação vigentes possibilita aos usuários das informações contábeis, fiscais e tributárias maior estabilidade para negociar ações, empréstimos, investimentos e para firmar contratos com a administração empresarial. Não basta atender de forma isolada os estágios do processo tributário, é preciso fazer análises para buscar inconsistências.

A otimização de processos passa por requisitos básicos que futuramente serão eficazes e modernos. Um deles é a utilização da mesma base de dados, com ganhos em tempo de execução e separação ou, em alguns casos, importação dos documentos fiscais idôneos.

Isso faz com que os analistas utilizem mais tempo para operar os números, ao invés de corrigi-los. A consequência é a entrega dos dados compilados com celeridade quando a empresa estiver em fechamento.

É válido destacar que os profissionais que atuam na área contábil trabalham para gerar informações capazes de promover alternativas às políticas públicas, como a contraprestação dos tributos apurados e recolhidos pelos contribuintes.

Neste sentido, uma solução fiscal implementada nas organizações deve gerar confiabilidade nos dados e segurança na proteção às informações, uma vez que a eficiência e as várias funcionalidades do software, acopladas à realidade das empresas brasileiras, são indispensáveis diante da complexidade da legislação brasileira.

Hoje, o país vive uma crise moral, com grandes corporações envolvidas em escândalos de corrupção, estatais tomadas por partidos políticos e trabalhando pela própria sobrevivência e prosperidade. Uma afronta à ética que afeta diretamente todas as atividades empresariais.

Diante deste círculo vicioso, influenciado pelas más condutas e práticas na administração de muitas companhias, a aplicação de ferramentas voltadas ao compliance fiscal torna-se fundamental. Quando aplicadas com o intuito de dar mais transparência às ações, esses dispositivos geram confiabilidade aos negócios feitos entre as empresas privadas e os órgãos da administração pública.

Johney Laudelino da Silva é especialista em Gestão Tributária e na Solução Fiscal Guepardo da FH. É formado em Ciências Contábeis e possui MBA em Gerência Contábil pelo IBPEX.

Fontes:

Diário Comércio, Industria e Serviços

Portal Fator Brasil

Fenacon

Curitiba IT

GS Notícias


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Conheça as dez tendências globais de consumo, segundo a Euromonitor


Postado em 17 de Janeiro de 2018 por FH
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Consultoria britânica divulga relatório anual a respeito da forma de consumo das pessoas. O estilo Millennial ganha cada vez mais espaço

Como será o mundo do consumo em 2018? Segundo a consultoria britânica Euromonitor, a tendência é que o estilo de vida mais livre e menos pautado na posse de produtos ou serviços se consolide cada vez mais. O detalhe: não é somente a geração dos Millennials, aqueles que nasceram após 1985, que está de olho nessa transformação.

Todos os anos, a Euromonitor divulga as tendências de consumo globais. Para 2018, o estilo de vida menos conservador, muito ligado às gerações passadas como a X e a Baby Boomer, não terá tanto espaço. A internet estará no centro de boa parte do consumo, que deverá ser ainda mais pautado na ideia de capitalismo consciente.

Confira, abaixo, as dez tendências globais segundo a consultoria:

1 – Vida limpa

Esqueça aquele consumo desenfreado de outros tempos. O estilo de vida mais “clean” será pauta de boa parte da população, especialmente daqueles mais jovens, que possuem entre 20 e 29 anos. Muitos deles educados e com um curso superior na bagagem, pensam que realmente podem fazer a diferença no mundo – 60% deles acreditam que as suas escolhas impactam diretamente no planeta.

Por isso, essas pessoas estão mais fechadas para hábitos pouco saudáveis, não querem comprar produtos testados em animais e até mesmo recusam álcool. Inclusive, esses jovens preferem ficar em casa relaxando em vez de ir para uma boate durante a noite.

2 – Inquilinos

Esqueça a posse. De acordo com a Euromonitor, uma geração que prefere experiências à posse está ganhando cada vez mais espaço no mercado. A experiência vale tanto quanto um bem. Daí o crescimento de aplicativos como Uber e Airbnb. O estilo de vida mais livre é uma tendência que veio para ficar.

3 – A cultura da reivindicação

O consumo pode ser menor, mas a exigência cresceu – e muito. Com as redes sociais, uma simples reclamação pode resultar em um grande boicote à uma empresa ou marca. Com o crescimento constante do acesso à internet por meio de dispositivos móveis, especialmente smartphones, o “ativismo hashtag” é cada vez mais comum.

A empresa que se recusa a enxergar esse movimento pode ser dar muito mal. Especialmente no Brasil. Por aqui, 80% dos internautas atualizam as redes sociais, ao menos, uma vez por semana. Imagine se for para falar mal de sua marca?

4 – “Está no DNA – Eu sou tão especial”

O tema saúde está cada vez mais em voga na vida das pessoas, ainda mais na internet. Influenciadores e influenciadoras fitness arrematam milhões de seguidores para seus hábitos saudáveis e corpos esculturais. E esse movimento também está fazendo com que as pessoas passem a querer entender melhor o próprio corpo e de onde vieram.

Segundo a consultoria, a busca pelo histórico genético está em evidência. Seja para aqueles que se preocupam com o bem-estar, seja para aqueles que querem entender as suas origens e até aqueles fanáticos pela vida fitness, em busca de resultados mais rápidos.

5 – Empreendedores adaptativos

A rotina de trabalho das 9h às 17h está fadada ao esquecimento. Pelo menos para parte de uma geração, que está disposta a cuidar melhor do seu tempo, mesmo que isso represente maiores riscos. E isso não está reservado somente aos jovens.

De acordo com um levantamento feito pela Euromonitor, 60% dos millennials querem trabalhar de forma autônoma, enquanto 55% da geração X também preferem ter mais liberdade na vida profissional. Os mais conservadores, claro, são os baby boomers: apenas 35% deles aceitariam um trabalho menos tradicional.

6 – “Vejo do meu quarto”

As pessoas não precisam mais sair do próprio quarto para consumirem ou se informarem. Tudo está lá bem próximo, na palma da mão. E não são poucas pessoas com esse acesso: cerca de 90% das gerações X, Y e Z possuem o próprio smartphone. A geração Y, por sua vez, é a que mais usa o celular para consumo: cerca de 55% deles compram por meio do mobile commerce.

Apesar disso, cerca de 47% dos consumidores ainda preferem testar ou ver o objeto pessoalmente antes de comprar. Aí que entra a realidade aumentada. A tendência é que esse tipo de ferramenta seja cada vez mais comum em aplicativos e sites. Por meio de óculos de imersão, o consumidor terá uma experiência mais próxima à realidade por meio do smartphone – mesmo que seja digital.

7 – Consumidores detetives

As pessoas estão mais desconfiadas. O crescimento da disseminação de notícias falsas, assim como o caso de influenciadores digitais fazendo avaliações duvidosas de produtos e serviços, fez com que os consumidores passem a pesquisar melhor antes de realizar qualquer compra. E eles querem consumir de marcas em que podem confiar.

Cerca de 55% das gerações Y e X compram apenas daquelas marcas que confiam. Para isso, essas empresas precisam estar bem de acordo com os seus valores – esses consumidores estão cansados de retóricas vazias e palavras tranquilizadores. Eles querem, mais do que nunca, a verdade.

8 – Designers digitais

A personalização de produtos está indo para outro nível. O consumo de produtos massificados, que todos têm, não fará mais tanto sucesso assim. Por isso, as pessoas querem personalizar aquilo que compram – elas precisam participar do processo, não serem somente passivas.

E eles não necessariamente querem colocar a mão na massa. Apesar de querem algo feito para eles, preferem algo mais facilitado: uma ferramenta em um aplicativo para escolher a estampa da camisa dele, por exemplo. Mas precisa ser algo somente dele: cerca de 55% dos consumidores entre 15 e 44 anos querem ser visto como diferentes dos outros.

9 – Co-habitação

Para que ter uma casa própria se eu posso alugar? Melhor: para que eu gastar um alto valor em um aluguel, se eu posso dividi-lo com alguém? A tendência de dividir uma casa ou apartamento está crescendo e não somente entre os Millennials. Segundo a Euromonitor, até pessoas mais velhas, acima dos 65 anos, estão buscando dividir o mesmo teto com pessoas que compartilham os mesmos interesses e valores.

Não por acaso, startups já estão de olho nesse mercado. A WeWork, de escritórios compartilhados e que está avaliada em US$ 20 bilhões, está aumentando o investimento no seu braço WeLive. Trata-se de apartamentos que lembram muito dormitórios de universidade. E a empresa não espera pouca coisa desse negócio: a estimativa é que o WeLive represente 21% das receitas da empresa em 2018.

10 – Os sobreviventes

A crise muda a forma como vemos o consumo. Especialmente daqueles que passaram por poucas e boas durante os tempos de recessão. Dez anos após a crise econômica global (que afetou o Brasil anos depois, com uma ajudinha do governo local, e que ainda faz vítimas por aqui), as pessoas estão mais atentas. Muitos, aliás, sequer se recuperaram dos tempos sombrios.

Não à toa, lojas mais baratas estão ganhando mais espaço. Que o digam as cadeiras de atacarejo no Brasil, que viraram as grandes estrelas das redes supermercadistas por venderem produtos ao preço de atacado para o consumidor comum. Nos Estados Unidos não é muito diferente. Cerca de 35% dos consumidores afirmam que continuarão visitando os famosos outlets mesmo após a crise.

Fonte: Consumidor Moderno


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Norma Brasileira de Contabilidade CTSC 03 e Comunicado Técnico Ibracon nº 02/2017


Postado em 16 de Janeiro de 2018 por FH
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NBC CTSC 03, de 8 de dezembro de 2017 e CT Ibracon nº 02/2017

O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições leais e regimentais, aprovou em seu Plenário a seguinte Norma Brasileira de Contabilidade (NBC):

CTSC 03 – Relatório Sobre a Aplicação de Procedimentos Previamente Acordados Referentes ao Termo de Verificação para Fins de Substituição da ECD.

O Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) publicou o seguinte Comunicado Técnico:

Comunicado Técnico Ibracon nº 02/2017 – Relatório sobre a Aplicação de Procedimentos Previamente Acordados para Atendimento às Disposições Contidas no CTG 2001 – Formalidades da Escrituração Contábil em Forma Digital para Fins de Atendimento ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), emitido pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) referentes ao Termo de Verificação para Fins de Substituição da Escrituração Contábil Digital (ECD).

Ambas as normas estão disponibilizadas na área de legislação da ECD.

Fonte: SPED


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Publicação da versão 4.0.2 do programa da Escrituração Contábil Fiscal (ECF)


Postado em 15 de Janeiro de 2018 por FH
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Foi publicada a versão 4.0.2 do programa da ECF, com a correção do erro na exclusão do registro Y720 para ECF retificadoras.

Fonte: SPED


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Por que o digital commerce é 5x maior que o e-commerce?


Postado em 15 de Janeiro de 2018 por FH
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Comprovadamente, o digital commerce é muito mais relevante que o e-commerce ou qualquer outro canal de vendas isolado

Vivemos a Era da Transformação Digital. Muito se lê e se fala sobre esse movimento e isso faz com que as companhias busquem reformular totalmente a sua estratégia de negócios e posicionamento, se quiserem se manter competitivas no mercado. O problema é que os varejistas estão errando na formulação da estratégia de transformação digital ou estagnados sem saberem em que investir. Não sei dizer qual dos dois é mais perigoso!

Digital First Retail é o termo que temos usado para definir a tendência crescente da jornada de compra do consumidor ser influenciada por canais digitais, não importando onde a transação final acontece. É muito importante que este movimento seja entendido pelos varejistas e que a experiência de compra desta nova jornada seja repensada.

Um estudo recente da Deloitte mapeou que 56% das vendas em lojas físicas envolvem um dispositivo digital, ou seja, o consumidor pode ter pesquisado o produto no Google no trabalho, ter comparado preços num app no celular ou ainda ter visitado o e-commerce de várias marcas antes de ter decido ir à loja física. Nos Estados Unidas, a Forrester estimou que o volume de vendas influenciadas pelo digital é 5x maior que as vendas online. Ou seja, entender a jornada digital é hoje 5x mais importante que ter um e-commerce competente.

Desta forma, podemos afirmar que a maioria das vendas de uma loja hoje começa no online, pois o primeiro instinto do consumidor quando está interessado em um produto é pesquisar informações e comparar os preços na internet. E muitas dessas buscas geram, de fato, vendas nas lojas físicas. Então, como melhorar a minha estratégica e conquistar um consumidor que conhece o produto na internet e depois vem comprar na minha loja?

A resposta está no conceito de micro moments, que, segundo o Google, são minúsculos momentos de intenção de tomada de decisão e formação de preferências que ocorrem durante a jornada do consumidor. Sua empresa precisa estar presente nesses momentos e é aí que entra o investimento na digitalização do negócio. O comportamento de consumo da geração atual mudou, e para sempre. Com o mundo baseado em buscas, as lojas físicas precisam perceber que devem ser encontradas facilmente com apenas um clique. Neste contexto, ter informações como localização das lojas, catálogo, estoque, preços, horas de abertura e fechamento facilmente encontráveis nos canais digitais durante os micro moments é fundamental.

Outra estratégia para atender às demandas e aumentar a satisfação desse público é permitir que a compra seja feita online e o pagamento na loja física, quando houver a retirada do produto – processo conhecido como Click and Collect. Desta forma, o varejista consegue aproveitar a vinda do cliente à loja para oferecer produtos que possam complementar o primeiro pedido dele. Se o cliente comprou um tênis novo, posso oferecer meias para usar com ele, por exemplo.

Muitos varejistas acreditaram que montar uma operação de e-commerce apartada das lojas físicas fosse uma estratégia de sucesso para o futuro. Pode até ter funcionado por um período, mas agora é a hora de repensar drasticamente essa posição. O relacionamento com uma marca não está isolado em um canal e para conseguir fornecer uma experiência de comprar fluida, e sem atritos, os varejistas vão ter que integrar canais digitais e físicos em todos os pontos de contato que fizerem sentido para entregar uma jornada que começa – prioritariamente – no digital.

Comprovadamente, o digital commerce é muito mais relevante que o e-commerce ou qualquer outro canal de vendas isolado. Isso significa que para oferecer produtos e serviços para o consumidor nesta nova era não há mais saída: é preciso aderir ao digital commerce!

Fonte: Portal Administradores


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O futuro do e-commerce: o que esperar para 2018?


Postado em 12 de Janeiro de 2018 por FH
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O e-commerce é um setor que vem apresentando grande evolução, e em 2017 não foi diferente.

A Ebit, empresa de consultoria especializada em lojas online, mediu que, apenas no primeiro semestre, houve um aumento de 7,5% nesse número.

Em 2018, a tendência é que esse movimento continue crescendo. A maior familiarização do público com essas plataformas, a qualificação das ferramentas utilizadas e a melhoria da experiência de compra são alguns dos fatores que levam a esse diagnóstico.

Outra questão importante é que esse crescimento gera uma concorrência saudável, o que permite ao consumidor encontrar preços mais competitivos.

Para ajudar você a entender um pouco de como será o futuro do e-commerce, listamos no post de hoje as principais tendências desse setor para o ano de 2018. Confira!

Customização de produtos

Você se lembra daqueles sites que vendem camisetas, canecas e mais itens que podem ser personalizados conforme o gosto do cliente? Esse tipo de experiência ganhou força e migrou para outras áreas.

Por esse motivo, uma grande tendência para 2018 no e-commerce é a customização de produtos. Diversas empresas grandes já utilizam esse conceito, permitindo, assim, que o cliente tenha uma experiência única com base nas suas preferências e trazendo uma solução mais adequada para cada caso.

Gerar esse tipo de experiência é algo de imenso valor e fortalece muito a relação entre empresa e cliente, especialmente por tirar um pouco daquela sensação de ser apenas um mero comprador. A customização faz com que a empresa crie autoridade no mercado e seja vista com bons olhos por todos.

Um ponto importante é que isso não se reduz a empresas desse tamanho e ainda é uma área pouco explorada. Ou seja: existe um imenso potencial, e quem começar logo vai se colocar à frente dos demais com uma grande vantagem competitiva.

Para quem tem um e-commerce para vender os produtos que fabrica, essa é uma alternativa bem viável para se destacar no mercado. Para quem trabalha com marcas de outros fabricantes, é possível verificar quais parceiros são capazes de atender a essa demanda de customização e assim oferecer isso na sua loja virtual.

Compra personalizada

A compra personalizada não é o futuro, já é o presente. Mas como ela será uma tendência em 2018 se já está em voga? A questão aqui não é a novidade, e sim a consolidação de uma prática que vem funcionando muito bem.

Utilizar o histórico de navegação e compra do cliente facilita muito para oferecer opções melhores e, assim, aumentar o número de vendas, além de qualificar a experiência oferecida para ele.

E quem ainda não investe nesse tipo de ferramenta tem, no ano que se aproxima, uma espécie de segunda chamada, visto que a ausência desse recurso acarretará a perda de espaço, principalmente pela exigência dos consumidores em contar com soluções assim.

Soluções híbridas

As soluções híbridas são uma série de serviços diferenciados. Um dos grandes destaques nesse cenário e que se encaixa bem em lojas virtuais é a facilitação do serviço de entrega.

Em diversas ocasiões, os clientes compram no site e têm pressa para receber o produto. Visando solucionar isso, muitas empresas possibilitam que a retirada seja feita em uma loja física.

É claro que nem todas contam com essa opção, pois muitas trabalham somente online, mas, com certeza, é uma prática muito valorizada pelo público.

Aumento do uso do mobile

Já é fato que grande parte das compras em lojas virtuais é feita via dispositivos móveis. Por isso, oferecer soluções para facilitar o uso desses equipamentos não é simplesmente o futuro do e-commerce, mas a adequação a uma tendência forte e que vai se solidificar ainda mais em 2018.

Caso a sua loja virtual não ofereça essa facilidade de navegação, os clientes irão para sites concorrentes. Além disso, criar uma versão responsiva do seu site não é algo caro, e o custo/benefício vale a pena.

Valorização da produção de conteúdo

Todos recebemos milhares de ofertas por dia, sendo que muitas são agressivas e nem mostram detalhadamente do que tratam. Sendo assim, é importante cada vez mais unir a produção de conteúdo de qualidade à divulgação dos produtos.

Uma dica para isso são os vídeos, já que eles conseguem reunir bastante conteúdo em pouco tempo e, assim, passar uma explicação mais completa sobre o funcionamento dos produtos que estão sendo comercializados.

Um motivo forte para investir nesse recurso é que o processo de pesquisa do cliente fica cada vez mais facilitado, o que, naturalmente, os torna mais exigentes. Dessa maneira, quanto mais você qualificar esse processo, mais pontos positivos mostrará.

Maior utilização da inteligência artificial

A inteligência artificial vem sendo aplicada com sucesso nas lojas virtuais. Considerando o futuro do e-commerce, podemos dizer que essa é uma das mais fortes tendências para 2018.

Um grande exemplo disso são os chatbots, softwares que permitem simular a interação humana entre um atendente e o cliente. Ao automatizar esse processo, ganha-se muito em produtividade, otimização de custos e agilidade no processo.

Essa ferramenta permite rapidamente identificar os principais dados do cliente e, assim, oferecer uma jornada de compra melhor. Vale lembrar que, no mundo virtual, a velha máxima de que “tempo é dinheiro” tem cada vez mais valor, então, quem facilitar o processo de compra tanto em tempo quanto na qualidade dos serviços prestados vai ser visto de uma maneira diferenciada pelo mercado.

No marketing digital para e-commerce, a inteligência artificial também pode ser uma grande aliada, permitindo automatizar o uso de determinadas ferramentas, inclusive a criação de campanhas em mecanismos de busca e redes sociais, e-mail marketing e o uso do SEO.

Com base nessas dicas, você já tem um bom panorama sobre o futuro do e-commerce em 2018, então basta encontrar a melhor maneira de colocá-las em prática no seu negócio para colher os frutos que essas soluções apresentam.

Fonte: jet e-commerce


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Primeira fase de implementação do eSocial para empresas começou


Postado em 11 de Janeiro de 2018 por FH
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eSocial abrange 14,4 mil empresas, que faturaram mais de R$ 78 milhões em 2016 ou que aderiram voluntariamente. Elas empregam 15 milhões de trabalhadores.

Teve  início esta segunda-feira (8) em todo o país a primeira etapa de implantação do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Ao todo a etapa envolve 14,4 mil empresas, que faturaram mais de R$ 78 milhões em 2016 ou que aderiram voluntariamente, de acordo com a Receita Federal. Juntas, elas empregam 15 milhões de trabalhadores, um terço do total.

O prazo para as empresas cumprirem a primeira etapa começou nesta segunda-feira e se estende até o dia 28 de fevereiro. Nesse período, disse a Receita, o sistema receberá apenas as informações cadastrais dos empregadores e as relativas às suas tabelas, tais como estabelecimentos, rubricas, cargos, etc. Somente a partir de março será possível o envio dos eventos não periódicos. Até lá, será possível fazer os ajustes necessários na qualificação cadastral dos funcionários, por exemplo.

Segundo o órgão, não há obrigatoriedade de envio dos dados necessariamente nos primeiros dias e a empresa pode fazer os eventuais acertos necessários em seus sistemas internos, bem como se utilizar do ambiente de produção restrita para seus testes, para só depois começar a enviar informações à Base Nacional.

Nos próximos dias, estará disponível no portal do eSocial, o canal “Fale Conosco” onde serão recebidas as dúvidas e as críticas sobre o sistema.

Multas e penalidades

As empresas que não enviarem os dados estão sujeitas a penalidades e multas. A multa prevista é de R$ 1,5 mil pelo não envio da escrituração digital, mas esse valor pode ser acumulado com as penalidades previstas pelas omissões das declarações que estarão sendo substituídas pelo eSocial.

O eSocial é um sistema de registro de informações criado para desburocratizar e facilitar a administração de informações relativas aos trabalhadores, para que as empresas possam realizar o cumprimento de suas obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias de forma unificada e organizada. Por meio dele, pretende-se reduzir custos, processos e tempo gastos hoje pelas empresas com essas ações.

Quando totalmente implementado, o eSocial representará a substituição de 15 prestações de informações ao governo por apenas uma. Entre as informações que serão concentradas no sistema estão: Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e de Informações à Previdência Social (GFIP), Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e  Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (DIRF).

Com as informações coletadas por cerca de 8 milhões de empresas, será criado um banco de dados único, administrado pelo governo, abrangendo 18 milhões de empregadores e 44 milhões de trabalhadores.

Cronograma de implantação

No fim de novembro, a Receita Federal anunciou o cronograma de implantação do eSocial. A partir de janeiro de 2018, o sistema é obrigatório para entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78 milhões.

A segunda etapa terá início em 16 de julho de 2018 e abrangerá os demais empregadores, incluindo micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs). No caso dos entes públicos, o sistema será implantado a partir de 14 de janeiro de 2019.

O envio de dados também será feito por partes, em cinco fases. Inicialmente, as empresas e órgãos deverão incluir no sistema suas próprias informações, ou seja, cadastros do empregador e tabelas. Os dados sobre os trabalhadores e seus vínculos trabalhistas, como admissões e desligamentos, passam a ser solicitados em um segundo momento.

Posteriormente, passará a ser obrigatório o envio das folhas de pagamento, e, em uma quarta fase, a Guia de Informações à Previdência Social será substituída pelo novo sistema. Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador.

Veja abaixo o cronograma

Etapa 1 – Empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões

Fase 1: Janeiro/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas

Fase 2: Março/18: Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos

Fase 3: Maio/18: Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento

Fase 4: Julho/18: Substituição da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social) e compensação cruzada

Fase 5: Janeiro/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador

Etapa 2 – Demais empresas privadas, incluindo Simples, Micro Empregadores Individuais (MEIS) e pessoas físicas (que possuam empregados)

Fase 1: Julho/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas

Fase 2: Set/18: Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos

Fase 3: Nov/18: Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento

Fase 4: Janeiro/19: Substituição da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social) e compensação cruzada

Fase 5: Janeiro/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador

Etapa 3 – Entes Públicos

Fase 1: Janeiro/19 – Apenas informações relativas aos órgãos, ou seja, cadastros dos empregadores e tabelas

Fase 2: Março/19: Nesta fase, entes passam a ser obrigados a enviar informações relativas aos servidores e seus vínculos com os órgãos (eventos não periódicos) Ex: admissões, afastamentos e desligamentos

Fase 3: Maio/19: Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento

Fase 4: Julho/19: Substituição da GFIP (Guia de Informações à Previdência) e compensação cruzada

Fase 5: Julho/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador

Fonte: Agência Brasil – EBC


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O novo consumidor no mercado do varejo: como entregar uma experiência completa


Postado em 11 de Janeiro de 2018 por FH
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Apesar da recuperação da economia Americana, o ano de 2017 não foi bom para o varejo tradicional, e 2018 não se mostra muito otimista.

Grandes redes de departamentos, como a Sears, decretaram falência. Lojas como Macy’s e American Eagle fecharam centenas de lojas.

Esse cenário tende a seguir globalmente. Mas por quais motivos essas empresas continuam perdendo espaço? Basicamente, porque o mundo digital, a facilidade de acesso e compartilhamento de informação estão moldando um novo padrão de comportamento do consumidor.

As pessoas não vão mais tanto a Shopping Centers, e cada vez mais preferem comprar online. Também estão menos consumistas, mais conscientes, mais exigentes e procurando mais experiências de vida.

Tudo isso traz um maior empoderamento para o consumidor na escolha, e consequentemente gera menos fidelização a marca ou empresa.

Novas formas de consumo

A nova geração de consumidores está mudando completamente o modo de fazer negócios, e os varejistas ainda não entenderam como reinventar seu segmento para atender essas expectativas.

Não se trata mais de consumir, e sim de experimentar. O que aumenta consideravelmente o leque de opções de compra e venda, gerando uma grande complexidade na forma de estruturar a organização, e a necessidade de adotar a transformação digital como mindset estratégico.

O uso da tecnologia como driver do negócio será essencial para o novo varejo, bem como uma cultura inovadora, voltada para o consumidor através de uma experiência verdadeiramente completa. Tendo em vista esse cenário, existem algumas soluções para melhorar os processos de compra, venda e gestão do varejo, tais como:

Omnichannel

Ter o foco no cliente, entender sua jornada de compra, oferecendo ao consumidor a mesma experiência de relacionamento em todos os canais de venda.

E isso não se limita a ter o mesmo preço no e-commerce e na loja física.

O cliente passa a decidir como prefere consumir, podendo realizar a compra online e optar por retirar em uma loja mais próxima ou comprar em uma loja física e receber em casa, entre uma variedade de opções.

Experiências digitais

Aliar o mundo físico ao digital, melhorando a jornada de compra.

Uso de realidade aumentada para estender a experiência além do tradicional, disponibilizando maiores informações de produto, provador virtual, sugestões baseadas em personas, além de uma infinidade de opções para satisfazer e encantar o cliente.

Uso de IoT e beacons

Utilização de smart devices, sensores e beacons para melhorar a experiência do consumidor e, ao mesmo tempo, armazenar dados para análises de comportamento. É possível com base em imagem perceber se o cliente está saindo satisfeito da loja.

Usando beacons identifica-se se um determinado produto gera interesse e pouca venda, podendo avaliar política de preço, ou até mesmo agrupar produtos de mesma característica e identificar qual tem mais saída, podendo melhorar a estratégia comercial e de portfólio de produto.

Inteligência comercial

Uso de inteligência artificial e Big Data para criar uma experiência de compra personalizada por cliente, seja na loja física, e-commerce ou outro canal, gerando maior fidelização.

Otimizar o processo de precificação através de promoções dinâmicas conforme variáveis definidas, como horário, estoque, dia da semana entre outras.

Automatização operacional e da cadeia de suprimentos

Ainda através do uso Big Data, IoT, sensores e robôs para aumentar a eficiência operacional da empresa.

Melhorar toda a cadeia de suprimentos, integrando informações de fornecedores, parceiros e operação, otimizando o processo de inventário, gestão do estoque e distribuição dos produtos entre as lojas.

Social e Gamificação

O uso de gamificação e de social media também são essenciais para gerar um engajamento dos consumidores.

Ações que colocam o cliente no centro do negócio, trazendo para o dia a dia da empresa, ajudam a entender melhor o comportamento e prever mudanças estratégicas e de portfólio. Além de ser a porta de entrada para uma nova compra, vide exemplo do uso de chatbots em redes sociais.

Neste atual cenário exponencial, o modo como vivemos está em constante evolução e, consequentemente, gerando grandes mudanças em todas as formas de relacionamento, inclusive nos negócios. O varejo é um dos principais afetados, principalmente porque lida com o consumidor final.

Concluindo, o uso de tecnologia como visto neste artigo pode ser um grande diferencial e deve ser tratado como estratégico nessa era da transformação digital.

Fonte: Portal Transformação Digital


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Case de Sucesso – Leroy Merlin implementa projeto de venda assistida com a FH


Postado em 10 de Janeiro de 2018 por FH
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A Leroy Merlin precisava de um parceiro à altura para reestruturar a venda assistida e proporcionar experiências únicas a todos os usuários, tanto para o time de vendas quanto para o consumidor final.

A Leroy Merlin chegou ao Brasil em 1998 trazendo um novo conceito para o mercado de material de construção. A Leroy Merlin apresenta aos seus clientes a maior variedade de produtos em 80 mil itens divididos em 15 setores: materiais de construção, madeiras, elétrica, ferramentas, tapetes, cerâmica, sanitários, encanamentos, jardinagem, ferragens, organização, pintura, decoração, iluminação e cozinhas.

Em um cenário cada vez mais integrado e omnichannel, o simples ato de comprar tornou-se onipresente em todas as atividades cotidianas. Por isso, os desafios do projeto começavam justamente na falta de integração entre as plataformas de venda e na estrutura de gestão. Este cenário desconectado refletia diretamente na dificuldade de encontrar os produtos, na falta de informações relevantes, no desconhecimento do estoque e, principalmente, na perda da venda procedente do desconhecimento do produto ou de sua utilização.

A Leroy Merlin precisava de um parceiro à altura para reestruturar a venda assistida e proporcionar experiências únicas a todos os usuários, tanto para o time de vendas quanto para o consumidor final.

É fundamental ter um parceiro estratégico, que entende o negócio, as necessidades e a velocidade que se pretende implementar os desafios. A escolha da FH foi satisfatória pela experiência em SAP e SAP Hybris. ”
Matthieu Grymonprez, Diretor de TI e Inovação da Leroy Merlin

 O primeiro projeto em venda assistida omnicanal do Brasil, com a ferramenta SAP Hybris, foi implementado pela FH na Leroy Merlin, proporcionando aos clientes da gigante francesa a oportunidade de iniciar sua jornada de compra em casa, no tablet, no celular e terminar a compra na loja com assistência dos vendedores!

Confira aqui o case completo e conheça as vantagens de ter a FH como parceira!


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‘Quando o País voltar, quem investiu em tecnologia estará na vanguarda’


Postado em 9 de Janeiro de 2018 por FH
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A presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka, analisou os sinais de recuperação dados pelo comércio e indústria

Desde 2013 à frente da subsidiária brasileira da SAP, gigante alemã do ramo de software, Cristina Palmaka acredita que o País terá o crescimento “que precisa e merece” em 2018, mas faz um alerta para as empresas que deixaram de investir em inovação durante a crise: elas vão ficar para trás.

Em entrevista exclusiva ao DCI, Cristina analisou os sinais de recuperação dados pelo comércio e indústria e explicou como o SAP Leonardo – grande aposta da multinacional em 2017 – pode colaborar até mesmo com a diminuição do preconceito em processos seletivos. Nomeada recentemente para o “Conselhão” do presidente Michel Temer, a executiva também explicou como a tecnologia da empresa ajudou a parar Messi em 2014.

Qual balanço pode ser feito do ano que passou?

A perspectiva sempre tem o entorno político e econômico, mas cada segmento passa por uma fase. Há os extremamente afetados nos últimos anos, mas outros seguem crescendo de forma fantástica. Então colocamos foco em duas vertentes: uma para as empresas que não estão no melhor momento, com a tecnologia como habilitador para baixar custos e aumentar produtividade. Já a segunda vertente é onde podemos aportar conhecimento. Há empresas que sabiam que não era o momento mais apropriado, mas investiram, até porque havia menor competição com outros projetos. Quando o País voltar elas estarão na vanguarda.

Falando em fases diferentes: fora o agro, há quem se destaque pela resiliência?

O agro é um segmento que olha transformação digital de forma diferente. Temos projetos com a Citrosuco [que utiliza a internet das coisas na produção e monitoramento logístico] e a Embrapa [que viabilizou o Programa Nacional de Controle de Qualidade do Leite através de solução da empresa], mas outros segmentos também estão em transição. O varejo está começando a olhar e-commerce e multicanalidade de forma mais agressiva. Temos o Carrefour como referência e agora o Grupo Martins, que está fazendo expansão para o e-commerce. O setor financeiro segue forte: ele sempre encarou a digitalização como o centro. Já a parte de commodities e manufatura pesada, que sofreu muito nos últimos três anos, tem voltado a investir mesmo sem ter colhido grandes frutos de crescimento. Há dois anos eles só falavam em reduzir empregados. Agora eles querem falar de inovação.

As indústrias 4.0 no Brasil ainda são raras…

A indústria 4.0 nasceu na Alemanha, onde está nossa origem, então há uma oportunidade enorme. As empresas vão chegar lá. Temos discutido vários projetos. O Boticário começou a [automatizar] as gôndolas, mas a ideia é fazer um projeto em toda a cadeia até chegar no 4.0. A rastreabilidade na indústria farmacêutica, por exemplo, é algo que precisa ser feito, talvez em algum momento a regulamentação cobre. Têm empresas que fazem para se adiantar, enquanto outras do segmento nem estão olhando inovação.

O fosso digital entre pequenas e grandes aumentou?

As grandes no final do dia fazem o mínimo, enquanto as médias e pequenas negociam sobreviência versus investimento. Na crise elas contraíram, mas a volta também é rápida. Com o advento da nuvem há uma democratização e hoje o nosso maior número de clientes está nesse patamar. Em soluções 100% em nuvem você não precisa de pessoal de tecnologia nem se preocupar com infraestrutura, a SAP faz tudo. A solução é a mesma na pequena e na grande, então o distanciamento vai deixar de existir. Temos participação muito representativa nas grandes companhias e média nas menores, mas crescemos por volta de três dígitos no ano contra ano neste segmento.

Quanto do faturamento da SAP Brasil já vem da nuvem?

Não abrimos números, mas tem crescido muito mais rápido. Nos últimos sete trimestres crescemos três dígitos até o sexto. Pelo patamar mais alto, crescemos dois dígitos no último trimestre [entre julho e setembro]. Fala-se muito em nuvem, mas ela é um arcabouço de soluções: seja ERP na nuvem, e-commerce, só infraestrutura, a parte de RH… Tudo que tem de inovação a gente aporta na plataforma em nuvem.No RH, por exemplo: você pode trazer componentes do SAP Leonardo como machine learning para o recrutamento e deixar a máquina fazer a busca. Isso evita o chamado unconscious bias, o preconceito escondido. A tecnologia pode te ajudar a trazer o talento, e não o esteriótipo.

Qual a diferença da receita tradicional frente à oriunda da nuvem?

No on-premise [tradicional] ele paga a licença, é um investimento em um ativo. Na nuvem vira despesa, há uma mensalidade. Tem mudança financeira quando recebo diluído ou quando o cliente compra a licença, mas estamos arrumando o portfólio há dez anos, não é que de repente viramos uma empresa de nuvem. Estamos tirando o pé [do licenciamento] de forma inteligente, até que ele se torne irrelevante. Hoje ainda há relevância e é bom ter opção, porque nem todo cliente quer nuvem. Não tem receita única: a maioria vai migrar, mas alguns talvez não precisem. Nós também não pressionamos. Fora isso é raro novos clientes que não entrem na nuvem. No Brasil demorou um pouco porque há dois anos nuvem ainda era complexo de explicar. Hoje essa dúvida saiu das discussões.

Qual a fatia do Brasil nas receitas da SAP na América?

Não abrimos, mas somos importantes [nos nove primeiros meses de 2017a SAP registrou receita de 1,358 bilhões de euros na América, excetuando os EUA; globalmente a companhia faturou 16,656 bilhões de euros entre janeiro e setembro passados].

A companhia estuda novos mecanismos trabalhistas como trabalho intermitente ou remoto?

Com certeza. A legislação estava muito desatualizada. Em tecnologias temos mecanismos para um home-office estruturado. Com o celular você pode trabalhar em qualquer lugar, então a flexibilidade será fundamental, até porque temos participação de millennials muito grande. Será um avanço.

Como foi a relação com startups em 2017?

Nosso objetivo é que startups possam desenvolver na nossa plataforma para conectar com clientes. Temos 100 startups em análise e 12 já conectadas. Não fazemos aporte financeiro, mas a validação tecnológica. Para elas há possibilidade de ter o ativo mais importante, que é o acesso à minha base de clientes. Em alguns casos a gente poderia fazer a mesma solução, mas a startup tem a agilidade, então buscamos a colaboração: o plano para 2018 é trazer mais. Em 2017 fizemos um aporte de R$ 40 milhões no SAP Labs [laboratório da multinacional na gaúcha São Leopoldo] que está sendo utilizado exatamente para suportar startups, com foco em agronegócio e internet das coisas.

O Flamengo adotou SAP para a gestão recentemente e o Grêmio já utiliza tecnologia para melhorar a performance em campo. A SAP planeja algo para o esporte em ano de Copa do Mundo?

No segmento esportivo temos muita coisa: a NFL, a NBA, tênis. Há muito de analítico nesse mundo. A seleção alemã roda o mesmo software que o Grêmio: ela sensorizou as roupas dos jogadores para saber quão rápido eles estão correndo e montar parâmetros. [Na final da Copa de 2014 contra a Argentina] eles fecharam uma estratégia para enfrentar o Lionel Messi. Sabia-se que nenhum jogador da Alemanha conseguiria alcancá-lo, então eles montaram uma tática para fugir do “mano a-mano”: foi tudo analítico, com ajuda de dados e sensores. No Brasil isso ainda é incipiente, mas é algo que vai profissionalizar.

Fonte: DCI


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