E-commerce B2B, IoT e Transformação Digital


Postado em 18 de Maio de 2018 por FH
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Coisas falando com coisas para comprar mais coisas. É exatamente assim que cada vez mais transações comerciais entre empresas serão feitas nos próximos anos. Isso será o reflexo de modelos de negócios entre empresas baseados em e-commerce B2B junto a IoT (Internet of Things, em português, Internet das Coisas).

É a transformação digital ocorrendo num alto grau de sofisticação. Equipamentos analógicos e processos tradicionais estão se reinventando, digitalizando e integrando. E cada uma das bilhões de coisas conectadas pode ter a capacidade de ser um comprador digital.

O e-commerce B2B deve movimentar algo como U$ 1.1 trilhão só nos Estados Unidos até 2020, de acordo com a Forrester. Ele está cada vez mais presente em indústrias e distribuidores, que estão migrando seus processos de venda e de representantes comerciais. Antes, eles atuavam por telefone ou na rua visitando cada cliente, e agora atuam em portais de compras digitais e inteligentes.

A Internet das Coisas, ou IoT (Internet of Things) é a onda “hype” do momento. A McKinsey estima um crescimento de 20% ao ano no número de dispositivos conectados, chegando a 30 bilhões de dispositivos até 2020. Serão minúsculos computadores conectáveis com poder de processamento e mínimo de inteligência embarcada.

Isso tem o potencial para revolucionar, de muitas formas, o modo como diversas coisas acontecem hoje. Olhando pela perspectiva financeira, o mercado de IoT –  entre venda de equipamentos, soluções e serviços de TI – deve movimentar U$ 1.7 trilhão em 2020 segundo o IDC.

Em IoT, estamos falando de dispositivos que anteriormente eram apenas passivos, mas que agora podem participar de um ecossistema que integra muitos outros aparelhos, e que podem falar entre si, trocar informações, fazer relatórios e até tomar decisões sozinhos. Serão conectados carros, eletrodomésticos, motores de avião, equipamentos industriais e até a roupa do seu corpo.

Usabilidade

Quando juntamos IoT com modelos de negócios digitais B2B, entramos numa área de reposição e compra de peças, manutenção, suprimentos e estoque com um nível de assertividade, velocidade e otimização sem precedentes.

Existem muitos exemplos focados no consumidor final. Por exemplo, uma geladeira que sabe que a caixa de leite aberta dentro dela está acabando e então pergunta ao armário se têm mais caixas lá. Se não tiver, ambos decidem falar com o supermercado e comprar mais leite.

Mas grande parte do potencial do IoT está no universo das empresas. Migrando para este cenário, podemos desenhar inúmeras aplicações muito mais complexas e muito mais interessantes.

IoT no universo corporativo

Uma empresa de frota, que tem milhares de caminhões na rua, tem um problema gigantesco com a manutenção deles, como tempo que os veículos passam parados e fraudes aplicadas pelos próprios motoristas. Imagine um cenário em que os pneus dos caminhões – que estão entre os dois maiores custos operacionais, seguido pelo combustível – sabem quando estão gastos ou com problemas. E que estes pneus conversem entre si e também com o caminhão para saber quantos mais precisam de troca.

O caminhão, por sua vez, já sabendo seu trajeto, solicita a compra e troca dos pneus ao fornecedor que faz a manutenção, agendando o serviço e negociando com a central a alteração do trajeto e dos prazos. Somente no final, avisa o motorista de tudo isto que foi negociado. Assumindo um cenário em que ainda exista a figura do motorista, certo?

IoT pode ser tanto em equipamentos tão tradicionais como pneus, em que existem milhões rodando todos os dias, quanto dentro de uma turbina eólica, no meio de uma usina de geração de energia limpa no Ceará.

Quem mais sabe quando uma peça, como a pá de uma turbina, começou a apresentar um comportamento estranho e vai dar defeito, do que a própria peça? A pá, sabendo que vai falhar, já pode solicitar sua reposição ao fornecedor, ela envia dados históricos de operação e telemetria, confirma seu diagnóstico e já solicita a troca. O operador humano entra apenas para validar o processo e confirmar a operação. Estou novamente assumindo que vai ter um operador humano para isto.

Atualidade

Operações hoje totalmente dependentes de humanos, como reposição de estoque no ponto de venda, também podem mudar radicalmente. A gôndola do supermercado, falando com a prateleira do estoque da loja e com o pallet do centro de distribuição também podem decidir quando um produto está acabando ou não está vendendo. E podem acionar outros sistemas de ressuprimento para falar com os sistemas do fornecedor.

Negócios Digitais B2B com IoT

Todos estes casos de IoT, integrados com soluções de e-commerce B2B, permitem que empresas façam negócios digitalmente com outras empresas, reponham seus estoques, executem planos de manutenção preventiva (ou mesmo corretiva com menor intensidade) e otimizem suas cadeias de supply chain com cada vez menos a dependência de processos analógicos, custosos e morosos.

Como e quando isto acontecerá, e quais serão os padrões e processos definidos, é o que veremos nos próximos anos. E existe ainda um outro componente que pode revolucionar em níveis muito mais profundos esta revolução que já está em curso hoje, que é a incorporação de soluções de Inteligência Artificial no meio disto tudo.

Mas isto é assunto para outra conversa.

Fonte: E-commerce Brasil


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Os desafios de engajar um público cada vez mais exigente


Postado em 17 de Maio de 2018 por FH
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O meio digital vem crescendo exponencialmente, proporcionando novas possibilidades para as empresas enquanto gera uma necessidade de adaptação às mudanças. Para ter sucesso nesse mercado, primeiramente, é importante compreender onde estão os consumidores.

A pesquisa Webshoppers 37, realizada pela Ebit, apontou que 27,3% das compras online realizadas em 2017 foram feitas por meio de smartphones, e a expectativa é que esse número chegue a 37% em 2018. A adaptação para o mobile é algo essencial. Pode ser um app exclusivo ou um site adaptado, o importante é oferecer uma boa experiência de compra na palma da mão.

Também é essencial criar uma identidade para as empresas. A cultura e o estilo de vida do negócio dependem diretamente da imagem e da filosofia transmitidas pela comunicação. Uma boa estratégia funciona como um ímã que atrai clientes e faz com que eles compreendam o espírito da empresa, gerando desejo pelo produto ou serviço oferecido. Com a adoção de um planejamento de marketing de conteúdo, além de engajar o público, é possível construir a reputação da marca.  Consequentemente, a empresa vira uma referência em sua área de atuação.

Em relação à periodicidade e plataformas, é necessário compreender qual é o público alvo da ação e criar laços, fornecendo informações de qualidade sem viés comercial, apenas informativo. Esse conteúdo precisa ser recorrente e pode estar presente em blogs, mídias sociais e e-mail marketing, por exemplo. É importante lembrar que, quanto mais conteúdos relevantes, maior a possibilidade de engajamento.

Outra consequência da criação de conteúdo é a interação do público. Conquistando a fidelidade, é primordial estabelecer uma relação mútua, ouvindo os clientes tanto em elogios quanto em críticas e buscando oferecer uma solução real e rápida. Um cliente bem atendido, seja qual for seu problema, certamente irá recomendar a marca quando surgir a oportunidade, um fator de extrema importância para a construção da reputação.

Mas e agora, como investir nesse novo mundo sem conhecimento da área? Esse é mais um grande desafio. Uma pesquisa realizada pela Rock Content apontou que dentre os entrevistados, 71% das empresas adotam a estratégia de marketing de conteúdo, enquanto os outros 39% afirmam não investir na área por falta de tempo e de equipe disponível. Com as mudanças que o mercado de trabalho e os negócios vêm sofrendo, é possível enxergar dois lados: uma dificuldade ou uma oportunidade.

De fato, produzir um conteúdo que engaje o público, gere um retorno e ainda assim acompanhe o espírito da empresa não é algo fácil a se fazer, mas que vem abrindo portas para que profissionais mostrem seu valor e empresas encontrem talentos.

Por fim, é sempre positivo que a empresa esteja aberta a mudanças, compreenda que o público vem se transformando e, consequentemente, evoluindo sua maneira de consumir. Com uma boa estratégia e profissionais atualizados, é possível se posicionar e criar uma identidade que acompanhe essa virada no mercado.

Fonte: E-commerce Brasil


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Descubra como obter vantagem competitiva utilizando marketplace!


Postado em 15 de Maio de 2018 por FH
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O marketplace vem sendo muito utilizado por empresas que têm buscando obter uma vantagem competitiva bem como maior visibilidade com mais um canal de vendas e relacionamento em sua estratégia omnichannel. Embora muitas vezes confundido com o e-commerce, os dois são bastante distintos. Apesar da similaridade de serem plataformas desenvolvidas para promover a venda de produtos via internet, a diferença fundamental é que o e-commerce é uma loja virtual em que uma empresa vende seus próprios produtos, já o marketplace é uma plataforma mediada por uma empresa em que vários outros “lojistas” podem vender seus produtos.

Por esta razão, de reunir vários parceiros em um único lugar, o marketplace é considerado um shopping center virtual! Mas para que ele funcione da melhor forma possível, a plataforma na qual este marketplace está baseado deve ser extremamente confiável e ter capacidade para receber múltiplos catálogos, enriquecer os produtos, gerenciar promoções e campanhas, integração de gateways de transporte, bem como a gestão de tickets de serviços, de forma a proporcionar a melhor experiência ao consumidor final e aos parceiros.

Mas, eu sou B2B, como posso utilizar o marketplace em minha estratégia omnichannel?

Engana-se quem pensa que marketplace é relevante apenas para o B2C, pois, da mesma maneira que a transformação digital modificou a forma das pessoas comprarem, vêm modificando também como as empresas compram de outras empresas, e por isso muitos fornecedores e indústrias já estão apostando nessa solução para facilitarem a compra de qualquer tipo de insumo necessário na sua produção.

O marketplace em B2B é bastante utilizado por montadoras de veículos ou outros produtos que envolvam vários fabricantes. Um exemplo é de uma grande montadora de veículos que implementou seu marketplace para conectar todos os distribuidores de peças seguindo as regras de negócio da empresa, tornando o estoque do terceiro, o “próprio estoque”. Isso ajuda controlar o ciclo de produção, ajuda a planejar possíveis aumentos e decréscimos de produção por sazonalidade, entre outros fatores.

Outra aplicação do marketplace é sua utilização para uma gestão estratégica de recursos em redes de franquias. Por exemplo em uma rede de fast-food, o franqueador reúne em uma plataforma, todos os seus fornecedores dos mais variados insumos, de hambúrguer a guardanapos e o franqueado realiza suas compras de acordo com as necessidades de sua unidade. A vantagem é mutua pois o franqueador garante que toda a sua rede utilize os mesmos materiais, mantendo uma padronização e consegue ter um mesmo nível de serviço e produtos, já o franqueado não precisa buscar fornecedores, apenas faz o pedido dos itens que ele precisa para a operação de sua unidade/loja.

Como você pode ver, a aplicação do marketplace em relações comerciais, sejam B2C ou B2B são praticamente inesgotáveis, uma vez que é mais um canal de venda e relacionamento, facilita a compra pois concentra vários fornecedores/lojistas em um único lugar e proporciona comodidade ao comprador durante sua jornada de compras.

E então, quer implementar um marketplace no seu negócio ou pretende fazer parte de um? Fale com a FH!


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Publicada versão 2.4.4 da EFD ICMS IPI


Postado em 14 de Maio de 2018 por FH
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Alteração:

– Otimização de desempenho do processo de validação dos arquivos.

Fonte: SPED


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Como a Inteligência Artificial é vista pelos consumidores?


Postado em 10 de Maio de 2018 por FH
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Uma pesquisa mostrou que a maioria dos consumidores tem um pé atrás com a tecnologia e que a IA ainda tem uma barreira a ser quebrada: vencer as compras presenciais

Inteligência Artificial é um termo comum nas manchetes. Esta tecnologia é disputada por grandes empresas do mercado. Mesmo assim, uma pesquisa do Grupo Omnicom mostra que os consumidores lembram de aliens e robôs quando pensam na IA. A pesquisa aponta tendências sobre a inteligência dos softwares no mundo.

As pessoas se sentem curiosas e cautelosas com a tecnologia. Os pesquisadores perguntaram o que a Inteligência Artificial causa nas pessoas. Três quartos da geração Z (nascidos desde 2000) e da geração Y (1985 – 1999) se sentem curiosos. Na geração X (1965 – 1984) a proporção é ainda maior: 80% ficam curiosos.

Cautela x Empolgação

Os mais velhos no universo da pesquisa são os mais cautelosos. Entre os entrevistados, 70% da geração X ficam com um pé atrás com os assistentes virtuais, chatbots e outros programas que usam IA. Pouco mais da metade da geração Z tem esse sentimento – 55%.

A pesquisa também mediu qual a geração mais empolgada com os avanços dos softwares. Desta vez os mais novos estão na frente. A geração Z está mais animada, 45% disseram “empolgação” quando questionados sobre qual emoção a inteligência artificial causava neles. Apenas 20% dos entrevistados da geração X disseram estar empolgados.

Uso da IA

Já no ranking do uso da Inteligência Artificial, a geração Z se mostra mais aberta aos recursos. Metade dos nascidos de 2000 em diante se dizem dispostos a usar ou usam chatbots – softwares que gerenciam a troca de mensagens, muito usados em e-commerces e ferramentas de atendimento. As pessoas da geração X estão menos dispostas a conversar com os bots, apenas 40%.

A diferença é maior quando a pesquisa considera os assistentes virtuais. A proporção de consumidores da geração Z adeptos à assistentes como Alexa (Amazon) e Cortana (Microsoft) é de 50%. Já a geração X usa menos: apenas 24%. A aderência da Geração Y é um pouco maior: 37% usam ou estão abertos a usar os assistentes virtuais.

Mas os que usam a inteligência artificial ainda o fazem superficialmente. A pesquisa mostrou que os usuários fazem tarefas simples e que a metade dos que se dizem ser ativos usam o comando de voz. Entre os que gostam de usar a fala para ativar funções, 68% costumam pedir para os assistentes reproduzirem músicas. A segunda tarefa mais citada (56%) foi adicionar algum produto ao carrinho nas lojas virtuais.

IA nas compras

O estudo perguntou aos entrevistados qual seria a função da inteligência artificial no seu cotidiano se ela fosse uma pessoa. Neste cenário, a maioria quer a IA como um assistente pessoal 24 horas. Outros 35% escolheram ter uma pessoa que faz serviços gerais na casa. Um quarto (25%) querem a inteligência artificial como chefe de cozinha pessoal e 23% disseram que essa “pessoa” seria um amigo ou até da família.

Já o prazer de comprar pode atrapalhar as intenções da inteligência artificial no comércio. Um terço das pessoas afirmou que deixaria softwares que usam IA fazer compras em seu nome. Mas a satisfação de fazer as próprias compras ainda é uma barreira que a tecnologia não derrubou.

Os itens domésticos, como utensílios de limpeza, representam o segmento com maior aceitação para a tecnologia: aproximadamente 40% dos consumidores deixariam um computador comprar em seu lugar. Poucas pessoas abrem mão de comprar roupas em razão de deixar a tecnologia fazer isso – apenas 22%.

Quanto ao poder da inteligência artificial, os consumidores dividem opinião. Quase um terço (31%) dos entrevistados acha que a IA limita suas opções quando é responsável por oferecer um produto. Já 37% acreditam que a tecnologia iria expandir seu poder de compra e ajudar a enxergar outras coisas que não poderiam enxergar sozinhos.

Metodologia

O grupo Omnicom falou com 3.665 pessoas nos Estados Unidos. Os dados numéricos foram coletados online, enquanto a pesquisa qualitativa foi feita nos domicílios.

Fonte: Consumidor Moderno

 


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Futuristas da Frost & Sullivan compartilham tendências globais de tecnologia na indústria para 2018


Postado em 9 de Maio de 2018 por FH
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Especialistas da Frost & Sullivan detalham práticas que devem revolucionar organizações em 2018

A equipe Visionary Innovation, da Frost & Sullivan, composta por futuristas, consultores e analistas, analisa no curto prazo as indústrias para identificar áreas de metamorfose. Compreender as forças transformadoras que definirão 2018 permitirá às empresas preparar, competir e investir de forma mais eficaz em seus negócios no período.

“Em 2018, as conversas sobre negócios serão dominadas por vários assuntos importantes: ficção científica se tornando realidade, o choque entre tecnologia e governos, o aumento das preocupações dos consumidores com tecnologia e tecnologia patrocinada pelo estado”, disse Lauren Taylor, analista do Visionary Innovation no Frost & Sullivan.

A análise recente “The Top Trends for 2018: The Power of Technology and Technology Companies” explora tendências que abrangem indústrias e aplicativos para oferecer uma visão dos agentes de mudança atuais.

Confira cinco das dez principais tendências para transformar indústrias:

O cabo da guerra da inovação: uma luta cada vez maior entre as principais empresas de tecnologia e as organizações e os governos que as regulam. Criando um cabo de guerra entre na tecnologia para equilibrar a proteção do consumidor com a busca pela inovação.

Corrida armamentista quântica: a computação está evoluindo rapidamente e parece pronta para alcançar a supremacia quântica — a capacidade de superar supercomputadores tradicionais. As principais áreas de enfoque são criptografia, inteligência artificial e geração qubit.

Transporte pessoal voador: o transporte pessoal voador está fazendo avanços notáveis ​​com testes e demonstrações, trazendo novos concorrentes ao setor. Embora não esteja no radar do público no momento, é esperado que esta seja a nova mania entre os drones.

Ascensão da ciência comportamental: a ciência comportamental deve crescer, com empresas experientes adotando esses princípios de ciência econômica e social para aumentar a produtividade do trabalhador e direcionar consumidores para os seus resultados desejáveis.

Mudança de modelos únicos de negócio: Uber e Airbnb indicaram um movimento além dos “modelos únicos” de plataforma e em aquisição e parceria com provedores de ativos, sinalizando a necessidade de diferenciar e superar alguns dos desafios que um modelo único de plataforma de negócios apresenta.

“Sessenta por cento das empresas não verão um aniversário de 10 anos. À medida que plataformas, modelos de negócios e tecnologias se chocam de maneiras diferenciadas e a categorização se torna desafiadora, essas percepções podem ser uma ferramenta de referência essencial para as empresas elaborarem estratégias de curto prazo e definir metas de implementação de longo prazo ”, concluiu Taylor.

Fontes: ITForum365, Computer World, CIO

 


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O SEO antigo está morto, vida longa ao SEO moderno


Postado em 7 de Maio de 2018 por FH
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Para que qualquer marca, independentemente de seu tamanho, possa comunicar seu público de maneira efetiva e permanente, o serviço de SEO (Search Engine Optimization) deve ser entendido como um ingrediente fundamental e não como uma cobertura de bolo que você aplica somente depois que tudo estiver pronto.

Ter bons posicionamento e reputação depende de como as pessoas se sentem em relação à sua marca. Na prática, um site, por exemplo, precisa atender a três requisitos fundamentais: oferecer um conteúdo relevante, ter uma ótima experiência de navegação e transmitir autoridade. Uma vez que os mecanismos de busca detêm um papel decisivo neste processo, adotar uma estratégia de SEO se torna uma obrigação para qualquer marca.

E como tudo o que está no ambiente digital tem um DNA mutante, capaz de se reinventar em um curto espaço de tempo, com o SEO não poderia ser diferente. Desde o seu surgimento, até hoje, muitas mudanças aconteceram e não param. O SEO, que era uma novidade há pouco tempo, já pode ser chamado de SEO antigo. E, a cada novo algoritmo e nova tecnologia, como a Inteligência Artificial, surge o SEO Moderno.

Anos atrás, agências e empresas se preocupavam em manipular os mecanismos de busca para posicionar uma ou mais palavras. O SEO de hoje, não é mais orientado exclusivamente a palavras-chave.

Estratégias antigas, como densidade de palavras-chave ou cloaking pages (uma mesma página mostra um conteúdo para os buscadores e um outro conteúdo para os usuários) já são facilmente penalizadas pelo Google desde que seus algoritmos foram atualizados com os chamados Penguin e Panda updates.

Mas, talvez o último prego no caixão do velho SEO, se chama RankBrain –  uma das últimas grandes atualizações do Google desenvolvido a partir de machine learning e inteligência artificial. Este algoritmo entrega resultados não mais apenas baseados em palavras-chave específicas, mas em conceito e semântica. Ou seja, se uma pessoa realiza uma determinada busca, o resultado não necessariamente precisará exibir o termo exato da busca, mas um resultado relevante à intenção dessa busca, mesmo que a palavra não seja exibida no título ou na descrição do resultado.

Isso não significa, no entanto, que as palavras-chave deixaram de ter sua importância, mas definitivamente perderam seu peso. Agora é preciso ter um novo olhar em como comunicar sua marca junto ao público que está procurando seu produto ou serviço. Um texto, por exemplo, não deve mais ter como foco uma palavra-chave específica, mas deve levar em conta contexto, palavras e frases semânticas, variações, sinônimos, sobretudo se considerarmos o crescimento cada vez maior de buscas feitas por voz através de dispositivos móveis.

Nesse sentido, seja qual for a tecnologia ou o canal de comunicação, todas as marcas devem ter em mente um único objetivo: fale para as pessoas e não para os robôs.

Fonte: Adnews


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Descubra como integrar múltiplos canais de venda e atendimento


Postado em 3 de Maio de 2018 por FH
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No cenário atual, com a transformação digital cada vez mais presente e próxima da realidade de todas as empresas, é natural que os processos de venda e atendimento sofram alterações e adaptem-se as novas tecnologias que surgem de forma rápida e transformam setores inteiros da economia.

Os setores de venda e de pós-venda das companhias, por estabelecerem relação direta com clientes e futuros clientes, são de grande importância nesse processo de modernização. Empresas estruturadas para atuar com processos de venda complexos que englobam representantes, vendedores, distribuidores, vendas por telefone, vendas em marketplace, múltiplos estoques, diversos catálogos, variações de preços, início e fim de promoções, regras específicas para venda, regras de atendimento diferentes em cada canal já são a realidade do mercado. Com isso, o grande desafio observado é a consolidação dos dados gerados em cada um destes diversos canais de venda e atendimento.

O cenário é bastante complexo e os dados de cada transação tornaram-se a grande matéria-prima para entendimento e melhoria contínua das operações. Mas, as mudanças vão além, a transformação digital que revoluciona o processo de vendas é a mesma que impacta diretamente o atendimento ao cliente. É preciso oferecer uma jornada de compra impecável, para conseguir satisfazer os anseios do cliente. Gerenciar chamados, questionamentos ou dúvidas recebidas em redes sociais, blogs, websites, telefonemas, ponto de venda e fundamental para uma compreensão mais profunda da jornada de compra do seu consumidor. Além disso, uma consolidação precisa de dados pode facilitar o relacionamento com os consumidores, com assuntos e respostas mais assertivas e adequadas ao canal escolhido pelo cliente para relacionar-se com a empresa.

É possível consolidar todas essas informações de forma única e centralizada?

Apesar de toda a complexidade envolvida em registrar e consolidar informações comerciais, com uma solução que registre todos os contatos com o seu cliente é possível ter uma visão 360º dos contatos, identificar quais canais são mais ou menos eficazes, qual é o discurso adequado a cada um e, também, traçar perfis mais aprofundados dos leads para possíveis abordagens, sugestões de produtos. Atender ao cliente de forma eficaz pode gerar receita a médio e longo prazo. Então, imagine na sua operação de vendas e pós-vendas uma linha do tempo, com detalhes de cada contato, meio, informações e soluções oferecidas. Com pouco tempo, a equipe de atendimento já antecipará as respostas no atendimento, trazendo agilidade e assertividade ao tratamento dos clientes.

Com as empresas buscando formas mais ágeis de tratar dados de alta complexidade e volume, as soluções que apresentarem integração simples e com qualquer ERP do mercado, navegação intuitiva e direta para quem opera e total segurança e clareza nas informações apresentadas tendem a ter destaque nesse processo de unificação dos múltiplos canais de vendas e atendimento.

 


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EFD-REINF entrará em produção para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões


Postado em 3 de Maio de 2018 por FH
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As informações referentes à competência maio/2018 deverão ser entregues a partir do dia 02/maio/2018.

Conforme Instrução Normativa RFB Nº 1767, de 14 de dezembro de 2017, que alterou a Instrução Normativa RFB Nº 1701, de 14 de março de 2017, o cronograma da entrada em produção da Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (EFD-Reinf) está previsto para 01/05/2018. Entretanto, devido ao feriado do Dia Mundial do Trabalho, a EDF-REINF entrará em produção a partir das 08h00 da manhã do dia 02/05/2018, sendo obrigadas numa primeira fase, somente as empresas do 1º grupo, que compreende as entidades integrantes do “Grupo 2 – Entidades Empresariais”, do anexo V da Instrução Normativa RFB nº 1.634, de 6 de maio de 2016, com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais). Empresas que não fazem parte do primeiro grupo de obrigados, mas que assinaram termo de opção para antecipação da obrigatoriedade ao eSocial, que foi disponibilizada no portal do eSocial no final de 2017, também estarão obrigadas.
Importante ressaltar que todos os contribuintes obrigados ao eSocial a partir de janeiro/2018 também estão obrigados à EFD-Reinf a partir de maio/2018.A partir das 8 (oito) horas do dia 02 de maio de 2018, esses contribuintes poderão enviar informações ao ambiente de produção da EFD-Reinf, em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 01/maio /2018. O vencimento para entrega dessas informações é o dia 15 do mês subsequente. Assim, as informações relativas à competência maio/2018, deverão ser transmitidas até o dia 15/junho/2018. Porém, nesse primeiro mês, recomenda-se que as empresas enviem, já a partir de 02/05/18, o quanto antes, os eventos “R-1000 – Informações do Contribuinte” e “R-1070 – Tabela de Processos Administrativos/Judiciais”.
Inicialmente, as informações deverão ser transmitidas exclusivamente através do “Webservice” da EFD-REINF. A partir do segundo semestre de 2018, também estará disponível o Portal Web da EFD-REINF, que se constituirá num novo canal para transmissão das informações.

É oportuno lembrar que nas competências maio e junho de 2018 coexistirão a GFIP e EFD-REINF. A GFIP será totalmente substituída na competência julho/2018, momento em que a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos – DCTFWeb – entrará em produção.

Empresas que estiverem no primeiro grupo de obrigados, mas que não tenha movimento nos mês de maio/2018 deverá apresentar o evento “R-2099 – Fechamento dos Eventos Periódicos” da EFD-Reinf, com a indicação dessa situação.

Igualmente em julho, se a empresa estiver na situação de “Sem movimento” deverá enviar o evento “R-2099 – Fechamento dos Eventos Periódicos” da EFD-Reinf, com a indicação dessa situação e fazer a integração com a DCTFWeb. A partir daí, se a empresa continuar nessa situação (sem movimento) por mais tempo, deverá a cada mês de janeiro dos anos seguintes, renovar a informação prevista neste parágrafo. Orienta-se consulta ao Manual da EFD-Reinf para obtenção de mais detalhes sobre os procedimentos a serem adotados.

Fonte: SPED


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Transformação Digital e mercado SaaS: como essas tendências atuam mutuamente


Postado em 26 de Abril de 2018 por FH
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A transformação digital atinge todos os mercados, mas é ainda mais percebida no mercado SaaS, que tanto deve incorporar a transformação em seus processos, quanto tem o potencial de acelerar a transformação em diversas empresas. Entenda como a transformação digital e o mercado SaaS estão relacionados.

Se você é um leitor de tendências e tecnologia, com certeza já ouviu falar sobre  transformação digital ou já pesquisou artigos que falam sobre esse assunto.

O problema é que muitas das empresas que dizem ter se tornado digitais não fizeram o processo corretamente. A transformação digital não é sobre fazer um aplicativo ou entrar nas redes sociais.

É necessário entrar nesse meio por completo. É uma mudança estrutural da inserção da tecnologia em todas as áreas da sua empresa.

Essa realidade já foi adotada por muitas empresas SaaS, que costuma ser exemplo de negócio com facilidade para se transformar digitalmente.

Nesse modelo, a simplificação e otimização dos processos internos são processos muito mais recorrentes quando utilizamos os softwares como serviço. Baseado na web, o SaaS é mais maleável de acordo com as mudanças do comportamento do cliente.

Nesse artigo, vamos mostrar os benefícios, exemplos de empresas de sucesso e como fazer a transformação digital com esse modelo. Confira!

Um novo modelo de negócios

A transformação digital é mais do que simplesmente empregar o SaaS e esperar que as conquistas venham sem esforços.

As organizações que investem e impulsionam com sucesso a transformação digital são aquelas que são viciadas no crescimento e que estão dispostas a dedicar tempo e esforço para fazer mudanças internas.

Isso acontece porque a tecnologia não espera. Ela está sempre evoluindo e a sociedade acompanha as novas possibilidades.

Esse fator faz com que as empresas precisem começar a pensar de dentro para fora. Como colocar o cliente no centro da minha estratégia? Como melhorar a experiência dele? Qual a mudança necessária para melhorar a retenção? Como ouvir os meus clientes e devolver valor?

Essas perguntas pairam no pensamento e tiram o sono dos líderes responsáveis pela transformação digital do negócio. E elas realmente precisam ser consideradas.

As empresas que decidem migrar para esse novo modelo têm que mudar a forma com que elas operam e a interação de suas funções.

Isso é necessário principalmente no modelo SaaS, no qual a tecnologia é um ponto central e o impacto é percebido com mais força.

Benefícios do SaaS para Transformação Digital

Como você pode ver, as necessidades do cliente não são a única coisa que está mudando quase mais rápido do que o olho pode ver.

As inovações tecnológicas também estão chegando em alta velocidade e o SaaS fornece às organizações a mentalidade voltada para a nuvem. Essa mentalidade permite que os líderes de negócios criem soluções em escala junto com o time de TI e marketing.

Conheça alguns dos muitos benefícios que o SaaS traz para a transformação digital:

Estrutura de custos

Muitas organizações encontram-se numa situação em que podem suportar um custo estrutural contínuo, mas podem ter dificuldades com pagamentos iniciais enormes.

O SaaS permite às organizações a flexibilidade de pagar por tecnologia avançada com o orçamento operacional, aumentando as chances de aprovação de projetos transformadores.

Possibilidade de crescimento

A entrega de software baseada em nuvem permite que até organizações menores se tornem players.

Como o custo do armazenamento de dados continua a diminuir, o SaaS pode ser o maior democratizador nos negócios, oferecendo grandes oportunidades de crescimento para todos os tamanhos de organizações.

Mudança ágil

A flexibilidade de fazer uma mudança rápida na estratégia é algo que não é fácil com os modelos de software tradicionais e pode incluir mais de 12 a 18 meses de escopo, negociação de contrato e, finalmente, desenvolvimento.

Com o SaaS, novos recursos prontos para uso podem ser ativados rapidamente e configurados, prometendo um tempo reduzido para o ROI.

Escalável

Novamente, o SaaS fornece às organizações a capacidade de começar com orçamentos menores e escalar rapidamente.

Ela também permite que as organizações sazonais reduzam a escala durante um certo período do ano e aumentem rapidamente conforme necessário, quando os negócios se concretizarem — o que seria quase impossível de estruturar com as compilações tradicionais de software.

Além de usar funcionalidades que são possíveis de serem traçadas e mensuradas para entender quais são os melhores investimentos naquele momento.

Mercados com transformação digital baseada em SaaS

Várias empresas que conhecemos e utilizamos aproveitaram desse modelo para fazer suas transformações digitais constantemente.

Essas empresas não são só de tecnologia e você provavelmente deve conhecer algumas que vamos citar ao longo do artigo.

São vários setores estão abraçando as possibilidades que o avanço tecnológico nos forneceu para mudar a forma com que eles trabalham. Vamos conhecer alguns:

Indústrias

A indústria 4.0, que teve um investimento de R$8,6 bilhões no Fórum Econômico Mundial para incentivar a modernização das fábricas, está começando a ser inserida no Brasil.

Empresas como a Uber, Cabify e 99 trouxeram um novo conceito de mobilidade que afetou várias cadeias.

Identificando essa oportunidade, várias empresas de fabricação de carro começaram a investir no serviço de subscription car. Por meio de um aplicativo o usuário consegue adquirir um carro de última linha e trocá-lo a cada 12 meses, pagando somente uma parcela mensal.

O Canvas é um exemplo de empresa que faz parceria com as montadoras.

Portanto, se você tem uma indústria e não estiver sentindo os efeitos do digital, saiba que há uma boa possibilidade de que mudanças ocorram em um futuro bem próximo.

Empresas de smartphones também já estão fazendo isso. A Apple, por exemplo, lançou o iPlace Refresh, que permite a troca do seu celular anualmente pelo modelo mais novo.

Empresas de entrega rápida como o Rappi, livros de leitura instantânea como o 12min e consumo de filmes online como a Netflix estão fazendo a diferença. Muitos outros negócios estão surgindo diariamente para revolucionar as indústrias.

Até mesmo a maneira como nos comunicamos mudou radicalmente nos últimos dez anos.

Em vez de pegar um telefone para entrar em contato com alguém, é muito mais provável que você envie uma mensagem nas redes sociais, no Whatsapp ou até mesmo no Skype.

Por isso, os líderes nessas indústrias devem ser ágeis e capazes de mudar com a demanda do cliente, o que torna o modelo SaaS tão atraente.

Seguradoras

A disposição das empresas em adotar o SaaS sempre dependeu de seu conforto com segurança dos dados, e isso é particularmente verdadeiro para as seguradoras.

No entanto, como os provedores de nuvem aumentaram o investimento em segurança e escalabilidade nos últimos três anos — a Microsoft investe sozinha mais de um bilhão de dólares por ano em pesquisa e desenvolvimento de segurança, além das novas políticas lançadas, como o GDPR —, os clientes e prospects estão ficando altamente confiantes.

Com a velocidade do mercado, algumas seguradoras estão concluindo projetos de transformação digital em meses, não em anos.

Além disso, elas estão lançando novos produtos e segmentos na nuvem — sejam aumento de TI ou as chamadas oportunidades de “green field” —  que estão entrando em produção ainda mais rapidamente.

Um outro benefício é que, como a tecnologia está sempre evoluindo, a manutenção e as atualizações consomem muito tempo e podem ter consequências inesperadas para os sistemas, o que pode ser um sério desincentivo à inovação.

Em um ambiente SaaS maduro, em que o provedor gerencia a manutenção, as atualizações e as integrações, esses problemas não são recorrentes. Assim, as seguradoras obtêm os frutos da transformação digital quase que imediatamente.

Financeiro

Embora a indústria de serviços financeiros esteja tradicionalmente na vanguarda da mudança tecnológica, ela estava sendo cautelosa em adotar a nuvem por conta dos dados.

No entanto, conforme as funções do CIO — Chief Information Officer — mudaram drasticamente para fazer um alinhamento estratégico de TI com a transformação digital, as metas gerais de toda a empresa são alteradas. Nesse contexto, usar a nuvem tornou-se uma prioridade.

Apesar disso, adotar o SaaS trouxe muitos benefícios. Com ela, os profissionais do mercado financeiro podem gerenciar melhor suas economias, migrar facilmente para sistemas mais fáceis, aumentar a mobilidade e a agilidade, melhorar as eficiências operacionais e, mais importante, concentrar-se nos resultados de negócios.

Não é de admirar, então, que as receitas da nuvem estejam prontas para atingir US$ 411 bilhões até 2020 — quase o dobro de 2016, de acordo com pesquisa conduzida pelo Gartner.

Esses grandes investimentos estão sendo fundamentais para trazer ao mercado soluções de software como serviço (SaaS) baseados em nuvem, projetadas para atender às necessidades específicas dos usuários no mercado financeiro.

Como fazer a transformação digital com SaaS

Saiba 10 formas que a sua empresa pode fazer a transformação digital do seu negócio com SaaS:

1. Sob demanda Self Service

As organizações estão repensando seus modelos de negócios para a era digital de ritmo acelerado.

Os modelos de autoatendimento sob demanda estão criando novos caminhos e serviços digitais para os consumidores. O Spotify, por exemplo, oferece música sob demanda, a Netflix oferece serviço de transmissão de vídeo e o Uber oferece serviço de mobilidade.

2. Acesso mais amplo aos consumidores

Os consumidores estão conectados via celulares, tablets, laptops e desktops. Um modelo de serviço online atende a todos esses clientes com uma plataforma integrada.

Essa abordagem é conveniente e fácil para os consumidores, levando a uma adoção generalizada em todos as localizações geográficas.

3. Rapidez e Escalabilidade

O modelo de serviço sob demanda permite que os aplicativos do usuário utilizem recursos em proporção aos requisitos do cliente.

Os recursos como redes, servidores, armazenamento e serviços podem ser ampliados ou reduzidos, dependendo das necessidades da aplicação.

4. Medir e Configurar Serviços

Com os serviços sob demanda, os clientes pagam apenas pelo que usam. As empresas também podem medir o uso de seus serviços.

Portanto, o serviço medido permite que uma empresa analise o uso de recursos, faturamento, planejamento de capacidade e pense proativamente no uso aplicativo.

5. Independência do local

Com o software as a service, não há restrições quanto à localização dos clientes. O provedor de serviços pode escolher e configurar as opções.

Além disso, os clientes em todo o mundo podem acessar os mesmos serviços. Por exemplo, empresas de mídia e notícias podem usar canais digitais para expansão entre locais. Com isso, os usuários podem acessar as notícias digitais de qualquer lugar e local.

6. Dados Integrados

O modelo de serviço sob demanda permite que as empresas integrem todos os dados do aplicativo. Esses dados integrados são extremamente importantes para os padrões e controle de informações.

As metas de desempenho, atendimento ao cliente e atividades administrativas completas podem ser planejadas usando esses dados integrados. Por exemplo, os dados podem ser extraídos para procurar grupos etários de usuários, locais, horários de uso freqüente, reclamações de clientes, entre outros.

7. Infraestrutura e Camada de Segurança

A camada de infraestrutura de nuvem pode ser provisionada dependendo dos requisitos dos aplicativos e serviços que a empresa tem a oferecer.

As empresas podem reduzir a infraestrutura de TI e a equipe necessária para gerenciá-las com recursos de nuvem.

Um outra questão importante, é que a segurança dos aplicativos pode ser atendida com a infraestrutura de nuvem correta, com políticas de segurança para acesso, autorização e gerenciamento de identidade.

8. Integrações sem emenda de sistemas legados

As empresas estão procurando formas digitais para otimizar seus processos. Quando os serviços são novos e introduzidos nos processos de negócios, também é vital integrar os sistemas legados e seus dados.

Isso acontece, por exemplo, quando uma empresa de aluguel de imóveis começa a usar contratos digitais e documentação assinada eletronicamente para a locação de suas propriedades.

Todas as renovações de arrendamento, pagamentos de aluguel e documentação agora são executados em serviços baseados em nuvem. Nesse contexto, os dados dos sistemas legados também são responsáveis ​​pela transição sem interrupções.

9. Atualizações e evolução contínua

A transformação digital é um processo contínuo. As ferramentas e tecnologias mudam com frequência e as empresas precisam seguir em frente com os tempos de mudança.

Com o SaaS, as organizações podem continuar a atualizar seus serviços continuamente. Além disso, as atualizações e melhorias podem ser aproveitadas pelos clientes de uma vez sem tempo de inatividade significativo para a empresa.

10. Experimentação e Inovação

A inovação é a extrema necessidade no mundo empresarial, especialmente quando os negócios são constantemente desafiados pelas ondas de digitalização.

Os serviços sob demanda e softwares na nuvem dão espaço para experimentação e inovação que envolve novas tecnologias.

As empresas estão usando o software como um serviço para remodelar seus produtos e serviços existentes. Com isso, inovações digitais são aplicadas para oferecer experiências personalizadas, enriquecendo as interações com os clientes e transformando seus empreendimentos.

Fonte: Marketing de Conteúdo


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