FH aposta no mercado internacional


Postado em 20 de outubro de 2017 por FH
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A internacionalização tem sido um dos investimentos da FH, que recentemente abriu um escritório em Madri, na Espanha. Ao todo, foi investido R$ 1 milhão, tanto na estrutura local quanto nas atividades que envolvem as operações de vendas. Emilio Osete, Gerente da Unidade de Negócios da Espanha (FH), destaca a força do mercado europeu. “A Espanha é o terceiro mercado da Europa em potencial de consultoria, e, em SAP, especificamente, é um dos mercados mais maduros. Acreditamos que, em um prazo de dois anos, teremos um crescimento expressivo. Além disso, o mercado espanhol abrirá portas para a entrada em demais países, como Alemanha e Holanda”, afirma.

Com a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel e com as melhores soluções de comércio eletrônico, a principal aposta da FH na Europa é o SAP Hybris. Inclusive, a companhia é reconhecida como uma das únicas empresas no mundo e a primeira da América Latina a possuir todas as certificações SAP Hybris – Sales, Pre Sales, Core, Commerce, Business Analyst e PCoE, além do selo SAP Recognized Expertise em – Hybris Commerce, S/4HANA e Hybris Cloud for Customer.

Atenta às tendências e oportunidades que revolucionam a experiência de compra do cliente em um cenário omnicanal, a FH participa como patrocinadora gold do SAP Hybris Live: Global Summit 2017, maior evento mundial sobre SAP Hybris, que ocorre entre os dias 17 e 19 de outubro em Barcelona, na Espanha. Na ocasião, o Diretor de Operações Internacionais da companhia, Martin Strempfer, o Gerente da Unidade de Negócios (Espanha), Emilio Osete, e o Gerente da Unidade de Negócios Technology (Espanha), Willy Möller, estarão presentes para acompanhar as inovações que têm revolucionado a experiência entre empresas e clientes.

Fonte: Mirian Gasparin – Economia & Negócios


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Publicada a versão 2.1.4 da EFD Contribuições


Postado em 16 de outubro de 2017 por FH
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Publicada a versão 2.1.4 da EFD Contribuiçóes com correções do erro no registro 1020.

Fonte: SPED


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Empresas se unem para reaproveitar matéria-prima e tirar acordo do papel


Postado em 11 de outubro de 2017 por FH
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Com 12 empresas associadas, a Abinee (que reúne a indústria de eletroeletrônicos) criou a Green Eletron,
primeira gestora da cadeia de reciclagem do setor.

HP, Samsung, Apple, Lenovo e Embraco, entre outras, integram a entidade, que tenta unificar ações no setor e avançar no acordo nacional.

“Processamos de 300 a 400 toneladas por mês. Reaproveitamos 95% dos materiais eletrônicos, que voltam como matéria-prima para a indústria”, diz Mileide Cubo, gerente de operações da Sinctronics, uma das recicladoras parceiras da Green Eletron.

Processamento de lixo eletrônico na Sinctronics, empresa especializada nesse tipo de resíduo.

Mesmo com alta de 30% no volume de reciclagem em 2016, a Sinctronics usa apenas um terço de sua capacidade. “Há espaço para processarmos mais e  empregarmos mais”, diz a gerente da empresa, em Sorocaba (99 km de São
Paulo).

O Brasil ainda não tem tecnologia para reaproveitar placas eletrônicas, que acabam sendo exportadas para Canadá, Bélgica, Alemanha, Japão e Cingapura, onde metais preciosos são recuperados. “Fazemos a trituração e a separação de metais ferrosos, cobre e alumínio. Dos dez passos necessários, fazemos três. Em breve, vamos ampliar para sete”, diz Cubo.

A Nat.Genius, unidade de negócios para logística reversa da Embraco (que faz compressores para refrigeração), processou quase 11 mil toneladas de material nos últimos dois anos.

“Recebemos todos os tipos de eletroeletrônicos e aplicamos processos de engenharia para reutilizar tudo. Nada vai para os aterros”, afirma Luiz Berezowski, gerente sênior do Nat.Genius, que tem duas fábricas em Joinville (SC) e 70 funcionários.

Houve aumento de 39% na reciclagem de aço e 30% na de plásticos entre 2015 e 2016. “Peças com até 30 anos de uso viram matéria-prima para ventiladores, exaustores e até espremedores de suco.”

A Nat. Genius também é procurada por fabricantes para discutir como projetar produtos mais fáceis de reciclar no futuro. Também presta consultoria sobre redução dos custos de reciclagem. “É olhar o resíduo como valor. E não como algo que incomoda e que deve ser despachado para o aterro sanitário.”

O executivo destaca que, além de questões tributárias e de falta de incentivo, há dificuldades logísticas para fazer a reciclagem “pegar” no país. “Buscar materiais no Acre é diferente de buscar em SP”, afirma Berezowski.

Para ele, há também necessidade de mudar comportamentos para conquistar o engajamento do consumidor.

Uma das soluções defendidas pelo Instituto Gea, que trabalha com catadores, é que os municípios se envolvam no processo de reciclagem, o que inclui a criação de pontos de coleta e a formalização e qualificação de cooperativas
para colaborar nessas mudanças.

“São mais de 5.000 municípios no país. A criação de pontos municipais de coleta, em parceria com as cooperativas, facilitaria o escoamento do material e geraria renda”, diz Ana Maria Luz, presidente do instituto.

O Brasil precisaria investir cerca de R$ 12 bilhões até 2031 para criar uma estrutura adequada para dar destino apropriado a todos os tipos de resíduos sólidos de todos os segmentos, incluindo eletrônicos, segundo um estudo da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) em parceria com a consultoria GO Associados.

Para bancar os custos de construção e manutenção de usinas de reciclagem no país, outros R$ 16 bilhões por ano seriam necessários.

Fonte: Folha de São Paulo


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FH recebe selo SAP Recognized Expertise em SAP Hybris Cloud for Customer


Postado em 10 de outubro de 2017 por FH
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A FH, além de ser reconhecida pela própria SAP como parceiro destaque na categoria SAP Hybris em 2016, acaba de receber  o selo SAP Recognized Expertise em SAP Hybris Cloud for Customer! Somos uma das únicas empresas no mundo e a primeira da América Latina a receber esta certificação!

O SAP Recognized Expertise em SAP Hybris Cloud for Customer é um selo de expertise comprovada do parceiro SAP, tornando a FH oficialmente especialista em SAP Hybris Cloud for Customer.

Para obter este selo, a FH precisou comprovar sua especialização, nível de qualidade de projetos já implementados e atender a uma série de requisitos rigorosos da SAP. Agora, a FH destaca-se ainda mais no mercado e comprova a sua expertise como a melhor opção em soluções de CRM Cloud com DNA omnichannel!

Transforme a sua maneira de fazer negócios e ofereça ao seu cliente o que há de mais inovador em omnichannel! Escolha a FH e surpreenda-se!


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Descubra como a DPaschoal potencializou sua operação de vendas com um CRM de alta performance


Postado em 5 de outubro de 2017 por FH
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O cliente digital exige que as empresas estejam sempre um passo à frente dele, melhor informadas e presentes nos canais de sua preferência. Quanto mais conhecimento a companhia tem do cliente, maiores as possibilidades de agradá-lo e atendê-lo, conforme as suas necessidades e desejos!

Pensando nisso e, também, para continuar evoluindo com excelência no segmento, a Dpaschoal promoveu uma verdadeira reformulação na estratégia comercial. A empresa, que conta com 180 lojas físicas no Brasil, reestruturou completamente seu site, deu início a sua operação omnichannel e substituiu a antiga plataforma de CRM. Além disso, a empresa percebeu que poderia ter mais ganho e melhorar sua experiência de usuário com o SAP Hybris Sales Cloud , complementando o ERP SAP.

O projeto foi desenvolvido em curto prazo, com alto volume de transações de dados e diversas integrações com outros sistemas abrangeu boa parte das funcionalidades de força de venda do SAP Hybris Sales Cloud, já adequadas ao modelo de negócio da DPaschoal, gerou agilidade e melhor controle do processo de relacionamento com o cliente.

Logo após a conclusão do projeto, a empresa identificou melhorias rápidas e impactantes em diversas rotinas operacionais que utilizavam o CRM como base, como, por exemplo:

  • Rápida expansão do relacionamento com o cliente;
  • Melhor gerenciamento da carteira e atividades dos vendedores e das oportunidades de vendas;
  • Geração completa do funil de vendas com visão 360º;
  • Acompanhamento de venda perdida e visão para oportunidades futuras.

 

Conheça todos os detalhes deste caso de sucesso no vídeo abaixo, clicando na imagem:

 

 

Com o Projeto “DPaschoal – Projeto CRM 2.0”, a FH conquistou o ASUG Impact Awards 2016. Este é é um prêmio tradicional na comunidade da ASUG. A premiação visa destacar os cases de maior sucesso dentro da associação e dar oportunidade às equipes de projeto de compartilhar suas experiências gerando também material para os eventos da ASUG. Outros grandes cases concorreram à premiação, cujos critérios avaliaram melhores práticas, melhorias no nível de serviço, originalidade e inovação.

 

Que tal melhorar a gestão da área comercial da sua empresa?

Clique no botão abaixo para falar com os especialistas da FH e descobrir como o SAP Hybris Sales Cloud pode fazer a diferença na gestão comercial da sua empresa!

 


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Revista FH – 8° Edição


Postado em 2 de outubro de 2017 por FH
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Já está disponível a nova edição da Revista FH!

Se preferir, você pode baixar o aplicativo do ISSUU no Google Play ou na App Store. Não deixe de seguir a página da FH no ISSUU, pois sempre que postarmos novos conteúdos, você receberá um aviso online!

Confira os destaques da oitava edição:

  • FH é escolhida para implementar SAP S/4HANA e a Solução Fiscal GUEPARDO na Belagrícola
  • FH leva soluções e cases de sucesso ao SAP Forum Brasil 2017
  • Guias Estaduais: GNRE para todos os gostos de todas as UFs
  • Como a digitalização muda a jornada do consumidor no varejo
  • Demarest Advogados faz Go Live de SAP S/4HANA
  • Conheça o modelo omnichannel da Leroy Merlin

 

Boa leitura!


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Nova funcionalidade da EFD-Reinf: Procuração Eletrônica para o ambiente de produção restrita


Postado em 29 de setembro de 2017 por FH
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A Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais – EFD-REINF – em seu módulo de produção restrita, possui a nova funcionalidade de procuração eletrônica.

Procuração eletrônica é a delegação/autorização dada pelo contribuinte a terceiro, para utilização, em seu nome, de serviços da Receita Federal, disponíveis no Atendimento Virtual no Portal e-CAC.

Através da procuração eletrônica para a EFD-REINF, há a possibilidade de utilizar-se dessa para a transmissão de dados de terceiros outorgantes, no ambiente de produção restrita.

Essa procuração eletrônica é válida tanto para CNPJ quanto para CPF.

Para tal, o contribuinte poderá criar uma procuração eletrônica no sítio da Receita Federal, no ambiente Virtual do Portal e-CAC, utilizando sua certificação digital.

Fonte: SPED


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Cinco estratégias de Internet das Coisas altamente eficazes


Postado em 29 de setembro de 2017 por FH
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Uma estratégia de IoT vencedora exige liderança forte, papéis claramente definidos e uma equipe dedicada. Líderes de TI pioneiros oferecem conselhos para quem vai começar agora

A Internet das Coisas (IoT) está se tornando mais do que apenas uma palavra-chave para muitas organizações. A ideia de conectar centenas ou milhares de produtos, ativos corporativos e outras “coisas” pela internet para coletar dados valiosos é uma proposta convincente para empresas em uma variedade de indústrias.

Mas construir uma estratégia IOT eficaz não é simples. IoT envolve muitas partes móveis (literalmente) e apresenta uma série de grandes desafios. Aqui, os líderes de TI que lançaram projetos IoT oferecem conselhos valiosos para aqueles que estão apenas começando a formular seus planos.

1 – Nomeie um líder de IoT

Toda estratégia eficaz de IoT requer um líder forte. Este indivíduo deve surpervisionar vários componentes técnicos da iniciativa IoT e ser capaz de orientar uma estratégia coesa para garantir que todos estejam na mesma página.

Seu líder de IoT pode ser um profissional sênior de TI, operações ou mesmo um líder de negócios. Alguns especialistas falam sobre a necessidade de um Chief IoT Officer (CIoTO).

“É fundamental ter liderança bem definida gerenciando a iniciativa”, diz Scott Sandler, gerente de tecnologia de computação em nuvem da Rockwell Automation, um provedor de tecnologia de automação industrial. “Poderia ser um CIoTO ou outro cargo que tenha a autoridade apropriada para conduzir a mudança necessária na organização, estabelecer a estratégia e garantir que, mesmo que a tecnologia mude –  e rápido, como vem acontecendo – você permaneça fiel a essa estratégia”.

A Rockwell, em 2011, iniciou um esforço de IoT como uma extensão de seus negócios. Sua iniciativa de IoT permite que os clientes da empresa conectem seus equipamentos e sistemas industriais à nuvem para que possam analisar melhor os dados operacionais e aprimorar o suporte à decisão para tecnologia operacional e usuários de TI.

A Rockwell está trabalhando com a Microsoft para garantir que ela tenha uma plataforma IoT industrial segura que possa se adaptar às necessidades crescentes de coleta de dados dos clientes e facilitar o movimento de dados através da empresa.

2 – Crie uma área de IoT distinta

Se a IoT se destina a ser um componente significativo do modelo de negócios da sua empresa, é essencial ter uma área dedicada a IoT dentro da empresa.

A Schneider Electric, fornecedora de produtos de gerenciamento de energia e automação, está construindo uma estratégia para capturar a eficiência gerada principalmente pela convergência de tecnologia operacional e a de TI. Atrás dessa convergência está a aceleração da IoT, e a empresa criou um grupo de transformação digital dedicado e global para supervisionar os esforços nessa área.

O grupo supervisiona uma Fábrica de Serviços Digitais, que compreende uma extensa equipe de desenvolvedores que trabalham com unidades de negócios para projetar e desenvolver aplicativos de IoT inovadores, projetados para atender às necessidades conhecidas do cliente.

“Trabalhamos para aproveitar o poder e a promessa de IoT, desenvolvendo a tecnologia da plataforma digital que combina de forma perfeita a energia, a automação e o software”, diz Cyril Perducat, vice-presidente executivo de IoT e Transformação Digital da Schneider Electric, que lidera o grupo .

“Estamos empenhados em traduzir dados em inteligência acionável e a capacidade de nossos clientes tomarem melhores decisões de negócios a qualquer momento”, diz Perducat. “Para nós, os dados não têm sentido até que eles possam atender às reais necessidades dos clientes”.

A Schneider Electric criou a EcoStruxure, uma plataforma aberta e interoperável habilitada para IoT que alavanca avanços no IoT, mobilidade, detecção, nuvem, análise e segurança cibernética. O EcoStruxure combina produtos conectados e sistemas de controle de borda com aplicativos, análises e serviços e atualmente é implantado em mais de 450 mil instalações, conectando mais de 1 bilhão de dispositivos.

3 – Defina claramente as funções IoT

Nenhuma iniciativa IoT terá sucesso sem as pessoas certas nas funções corretas. IoT abrange uma ampla gama de negócios, e se as habilidades erradas estão sendo aplicadas a componentes específicos, o esforço da IoT pode falhar.

A fabricante de produtos químicos Texmark Chemicals vem trabalhando com a HPE Aruba para explorar maneiras de usar IoT na produção de produtos químicos. O objetivo é usar as tecnologias IoT para ajudar a aumentar a segurança das plantas, a eficiência nos processos e a produção dos trabalhadores.

Os produtos relacionados à IoT que a Texmark está usando incluem análises preditivas, análise avançada de vídeo e gerenciamento de ativos do ciclo de vida.

“Para cada produto químico que a Texmark faz, dois tipos de análise preditiva podem ser aplicados: discreta e de processos”, diz Douglas Smith, CEO da Texmark. “Análise discreta nos dá informações sobre o equipamento utilizado – bombas, filtros, reatores, torres de destilação – e nos permite prever e evitar falhas no equipamento”.

A análise de processos permite que a empresa tire dados das análises discretas e faça mudanças nos seus processos, com base no que está acontecendo dentro das unidades discretas, para melhorar o processo contínuo de produção.

Outro componente de IoT é a análise de vídeo, que a empresa usa para transmissão de vídeo em tempo real de tanques ou bombas para determinar um derramamento ou vazamento. E o gerenciamento de ativos do ciclo de vida permitirá que o Texmark rastreie todos os ativos, desde a compra até a instalação e a manutenção, fechando o ciclo de vida do produto.

Uma parte fundamental da estratégia IoT da Texmark é atribuir aos indivíduos mais envolvidos com um processo específico vários processos e soluções do IoT.

“Por exemplo, nosso engenheiro principal é líder em análises preditivas e gerenciamento de dados, e nosso diretor de segurança da planta é líder em segurança da IoT”, diz Smith. “Cada um deles é responsável por esses aspectos do IoT. Queremos que a pessoa que melhor compreende o processo seja responsável “.

Isso não significa que as funções IoT individuais devam ser autônomas. Como chefe da empresa, Smith supervisiona o programa geral de IoT, mas ele diz que delegar tarefas às pessoas mais qualificadas e manter todos no loop é uma chave para o sucesso.

“Para obter o buy-in das pessoas da equipe, precisamos que eles saibam o que estamos tentando fazer. Nosso papel é perguntar como podemos ajudá-los melhor”, diz Smith. “A Texmark pode ter a tecnologia de IoT mais avançada, mas se as pessoas que fabricam produtos químicos não comprarem o uso, não funcionará”.

4 – Construa uma cultura de IOT Segura

Uma das maiores preocupações sobre o IoT é a segurança e a privacidade dos dados – e com uma boa razão. Houve incidentes com carros autônomoss e ataques de negação de serviço (DoS) lançados a partir de produtos conectados.

Garantir a segurança de dispositivos, sensores, redes e aplicativos deve ser uma prioridade máxima para qualquer estratégia de IoT.

“Estabelecer e manter uma área bem-sucedida de IoT deve incluir o desenvolvimento de políticas sólidas de dados e privacidade”, diz Bill Thirsk, vice-presidente de TI e CIO no Marist College.

A Marist está nos estágios finais do desenvolvimento de produtos e serviços da IoT. A tecnologia da empresa reúne informações bio-digitais sobre a saúde através do acesso sem fio a partir de sensores usados ​​por indivíduos com algum nível de risco para a saúde.

Os dados, como sinais vitais e outros indicadores de saúde geral são fornecidos pelos sensores e coletados em tempo real, e os algoritmos preditivos comparam as mudanças nos sinais vitais contra histórias conhecidas. Os dispositivos de monitoramento continuam a transmitir dados usando protocolos sem fio seguros para permanecer constantemente conectados a sistemas de monitoramento e serviços médicos, diz Thirsk.

“Todos os nossos projetos IoT exigiram a inclusão de dispositivos de muitos fabricantes, de sensores baratos a dispositivos de rede sem fio e tradicionais, a firewalls e balanceadores de carga”, diz Thirsk. “Um sistema confiável deve ser projetado especificamente como um transportador de todos os dispositivos de IoT, não importa quão pequenos. E no caso de alguns dados, completamente criptografados, pelo menos em pontos de coleta ou agrupamento “.

Como parte do desenvolvimento da cultura da segurança IoT, “ter uma liderança de equipe que possa contar a história [de segurança], definir e explicar restrições de segurança, construir e transformar a equipe à medida que o projeto amadurece e se comunicar continuamente com a equipe e as partes interessadas é fundamental”, diz Thirsk. “Embora ainda não exista um título para este papel, ele pode ser descrito como um engenheiro sênior de projeto”.

5 – Aproveite o conhecimento de IoT disponível fora

Com a Internet das Coisas ainda em rápida evolução, os padrões de conectividade de rede, dispositivos e outros componentes estão, em muitos casos, ainda em desenvolvimento. Como tal, muitas empresas ainda não têm experiência para lidar com todos os aspectos de IoT em casa, e muito menos acompanhar as mudanças. A experiência externa pode ajudar.

A gestora de eventos Hargrove está explorando como a IoT pode ajudá-la a rastrear itens que são enviados para eventos de clientes. A empresa precisa acompanhar o frete do seu armazém até os estandes dos clientes, por exemplo.

“Estamos avaliando melhor a tecnologia, além dos códigos de barras ou RFID [identificação por radiofrequência]”, diz Barr Snyderwine, diretor de sistemas de informação e tecnologia da Hargrove. “Soluções de IoT poderiam rastrear ativamente o deslocamento de itens do armazém até os estandes nos centros de  convenções”, diz Snyderwine.

A esperança é de que a IoT automatizará muitas das tarefas envolvidas para que os funcionários não precisem verificar manualmente quando os itens são enviados, quando eles são recebidos, quanto precisa ser cobrado dos clientes, quantos itens, como cadeiras emesas estão em inventário, e assim por diante. Em última análise, IoT poderia ajudar a empresa a ganhar eficiência nas operações, reduzindo o tempo e o custo necessários para entregar serviços e bens aos clientes.

Mas a experiência de TI da Hargrove não inclui a capacidade de construir e manter a infraestrutura e as ferramentas necessárias para essa operação IoT.

“Nossas melhores práticas planejadas são contratar uma empresa de consultoria que saiba como implementar IoT e formar uma comunidade de usuários internamente para dominar o processo e o sistema”, diz Snyderwine. “O problema que eu prevejo será a adoção por parte dos usuários. Nosso negócio se move tão rápido que todo sistema deve ser rápido, eficiente e fácil de usar “.

Fonte: ASUG


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Indústria 4.0: Jornada para cloud com transformação digital


Postado em 29 de setembro de 2017 por FH
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Estamos em franca transformação digital e a indústria 4.0 no Brasil tem ainda longo caminho a percorrer em vários setores da economia de forma gradual e disruptiva.

Somados ao potencial combinado de tecnologias como a Internet das Coisas (IoT), Big Data, Analytics, Aprendizado de Máquina, cloud computing, computação cognitiva e inteligência artificial, robótica, entre outros, esta nova revolução tecnológica agrega redução de custos, ganhos de eficiência e receita adicional provocada por novos modelos de negócios.

Cunhado em Hannover, na Alemanha, durante evento em 2011, o termo indústria 4.0 foi citado pela primeira vez por um grupo de pesquisadores que fez algumas recomendações ao governo alemão e, dois anos mais tarde, a indústria 4.0 começou, de fato, a ser desenvolvida naquele país. Desde então, este é um processo em expansão. Assim como o governo alemão, outros países e grandes companhias já despertaram para o valor da Indústria 4.0.

Tais ganhos proporcionam ainda crescimento econômico, o potencial de geração de Valor da Industria 4.0 no mundo, provocará forte geração de empregos qualificados e elevação da qualidade de vida.

De acordo com vários institutos de pesquisa em 10 anos, 49% dos empregos tradicionais que conhecemos não existirão e 40 % das empresas que conhecemos também não estarão no mercado, devido à forte pressão das tecnologias disruptivas combinada com modelos de negócios inovadores.

Justamente por estes motivos que precisamos nos posicionar a respeito e pensarmos em um modelo de desenvolvimento adequado ao nosso País que nos torne cada vez mais competitivos e mais produtivos.

Estamos diante de uma nova revolução tecnológica, a quarta revolução industrial combinada com tecnologia de nuvem, com o uso de redes inteligentes capazes de agendar manutenções de máquinas, prever falhas em processos e propor mudanças na produção. Há uma descentralização do controle dos processos produtivos e o uso em escala de dispositivos inteligentes interconectados só tende a crescer. Essas mudanças ao longo de toda a cadeia de produção e logística são profundas e agregam eficiência para diversos setores como saúde, energia, transporte, logística, varejo, construção, agronegócio e manufatura.

Tal qual a proliferação de aparelhos celulares hoje em dia, o que era impensado há 20 anos para a maior parte dos brasileiros, para se tornar uma realidade, a Indústria 4.0 necessita de investimentos em tecnologias emergentes de TI, Cloud Computing, automação e na Internet das Coisas. A boa notícia é que a maior parte dessas tecnologias já estão disponíveis, por exemplo Cloud Computing como primeiro passo para as empresas iniciarem sua jornada para a transformação digital dos seus negócios. O próximo passo é tornar estas inovações conhecidas e acessíveis a todos, nas mais diversas verticais de negócios.

Temos pela frente uma verdadeira jornada iniciando com a migração para Cloud Computing, aliviando as corporações de investimentos pontuais, trazendo uma forte redução dos custos, liberando tempo e recursos das áreas de tecnologia e operações para focarem na transição gradativa para que a Indústria 4.0 possa ganhar terreno durante a crise e na retomada da economia.

Não devemos temer o aumento do desemprego com o avanço da automação, por exemplo. Devemos educar e qualificar nossa mão de obra para que estes profissionais possam trabalhar na outra ponta da cadeia de valor: no desenvolvimento, programação e gestão de toda essa tecnologia.

O perfil dos trabalhadores está mudando em todo o mundo, e o Brasil precisa se adequar ao novo cenário rapidamente, em uma agenda positiva de aumento de produtividade e inovação. Se não investirmos na educação e qualificação das pessoas, com foco em tecnologia, vamos assistir passivamente os nossos postos de trabalhos manuais serem preenchidos por computadores e máquinas com robótica integrada com inteligência artificial e aprendizado de máquina.

É hora de abusarmos da criatividade e aprendermos a tomar decisões de modo rápido e a solucionar problemas. Por mais avançadas que possam ser, as máquinas ainda precisam de pessoas, de programadores, engenheiros, técnicos e inteligência. As pessoas estão na base de todo este processo.

Se bem aplicada e gerenciada, a tecnologia Cloud Computing e Transformação Digital são as alavancas para melhorar o desempenho das operações, reduzir custos, aumentar a produtividade, aumentar as vendas e ajudar a sair da crise fortalecido. A tecnologia de Cloud Computing combinada com Transformação Digital catalisa o aumento da demanda por produtos customizados, gerando uma melhor experiência para os consumidores e um aumento da satisfação.

Todos têm a ganhar na jornada para Cloud com Transformação Digital.

Fonte: ASUG


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Publicada a versão 2.1.3 da EFD Contribuições


Postado em 27 de setembro de 2017 por FH
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Está disponível para download a versão 2.1.3 do PVA da EFD-Contribuições, a qual contempla as seguintes alterações:

– Novos procedimentos de validação (ocorrência de ERRO), no caso de a escrituração não conter dados representativos de operações geradoras de receitas e/ou de créditos;

–  A necessidade de informar no registro “0120” o motivo para transmissão de escrituração sem dados, no caso de a escrituração não conter dados. Conforme dispõe a IN RFB nº 1.252/2012, é dispensável a escrituração no período em que a pessoa jurídica não realizar operações representativas de receitas ou de créditos;

– Necessidade de se informar a conta contábil nos registros de receitas e/ou de créditos, para as pessoas jurídicas sujeitas ao regime não cumulativo. Para os fatos geradores a partir de 01.11.2017 o preenchimento do campo de conta contábil passa a ser obrigatório; e

– Outras atualizações de regras e do programa.

Observações:

  1. Alguns programas antivírus instalados no computador, bem como algumas permissões de execução, poderão gerar conflitos na execução do PVA. Deve o usuário observar as orientações contidas nas perguntas frequentes da EFD-Contribuições.
  2. É recomendável fazer backup periódico da base local, porque o desempenho do PVA pode ficar comprometido ou lento com excesso de escriturações.
  3. Antes da instalação de uma nova versão, é recomendável fazer um backup completo das escriturações armazenadas no PVA, para evitar a perda de dados em caso de problemas no processo de instalação ou utilização do PVA.
  4. Os contribuintes que criaram ou importaram a escrituração na versão 2.0.13 deverão exportar a escrituração, e, em seguida, importar novamente, editar, validar, assinar e transmitir na versão 2.1.3.

Fonte: SPED


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