março 2018 | FH Brasil

Receita Esclarece sobre Perdas com Créditos Incobráveis


Postado em 28/03/2018 por FH
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Para fins de dedução de perdas, no IRPJ e na CSLL devidos pelo lucro real, há analistas que entendem que não há necessidade de adotar as providências exigidas pelos arts. 9º e 10 da Lei  9.430/1996. Simplesmente esperam cinco anos contados do vencimento da dívida (operação de empréstimo) e fazem a dedução.

 

Entretanto, a Receita Federal, através do Ato Declaratório Interpretativo RFB 2/2018, esclarece que todas as condições previstas na referida Lei devem ser observadas ou as perdas pelo não recebimento de crédito (crédito “pobre” como chamado pelo mercado) não poderão ser deduzidas.

 

Fonte: Guia Tributário

Tecnologia no Brasil volta crescer em 2017 e mantém país entre os 10 maiores mercados do mundo


Postado em 27/03/2018 por FH
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Alta do setor foi de 4,5% e chegou a US$ 38 bilhões.

O setor de tecnologia brasileiro voltou a crescer em 2017 após amargar uma queda inédita no ano anterior. Com o desempenho, o Brasil manteve a nona posição no ranking global e permaneceu no grupo das 10 maiores potências do mundo.

No ano passado, as empresas de tecnologia no país movimentaram US$ 38 bilhões, um crescimento de 4,5% em relação a 2016, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) na noite desta segunda-feira (26).

Os dados agregam os negócios fechados por companhias de software, hardware e de serviços. As empresas que vendem equipamentos movimentaram US$ 19,5 bilhões, enquanto as prestadoras de serviços e as desenvolvedoras de programas de computador e aplicativos geraram US$ 10,4 bilhões e US$ 8,2 bilhões, respectivamente. Os dados foram levantados pela IDC.

“Foi uma boa retomada”, afirma Jorge Sukarie Neto, vice-presidente do conselho da Abes, diz, lembrando que o país já chegou a ser o sétimo maior mercado.

“O Brasil manteve a nona posição. Não é nenhum demérito e a gente tem que reconhecer que passamos por enormes dificuldades. ”

Ele se refere à instabilidade política que, ao lado da crise econômica, fez os investimentos em tecnologia se retraírem. “Até dois anos atrás, a gente tinha crescimento de dois dígitos”, diz. O encolhimento começou a ser percebido em 2015, quando a alta nos negócios caiu para um dígito, e culminou em 2016, quando a queda foi de 3,6%.

Projetos engavetados

Para Sukarie Neto, o crescimento em 2017 foi um reflexo do reaquecimento da economia associado a uma maior confiança de empresários na situação política, que os fizeram desengavetar investimentos em tecnologia que haviam sido colocados em espera.

“A tecnologia é fundamental para todos os setores, do varejo ao financeiro. Nenhum setor consegue evoluir e ser produtivo em mundo globalizado se não tiver investimento em tecnologia da informação. O que vimos no Brasil em 2016 é que chegamos a uma situação econômica é que não sabíamos se o país seria viável. Só depois do impeachment da Dilma, a gente conseguiu ver uma luz no fim do túnel”, afirmou.

Mercado maduro

O executivo da Abes aponta ainda que os montantes investidos nos três segmentos de negócio denotam que o Brasil está se transformando um mercado de tecnologia maduro.

Se, em 2014, 67% dos investimentos em tecnologia eram feitos em hardware, em 2017, esse índice caiu para 51%.

“Quanto mais você investe em software e serviços, melhor o grau de investimento em tecnologia da informação de um país”, diz Sukaire Neto.

“Investimento em hardware significa que o país está numa fase em que está construindo a infraestrutura ainda e não está investindo em inteligente, em capacidade de processamento. ”

No ano de 2017 o Brasil também voltou a ampliar sua participação nos investimentos totais da América Latina. Dos US$ 97,3 bilhões de negócios gerados na região, o Brasil foi responsável por 39% –no ano anterior, a fatia do país havia sido de 36%.

Ainda que tenha voltado a crescer, o mercado de tecnologia brasileiro ficou abaixo da alta global, que foi de 5,5% e chegou a US$ 2 trilhões. Para 2018, a expectativa da Abes é que o crescimento no mundo seja de 4,3% e o avanço no país seja de 4,1%.

Fonte: G1

Como se comporta o consumidor mobile?


Postado em 21/03/2018 por FH
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Pesquisa do PayPal, com a Opinion Box, mostra como se comporta o consumidor que compra por dispositivos móveis. Conheça os dados:

O consumo por dispositivos móveis cresceu mais de 35% em 2017 e tem feito as companhias reverem suas estratégias de canais. E elas têm bons motivos para isso. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 92% do acesso à rede já são feitos por meio de dispositivos móveis – uma grande oportunidade para quem quer vender mais.

Apesar do número de pessoas conectadas pelo smartphone ser alto, nem todas elas compram de fato pelo dispositivo móvel. Chamados de m-consumidores, ou consumidores mobile, esses brasileiros enxergam nesses dispositivos uma ferramenta de consumo.

Para entender melhor o comportamento desses m-consumidores, o PayPal junto com a Opinion Box realizou pela primeira vez pesquisa que mostra o comportamento desse m-consumidor. Foram entrevistados 1.020 consumidores em todo o País e 30% deles afirmaram ter feito compras nos sete dias que antecederam a realização da pesquisa.

“O m-consumidor não tem um perfil diferente do consumidor geral”, explica Felipe Schepers, diretor de Operações do Opinion Box. “Não podemos falar que apenas jovens e com renda alta têm esse perfil. A penetração dos m-consumidores é proporcional à penetração do acesso à internet”, afirma.

Fluxo

Um dos pontos abordados na pesquisa é o fluxo de transações realizadas pelos m-consumidores. Nem sempre eles iniciam e finalizam uma compra apenas pelo smartphone. A pesquisa mostra que apesar do crescimento da participação dos dispositivos móveis no consumo, o desktop ainda é fundamental nesse processo.

Do total de pesquisados, 30% afirmaram iniciar uma compra no celular e terminá-la no computador. E 20% disseram iniciar a compra no computador e terminar no dispositivo móvel.

Esse processo também ocorre durante a pesquisa de produtos: 41% têm o hábito de pesquisar itens para comprar pelo smartphone ou tablet e fazer a compra pelo computador, ao passo que 30% fazem o caminho inverso – pesquisam no desktop e compram pelo mobile.

“Uma vez que experimentando essa compra mobile, o consumidor começa a criar confiança e começa a criar maturidade com essa forma de compra. Apesar do número de acessos maior no móvel, você tem mais pessoas fazendo o caminho de fazer algo no móvel e finalizar no computador. E mais pessoas que fazem a pesquisa no celular para fazer a compra no computador. O consumidor se adapta”, afirma Schepers.

Compras por impulso?

Outro ponto fundamental analisado pela pesquisa é o comportamento do m-consumidor em relação à comunicação que ele recebe das marcas. Em uma pergunta direta, esses consumidores dizem que as compras feitas nos dispositivos móveis são planejadas. Esse percentual varia de 69% a 86%, de acordo com a categoria analisada.

Contudo, a pesquisa também abordou a necessidade da compra para determinar se de fato havia impulsividade e resposta imediata às ações das marcas. E os dados mostram que, dependendo da categoria, o m-consumidor compra ao receber uma promoção, oferta ou notificação – esse porcentual varia de 14% a 30%, dependendo da categoria.

Fonte: Portal No Varejo

Academia de Consultores SAP SD


Postado em 20/03/2018 por FH
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A FH, mantendo seu objetivo de sempre estar na vanguarda do mercado, oferecer as melhores soluções tecnológicas para seus clientes e contar com uma equipe cada vez mais qualificada, especializada e certificada, está ampliando o seu time de consultores e quer investir em você e em sua carreira!

A Academia de Consultores SAP SD é um programa de qualificação gratuito, parte do processo seletivo para encontrarmos novos talentos para o nosso time.

Para participar, você deve possuir graduação ou estar cursando o último ano de Administração, Engenharia, Economia, Logística, Contábil/Fiscal ou TI e também é desejável que possua experiência com SAP, como key-user, usuário, analista de negócios ou analista desenvolvedor, bem como seu conhecimento em inglês deve ser no mínimo intermediário. É necessário ter disponibilidade para viagens e para mudar de cidade, pois as vagas disponíveis são para as unidades de Curitiba, São Paulo e Santa Catarina.

A Academia de Consultores SAP SD está programada para o início de maio, terá a duração de 4 semanas e será realizada no período noturno – das 18h às 22h – somando 80 horas! O material didático e o coffee break estão inclusos e a cada semana será realizada uma prova técnica para validação de conhecimento. Ao final da qualificação será entregue um Certificado de Qualificação ou Participação. Os candidatos aprovados na Academia SAP SD serão convidados a fazer parte do nosso time.

E ai, curtiu a ideia de participar de uma qualificação gratuita e ter a oportunidade de se tornar um Consultor SAP SD na FH?

* Todas as despesas pessoais relativas a deslocamento, hospedagem, alimentação, entre outras, serão por conta do participante.

6 setores que já estão sentindo os benefícios da transformação digital


Postado em 19/03/2018 por FH
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Se por um lado muitas empresas de diferentes setores não sabem quando e nem por onde começar, outras já colhem os frutos na transformação digital com o foco na experiência do usuário; veja seis exemplos

A transformação do negócio em função da evolução tecnológica dos mercados é um movimento inevitável para todas as empresas. E em alguns setores, já é visível e evidente esse cenário. Os investimentos na transformação digital das empresas na América Latina deverão consumir US$ 57 bilhões até 2020, representando 40% das despesas com tecnologia da informação, prevê a International Data Corporation (IDC). As companhias estão sentindo a pressão global para continuarem avançando nessa área em ritmo mais acelerado, de acordo com a consultoria.

Se por um lado muitas empresas de diferentes setores não sabem quando e nem por onde começar, outras já colhem os frutos. Melhorar a experiência do cliente, criar novas formas de comercializar um serviço ou produto e auxiliar na tomada de decisões estratégicas são algumas formas que algumas companhias encontraram de avançar na chamada transformação digital. Para exemplificar isso na prática, listamos abaixo seis setores que já estão sentindo os benefícios da transformação digital. Veja:

Varejo

Muito tem se falado sobre o compartilhamento das práticas entre os mundos físico e digital. Em se tratando de varejo, até pouco tempo, as lojas físicas não desfrutavam de tecnologias equiparadas ao meio online, que pudessem de alguma forma trazer dados com precisão e em tempo hábil para tomadas de decisão. “O investimento em tecnologia para os estabelecimentos comerciais abrange alternativas como dispositivos multisensores de Internet das Coisas (IoT, em inglês), que, instalados em ambientes de venda, emulam a prática de web-analytics, ou seja, a capacidade do e-commerce de mensurar o comportamento de clientes no ambiente offline”, afirma Walter Sabini Junior, sócio-fundador da FX Retail Analytics, empresa que oferece inteligência para o varejo por meio do monitoramento de fluxo.

E-Commerce

Em um mercado já bastante consolidado, realizar compras em um ambiente virtual deixou de ser uma eventualidade para se tornar um hábito comum do consumidor. de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em 2018 o faturamento do setor deve totalizar R$ 69 bilhões. Em um ambiente já marcado nativamente pela inovação, a transformação digital caminha mais rápido. Principalmente no que tange à experiência do usuário. “Quando falamos em pagamentos, a melhor experiência oferecida é a invisível”, afirma João Barcelos, CEO da MundiPagg, empresa com soluções de pagamento online, responsável por 40% das transações do varejo online no Brasil. “É importante que os comerciantes estejam de olho nas inovações que facilitam a vida do consumidor”, explica.

Pagamentos

E por falar em facilitar a vida do consumidor, isso nada mais é do que auxiliar no processo de pagamento de um produto ou serviço. E nesse quesito, a transformação digital exerce papel extremamente relevante. Exemplo disso é o que a Stone, especializada em processamento de pagamentos, está promovendo. A empresa desenvolveu pulseiras equipadas com tecnologia NFC, de comunicação por proximidade, que permite que motoristas paguem o pedágio sem qualquer contato físico. A pulseira inteligente promete resolver problemas de atrito no pagamento que afetam principalmente os motociclistas, que até hoje não contam com dispositivos instalados no veículo para pagamento automático de pedágio.

Segurança digital

A partir do momento em que o mercado corporativo vai evoluindo e se movimenta na direção de uma mudança de comportamento digital, acompanhando as transformações da sociedade como usuária da tecnologia, a economia, por sua vez, acaba dependente da Internet de uma forma geral. E nisso reflete a sua própria segurança. Por esse motivo, a transformação digital também impacta a nossa segurança em ambientes virtuais – nesse caso, positivamente. No caso das empresas, o mercado de segurança digital apresenta alguns produtos que atendem demandas específicas, como o takedown, que derruba o tráfego suspeito, e firewall aplicado na web (WAF, na sigla em inglês), que monitora as atividades em diferentes camadas da Internet, auxiliando na análise prévia das ocorrências e até investigando a origem de um ataque, avalia Bruno Prado, CEO da UPX Technologies, empresa especializada em performance e segurança digital.

Comércio

Com a praticidade proporcionada por serviços inovadores e tecnológicos, o setor vive um período próspero, sendo capaz de aumentar sua produtividade ao gerar uma economia de tempo que permite o redirecionamento de esforços para aumentar a entrega e o lucro. Soluções financeiras conseguem entregar o benefício da consolidação de todas as movimentações em um só lugar. Esse tipo de solução vem sendo oferecida por fintechs, como são conhecidas as empresas com foco em tecnologia financeira. “Uma das maiores demandas da atualidade para os comerciantes é uma solução financeira que atue de ponta a ponta, que seja capaz de resolver os problemas e imprevistos com apenas um ponto de contato. E isso já está sendo feito e entregue”, afirma João Miranda, cofundador da Hash lab, empresa de tecnologia para o ecossistema de meios de pagamentos.

Serviços

Facilitar o atendimento dos frequentadores de bares e restaurantes, que desejam ter um atendimento rápido e sem espera. É com essa premissa que alguns estabelecimentos comerciais estão adotando a tecnologia para atender a essa demanda. Na capital paulista, por exemplo, bares, restaurantes, fast-foods, pubs e até mesmo baladas estão utilizando um app, conhecido como IsyBuy. Além do modelo de autosserviço, o aplicativo proporciona aos estabelecimentos também as modalidades de takeout (pede, paga e retira, indicado principalmente para praças de alimentação), delivery com taxa mais econômica e também funciona como comanda na balada permitindo que o cliente realize o pagamento pelo celular e possa ir direto para a saída.

Fonte: Portal Administradores

Saiba que tipo de empresa pode se beneficiar do uso de um ERP


Postado em 14/03/2018 por FH
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Como já mencionado antes, um equívoco comum é relacionar a necessidade de automatização dos processos ao porte da empresa – apenas empresas “maiores” precisariam de ERPs. Este é um engano que pode custar muito caro: existem empresas de pequeno porte que podem, a partir da automatização bem-feita, catapultar seus resultados a níveis muitas vezes sequer imaginados; e empresas de porte médio ou até grande que, em razão do pouco amadurecimento dos seus mercados ou linhas de negócio, ainda não estão prontas para digitalizar seus processos. Para entender isso melhor, vamos discutir dois diferentes conceitos empresariais: as start-ups e as scale-ups.

O termo “start-up” vem se popularizando como sinônimo de empresa digital baseada na Internet: são os sites ou apps para as mais variadas funções, desde chamar um táxi ou comprar uma passagem aérea até conhecer um novo par romântico ou fazer exercícios para emagrecer. Outro engano é relacionar o termo com empresas nascentes, que acabam de ser fundadas (talvez pela presença do termo start, do inglês “começar”): uma start-up seria uma empresa nascente, e do universo digital.

Contrariando o senso comum, este não é o conceito de start-up: elas são, na verdade, empresas que ainda estão na fase de construção e validação do seu modelo de negócio. Ou seja, uma start-up é uma empresa que ainda está consolidando sua forma de atendimento e oferta de valor aos seus clientes. Por definição, ela ainda está experimentando diferentes produtos ou serviços, diferentes formas de comercializá-los, diferentes maneiras de se relacionar com o mercado (clientes, fornecedores e concorrentes) e até diferentes formas de receita e custo. Assim, seus processos ainda estão em construção.

Uma característica comum das start-ups, portanto, é a mudança constante. Não somente de produtos e serviços, mas de formas e equipes de atendimento, estruturas de custo e receita, áreas geográficas de atuação e escopo de oferta. Tudo muda, sempre em função de estabelecer a melhor proposta de valor para um determinado público. Às vezes, muda o próprio público, ou a região de atuação, os produtos, os serviços, as equipes etc.

Por isso, uma start-up não é necessariamente uma empresa jovem ou baseada na Internet: toda empresa em busca de um modelo de negócio para explorar é uma start-up. Se você herdou um restaurante italiano que está na sua família há duas gerações, mas sente que o negócio está estagnado, que a concorrência na região está cada vez mais forte e resolveu testar outras ideias para voltar a crescer (como por exemplo, jantares temáticos dançantes; buffet de café-da-manhã; nhoque da nonna todo dia 29 ou outras ideias que antes não existiam no negócio), você transformou sua empresa numa start-up. Seu sucesso será medido pela sua capacidade de encontrar um novo modelo de negócio que seja inovador – ou seja, que a sua concorrência ainda não tem ou não explora – e escalável – isto é, que lhe permita crescer de forma sustentável e lucrativa. Perceba: a classificação de start-up não tem relação com a “idade”, com o “tamanho” do negócio ou com o nível de tecnologia que ele emprega; neste caso, trata-se de uma cantina de família, negócio off-line e já com algumas décadas.

Este tipo de negócio tem por característica a indefinição dos seus processos: a empresa ainda está à procura da sua “receita de bolo”, do negócio e modelo para explorá-lo.

Nesta fase, as mudanças são constantes e automatizar um processo pode fazer com que ele se torne um entrave ao próximo pivot (“pivots” são alterações importantes no modelo ou forma do negócio). Não é uma questão de porte ou idade da empresa, mas sim do nível de maturidade dos seus processos. Nesta etapa start-up, a informalidade é importante porque permitirá mais velocidade e adaptabilidade às mudanças que o empreendedor e sua equipe enxergarem necessárias para satisfazer melhor às necessidades dos clientes. Por isso, se sua empresa é (ou está) start-up, a adoção de um ERP ou a automatização dos seus processos não deve ser ainda considerada.

As start-ups podem ter dois destinos: para cima ou para fora. O segundo caso (“para fora”) é o destino da maioria – a empresa nasce de uma ideia interessante e inovadora, mas na fase de execução o empreendedor e sua equipe não conseguem traduzir a ideia original para o mercado ou, mesmo que consigam, o mercado não compra a ideia. Mudanças são feitas, processos e produtos são alterados, mas a seleção natural, sempre implacável, não traz os clientes dos seus fornecedores atuais para a nova empresa, que assim morre.

Um grupo mais reduzido ultrapassa a fase start-up – é o destino “para cima”. Essas são as empresas que encontram um modelo de negócio que conjuga uma proposta de valor interessante para um público-alvo específico. Essas empresas apresentam novas propostas de valor ao mercado e atraem um volume de clientes suficiente para permitir suas operações com lucro, e com isso a empresa cresce, se desenvolve e se estabiliza. Voltando ao exemplo do restaurante italiano, pode ser que o proprietário tenha experimentado entregas em domicílio na região do negócio e a aceitação tenha sido boa; ato contínuo, o empreendedor contrata uma equipe de motociclistas e desenvolve um app para pedidos diretamente do celular, e logo o setor de delivery representa mais da metade das vendas da cantina, que volta a crescer e se torna inclusive mais lucrativa que antes. A empresa então se estabiliza e se torna uma PME lucrativa, com um negócio que poderá sustentar a família até a próxima geração – ou até que a concorrência também chegue ao mercado de entrega em domicílio, atrapalhando novamente o negócio.

Este tipo de empresa – a PME estável – também não precisa de um sistema nervoso digital. Empresas assim navegam em mercados de nicho e atendem a um público consumidor relativamente pequeno, sem grandes pressões ou ambição de crescimento: automatizar os processos até tornaria o negócio mais organizado, mas envolveria um esforço significativo e não traria grande impacto no resultado.

Mas finalmente, existe um outro grupo de empresas entre as start-ups que vão “para cima”: o das PMEs com potencial de crescimento. Assim como no grupo anterior, essas são empresas que encontram um modelo de negócio lucrativo e conseguem, assim, se desvencilhar da concorrência. O que as diferencia das PMEs estáveis é justamente a ambição dos empreendedores e sua visão de levar o negócio a mercados maiores do que o nicho em que a empresa se estabeleceu.

A mesma empresa do nosso exemplo anterior pode se enquadrar neste caso: um restaurante italiano que encontra uma forma diferenciada de atendimento ao promover entregas em domicílio com uma experiência de boa qualidade, rapidez na entrega e preços competitivos.

A diferença entre os dois casos está, provavelmente, na cabeça do empreendedor: enquanto no exemplo anterior o empresário estaria satisfeito ao construir um negócio lucrativo, mas restrito ao nicho de mercado em que já atuava anteriormente, neste novo cenário o empreendedor tem o objetivo de expandir o negócio, levando o conceito de delivery italiano a outros bairros da cidade, outras cidades, estados ou até países. Ou seja, a visão do empreendedor vai além do crescimento meramente orgânico (que acompanha a economia do país) e pretende um crescimento real, acima do que seria naturalmente esperado. Este perfil de empresa – uma PME viável, mas com apetite de crescimento – recebe outro nome: é a scale-up.

Por definição técnica, a simples vontade de crescer não define uma scale-up: é preciso que ela esteja se movendo na direção do crescimento ou seja, tomando medidas práticas para seguir crescendo, como o plano de inaugurar uma nova loja, o planejamento e construção de um modelo de franquia, a busca de pontos comerciais e mercado em uma nova cidade etc. Enquanto as start-ups são empresas em fase de construção e validação do seu modelo de negócio e as PMEs estáveis são empresas com modelos de negócio bem-sucedidos onde o lucro é o foco, mas a maior parte do resultado vai para os controladores e a empresa se mantém em porte similar ao longo do tempo, nas scale-ups o capital é quase sempre reinvestido no negócio, e o foco é proporcionar ainda mais crescimento.

E é justamente para as scale-ups que o sistema nervoso digital pode fazer toda a diferença entre alcançar a visão e os resultados almejados ou ficar pelo caminho.

Fonte: SAP

Por que a Internet das Coisas é tão importante?


Postado em 13/03/2018 por FH
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Porque evitar falhas, redundâncias e saber priorizar o que é necessário é fundamental

Com volumes gigantescos de dados, em um ambiente cada vez mais conectado e repleto de métricas, a “internet das coisas” tem conquistado importância com uma velocidade assustadora. Seja em sistemas simples, ou naqueles mais complexos e intrincados, a IoT tem se revelado uma tecnologia de grande valia para a captação, gestão e utilização racional das informações.

Tida como uma das molas propulsoras da transformação digital, por impulsionar e amparar processos de inovação em todas as áreas, com segurança e escalabilidade, a internet das coisas terá nada menos do que 34 bilhões de aparelhos conectados até 2020, em um número que pode ser revisto para cima brevemente.

Porque esta tecnologia é tão atraente? Que benefício traz para os negócios? Neste novo mundo que estamos vivendo, com ecossistemas inteligentes, líquidos, 24 x 7 — algo que insistimos em mencionar sempre que possível —, evitar falhas, ter redundâncias e saber priorizar o que é necessário é fundamental. Por isso, a IoT cresceu a — e ainda crescerá — muito!

Não é demais coletar os dados direto na nuvem? Não é sensacional e infinitamente mais inteligente mensurar tudo, mas só registrar aquilo que é realmente importante, o que de fato traz algo novo ou insights autênticos?

Podemos evitar muitos ruídos e perdas de tempo gerenciando, desde a origem, o que é realmente determinante em áreas específicas, contribuindo para a criação dos chamados “data marts”: repositórios de dados voltados a respostas direcionadas. Bingo!

Se o seu negócio quer ingressar no século XXI — caso ainda não tenha conseguido — a IoT é um dos temas que você e sua equipe precisam considerar para otimizar sua estrutura e amplificar os resultados.

Fonte: ASUG

O que os omnishoppers brasileiros querem?


Postado em 12/03/2018 por FH
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Qual seria a melhor estratégia para se conectar ao omnishopper e garantir não só a conversão, mas uma experiência satisfatória e positiva?

O “omnichannel” é um tema cada vez mais frequente no mundo do varejo. Com o aumento no número de residências com Internet banda larga e a explosão na quantidade de aparelhos celulares conectados à rede, os consumidores passaram a não ter barreiras para conhecer novidades, pesquisar preços e fazer suas aquisições online a qualquer hora, de qualquer lugar – inclusive de dentro de uma loja física.

Mas o que os varejistas podem fazer diante de um cenário tão competitivo? Para responder a essa questão, a Criteo realizou uma pesquisa global com quase dez mil consumidores multicanais a fim de entender como melhorar a experiência na loja física e no ambiente online. O estudo The Shopper Story revela, entre outras descobertas, que no Brasil 79% dos consumidores já são omnishoppers e utilizam uma variedade de dispositivos, canais e plataformas para navegar e comprar. Além disso, vale destacar que estes compradores gastam mais se comparados aos consumidores comuns: 7% a mais na Web e 44% a mais no varejo tradicional.

Sendo assim, qual seria a melhor estratégia para se conectar ao omnishopper e garantir não só a conversão, mas uma experiência satisfatória e positiva? É menos complicado do que parece:

1- Ajude o consumidor a encontrar os produtos que ele ama. Aparentemente, os brasileiros são paradoxais no que diz respeito aos seus desejos de varejo. Enquanto 85% afirmam que preferem comprar online sempre que possível, 76% dizem que gostam de fazer compras em lojas físicas quando têm tempo. E é esta a razão pela qual tantos varejistas online estão abrindo lojas físicas (e grandes redes de varejos as estão comprando). Os consumidores querem equilíbrio entre conveniência e eficiência, especialmente online, combinado com o entusiasmo de descobrir coisas novas que eles não apenas precisam, mas amam.

2- Disponibilize o máximo de informações. Independentemente de como finalizam as compras, os omnishoppers buscam primeiro as lojas online e os aplicativos para conhecer novos produtos. Quando eles finalmente estão preparados para concluir a aquisição, o melhor impulso geralmente vem desses mesmos canais – mais até que o boca a boca, os mecanismos de busca e as mídias sociais. Isso significa que quanto mais informações os usuários puderem obter dos varejistas online, mais confiantes eles se sentirão para comprar. Nas categorias mais buscadas, como eletrônicos, avaliações de clientes organizadas por relevância também desempenham um papel importante.

3- Facilite a visualização e aumente a confiança. Para atrair os omnishoppers a comprar em um site específico, imagens melhores e vídeos informativos dos produtos podem ser tão poderosos quanto preços com desconto. A categoria moda, por exemplo, já decolou no ambiente online e os varejistas que saíram na frente têm uma abordagem editorial sobre como comercializar roupas, além de imagens de 360 graus. Detalhes como estes simplificam e aprimoram a experiência de compra geral, preparando o caminho para que cada cliente aproveite uma forma mais fácil de comprar.

4- Não foque apenas em relevância, respeite a necessidade do consumidor. Os omnishoppers esclarecidos são mais propensos a ter uma atitude favorável em relação ao retargeting. Eles entendem a troca de valor entre consumidores e marcas e que oferecer publicidade mais relevante e melhores ofertas só é possível com a utilização de dados. No Brasil, 56% gostam de receber anúncios de retargeting especialmente se vierem acompanhados de descontos. Mas use essa informação com sabedoria – a transparência e o consentimento nas práticas publicitárias são cruciais.

5- Facilite as trocas. Os fatores acima contribuem para reduzir as taxas de troca dispendiosas, mas se o comprador precisar fazer uma substituição, facilite e, se possível, que seja de graça. As trocas nas lojas são um grande benefício para varejistas tradicionais e online. Há uma razão pela qual a Kohl chegou a um acordo com a Amazon para fazer as suas trocas: ela recebe consumidores qualificados dentro da loja, onde é provável que eles façam uma compra por impulso.

6- Tenha em mente que quando se trata de varejo no mundo real, interação humana conta muito. Para 56% dos omnishoppers brasileiros, a localização conveniente é um fator importante na decisão de fazer compras em uma loja física. No entanto, um ambiente em que os compradores podem testar produtos e aprender com funcionários experientes também influencia nessa escolha. Quer sejam “Geeks” ou “Geniuses”, há uma razão pela qual os compradores adoram lojas como a Apple e a Fast Shop.

Com estes passos simples, abrem-se os caminhos para conquistar o coração e as carteiras dos omnishoppers. Prepare-se para o consumidor multicanal.

Fonte: Portal Administradores

 

Atenção aos módulos do SPED


Postado em 08/03/2018 por FH
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*Por Johney Laudelino da Silva

Instituído pelo Decreto nº 6.022/2007, o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) é mais um avanço na informatização da relação entre o Fisco e os contribuintes. No portal do SPED, é possível encontrar todas as informações necessárias para a geração de arquivos, assim como download dos programas, leiautes, tabelas, atualizações, comunicação com a Secretaria de Estado da Fazenda de cada unidade federativa, entre outros serviços.

Atualmente, com mais de dez módulos, o projeto SPED tem como objetivo aumentar a fiscalização, evitar evasão fiscal e estimular os contribuintes a automatizarem cada vez mais os seus processos administrativos e operacionais, são eles: Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e); Escrituração Contábil Digital (ECD); Escrituração Contábil Fiscal (ECF); Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita (EFD-Contribuições); Escrituração Fiscal Digital do ICMS e IPI (EFD ICMS IPI); Escrituração Fiscal Digital das Retenções e Informações da Contribuição Previdenciária Substituída (EFD-Reinf); e-FINANCEIRA, conjunto de arquivos digitais referentes a cadastro, abertura, fechamento e auxiliares, além da prestação de informações relativas às operações financeiras de interesse da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB); eSocial, unificação da prestação das informações referentes à escrituração das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, que tem a finalidade de padronizar a transmissão, validação, armazenamento e distribuição, constituindo um ambiente nacional; Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e); Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e); Nota Fiscal Eletrônica (NF-e); Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e).

Esses módulos possuem em sua essência a automatização dos controles e processos, geração de dados e cruzamento das informações. Logo, se as empresas conseguirem automatizar tais processos, ao atender o que foi designado pelos órgãos competentes para cada item, terão mais eficiência, menos retrabalho e menor custo. Para tanto, além da visão de custo operacional, é fundamental investir em soluções fiscais flexíveis que facilitam o dia a dia, tragam dados mais confiáveis e sejam compatíveis com as demandas do negócio.

Confira também a Entrevista de Johney Laudelino da Silva para a Rádio Justiça sobre o Sistema de Escrituração Digital:

*Johney Laudelino da Silva é especialista em Gestão Tributária e na Solução Fiscal GUEPARDO da FH. É formado em Ciências Contábeis e possui MBA em Gerência Contábil pelo IBPEX. E-mail: johney.silva@fh.com.br .

Fonte: Empresas S/A, Notícias Fiscais, Bem Paraná

 

Revista FH – 10° Edição


Postado em 02/03/2018 por FH
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Já está disponível a décima edição da Revista FH!

Nesta edição você pode conferir os seguintes destaques:

  • Estrutura renovada. Mudanças na FH visam fortalecer a área de vendas e consultoria
  • Convenção de Vendas FH traz reflexão e visão de futuro
  • Confira as tendências do varejo para 2018 apresentadas na NRF
  • Valorização da experiência transforma consumidor em defensor da marca
  • Soluções para o compliance fiscal das organizações
  • Management hosting é com a FH
  • Cervejaria Petrópolis conta com o suporte fiscal da FH

Boa leitura!


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