maio 2018 | FH Brasil

4 tendências que estão movimentando a transformação digital


Postado em 30/05/2018 por FH
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Cenário aponta para uma ininterrupta movimentação, seja na criação de ferramentas, na evolução ou implementação de novos recursos

Não há como negar, vivemos em uma realidade digital. Sejam as relações pessoais ou profissionais, estamos envolvidos por esse meio. Fazemos parte de uma era na qual o analógico ficou no passado. Nossos relógios são inteligentes, podemos realizar as mais diversas ações por meio de um dispositivo na palma da mão, a segurança, as transações financeiras, as informações, etc. Aliás, seria mais fácil perguntarmos: o que não é digital nesse mundo atual?

Ainda dentro desse cenário existe uma ininterrupta movimentação, seja na criação de ferramentas, na evolução ou implementação de novos recursos. Essas mudanças têm auxiliado o mundo a se transformar, criando novas redes de conexão, processos e impactando diretamente na atuação de seus públicos, sejam abertos ou privados. Nesse contexto, quatro tendências têm se destacado e estão agindo diretamente na evolução para um mundo todo conectado.

Analytics & big data

Cada vez mais empresas, independentemente do porte e área de atuação, vão passar a investir em big data e analytics de forma a otimizar os mais diversos âmbitos do negócio. Para se ter noção em números desse setor, apenas o big data deve movimentar mundialmente US$ 41,5 bilhões neste ano, uma alta de 6,4% no período, expansão seis vezes superior à da indústria de TI como um todo.

A quantidade de dados sobre uma determinada empresa, produto, serviço ou perfil aumenta a cada dia que passa. Mas é por meio da análise de todo esse material que está o grande ganho para as organizações, uma vez que mais importante que o número de dados reunidos, são os insights e os valores gerados após este processo.

Os resultados ajudam em diversas decisões estratégicas do negócio, gerando redução de custo e tempo, desenvolvimento de novos produtos, entendimento maior a respeito do público-alvo, ofertas customizadas, além de decisões ainda mais assertivas. É válido ressaltar que, para que o data analytics seja eficiente e ágil, é preciso que as empresas definam previamente quais perguntas devem ser respondidas por meio da análise de dados.

Internet das coisas (IoT)

De acordo com a IDC Brasil, o mercado de internet das coisas (IoT) deve movimentar mais de US$ 8 bilhões em investimentos no Brasil durante 2018. A empresa ainda realizou uma pesquisa no final de 2017 mostrando que 4% das casas brasileiras já possuem algum dispositivo conectado.

A IoT oferece maneiras inovadoras para que as organizações gerenciem e monitorem operações remotas, além de permitir a supervisão de locais remotos, alimentando informações constantemente em aplicativos e armazéns de dados. O baixo custo das “coisas” permite a observação e o gerenciamento de atividades que anteriormente estavam fora de alcance. Também é possível obter insights sobre eventos que já foram invisíveis, por exemplo, a correlação de padrões climáticos com a produção industrial.

Outro ponto relevante que deve sempre permear esse conjunto de dispositivos digitais é a segurança, para resguardar tanto o usuário final quanto o próprio empreendedor. Cautela é a palavra de ordem neste momento de euforia, já que muitos negócios podem deixar de lado os inúmeros testes que são aconselháveis no desenvolvimento tecnológico na ânsia por entrar nesse mundo.

Do ponto de vista dos usuários, por conta do ritmo frenético de novidades, é importante manter todos os dispositivos com as versões mais recentes dos sistemas, assim como não esquecer de adquirir e garantir que as ferramentas de segurança estejam sempre atualizadas.

Blockchain

Com uma série de vantagens, como transparência nas operações, segurança e confiabilidade, o blockchain impacta diretamente na implementação do compliance nas empresas, algo cada vez mais em pauta nas relações B2B e B2C.

Também conhecido como protocolo de confiança, o blockchain funciona como uma espécie de livro público de registro de transações que é acessível por todos os usuários e no qual cada operação é digitalmente assinada com o objetivo de garantir sua autenticidade, fazendo com que o próprio registro seja considerado um documento de alta integridade.

Para assegurar sua veracidade, a blockchain utiliza modelos numéricos, o que torna os processos mais seguros e confiáveis devido à conversão do texto em assinatura em mão única. Ou seja, a informação não pode ser alterada ou revertida, pois a tecnologia atua com as chamadas funções Hash. Assim, todos os dados de entrada e de saída de uma mesma operação são criptografados, criando um código altamente protegido e garantindo sua idoneidade. O Hash do último bloco de informações gera a assinatura seguinte.

Esses blocos são compostos por uma quantia elevada de algoritmos, o que dificulta uma possível interferência ou a quebra dos Hashs. O bitcoin, por exemplo, utiliza dois algoritmos distintos em sua criptografia, criando duas camadas de proteção para impedir fraudes; se uma for quebrada, a segunda assegurará o conteúdo codificado.

Hoje, além de seu uso convencional nas transações de criptomoedas, o blockchain já pode ser aplicado em outros tipos de operações financeiras, bem como servir para realizar o registro de bens, títulos de crédito, consórcios, entre outros, e na própria internet das coisas (IoT). Entretanto, a maior parte do uso de blockchains ainda é predominantemente em startups.

Fonte: Computer World

Conheça as principais soluções para a entrega do Siscoserv


Postado em 28/05/2018 por FH
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Por Johney Laudelino da Silva*

O Siscoserv é a sigla para Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio. Foi instituído pela Lei 12.546, de 14 de dezembro de 2011. O sistema é gerido em conjunto pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pela Receita Federal do Brasil (RFB).

O Sistema, desenvolvido pelo Governo Federal, foi criado para controlar os dados das exportações e importações. Ele determina a obrigatoriedade de registros em operações feitas por empresas e pessoas domiciliadas no Brasil, que prestam e contratam serviços, transferem intangíveis e faturam domiciliados no exterior.

Além disso, o Siscoserv controla os registros das empresas que contratam intangíveis e são faturados por domiciliados no exterior. É responsável ainda pela contratação de domiciliados no exterior por meio de agenciadores, mesmo que esses sejam domiciliados no Brasil, mas faturados por domiciliados no exterior, ou que realizem outras operações previstas na Nomenclatura Brasileira de Serviços, Intangíveis e outras Operações que produzam Variações no Patrimônio (NBS), com domiciliados no exterior.

Sobre a definição de Siscoserv: os serviços são considerados uma manifestação física de uma parte que presta serviço para outra. Intangíveis são considerados como transferência (ou cessão) de direitos ou bens intangíveis. Outras operações que não se encaixam em nenhuma das duas anteriores são mistas, com produto e serviço, por exemplo: fornecimento de refeições, operações financeiras, arrendamentos, franquias, factoring, entre outras.

Para atender esta obrigação acessória federal, as empresas podem registrar em dois tipos de módulos: aquisição e venda. Esses são constituídos de “modos” de prestação de serviços, transferência do intangível ou realização de outras operações que produzem variação no patrimônio.

São previstos quatro modos para os dois módulos, exceto o terceiro* – próprio do módulo de venda – (1) comércio transfronteiriço – se não houver deslocamento de pessoas; (2) consumo no exterior – se houver deslocamento de pessoas com consumo; (3*) presença comercial no exterior – se houver presenças comerciais como filiais, controladas ou coligadas; (4) movimento temporário de pessoas físicas – se houver deslocamento de pessoas sem consumo.

As regiões que mais se destacam entre as principais exportadoras e importadoras de 2017 estão localizadas nas regiões Sudeste e Sul. Especialmente empresas de São Paulo, Santa Catarina e Paraná, que contam com operações portuárias e fretes aéreos internacionais em grande escala, contribuindo para esses dados fornecidos pela Secretaria de Comércio Exterior.

Como há muito transporte internacional em veiculação, a entrega das informações para o Siscoserv tem sido utilizada intensamente nessa área do país. Dessa forma, o governo, atento a essa movimentação do mercado, tem atuado no intuito de regulamentar e tributar em maior escala os serviços intangíveis, como exemplo disso podemos citar os softwares transacionados por download ou streaming.

Contudo, os contribuintes ainda ficam com algumas dúvidas no momento de entregar ou não a informação, em especial quando abrange operações de importação e exportação com envolvimento de terceirizados que realizem serviços de comércio exterior.

Diante dessa complexidade, a geração dos lotes do Siscoserv pode ser automatizada, colocando à disposição dos contribuintes várias funcionalidades e possibilidades que auxiliem no cumprimento da legislação de maneira completa. Dentre elas, destacam-se: a possibilidade de revisão, conferência e correção, antes do envio dos lotes; as validações do sistema para evitar erros dos usuários e diminuir o risco de penalidades; o controle de arquivos já enviados e seus respectivos aditivos e/ou retificações; a geração de indicadores, extratos, gráficos e relatórios; avisos para evitar a expiração de prazos e a possibilidade de integração com o sistema corporativo de sua empresa.

Neste último tópico, os contribuintes podem contar com uma Solução Fiscal apta a integrar as informações oriundas da escrituração fiscal, com documentos previamente validados, que podem ser utilizados na geração das informações ao Siscoserv. Como exemplo: os documentos vêm direto do sistema SAP Standard, são importados por ferramenta de extração de notas fiscais exclusiva do Siscoserv e alimentam tabelas específicas dessa obrigação.

Dessa forma, o processo fica mais ágil e seguro, pois, mesmo que seja um sistema pouco conhecido – perto de outras obrigações acessórias já consagradas pelo Fisco – o Siscoserv possui uma mecânica que, se bem tratada por uma Solução Fiscal, pode ser detalhada e integralmente entregue, sem onerar os contribuintes, levando-os a investirem em mais tecnologias de ponta, aliadas à segurança da informação prestada.

*Johney Laudelino da Silva é especialista em Gestão Tributária e na Solução Fiscal GUEPARDO da FH. É formado em Ciências Contábeis e possui MBA em Gerência Contábil pelo IBPEX. O artigo tem a colaboração de Cristiane Mottin, Consultora SAP da Solução Contábil/Fiscal e de Gestão Tributária GUEPARDO da FH.

Fontes: Empresas S/A, Diário da Indústria e Comércio, Bem Paraná, Panorama de Negócios, Notícias Fiscais

Como integrar a força de vendas da sua empresa com a transformação digital


Postado em 25/05/2018 por FH
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Neste cenário atual de transformação digital é preciso que seja colocado todo potencial de inteligência digital à disposição da força de vendas. Desta forma, o caminho será mais curto para alcançar o sucesso e o atingimento das metas.

Na operação de vendas, um dos pontos que mais será impactado, por sua grande importância, é o controle dos vendedores. Pois, pode-se aplicar a inteligência digital para aprimorar a roteirização, medir os desempenhos individual e de equipe, o tempo de atendimento e permanência em cada cliente, a mensuração da qualidade do atendimento e maior interação com o backoffice da empresa.

Para gerenciar esses distintos cenários, o ideal é contar com uma plataforma única que seja capaz de entender e atender diferentes perfis de forças de vendas, ao mesmo tempo que integra os demais canais, como portal, televendas, distribuidores, marketplace e outros. O ideal é que esta plataforma seja capaz de realizar a recomendação de produtos e permitir uma navegação fácil e intuitiva em seus catálogos, proporcionando uma experiência um-a-um entre sua força de vendas e seus clientes.

Além disso, obtenha a capacidade técnica de automatizar a gestão de catálogos, campanhas e promoções, organizar de condições de pagamentos diferentes conforme regras de perfil, registrar o histórico financeiro e de pedidos, oferecer sugestão de pedidos, rastreio do processo de compra e da logística de entrega, registrar e acompanhar tíquetes de solicitações de serviços em quaisquer níveis.

E se na minha empresa, além da área de vendas interna, trabalhamos também com representantes comerciais?

A inteligência de negócio também chegou na força de venda externa. Além da equipe interna de vendedores, os representantes comerciais agora podem contar com a mesma tecnologia para impulsionar o relacionamento com sua carteira de clientes e aumentar o ticket médio das vendas. Se na sua empresa você utiliza este outro canal para compor sua força de vendas, não se preocupe, já é possível integrar e controlar suas atividades em uma única fonte de informações e sem problemas legais.

E então, sua empresa está preparada para integrar em uma plataforma única e completa todos os seus canais de venda, seja televendas, e-commerce-marketplace, força de vendas externa, representantes comerciais, entre outros e fazer parte do mundo da transformação digital?

Fale com os nossos especialistas e surpreenda-se com as soluções que a FH pode implementar na sua empresa e revolucionar como ela funciona na economia digital!

O que você precisa saber sobre a DCTF


Postado em 22/05/2018 por FH
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Por Osmair  Ribeiro*

Sigla para Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais, a DCTF é de uma obrigação acessória federal entregue pela grande maioria das empresas, com exceção das empresas optantes pelo simples nacional e que não possuam em período específico, Contribuição Previdenciária sobre Receita Bruta (CPRB)1.

O Contribuinte obrigado e que não efetuar a entrega da DCTF certamente terá seu CNPJ incluído em programa interno de fiscalização da receita federal.

A DCTF contém informações sobre os seguintes tributos:

  • Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF);
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
  • Contribuição para o Programa de Integração Social e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);
  • Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF);
  • Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico combustível (Cide-Combustível);
  • Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico destinada a financiar o Programa de Estímulo à Interação Universidade-Empresa para o Apoio à Inovação (Cide-Remessa);
  • Contribuição do Plano de Seguridade Social do Servidor Público (CPSS);
  • Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), de que tratam os arts. 7º e 8º da Lei nº 12.546/2011.

Na prática funcionários do setor fiscal da empresa separam todos os documentos de arrecadação de receitas federais, compreendidos em um determinado período para que estes possam ter suas informações inseridas no programa gerador da declaração, devendo a entrega ser efetuada mensalmente à Receita Federal do Brasil (RFB), mediante o uso de certificado digital válido emitido por Autoridade Certificadora integrante da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP Brasil.

Certamente a necessidade de tratamento de informações faz parte do cotidiano do departamento contábil fiscal. Porém, o que deveria ser uma rotina simples acaba sendo um grande incômodo para diversas empresas.

Este procedimento manual pode ser considerado viável apenas para empresas de pequeno porte ou com pouco volume de documentos. No entanto para empresas com grande volume de dados o ideal é que o sistema fiscal efetue este trabalho, através da seleção dos respectivos documentos inseridos no sistema e da geração destes para um arquivo no formato texto, o qual poderá ser inserido no programa validador da DCTF Mensal através do menu “Declaração -> Importar”. Feito este procedimento o funcionário terá apenas o trabalho de analisar os valores que foram importados e posteriormente envia-los à RFB.

Não é de hoje que o nível de complexidade das obrigações fiscais vem aumentando. Compreender a Receita Federal como um todo, desde as declarações mais simples como as mais complexas, como as compostas pelo SPED – Sistema Público de Escrituração Digital – exige esforço e dedicação do departamento contábil fiscal. Levando em consideração que a cada ano surgem novas obrigações carregadas de detalhamentos e penalidades aplicadas em qualquer deslize, perda de tempo com problemas rotineiros acaba prejudicando significativamente o desempenho da corporação.

Evitar transtornos com o governo pode ser simples. Pense comigo: se tudo que a empresa faz deve ser registrado, não faz sentido algum guardar esses dados em locais separados. Quanto maior for o manuseio dos dados, maior é o risco de equívocos e omissões. Por mais agradável que o excel pareça ser, esse tipo de controle deve ser feito por um ERP, mais especificamente uma solução fiscal totalmente integrada.

Ter uma solução fiscal completa e integrada que utiliza a mesma base de dados nas apurações minimiza riscos, otimiza entregas e é a chave para a governança tributária.

Somente com uma ferramenta adequada é possível entregar as obrigações fiscais com mais velocidade e segurança, utilizando seu tempo para analisar mais as informações ao invés de inserir dados de forma manual ou ter que efetuar correções posteriores através de “retificações” por eventual ocorrência de divergência no envio dos dados.

Fonte: Receita Federal do Brasil

*Osmair Ribeiro é Consultor SAP da Solução Fiscal GUEPARDO da FH

As seis tendências do e-commerce omnichannel segundo a Forrester


Postado em 21/05/2018 por FH
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O mundo será cada vez mais omnichannel, e as lojas já começaram a perceber isso, de acordo com Sucharita Kodali, VP da Forrester Research. Na sua opinião, os mercados de e-commerce na América Latina também vão experimentar esse movimento com força – conforme a sua penetração na economia se aproxime dos dois dígitos.

“Hoje em dia, temos penetração de apenas um dígito, mas mesmo em 2004 e 2005, os Estados Unidos também tinham. Espero que, na próxima década, muitas mudanças ocorram na América Latina”, afirmou a especialista nesta terça-feira (15), durante o Vtex Day.

Os dados da Forrester mostram que o comércio eletrônico corresponde a 3% do varejo total no Brasil – contra 4% na Argentina e 1% no México. Já na China, o índice chega a 20%, enquanto nos Estados Unidos a taxa é de 13%.

Segundo Kodali, com o crescimento do e-commerce, novas soluções são encontradas para atender as expectativas de conveniência do cliente – e para diferenciar as lojas das concorrentes.

In-store pick-up (click and collect)

O famoso “retirar na loja” tem ganhado muitos adeptos não só no Brasil como no mundo. “A maior vantagem é o frete grátis”, afirmou a especialista. “Se o cliente tiver de pagar pela entrega, ele prefere pegar o produto na loja”, cravou.

Algumas experiências interessantes nessa área estão sendo desenvolvidas por lojas como Tesco e Walmart, nos Estados Unidos. Nelas, o cliente compra pela internet, estaciona o carro em um dos pontos preparados e um funcionário está esperando com as compras. Depois, basta colocar as sacolas no porta-malas.

Por outro lado, essa solução logística pode custar caro. “Uma loja no Reino Unido começou a cobrar pela retirada na loja porque percebeu que a operação não era exatamente barata”, contou Kodali.

Ship from store

Outra opção é enviar os produtos para outra loja. “Por exemplo, você tem uma loja com pouca densidade e envia para uma unidade com melhor localização, mais fácil para pessoas chegarem”, explicou a especialista da Forrester.

Algumas empresas de eletrônicos nos Estados Unidos, por exemplo, estão autorizando a retirar os produtos no próprio centro de distribuição.

Também existe a possibilidade de enviar diretamente da loja para os clientes, mas, nesse caso, é necessário ter um parceiro, como o UberEats no setor alimentício.

“O lado negativo é que é muito complicado padronizar as operações. Uma loja pode trabalhar. E, se você tiver mais de um item para entregar, é bem provável que você tenha de dividir o pedido [por causa da disponibilidade de estoque das lojas, por exemplo]”, concluiu Sucharita Kodali.

Logística reversa multicanal

Um dos maiores problemas para pessoas comprarem pela internet é que elas não querem lidar com a logística reversa.

A Amazon está testando lockers nos quais os produtos devolvidos precisam ser armazenados – depois, a empresa passa e leva todos os pacotes de uma vez.

Além disso, a gigante também tem quiosques dentro de outras lojas varejistas para receber os produtos e em campus universitários, um dos seus públicos prediletos. “Eles estão tentando diminuir essa fricção na relação de consumo”, disse.

Corredor infinito

Saber exatamente quantos itens de cada produto estão disponíveis em um determinado momento é uma tarefa ingrata. Por isso que o “endless aisle” tornou-se um desafio: garantir que todos os itens estejam devidamente cadastrados e disponíveis, mesmo que a compra seja feita na loja física.

“É uma tarefa difícil porque é necessário ter muitas informações diferentes e específicas; mas, se conseguir esses dados, é possível colocar em prática”, avaliou Kodali.

Estoque visível

Os clientes querem saber se o produto visto no e-commerce está disponível na loja.

Sempre foi muito comum as marcas – principalmente a indústria – indicar em quais lojas os seus itens estão disponíveis. Mas a Levi’s, por exemplo, está trabalhando para mostrar qual peça específica está em qual loja. Um salto em termos de complexidade.

“Muitas poucas marcas têm isso, mas acredito que vá crescer nos próximos cinco anos”, opinou a vice-presidente da Forrester Research.

Além disso, o LIA – Local Inventory Ads -, do Google, também tem dado passos largos rumo a uma experiência de compras cada vez mais omnichannel.

Same-day delivery

Na opinião de Sucharita Kodali, o same-day delivery – uma das soluções mais alardeadas por empresas como a Amazon – é algo muito complicado de se colocar em prática, menos ainda de maneira massiva, por ser mais caro. “Eu não acredito que o same-day delivery será uma solução viável no futuro”, sentenciou.

Ainda assim, nos países em desenvolvimento, o custo de mão-de-obra é menor do que nas nações de primeiro mundo, o que ajuda a tornar um pouco menos cara a operação de quem pretende lançar mão desse meio logístico.

Mesmo assim, existem boas práticas no mercado que podem dar certo. Ou não.

A Domino’s, tradicional marca de pizza, usa um robô – não confundir com drones – para entregar seus pedidos. Mas quem trouxe uma visão completamente diferente de entrega nesse segmento foi o Walmart.

“O que o Walmart está fazendo, e precisamos esperar para ver se isso será game-changer ou não, é que os funcionários entregam os produtos na volta de casa. Muitas coisas ainda não estão funcionando [nesse modelo], mas é uma ideia interessante, concluiu.

Fonte: E-commerce Brasil

E-commerce B2B, IoT e Transformação Digital


Postado em 18/05/2018 por FH
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Coisas falando com coisas para comprar mais coisas. É exatamente assim que cada vez mais transações comerciais entre empresas serão feitas nos próximos anos. Isso será o reflexo de modelos de negócios entre empresas baseados em e-commerce B2B junto a IoT (Internet of Things, em português, Internet das Coisas).

É a transformação digital ocorrendo num alto grau de sofisticação. Equipamentos analógicos e processos tradicionais estão se reinventando, digitalizando e integrando. E cada uma das bilhões de coisas conectadas pode ter a capacidade de ser um comprador digital.

O e-commerce B2B deve movimentar algo como U$ 1.1 trilhão só nos Estados Unidos até 2020, de acordo com a Forrester. Ele está cada vez mais presente em indústrias e distribuidores, que estão migrando seus processos de venda e de representantes comerciais. Antes, eles atuavam por telefone ou na rua visitando cada cliente, e agora atuam em portais de compras digitais e inteligentes.

A Internet das Coisas, ou IoT (Internet of Things) é a onda “hype” do momento. A McKinsey estima um crescimento de 20% ao ano no número de dispositivos conectados, chegando a 30 bilhões de dispositivos até 2020. Serão minúsculos computadores conectáveis com poder de processamento e mínimo de inteligência embarcada.

Isso tem o potencial para revolucionar, de muitas formas, o modo como diversas coisas acontecem hoje. Olhando pela perspectiva financeira, o mercado de IoT –  entre venda de equipamentos, soluções e serviços de TI – deve movimentar U$ 1.7 trilhão em 2020 segundo o IDC.

Em IoT, estamos falando de dispositivos que anteriormente eram apenas passivos, mas que agora podem participar de um ecossistema que integra muitos outros aparelhos, e que podem falar entre si, trocar informações, fazer relatórios e até tomar decisões sozinhos. Serão conectados carros, eletrodomésticos, motores de avião, equipamentos industriais e até a roupa do seu corpo.

Usabilidade

Quando juntamos IoT com modelos de negócios digitais B2B, entramos numa área de reposição e compra de peças, manutenção, suprimentos e estoque com um nível de assertividade, velocidade e otimização sem precedentes.

Existem muitos exemplos focados no consumidor final. Por exemplo, uma geladeira que sabe que a caixa de leite aberta dentro dela está acabando e então pergunta ao armário se têm mais caixas lá. Se não tiver, ambos decidem falar com o supermercado e comprar mais leite.

Mas grande parte do potencial do IoT está no universo das empresas. Migrando para este cenário, podemos desenhar inúmeras aplicações muito mais complexas e muito mais interessantes.

IoT no universo corporativo

Uma empresa de frota, que tem milhares de caminhões na rua, tem um problema gigantesco com a manutenção deles, como tempo que os veículos passam parados e fraudes aplicadas pelos próprios motoristas. Imagine um cenário em que os pneus dos caminhões – que estão entre os dois maiores custos operacionais, seguido pelo combustível – sabem quando estão gastos ou com problemas. E que estes pneus conversem entre si e também com o caminhão para saber quantos mais precisam de troca.

O caminhão, por sua vez, já sabendo seu trajeto, solicita a compra e troca dos pneus ao fornecedor que faz a manutenção, agendando o serviço e negociando com a central a alteração do trajeto e dos prazos. Somente no final, avisa o motorista de tudo isto que foi negociado. Assumindo um cenário em que ainda exista a figura do motorista, certo?

IoT pode ser tanto em equipamentos tão tradicionais como pneus, em que existem milhões rodando todos os dias, quanto dentro de uma turbina eólica, no meio de uma usina de geração de energia limpa no Ceará.

Quem mais sabe quando uma peça, como a pá de uma turbina, começou a apresentar um comportamento estranho e vai dar defeito, do que a própria peça? A pá, sabendo que vai falhar, já pode solicitar sua reposição ao fornecedor, ela envia dados históricos de operação e telemetria, confirma seu diagnóstico e já solicita a troca. O operador humano entra apenas para validar o processo e confirmar a operação. Estou novamente assumindo que vai ter um operador humano para isto.

Atualidade

Operações hoje totalmente dependentes de humanos, como reposição de estoque no ponto de venda, também podem mudar radicalmente. A gôndola do supermercado, falando com a prateleira do estoque da loja e com o pallet do centro de distribuição também podem decidir quando um produto está acabando ou não está vendendo. E podem acionar outros sistemas de ressuprimento para falar com os sistemas do fornecedor.

Negócios Digitais B2B com IoT

Todos estes casos de IoT, integrados com soluções de e-commerce B2B, permitem que empresas façam negócios digitalmente com outras empresas, reponham seus estoques, executem planos de manutenção preventiva (ou mesmo corretiva com menor intensidade) e otimizem suas cadeias de supply chain com cada vez menos a dependência de processos analógicos, custosos e morosos.

Como e quando isto acontecerá, e quais serão os padrões e processos definidos, é o que veremos nos próximos anos. E existe ainda um outro componente que pode revolucionar em níveis muito mais profundos esta revolução que já está em curso hoje, que é a incorporação de soluções de Inteligência Artificial no meio disto tudo.

Mas isto é assunto para outra conversa.

Fonte: E-commerce Brasil

Os desafios de engajar um público cada vez mais exigente


Postado em 17/05/2018 por FH
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O meio digital vem crescendo exponencialmente, proporcionando novas possibilidades para as empresas enquanto gera uma necessidade de adaptação às mudanças. Para ter sucesso nesse mercado, primeiramente, é importante compreender onde estão os consumidores.

A pesquisa Webshoppers 37, realizada pela Ebit, apontou que 27,3% das compras online realizadas em 2017 foram feitas por meio de smartphones, e a expectativa é que esse número chegue a 37% em 2018. A adaptação para o mobile é algo essencial. Pode ser um app exclusivo ou um site adaptado, o importante é oferecer uma boa experiência de compra na palma da mão.

Também é essencial criar uma identidade para as empresas. A cultura e o estilo de vida do negócio dependem diretamente da imagem e da filosofia transmitidas pela comunicação. Uma boa estratégia funciona como um ímã que atrai clientes e faz com que eles compreendam o espírito da empresa, gerando desejo pelo produto ou serviço oferecido. Com a adoção de um planejamento de marketing de conteúdo, além de engajar o público, é possível construir a reputação da marca.  Consequentemente, a empresa vira uma referência em sua área de atuação.

Em relação à periodicidade e plataformas, é necessário compreender qual é o público alvo da ação e criar laços, fornecendo informações de qualidade sem viés comercial, apenas informativo. Esse conteúdo precisa ser recorrente e pode estar presente em blogs, mídias sociais e e-mail marketing, por exemplo. É importante lembrar que, quanto mais conteúdos relevantes, maior a possibilidade de engajamento.

Outra consequência da criação de conteúdo é a interação do público. Conquistando a fidelidade, é primordial estabelecer uma relação mútua, ouvindo os clientes tanto em elogios quanto em críticas e buscando oferecer uma solução real e rápida. Um cliente bem atendido, seja qual for seu problema, certamente irá recomendar a marca quando surgir a oportunidade, um fator de extrema importância para a construção da reputação.

Mas e agora, como investir nesse novo mundo sem conhecimento da área? Esse é mais um grande desafio. Uma pesquisa realizada pela Rock Content apontou que dentre os entrevistados, 71% das empresas adotam a estratégia de marketing de conteúdo, enquanto os outros 39% afirmam não investir na área por falta de tempo e de equipe disponível. Com as mudanças que o mercado de trabalho e os negócios vêm sofrendo, é possível enxergar dois lados: uma dificuldade ou uma oportunidade.

De fato, produzir um conteúdo que engaje o público, gere um retorno e ainda assim acompanhe o espírito da empresa não é algo fácil a se fazer, mas que vem abrindo portas para que profissionais mostrem seu valor e empresas encontrem talentos.

Por fim, é sempre positivo que a empresa esteja aberta a mudanças, compreenda que o público vem se transformando e, consequentemente, evoluindo sua maneira de consumir. Com uma boa estratégia e profissionais atualizados, é possível se posicionar e criar uma identidade que acompanhe essa virada no mercado.

Fonte: E-commerce Brasil

Descubra como obter vantagem competitiva utilizando marketplace!


Postado em 15/05/2018 por FH
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O marketplace vem sendo muito utilizado por empresas que têm buscado obter uma vantagem competitiva bem como maior visibilidade com mais um canal de vendas e relacionamento em sua estratégia omnichannel. Embora muitas vezes confundido com o e-commerce, os dois são bastante distintos. Apesar da similaridade de serem plataformas desenvolvidas para promover a venda de produtos via internet, a diferença fundamental é que o e-commerce é uma loja virtual em que uma empresa vende seus próprios produtos, já o marketplace é uma plataforma mediada por uma empresa em que vários outros “lojistas” podem vender seus produtos.

Por esta razão, de reunir vários parceiros em um único lugar, o marketplace é considerado um shopping center virtual! Mas para que ele funcione da melhor forma possível, a plataforma na qual este marketplace está baseado deve ser extremamente confiável e ter capacidade para receber múltiplos catálogos, enriquecer os produtos, gerenciar promoções e campanhas, integração de gateways de transporte, bem como a gestão de tickets de serviços, de forma a proporcionar a melhor experiência ao consumidor final e aos parceiros.

Mas, eu sou B2B, como posso utilizar o marketplace em minha estratégia omnichannel?

Engana-se quem pensa que marketplace é relevante apenas para o B2C, pois, da mesma maneira que a transformação digital modificou a forma das pessoas comprarem, vêm modificando também como as empresas compram de outras empresas, e por isso muitos fornecedores e indústrias já estão apostando nessa solução para facilitarem a compra de qualquer tipo de insumo necessário na sua produção.

O marketplace em B2B é bastante utilizado por montadoras de veículos ou outros produtos que envolvam vários fabricantes. Um exemplo é de uma grande montadora de veículos que implementou seu marketplace para conectar todos os distribuidores de peças seguindo as regras de negócio da empresa, tornando o estoque do terceiro, o “próprio estoque”. Isso ajuda controlar o ciclo de produção, ajuda a planejar possíveis aumentos e decréscimos de produção por sazonalidade, entre outros fatores.

Outra aplicação do marketplace é sua utilização para uma gestão estratégica de recursos em redes de franquias. Por exemplo em uma rede de fast-food, o franqueador reúne em uma plataforma, todos os seus fornecedores dos mais variados insumos, de hambúrguer a guardanapos e o franqueado realiza suas compras de acordo com as necessidades de sua unidade. A vantagem é mutua pois o franqueador garante que toda a sua rede utilize os mesmos materiais, mantendo uma padronização e consegue ter um mesmo nível de serviço e produtos, já o franqueado não precisa buscar fornecedores, apenas faz o pedido dos itens que ele precisa para a operação de sua unidade/loja.

Como você pode ver, a aplicação do marketplace em relações comerciais, sejam B2C ou B2B são praticamente inesgotáveis, uma vez que é mais um canal de venda e relacionamento, facilita a compra pois concentra vários fornecedores/lojistas em um único lugar e proporciona comodidade ao comprador durante sua jornada de compras.

E então, quer implementar um marketplace no seu negócio ou pretende fazer parte de um? Fale com a FH!

Publicada versão 2.4.4 da EFD ICMS IPI


Postado em 14/05/2018 por FH
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Alteração:

– Otimização de desempenho do processo de validação dos arquivos.

Fonte: SPED

Como a Inteligência Artificial é vista pelos consumidores?


Postado em 10/05/2018 por FH
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Uma pesquisa mostrou que a maioria dos consumidores tem um pé atrás com a tecnologia e que a IA ainda tem uma barreira a ser quebrada: vencer as compras presenciais

Inteligência Artificial é um termo comum nas manchetes. Esta tecnologia é disputada por grandes empresas do mercado. Mesmo assim, uma pesquisa do Grupo Omnicom mostra que os consumidores lembram de aliens e robôs quando pensam na IA. A pesquisa aponta tendências sobre a inteligência dos softwares no mundo.

As pessoas se sentem curiosas e cautelosas com a tecnologia. Os pesquisadores perguntaram o que a Inteligência Artificial causa nas pessoas. Três quartos da geração Z (nascidos desde 2000) e da geração Y (1985 – 1999) se sentem curiosos. Na geração X (1965 – 1984) a proporção é ainda maior: 80% ficam curiosos.

Cautela x Empolgação

Os mais velhos no universo da pesquisa são os mais cautelosos. Entre os entrevistados, 70% da geração X ficam com um pé atrás com os assistentes virtuais, chatbots e outros programas que usam IA. Pouco mais da metade da geração Z tem esse sentimento – 55%.

A pesquisa também mediu qual a geração mais empolgada com os avanços dos softwares. Desta vez os mais novos estão na frente. A geração Z está mais animada, 45% disseram “empolgação” quando questionados sobre qual emoção a inteligência artificial causava neles. Apenas 20% dos entrevistados da geração X disseram estar empolgados.

Uso da IA

Já no ranking do uso da Inteligência Artificial, a geração Z se mostra mais aberta aos recursos. Metade dos nascidos de 2000 em diante se dizem dispostos a usar ou usam chatbots – softwares que gerenciam a troca de mensagens, muito usados em e-commerces e ferramentas de atendimento. As pessoas da geração X estão menos dispostas a conversar com os bots, apenas 40%.

A diferença é maior quando a pesquisa considera os assistentes virtuais. A proporção de consumidores da geração Z adeptos à assistentes como Alexa (Amazon) e Cortana (Microsoft) é de 50%. Já a geração X usa menos: apenas 24%. A aderência da Geração Y é um pouco maior: 37% usam ou estão abertos a usar os assistentes virtuais.

Mas os que usam a inteligência artificial ainda o fazem superficialmente. A pesquisa mostrou que os usuários fazem tarefas simples e que a metade dos que se dizem ser ativos usam o comando de voz. Entre os que gostam de usar a fala para ativar funções, 68% costumam pedir para os assistentes reproduzirem músicas. A segunda tarefa mais citada (56%) foi adicionar algum produto ao carrinho nas lojas virtuais.

IA nas compras

O estudo perguntou aos entrevistados qual seria a função da inteligência artificial no seu cotidiano se ela fosse uma pessoa. Neste cenário, a maioria quer a IA como um assistente pessoal 24 horas. Outros 35% escolheram ter uma pessoa que faz serviços gerais na casa. Um quarto (25%) querem a inteligência artificial como chefe de cozinha pessoal e 23% disseram que essa “pessoa” seria um amigo ou até da família.

Já o prazer de comprar pode atrapalhar as intenções da inteligência artificial no comércio. Um terço das pessoas afirmou que deixaria softwares que usam IA fazer compras em seu nome. Mas a satisfação de fazer as próprias compras ainda é uma barreira que a tecnologia não derrubou.

Os itens domésticos, como utensílios de limpeza, representam o segmento com maior aceitação para a tecnologia: aproximadamente 40% dos consumidores deixariam um computador comprar em seu lugar. Poucas pessoas abrem mão de comprar roupas em razão de deixar a tecnologia fazer isso – apenas 22%.

Quanto ao poder da inteligência artificial, os consumidores dividem opinião. Quase um terço (31%) dos entrevistados acha que a IA limita suas opções quando é responsável por oferecer um produto. Já 37% acreditam que a tecnologia iria expandir seu poder de compra e ajudar a enxergar outras coisas que não poderiam enxergar sozinhos.

Metodologia

O grupo Omnicom falou com 3.665 pessoas nos Estados Unidos. Os dados numéricos foram coletados online, enquanto a pesquisa qualitativa foi feita nos domicílios.

Fonte: Consumidor Moderno

 

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