junho 2018 | FH Brasil

Para líderes empresariais, estratégia digital é essencial para a alavancagem de negócios


Postado em 27/06/2018 por abarcelos
image-1

O processo de transformação digital dos negócios tem criado uma espécie de efeito “Tostines” entes os líderes empresariais. Segundo pesquisa global conduzida pela Riverbed, a maioria dos executivos (98%) concordam que otimizar a estratégia digital é essencial para a alavancagem dos negócios, porém esbarram em desafios da era analógica, como restrição orçamentária, a dificuldade de lidar com o legado e a falta de visibilidade do ambiente de TI.

A Pesquisa Global de Desempenho Digital 2018 apontam que esses obstáculos estão impedindo o avanço das estratégias digitais e atrapalhando o desempenho e a experiência do cliente exigidos no mundo digital atual.

Feito com 1.000 tomadores de decisões de empresas com receitas superiores a U$ 500 milhões em nove países, o estudo também descobriu que, enquanto os serviços e aplicativos digitais são críticos para o sucesso dos negócios, 80% dos entrevistados relataram que serviços digitais e aplicações essenciais estão falhando pelo menos algumas vezes por mês.

A necessidade das empresas em fornecer uma experiência digital bem-sucedida para clientes, parceiros e funcionários é bem reconhecida e continua crescendo em importância. Cerca de 91% dos tomadores de decisão de negócios globais concordam que o fornecimento de uma experiência digital bem-sucedida é ainda mais importante para os resultados financeiros da empresa do que há três anos.

Da mesma forma, 99% dos tomadores de decisões de negócios globais acreditam que sua empresa se beneficiaria com a melhoria do desempenho dos serviços digitais e aplicações. E isso é percebido primariamente por meio de:

– Melhor experiência e satisfação do cliente / usuário (53%);

– Maior agilidade do mercado (49%);

– Aumento de receita / vendas e rentabilidade (49%);

– Maior produtividade dos funcionários (49%);

– Menor tempo de colocação no mercado (48%).

No entanto, é amplamente reconhecido que os sistemas com desempenho inadequado hoje são uma limitação fundamental para uma estratégia digital bem-sucedida. De fato, dos 95% dos tomadores de decisão que disseram que enfrentam desafios significativos para alcançar uma estratégia digital mais bem-sucedida, a grande maioria encara múltiplos desafios, incluindo:

– Restrições orçamentárias (51%);

– Infraestrutura de TI legada excessivamente complexa ou rígida (45%);

– Falta de visibilidade total em toda a experiência digital ou do usuário final (40%);

– Falta de pessoal disponível ou devidamente qualificado (39%);

– Falta de adesão da liderança na priorização de iniciativas digitais (37%).

Entre os entrevistados, quase 80% dos que afirmaram que serviços digitais e aplicações essenciais estão falhando pelo menos algumas vezes por mês e impactando a produtividade e a experiência do usuário final, afirmam que enfrentam quase uma em cada quatro falhas várias vezes por semana. Quando serviços digitais críticos falham, cada minuto é importante.

Metade dos entrevistados diz que o tempo máximo aceitável para resolver problemas de desempenho digital é de uma hora, e quase 20% disseram em poucos minutos, reconhecendo que uma falha no serviço digital pode custar milhões de dólares em receitas perdidas e impactar significativamente a fidelidade do cliente e marca reputação.

Os líderes empresariais estão bem conscientes do impacto que essa falha tem em seus negócios. As consequências expressas incluem:

– Perda de vendas e receita (42%);

– Lançamentos atrasados de produtos (41%);

– Perda de clientes (41%);

– Perda de fidelidade à marca (41%);

– Perda de produtividade dos empregados (40%).

Líderes empresariais inteligentes estão procurando dar maior ênfase às ferramentas de gerenciamento e infraestrutura subjacentes aos serviços digitais. De fato, 99% dizem que a visibilidade em toda a experiência digital é fundamental para medi-la e gerenciá-la com sucesso; e 98% dos tomadores de decisão de negócios globais acreditam que uma arquitetura de TI moderna que oferece maior agilidade é importante para melhorar o desempenho digital.

As empresas também dizem que a hora de agir é agora. Ainda mediante a pesquisa, 77% dos tomadores de decisão globais dizem que é fundamental que suas empresas invistam na melhoria da experiência digital para usuários ou clientes nos próximos 12 meses. As principais áreas apontadas para se fazer investimentos nos próximos 12 meses incluem:

– Modernização de redes e infraestrutura para maior agilidade (60%);

– Capacidade de monitorar e gerenciar melhor a experiência digital do usuário final (59%);

– Melhorar as capacidades do service desk (59%);

– Acelerar o desenvolvimento de aplicações (58%).

Um número significativo desses mesmos tomadores de decisão também identificou as soluções em nuvem e as tecnologias emergentes como principais impulsionadoras da experiência digital. Quase todos, 99%, acreditam que os usos de tecnologias de nuvem são importantes para a estratégia digital de suas empresas e os líderes de negócios gostariam que suas empresas investissem em tecnologias emergentes como:

– Análise de dados (60%);

– IoT (59%);

– Tecnologia Blockchain (48%);

– Aprendizado de Máquina (47%);

– Inteligência Artificial (47%);

– Realidade Virtual (36%);

– Redes 5G (21%).

Fonte: TI Inside

Cadeia de Valor Digital


Postado em 27/06/2018 por abarcelos
image-1

 

Algo em comum entre todas as cadeias de valor é a interdependência entre os seus participantes. Em um modelo tradicional, de Michael Porter, é possível identificar rapidamente a interdependência entre as atividades primárias, conforme imagem abaixo.

Ao investir em campanhas de marketing para alavancar vendas é necessário preparar estrategicamente a compra de matéria prima para que as operações produzam o produto final, deixando-o disponível para logística de saída para distribuir entre os diversos canais de venda. Para aumentar a retenção de clientes investe-se em serviços pós-venda para garantir suporte técnico e devoluções/trocas.

As tecnologias que se consolidaram nos últimos anos também formam uma cadeia de valor interdependente: a Cadeia de Valor Digital (imagem abaixo). Olhar de forma individual para IoT ou Big Data pode levar a uma visão míope do contexto geral, que é agregar valor aos modelos de negócio existentes e criar novos modelos de negócio. Desafios do varejo como controlar entrada e saída de estoque direto na gôndola, em tempo real, já se tornam diferencial de mercado e não apenas sonho.

A Internet das Coisas (Internet of Things) não é uma novidade, desde a década de 70 máquinas industriais possuem sensores que coletam dados operacionais. O grande diferencial atualmente é que o custo destes sensores caiu consideravelmente, ao ponto de uma pessoa física, como você leitor, adquirir um sensor bluetooth que realiza a leitura de umidade, pressão, temperatura, fluxometria, magnetismo e movimento, por apenas 29 dólares*. Cada um desses sensores pode gerar 13 milhões de informações durante 24 horas de operação.

A consultoria Gartner, especialista em tecnologia, aponta que até 2020 teremos 30 bilhões de IoTs conectados. Desta forma, serão necessários diversos repositórios de dados inteligentes que permitam a administração de forma eficaz. Grandes volumes de dados exigem milhares de correlações para obtenção de insights, o que fica a cargo do Machine Learning (Aprendizado de Máquina), que é o caminho para a Inteligência Artificial. Ao compreender uma situação é imprescindível que se tome uma ação o mais rápido possível e plataformas conversacionais garantirão essa agilidade. Chatbots, robôs com a habilidade de criar diálogos como seres humanos, caso do Google Duplex anunciado recentemente pela Google, têm a capacidade de ligar para estabelecimentos comerciais e agendar um corte de cabelo, por exemplo.

A partir do momento que uma planta industrial possuir sensores suficientes para retratar todas as condições reais, através dos dados em um ambiente virtual, passa a ser possível alimentar modelos digitais tridimensionais com estas informações, criando um Gêmeo Virtual (Digital Twin), que representará tudo que está acontecendo na planta industrial física, em tempo real. Esta tecnologia possibilita que, de forma muito rápida, em um ambiente virtual, técnicos simulem evacuações de emergência, impactos na vida útil de equipamentos devido a mudanças de temperatura ou umidade, sem levantar de sua mesa ou direcionar recursos físicos para tal. O objetivo desta cadeia de valor é oferecer dados estratégicos para tomada de decisão e o propósito é a Inteligência sobre os Dados (Data Intelligence).

À medida que a maturidade desta cadeia de valor aumentar, as possibilidades de tomada de decisão, como desligar um equipamento, ficará a cargo de algoritmos inteligentes executados na própria linha de produção – esses dispositivos são chamados de Edge Computing. Com a evolução do modelo, menos dados serão necessários, reduzindo o tamanho inicialmente planejado do seu Big Data. A tecnologia Cloud atribui elasticidade a toda a cadeia, habilitando a redução ou aumento de processamento e armazenamento a qualquer momento; o efeito disso é a possibilidade de redução de custos e escalabilidade.

Desta forma, é importante ressaltar que decolar um drone para mapear árvores que precisam ser podadas utilizando reconhecimento de imagem não é inovação alguma. Inovação é solucionar problemas de negócio utilizando um grupo de tecnologias como meio, ou seja, definir uma rota para que drones identifiquem, através de algoritmos de Machine Learning, quais árvores necessitam ser podadas. Equipes em campo têm suas rotas de poda otimizadas de acordo com os locais e, ao se deparar com um erro de classificação (uma árvore que não precisa ser podada), o técnico, com seu smartphone, rejeita a indicação, o que fará que o algoritmo seja automaticamente re-treinado para que na próxima decolagem não considere para a poda árvores com as mesmas características.

Ao identificar que houve um rompimento da rede, um chatbot inteligente entra em contato com os clientes afetados comunicando a ação de reparo em andamento. Assim, executivos da empresa poderão monitorar em tempo real a redução de seus indicadores de DEC e FEC, críticos para o setor de energia.

Fonte: SAP

Inovação no Ambiente Cooperativo


Postado em 25/06/2018 por abarcelos
image-1

O cooperativismo paranaense já não é o mesmo de 10 anos atrás. Muita coisa mudou. No ramo agropecuário, investiu-se em modernização da infraestrutura e adotou-se uma estratégia de agregação de valor à matéria recebida dos cooperados.

Atualmente, os produtos de cooperativas chegam à mesa de consumidores no Brasil inteiro e em mais de 100 países. No crédito, as cooperativas posicionam-se entre as maiores instituições financeiras do país. Na saúde, no transporte, na educação, enfim, em todos ramos de atuação do cooperativismo, o cenário hoje é outro.

Temos um cooperativismo mais desenvolvido e com potencial para ir além. Isso é positivo, sem dúvida. Mas também é desafiador. Afinal, administrar uma cooperativa que recebe, armazena e vende grãos in natura é uma coisa. Mas administrar um empreendimento que recebe, industrializa, diversifica e distribui um portfólio considerável de produtos para o mercado interno e externo é uma situação muito diferente. A gestão de uma cooperativa tornou-se muito mais complexa, pois envolve gerenciamento de marca, adoção de novas tecnologias, ampliação de estruturas, logística de distribuição, busca por novos mercados, adequação conforme os hábitos do consumidor, apenas para citar alguns exemplos.

Vivemos um momento de transformações rápidas, em que o avanço tecnológico dita o rumo e também o ritmo dos acontecimentos. Essa complexidade é o que torna necessário buscar a inovação, em todos os aspectos, inclusive no que se refere à gestão. A inovação é a palavra do momento. Mas essa proposta, tão presente no ambiente corporativo moderno, não é uma onda, ou algo que hoje domina os discursos de gurus da área de negócios do mundo inteiro. A inovação é uma necessidade para empresas e cooperativas de todos os portes e ramos.

O Programa de Inovação para o Cooperativismo Paranaense lançado recentemente pelo Sistema Ocepar é focado nisso, ou seja, foi construído para fomentar a discussão em torno da importância desse tema no âmbito das cooperativas. A ideia é apresentar o conceito de inovação como um processo, que pode ser implantado e gerenciado com o uso de ferramentas adequadas.

A expectativa em torno desse programa é bastante positiva. Prova disso foi a expressiva presença de cooperativas no lançamento do programa, em abril último, no auditório do Sistema Ocepar. Isto sinaliza aceitação. E o índice de adesão que veio após seu lançamento mostra que as cooperativas estão dispostas a inovar. E queremos contribuir para isso, fazendo com que as cooperativas do Paraná tenham acesso a tecnologias de diagnóstico de competências e metodologias de implantação da inovação no ambiente cooperativo.

Autor: José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar

A revolução do relacionamento com o cliente: conheça o SAP C/4HANA


Postado em 19/06/2018 por FH
image-1

No começo deste mês, a SAP lançou o SAP C/4HANA seu novo pacote de gerenciamento de relacionamento com o cliente!

Com a alta exigência dos clientes, a necessidade de inovar ao criar um novo pacote de experiência do cliente, dando às empresas a oportunidade de revolucionar seus negócios, é muito clara.

Os novos clientes estão exercendo cada vez mais relações com suas marcas favoritas, ditando as principais tendências e a forma como eles interagem. Não importa se o seu cliente é uma pessoa ou uma empresa, suas expectativas estão mudando o conceito de design do CRM de quarta geração nos seguintes aspectos:

  • Proteção de dados: ninguém quer que seus dados sejam usados sem o seu conhecimento. Esse fator pode ser determinante para conquistar a confiança do consumidor.
  • Tratamento com as pessoas: cada vez mais os clientes querem ser tratados como pessoas e não como oportunidades para ganhar dinheiro. Eles querem um atendimento personalizado, de forma que a empresa consiga antecipar suas necessidades e suas preferências.
  • Responsabilidade com a verdade: se sua empresa prometeu a melhor experiência possível para o cliente, cumpra essa promessa. No fim, o que eles mais querem é ter certeza de que as garantias oferecidas serão cumpridas.

Podemos classificar o CRM de última geração como um sistema de engajamento inteligente e eficaz, que coloca as pessoas no centro de tudo para entregar à ela as melhores experiências.

Conheça o SAP C/4HANA

O SAP C/4HANA é um conjunto integrado que permite que as empresas gerenciem de forma eficaz a experiência dos seus clientes.

Com o SAP Customer Data Cloud, a empresa consegue ter uma visão completa do cliente, na qual todos os dados são consentidos pelos mesmos.

Com a extração da identidade dos clientes a partir desses dados, é possível:

  • Traçar estratégias para campanhas individualizadas;
  • Oferecer experiências omnichannel;
  • Criar relacionamentos personalizados.

O SAP C/4HANA utiliza seu núcleo digital de maneira que só a SAP é capaz de fazer, onde a força de experiência do cliente é definida pela força do núcleo digital.

Com este lançamento, a SAP Hybris se torna a SAP Costumer Experience, consolidando SAP Hybris, CallidusCloud, Gigya e Coresystems sob uma única marca e reforçando o compromisso da SAP de criar experiências confortáveis e diferenciadas para o seu negócio.

Por fim, podemos concluir que o SAP C/4HANA faz parte do propósito da SAP de fornecer processos integrados de ponta, reconhecendo a importância de desenvolver um bom relacionamento com os clientes e contribuindo para o crescimento de seus parceiros.

Fonte: SAP

Conheça o ECG – Enterprise Cloud GUEPARDO!


Postado em 14/06/2018 por FH
image-1

A transformação digital faz parte do DNA da FH, que, mantendo o seu ideal de busca contínua da excelência na parceria com seus clientes, lança mais uma solução inovadora!

A transformação digital com foco em compliance agora tem nome e sobrenome: ECG – Enterprise Cloud GUEPARDO!

O ECG pode ser definido como um conjunto de funcionalidades, na nuvem, que possibilitará aos clientes – encontrar em um só lugar – a solução para todas as demandas das áreas fiscal e contábil, no que se refere a documentação eletrônica e obrigações com o fisco.

Considerado o mais inovador projeto da FH, o ECG foi idealizado para ser a mais completa API Fiscal do Brasil e, seu conjunto de features está alicerçado em quatro grandes pilares:

  • Data automation;
  • E-FDocs;
  • Business Intelligence Analytics;
  • Auditing.



O Enterprise Cloud GUEPARDO está preparado para atender empresas de qualquer porte ou segmento, nele os clientes pagarão apenas pelo que utilizarem, mantendo o foco na operação. Implementar é rápido e fácil – a FH cuida de todos os detalhes técnicos, disponibilizando farto material de apoio!

Se você se interessou pelo ECG, entre em contato com o time comercial da FH no comercial@fh.com.br e obtenha maies informações sobre como ter todas as demandas fiscais e tributárias estrategicamente atendidas, na era da transformação digital!

Cultura Digital: muito além da tecnologia


Postado em 13/06/2018 por FH
image-1

 

De acordo com os mais renomados autores, pensadores e ativistas, ainda não existe um conceito consolidado sobre o que é a Cultura Digital.

Isso possibilita, em muitos casos, que termos como sociedade da informação, cibercultura, revolução digital ou mesmo era digital sejam facilmente encontrados nos mais diversos meios ao redor do mundo.

Mas, se neste momento ainda não se pode afirmar com exatidão o que de fato envolve a cultura digital, podemos ao menos voltar um pouco no tempo e olhar para alguns indícios no mundo corporativo.

Para que você tenha uma ideia, sempre que falamos em cultura, principalmente no cenário corporativo, estamos nos referindo ao conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que norteiam qualquer atividade profissional.

Sendo assim, podemos dizer que a cultura digital tem, em sua essência, mesmo que apenas para o mundo corporativo, a missão de traduzir os anseios e as expectativas de um mercado cada vez mais multicanal e conectado, à atuação de cada colaborador de uma empresa.

Naturalmente, quando falamos disso, precisamos ter em mente que o nível de profundidade que este novo modo de agir influencia a vida e as estratégias de uma organização varia ao ponto de se tornar praticamente exclusivo e personalizado, seja em cada profissional, área, empresa, negócio ou segmento.

Em um dossiê publicado pela revista Telos, Manuel Castells, sociólogo espanhol, define a cultura digital em seis tópicos:

  1. Habilidade para comunicar ou mesclar qualquer produto baseado em uma linguagem comum digital;
  2. Habilidade para comunicar desde o local até o global em tempo real e, vice-versa, para poder diluir o processo de interação;
  3. Existência de múltiplas modalidades de comunicação;
  4. Interconexão de todas as redes digitalizadas de bases de dados ou a realização do sonho do hipertexto de Nelson com o sistema de armazenamento e recuperação de dados, batizado como Xanadú, em 1965;
  5. Capacidade de reconfigurar todas as configurações criando um novo sentido nas diferentes camadas dos processos de comunicação;
  6. Constituição gradual da mente coletiva pelo trabalho em rede, mediante um conjunto de cérebros sem limite algum. Neste ponto, me refiro às conexões entre cérebros em rede e a mente coletiva.

Simples, não acha?

Não. Nada simples.

Por meio desse dossiê, fica claro que a implementação de uma cultura digital une, em sua essência, aspectos que muitas vezes o mundo corporativo contemporâneo considerou que nunca se integrariam, tais como cultura e ciência.

Os reflexos de uma união como essa já podem ser encontrados e estão ao alcance de qualquer pessoa, mesmo que de uma forma ainda considerada disruptiva, por meio de temas como neuroaprendizagem, neurobusiness, neuromarketing, dentre tantos outros.

E o que isso significa?

Estamos de fato testemunhando o surgimento de uma nova era. Uma era na qual não se olha mais para o que quer que seja de forma fragmentada, mas omni, ou seja, no todo.

Se o consumidor é cada vez mais global, se os pontos de venda são cada vez mais estratégicos e se transformam a cada dia mais e mais em pontos de experiência, o mesmo está acontecendo com as pessoas.

Já não se pode mais olhar um profissional e rotulá-lo apenas pelos conhecimentos e habilidades que possui, mas é preciso dar um passo à frente e enxergá-lo com indivíduo.

Isso significa que, nesta nova era, na qual a cultura digital está cada vez mais presente, as pessoas finalmente passam a ser vistas como pessoas e não apenas como meras ferramentas de produtividade, resultados e lucro.

A cultura digital exigirá cada vez mais que haja valor e interesse real pelo indivíduo, seja ele o que produz, o que distribui, o que entrega ou o que compra.

Por esta razão, já podemos sentir que o propósito, até pouco tempo meramente traduzido em missões e valores que em muitos casos serviam de enfeites afixados nas paredes, passe de fato a fazer parte não apenas da estratégia, mas da vida das pessoas.

Lembre-se. O mesmo indivíduo que produz, distribui e vende também é o que compra, o que consome.

De informações a produtos, o que passa a valer nesta nova era, a qual chamamos de Cultura Digital, não é tangível, mas sim sensorial, emocional e disruptivo.

Por tudo isso, ouso dizer que, neste momento, e, possivelmente, no futuro próximo, cada vez mais a melhor tradução para Cultura Digital seja a palavra experiência.

Pense nisso!

Fonte: Portal Mercado & Consumo

SAP aposta em CRM com lançamento do C/4HANA


Postado em 12/06/2018 por FH
image-1

Empresa anunciou plataforma nesta terça-feira, durante abertura de sua conferência anual nos EUA

Em 2017, a receita mundial de software de gerenciamento de relacionamento com o cliente (CRM – customer relationship management) totalizou US$ 39,5 bilhões e superou a dos sistemas de gerenciamento de banco de dados (DBMSs), que registrou US$ 36,8 bilhões. Com isso, CRM set tornou o maior mercado de software, segundo o Gartner.

Para 2018, a estimativa da consultoria é que o mercado de CRM atinja taxa de crescimento de 16%.

É de olho neste mercado que a SAP, líder global em soluções de ERP, está decidindo apostar suas fichas. A companhia anunciou nesta terça-feira (5/6) o SAP C/4HANA, nova oferta de CRM, para bater de frente com grandes concorrentes, como Salesforce, Microsoft e Oracle.

O anúncio foi feito pelo CEO da companhia, Bill McDermott, durante a conferência anual Sapphire Now, realizada nesta semana em Orlando, nos EUA.

O título da apresentação de McDermott já indicava que algo viria: “O próximo passo”.

“Mudamos de uma visão 360 graus da automação de vendas, em que algumas empresas focam, para uma visão 360 graus do cliente de fato. Para um mundo que CRM se conecta a toda cadeia de suprimentos”, destacou o executivo, cutucando a rival Salesforce.

“A SAP foi a última a aceitar o status quo do CRM e agora é a primeira a mudar”, disse McDermott.

Ele disse também que os atuais sistemas de CRM do mercado se resumem a vendas, enquanto o SAP C/4HANA é focado na experiência do cliente.

Aquisições

O SAP C/4 HANA é formado pelas recentes aquisições concluídas dos líderes de mercado Hybris, Gigya e CallidusCloud. A empresa alemã une soluções para suportar todas as funções de front-office, como proteção de dados do consumidor, marketing, comércio, vendas e atendimento ao cliente.

Integração

Com base na reputação da empresa como provedora de soluções de negócios de ponta a ponta, a nova suíte de CRM pretende oferecer integração total com o portfólio de aplicativos de negócios da SAP, liderado por seu conjunto de ERP.

Portfólio

O portfólio SAP C/4HANA inclui: SAP Marketing Cloud, SAP Commerce Cloud, SAP Service Cloud, SAP Customer Data Cloud (incluindo as soluções adquiridas do Gigya) e SAP Sales Cloud (incluindo as soluções CallidusCloud adquiridas). Além disso, o SAP Sales Cloud une a solução SAP Hybris® Revenue Cloud e o SAP Hybris Cloud for Customer (composto pelas soluções SAP Hybris Sales Cloud e SAP Hybris Service Cloud).

Essas soluções em nuvem – anteriormente no mercado sob a marca SAP Hybris – bem como a organização de comércio e envolvimento do cliente da SAP agora estão consolidadas na unidade de negócios SAP Customer Experience para oferecer suporte a uma experiência de marca consistente.

Fonte: Computerworld

 

ERP Inteligente: facilitador da transformação digital


Postado em 08/06/2018 por FH
image-1

O ERP Inteligente é uma das principais soluções para auxiliar empresas na transformação digital

No passado, o que determinou o crescimento de grandes empresas no Brasil e na América Latina foi a redução de custos e o ganho de eficiência. Já nos dias atuais, o que determina o crescimento de uma organização é a inovação, seja de produtos, de serviços ou no relacionamento com os clientes. A transformação digital pode auxiliar nesse processo.

Estudos da IDC mostram que até 2021 pelo menos 40% do PIB da América Latina estará digitalizado, sendo impulsionado pelo crescimento de cada setor, relacionamentos e ofertas aprimoradas digitalmente.

Porém, no Brasil, menos de um quarto das organizações está em estágios avançados de transformação de seu modelo de negócio. As organizações de médio porte são as que mais enfrentam o desafio de modernização tecnológica. Por isso, para acompanhar e responder as novas demandas do mercado, as empresas devem acelerar suas mudanças internas.

O ERP Inteligente, ou i-ERP, é a ferramenta mais recomendada para ajudar as empresas a entrarem na transformação digital e a continuarem reduzindo custos.

O ERP Inteligente é constituído de suítes de negócios que possuem capacidades de registro e controle de processos administrativos. Uma solução administrada na nuvem, pode fazer uso de inteligência preditiva para automatizar áreas como finanças, recursos humanos, atendimento, suporte, vendas, entre outras. Com isso, a empresa consegue reduzir os custos de operação e manutenção da infraestrutura tecnológica, além de obter informações rapidamente e de forma simples para a tomada de decisões.

A tecnologia de Machine Learning analisa dados em massa e pode auxiliar no planejamento da empresa e no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Por essa e inúmeras outras vantagens a IDC coloca o ERP Inteligente como uma das soluções com maior potencial de investimento na América Latina e no Brasil para os próximos anos.

Independente do porte da empresa, acompanhar a transformação tecnológica se faz necessário para agregar valor e para garantir a prosperidade da organização em meio as exigências do mercado.

Fonte: SAP

Varejo omnichannel: o novo papel do vendedor nas lojas físicas


Postado em 06/06/2018 por FH
image-1

 

Na realidade digital em que vivemos os consumidores não dependem mais das empresas ou de seus vendedores para iniciar sua jornada de compras, muito menos de estar em uma loja física para isso. Ele a inicia de qualquer lugar, a qualquer hora e através de múltiplos dispositivos, porém muitas vezes vai à loja para poder experimentar, tocar no produto ou realizar comparações. Por isso a importância do novo papel do vendedor da loja física, oferecer o que é chamado de venda assistida.

O novo papel do vendedor

Desta forma, o grande desafio para as empresas no varejo omnichannel é a de transformar os vendedores de suas lojas físicas em consultores, uma vez que os clientes já chegam sabendo o que querem, fazendo com que a função dos vendedores seja a de proporcionar uma experiência completa ao consumidor e agregar valor aos produtos e à marca, sendo capaz de entender as necessidades e recomendar produtos e serviços para o cliente.

Mapeando a jornada e fornecendo as informações

Para que a empresa atinja essa maturidade no processo de vendas é necessário um mapeamento detalhado de todas as etapas da jornada de compra do seu cliente e a disponibilização ao vendedor de todas as informações necessárias para que ele possa identificar quem é o cliente, seu perfil, histórico, seu carrinho ou projeto atuais, necessidades e possíveis recomendações. E, com isso, realizar um atendimento consultivo e personalizado, garantindo a satisfação do cliente.

Venda Assistida

Alguns dos benefícios desse modelo de atendimento conhecido como venda assistida, faz com que o cliente não perca tempo nas filas dos caixas, podendo realizar o pagamento direto com o vendedor, programando a entrega e coleta de produtos digitalmente, escolhendo quais produtos deseja retirar na hora e quais deseja receber em casa, entre outras vantagens. Para a empresa, a vantagem é que seu vendedor atua como o elo entre a jornada digital e a física de seu cliente, sendo cada vez mais um consultor e representante da marca, fechando o ciclo de compra e transformando a experiência do consumidor em valor agregado!

E então, curtiu saber como a modalidade de venda assistida vem transformando o varejo omnichannel?


Para saber mais preencha o formulário abaixo!

 

[dinamize-form id=”7368″]

 

Como os Clientes Compram?


Postado em 05/06/2018 por FH
image-1

Experiência, preço, fidelidade. Especialista da KPMG explica a relação entre consumidores e marcas e mostra o que os clientes querem (ou não querem)

Se existe um fato que não é mais contestado pelas marcas é que o consumidor não é mais o mesmo e exige cada vez mais das companhias. Para identificar esses novos anseios e identificar o que leva os consumidores a comprarem, a KPMG realizou um estudo, com consumidores do Reino Unido, durante a Black Friday do ano passado, para entender essas motivações. Compras mobile, orientação pelo preço, visita a lojas físicas antes da efetivação da compra, compras influenciadas pelas redes sociais. Estas foram algumas das conclusões do estudo.

Apesar de ser uma pesquisa orientada pela geografia e pelo tempo, ela mostra que muitos desses comportamentos independem desses dois fatores. Ou seja, o comportamento dos consumidores do Reino Unido durante a Black Friday e a forma como eles se relacionam com as marcas não são tão diferentes do que acontece no Brasil, em linhas gerais, segundo Paulo Ferezin, sócio-diretor e líder de Varejo da KPMG.

É possível, então, entender o que o consumidor quer? “A gente não consegue identificar exatamente o que o consumidor quer, mas ele sabe o que ele não quer”, afirma o especialista. “Ele busca uma boa experiência de compra e exclui da sua lista de preferências aquelas marcas com as quais ele sentiu algum desconforto. Cada consumidor tem suas premissas e as carrega para a relação com as empresas”, afirma Ferezin.

O especialista explica que cada consumidor é mais ou menos resiliente a determinada situação em cada ponto de sua jornada de compra. Não à toa, o varejo global, e mesmo no Brasil, tem investido em tecnologia para entender e desenhar essa jornada. É o que a KPMG chama de negócios direcionados pelo consumidor, ou Customer Centricity. “Nesses negócios, o consumidor é a estratégia”, afirma.

O produto importa?

Entender a cadeia do varejo hoje é entender a relação que o setor tem com os consumidores. “A cadeia como um todo é focada no produto e procura o cliente para empurrar aquele produto, seja por meio de promoções de massa ou ativação no ponto de venda. Contudo, com o advento de players, como é o caso da Amazon, o produto tornou-se indiferente para ele”, explica.

Nesse sentido, o produto não é mais o fim de uma relação de consumo, mas o meio. A Amazon, explica Ferezin, sabe muito bem fazer isso. A empresa, exemplo de negócio que coloca o consumidor no centro da estratégia, entende a demanda e as necessidades dos clientes e, a partir daí, faz uma oferta. “Quando isso acontece, você muda completamente a relação entre clientes e empresas”, diz.

No Brasil, não existe um player que consiga fazer o que a Amazon faz no mundo. Para que essa mudança aconteça, segundo o especialista, é preciso mudar a cultura dos negócios. “Quem consegue fazer isso hoje, no Brasil, de forma natural, são empresas mais jovens, que nasceram com propósito diferente”, afirma.

As empresas tradicionais, por sua vez, ainda resistem a mudanças. Segundo Ferezin, o desafio maior não é tecnologia, mas pessoas. “Antes, havia uma busca por pessoas com alta capacidade operacional, mas agora há uma busca por outro tipo de competência, como de análise de dados. A tecnologia é apenas uma habilitadora para que essa mudança aconteça”, acredita o especialista.

As diversas faces do consumidor

Se antes o consumidor era reconhecido por gênero, localização e idade, agora, com a tecnologia, é possível entender suas necessidades mais particulares. Entender os micromomentos dos consumidores é uma das tendências mais evidentes do varejo global. O consumidor tem diversas demandas, vontades e necessidades ao longo de um dia que precisam ser entendidas pelo setor.

De acordo com Ferezin, são poucas empresas globais que conseguem entender esses micromomentos, ainda mais no Brasil. “Cada cliente em cada momento tem uma expectativa e comportamento diferentes e esse comportamento vai mudar em função do que ele está disposto a fazer”, afirma.

Ou seja, o mesmo cliente que vai para o atacarejo, que tem baixo conforto, e que está em busca de preço, é o mesmo cliente que no final do dia passa em uma loja premium e quer atendimento e experiência. Ao identificar esses micromomentos, o varejo consegue identificar se a procura é por experiências, preços, serviços.

“A mudança que precisa ser feita não é uma mudança apenas do varejo, mas uma mudança olhando para a cadeia como um todo, porque cada vez mais o varejo começa a desenvolver produtos exclusivos e isso impacta a indústria”, afirma Ferezin. “A leitura que eu tenho é que o varejo já tem um novo papel na cadeia, mas isso é só um pedaço do que deve ser o novo o papel do varejo – ele é muito mais um viabilizador”, conclui.

Fonte: Portal No Varejo

Página /