dezembro 2019 | FH Brasil

AWS: conquiste clientes com recursos específicos para o varejo


Postado em 19/12/2019 por asilveira
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O setor varejista continua passando por uma transformação com a era digital. As opções de compra via loja on-line, loja física ou dispositivo móvel cresceram e os clientes, agora bem informados, estão mais exigentes e querem acesso a uma variedade de produtos e uma experiência atendimento única.

Com isso, cresceu a procura por serviços cloud, como os da AWS (Amazon Web Services) que, além de reduzir custos com manutenção de hardware e servidor, oferecem também plataforma inteligente, ágil e responsiva para melhorar ou até mesmo aumentar o volume de vendas.

Algumas possibilidades da AWS para o setor varejista.

Recursos adicionais de TI em apenas um clique. 

O tempo necessário para disponibilizar recursos adicionais aos desenvolvedores é reduzido de semanas para minutos e a um custo significantemente mais baixo.

Crie uma rota de venda

Tenha acesso ao histórico dos clientes. Use as soluções de armazenamento de dados para melhorar a experiência do usuário e criar fluxos de compra integrados, independentemente do canal de venda.

Inove! tire a ideia do papel

Tem uma ideia promissora?  O ambiente em nuvem permite maior agilidade e escalabilidade na execução de testes. Responda rapidamente a novos insights, crie sites, aplicativos móveis e campanhas digitais de maneira rápida e econômica, avaliar seu impacto e corrigir o problema em tempo real.

Seja híbrido

A arquitetura híbrida da AWS permite integrar recursos locais com nuvem. Sistemas e aplicativos podem ser migrados de forma planejada enquanto novos projetos podem ser hospedados na nuvem, tudo isso com um alto nível de segurança.

Converta dados em vendas

Use os pipelines analíticos escalonáveis da AWS para analisar rapidamente grandes volumes de dados de clientes ou transações e transforme-os em insights acionáveis.

 

Soluções assim impulsionam grandes negócios, melhorando a gestão dos processos para aumentar a produtividade da empresa como um todo. Quer saber mais sobre como os recursos AWS podem ajudar sua empresa com soluções inovadoras? Entre em contato com nossos especialistas.

 


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As 10 tendências estratégicas de tecnologia para 2020


Postado em 17/12/2019 por abarcelos
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As festas de final de ano já passaram e os olhos do mercado já se voltam para as tendências que ditarão o ambiente tecnológico de 2020. Por isso, o Gartner, empresa líder mundial em pesquisas e consultoria, divulgou o seu relatório com as 10 principais tendências estratégicas de tecnologia para este ano.

A consultoria utilizou como critério para sua lista, tendências que têm um impacto profundo nas pessoas, chamadas de “people-centric” e nos espaços que elas habitam, chamadas de “smart spaces” e que têm o potencial de criar oportunidades e gerar disrupções significativas em um prazo médio de 5 anos.

1. Hiperautomação

A automação usa a tecnologia para automatizar tarefas que antes eram feitas por humanos, já a hiperautomação lida com a aplicação de tecnologias avançadas, incluindo inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (ML), para combinar e automatizar cada vez mais os processos.

Como nenhuma ferramenta isolada pode substituir humanos, a hiperautomação envolve uma combinação de ferramentas, incluindo automação de processo robótico (RPA), software de gerenciamento inteligente de negócios (iBPMS) e IA, com o objetivo de tomar decisões cada vez mais orientadas pela inteligência artificial.

2. Multiexperiência

No futuro, essa tendência se tornará o que é chamado de experiência ambiental, mas atualmente a multiexperiência se concentra em experiências imersivas que usam realidade aumentada (AR), virtual (VR), realidade mista, interfaces multicanais e tecnologias multissensoriais. A combinação dessas tecnologias pode ser usada para uma simples demonstração de realidade aumentada, ou para uma experiência totalmente imersiva de realidade virtual.

3. Democratização da Tecnologia

Democratização da tecnologia significa proporcionar às pessoas acesso fácil a conhecimentos técnicos ou de negócios sem a necessidade de treinamentos extensivo e caros. A expectativa é que essa democratização se concentre em quatro áreas principais: desenvolvimento de aplicativos, dados e análises, design e conhecimento.

A democratização permitiria que os desenvolvedores gerassem modelos de dados sem ter as habilidades de um cientista de dados. Em vez disso, eles confiariam no desenvolvimento orientado pela IA para gerar código e automatizar os testes.

4. Aprimoramento Humano

Aprimoramento humano é o uso da tecnologia para aprimorar as experiências cognitivas e físicas de uma pessoa.

Através de implantes ou dispositivos vestíveis é possível o aprimoramento físico, uma vez que eles monitoram e até ajudam a melhorar o desempenho dos usuários em determinadas atividades.

O aprimoramento cognitivo melhora a capacidade do ser humano de pensar e tomar melhores decisões, por exemplo, explorando informações e aplicativos para melhorar o aprendizado ou obter novas experiências. O aumento cognitivo também inclui algumas tecnologias na categoria de melhoramento cerebral, pois são implantes físicos que lidam com o raciocínio cognitivo.

O Gartner, porém, alerta que essa tendência vai de encontro a uma série de implicações culturais e éticas. Por exemplo, o uso de tecnologias CRISPR para melhoramento de genes tem significativas implicações éticas.

5. Transparência e Rastreabilidade

A evolução da tecnologia tem criado uma crise de confiança à medida que os consumidores se tornam mais conscientes de como seus dados estão sendo coletados e usados, as organizações também têm que reconhecer sua crescente responsabilidade de armazenar e coletar dados.

Essa tendência requer um foco em seis elementos-chave de confiança: ética, integridade, abertura, responsabilidade, competência e consistência.

Legislações, como o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia, e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), no Brasil, estão sendo promulgadas em todo o mundo, impulsionando a evolução e estabelecendo as regras básicas para as organizações.

6. Edge Computing

Entre as tendências também aparece a Computação de Borda, uma tecnologia que permite que dispositivos façam processamentos descentralizados e análises avançadas, e que possibilitou, por exemplo, o desenvolvimento de tecnologias de computação móvel e de Internet das Coisas e que será a base para a criação de smart spaces.

7. Nuvens Distribuídas

Nuvens distribuídas referem-se à distribuição de serviços de nuvem pública para locais fora dos datacenters físicos do provedor de nuvem, mas que ainda são controlados pelo provedor. Na nuvem distribuída, o provedor de nuvem é responsável por todos os aspectos da arquitetura, entrega, operações, governança e atualizações de serviços em nuvem. A evolução da nuvem pública centralizada para a nuvem pública distribuída inaugura uma nova era da computação em nuvem.

A nuvem distribuída permite que os data centers sejam localizados em qualquer lugar. Isso resolve problemas técnicos, como latência, e também desafios regulatórios, como soberania de dados. Ele também oferece os benefícios de um serviço de nuvem pública juntamente com os benefícios de uma nuvem local privada.

8. Coisas autônomas

São dispositivos que usam inteligência artificial para desempenhar funções que, antes, precisavam ser realizadas por seres humanos. Os mais conhecidos atualmente são robôs, drones e carros, mas a tendência é que essa variedade de aparelhos aumente.

Essa tecnologia opera em um espectro de inteligência que varia de semiautônomo a totalmente autônomo e em uma variedade de ambientes. No entanto, coisas autônomas não podem substituir o cérebro humano e operam com maior mais eficiência quando tem um objetivo precisamente bem definido.

9.Blockchain prático

A blockchain, que já está aparecendo em projetos experimentais e de pequeno alcance, será totalmente escalável, segundo o Gartner, até 2023. No futuro, a verdadeira blockchain ou “blockchain completa” terá o potencial de transformar indústrias e, eventualmente, a economia, à medida que tecnologias complementares como AI e IoT começarem a se integrar.

Isso expande o acesso à blockchain para máquinas, que poderão negociar uma variedade de ativos – de dinheiro a imóveis. Por exemplo, um carro poderia negociar os preços de seguro diretamente com a companhia de seguros com base nos dados coletados por seus sensores.

10. Segurança da Inteligência Artificial

As tendências de hiperautomação e coisas autônomas oferecem um alto poder de transformação para o mundo dos negócios, porém, criam vulnerabilidades de segurança e novos pontos de ataque em potencial. Por isso, os profissionais devem se concentrar em aprimorar a segurança e preparados para prevenir ataques.

A segurança da IA tem três perspectivas principais:

  1. Proteger os sistemas baseados em AI: Proteger os dados de treinamento da AI, pipelines de treinamento e modelos de machine learning
  2. Utilizar AI para aprimorar a segurança: Utilizar machine learning para identificar padrões, descobrir ataques e automatizar etapas do processo de segurança.
  3. Antecipar o uso mal-intencionado da AI por invasores: Identificar os ataques e se defender deles.

Em resumo as tendências são de muita tecnologia e disrupção.

Como pudemos ver no relatório do Gartner, o ano que vem promete tecnologia avançada em inúmeros aspectos da vida e dos negócios, indo de multiexperiências a segurança de dados e de AI, de melhoramento humano a evolução das coisas autônomas e que têm alto potencial de disrupção e transformação de muitos processos e modelos de negócios.

Que o futuro é cada vez mais digital, integrado e focado em segurança e experiencias não podemos negar, mas também traz a discussão de quão aplicável essas tendências são para o seu modelo de negócio, então, fala pra gente, sua empresa já está se preparando para seguir alguma dessas tendências?

Um país ávido por reforma tributária.


Postado em 04/12/2019 por asilveira
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O especialista tributário da FH, Johney Laudelino da Silva, fala com exclusividade para o Portal Estadão, sobre um tema que ganhou grande importância nos últimos dias no congresso brasileiro, a reforma tributária. No artigo, Johney faz um panorama geral de como as políticas governamentais, em relação aos tributos, desestimulam a produção no país. Confira o texto na íntegra!

Você já parou para pensar que aqui no Brasil todas as pessoas – físicas e  jurídicas – moram em três lugares? Não existe “morar no Brasil” para fins tributários. Então, deveria ser proibido falar em reforma tributária, sem antes levar em consideração dados estatísticos que trazem à tona a demanda da sociedade, dos empresários e dos investidores que pensam em se instalar em algum estado brasileiro.

Uma prova cabal dessa teia tributária é que, segundo estudos divulgados pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), desde a Constituição Federal de 1988 foram editadas e publicadas no Brasil mais de 300 mil normas tributárias em âmbito federal, estadual e municipal.

Nesse período, entre tantas contribuições, taxas e impostos criados, podemos citar como exemplo a CIDE, a CPMF, a Cofins, a CSLL, além das tributações sobre as importações (COFINS Importação, PIS Importação e Imposto de Importação), entre outras. Porém, mesmo com todas essas contribuições e impostos, um fato é que o Brasil é um dos países que menos transforma tributos em benefícios para o contribuinte.

O país tem educação gratuita, mas a qualidade deixa a desejar. O sistema de saúde não promove a prevenção necessária e contabiliza mortos nas filas de espera. A maior parte da tributação incide sobre consumo e salário (dois terços). Como comparação, nos países desenvolvidos a relação é de apenas um terço. Para piorar, a tributação sobre o consumo incide da mesma forma para ricos e para os menos favorecidos. Não se leva em conta a proporcionalidade da renda.

As políticas governamentais desestimulam a produção e fomentam a desigualdade, pois a carga tributária é do tamanho das despesas da máquina pública, já que foram definidas assim, como altíssimas. E nessa esteira tributária, as empresas sofrem muito para se manter no jogo, uma vez que podem chegar a cumprir o número absurdo de aproximadamente 4 mil normas tributárias, caso façam negócios em todos os estados brasileiros e o Distrito Federal.

Por conta disso, os gastos dos empresários são elevados para manter equipamentos de ponta, colaboradores capacitados e softwares tributários flexíveis a todo o cenário brasileiro.

Contudo, mesmo diante de números alarmantes e desanimadores, o Brasil tem espaço para crescer e se desenvolver, desde que os geradores de emprego e renda estejam atentos à movimentação política-econômica, tendo a percepção das reais necessidades de mercado e oferecendo serviços e softwares robustos para enfrentar as dificuldades tributárias de um país ávido por reforma tributária.

Somente o tempo dirá se essa reforma acontecerá ou não e como ela será. Mas para as empresas modernas, consolidadas no mercado brasileiro de softwares e com especialistas em diversas áreas, em especial em planejamento tributário, há uma grande expectativa de crescimento e desenvolvimento por conta das oportunidades oriundas das muitas lacunas e necessidades deixadas pela legislação tributária do Brasil.

*Johney Laudelino da Silva é especialista em gestão tributária da FH.

 

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