abarcelos, Author at FH Brasil

As 10 tendências estratégicas de tecnologia para 2020


Postado em 17/12/2019 por abarcelos
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As festas de final de ano já passaram e os olhos do mercado já se voltam para as tendências que ditarão o ambiente tecnológico de 2020. Por isso, o Gartner, empresa líder mundial em pesquisas e consultoria, divulgou o seu relatório com as 10 principais tendências estratégicas de tecnologia para este ano.

A consultoria utilizou como critério para sua lista, tendências que têm um impacto profundo nas pessoas, chamadas de “people-centric” e nos espaços que elas habitam, chamadas de “smart spaces” e que têm o potencial de criar oportunidades e gerar disrupções significativas em um prazo médio de 5 anos.

1. Hiperautomação

A automação usa a tecnologia para automatizar tarefas que antes eram feitas por humanos, já a hiperautomação lida com a aplicação de tecnologias avançadas, incluindo inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (ML), para combinar e automatizar cada vez mais os processos.

Como nenhuma ferramenta isolada pode substituir humanos, a hiperautomação envolve uma combinação de ferramentas, incluindo automação de processo robótico (RPA), software de gerenciamento inteligente de negócios (iBPMS) e IA, com o objetivo de tomar decisões cada vez mais orientadas pela inteligência artificial.

2. Multiexperiência

No futuro, essa tendência se tornará o que é chamado de experiência ambiental, mas atualmente a multiexperiência se concentra em experiências imersivas que usam realidade aumentada (AR), virtual (VR), realidade mista, interfaces multicanais e tecnologias multissensoriais. A combinação dessas tecnologias pode ser usada para uma simples demonstração de realidade aumentada, ou para uma experiência totalmente imersiva de realidade virtual.

3. Democratização da Tecnologia

Democratização da tecnologia significa proporcionar às pessoas acesso fácil a conhecimentos técnicos ou de negócios sem a necessidade de treinamentos extensivo e caros. A expectativa é que essa democratização se concentre em quatro áreas principais: desenvolvimento de aplicativos, dados e análises, design e conhecimento.

A democratização permitiria que os desenvolvedores gerassem modelos de dados sem ter as habilidades de um cientista de dados. Em vez disso, eles confiariam no desenvolvimento orientado pela IA para gerar código e automatizar os testes.

4. Aprimoramento Humano

Aprimoramento humano é o uso da tecnologia para aprimorar as experiências cognitivas e físicas de uma pessoa.

Através de implantes ou dispositivos vestíveis é possível o aprimoramento físico, uma vez que eles monitoram e até ajudam a melhorar o desempenho dos usuários em determinadas atividades.

O aprimoramento cognitivo melhora a capacidade do ser humano de pensar e tomar melhores decisões, por exemplo, explorando informações e aplicativos para melhorar o aprendizado ou obter novas experiências. O aumento cognitivo também inclui algumas tecnologias na categoria de melhoramento cerebral, pois são implantes físicos que lidam com o raciocínio cognitivo.

O Gartner, porém, alerta que essa tendência vai de encontro a uma série de implicações culturais e éticas. Por exemplo, o uso de tecnologias CRISPR para melhoramento de genes tem significativas implicações éticas.

5. Transparência e Rastreabilidade

A evolução da tecnologia tem criado uma crise de confiança à medida que os consumidores se tornam mais conscientes de como seus dados estão sendo coletados e usados, as organizações também têm que reconhecer sua crescente responsabilidade de armazenar e coletar dados.

Essa tendência requer um foco em seis elementos-chave de confiança: ética, integridade, abertura, responsabilidade, competência e consistência.

Legislações, como o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia, e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), no Brasil, estão sendo promulgadas em todo o mundo, impulsionando a evolução e estabelecendo as regras básicas para as organizações.

6. Edge Computing

Entre as tendências também aparece a Computação de Borda, uma tecnologia que permite que dispositivos façam processamentos descentralizados e análises avançadas, e que possibilitou, por exemplo, o desenvolvimento de tecnologias de computação móvel e de Internet das Coisas e que será a base para a criação de smart spaces.

7. Nuvens Distribuídas

Nuvens distribuídas referem-se à distribuição de serviços de nuvem pública para locais fora dos datacenters físicos do provedor de nuvem, mas que ainda são controlados pelo provedor. Na nuvem distribuída, o provedor de nuvem é responsável por todos os aspectos da arquitetura, entrega, operações, governança e atualizações de serviços em nuvem. A evolução da nuvem pública centralizada para a nuvem pública distribuída inaugura uma nova era da computação em nuvem.

A nuvem distribuída permite que os data centers sejam localizados em qualquer lugar. Isso resolve problemas técnicos, como latência, e também desafios regulatórios, como soberania de dados. Ele também oferece os benefícios de um serviço de nuvem pública juntamente com os benefícios de uma nuvem local privada.

8. Coisas autônomas

São dispositivos que usam inteligência artificial para desempenhar funções que, antes, precisavam ser realizadas por seres humanos. Os mais conhecidos atualmente são robôs, drones e carros, mas a tendência é que essa variedade de aparelhos aumente.

Essa tecnologia opera em um espectro de inteligência que varia de semiautônomo a totalmente autônomo e em uma variedade de ambientes. No entanto, coisas autônomas não podem substituir o cérebro humano e operam com maior mais eficiência quando tem um objetivo precisamente bem definido.

9.Blockchain prático

A blockchain, que já está aparecendo em projetos experimentais e de pequeno alcance, será totalmente escalável, segundo o Gartner, até 2023. No futuro, a verdadeira blockchain ou “blockchain completa” terá o potencial de transformar indústrias e, eventualmente, a economia, à medida que tecnologias complementares como AI e IoT começarem a se integrar.

Isso expande o acesso à blockchain para máquinas, que poderão negociar uma variedade de ativos – de dinheiro a imóveis. Por exemplo, um carro poderia negociar os preços de seguro diretamente com a companhia de seguros com base nos dados coletados por seus sensores.

10. Segurança da Inteligência Artificial

As tendências de hiperautomação e coisas autônomas oferecem um alto poder de transformação para o mundo dos negócios, porém, criam vulnerabilidades de segurança e novos pontos de ataque em potencial. Por isso, os profissionais devem se concentrar em aprimorar a segurança e preparados para prevenir ataques.

A segurança da IA tem três perspectivas principais:

  1. Proteger os sistemas baseados em AI: Proteger os dados de treinamento da AI, pipelines de treinamento e modelos de machine learning
  2. Utilizar AI para aprimorar a segurança: Utilizar machine learning para identificar padrões, descobrir ataques e automatizar etapas do processo de segurança.
  3. Antecipar o uso mal-intencionado da AI por invasores: Identificar os ataques e se defender deles.

Em resumo as tendências são de muita tecnologia e disrupção.

Como pudemos ver no relatório do Gartner, o ano que vem promete tecnologia avançada em inúmeros aspectos da vida e dos negócios, indo de multiexperiências a segurança de dados e de AI, de melhoramento humano a evolução das coisas autônomas e que têm alto potencial de disrupção e transformação de muitos processos e modelos de negócios.

Que o futuro é cada vez mais digital, integrado e focado em segurança e experiencias não podemos negar, mas também traz a discussão de quão aplicável essas tendências são para o seu modelo de negócio, então, fala pra gente, sua empresa já está se preparando para seguir alguma dessas tendências?

Martins monta marketplace com tecnologia SAP


Postado em 13/11/2019 por abarcelos
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Projeto foi entregue pela FH e visa ser o maior do gênero no país.

FH é destaque no portal Baguete com a notícia de que a Martins, empresa mineira que está entre as maiores do segmento atacadista-distribuidor do país, criou um marketplace B2B baseado no software SAP Commerce Cloud, da SAP, em um projeto feito com consultoria da FH.

A plataforma Martins.com.br vinha operando em fase de testes desde o ano passado, quando faturou R$ 1 bilhão, com uma oferta de 25 mil itens à venda, desde um parafuso que custa centavos, até uma TV de 80 polegadas, por exemplo.

A meta agora é atrair mais de um milhão de empresas no Brasil, triplicando a base de usuários, o que, na avaliação da Martins, tornará o marketplace o maior do mercado no país em “número de clientes”.

O investimento neste novo negócio, que inclui também cartão próprio, banco, maquininha, seguro e conta digital é da ordem de R$ 15 milhões.

O negócio tradicional da Martins é é abastecer pequenos e médios clientes do varejo alimentar, farmácias e perfumarias, lojas de agro e veterinária, material de construção, telefonia, eletro e informática.

Agora, com o marketplace, quer ampliar a oferta de produtos. A plataforma oferece também itens de outros competidores, por exemplo.

“O Martins já é um marketplace desde que nasceu, quando o conceito sequer existia. O que estamos fazendo é digitalizar o modelo para expandir as possibilidades de atendimento aos clientes, que são o centro do nosso negócio por seis décadas”, afirma Flávio Martins, CEO da Martins.

As empresas do segmento precisam de novas ideias para gerar crescimento.

De acordo com o último levantamento da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores, o setor faturou R$ 261,8 bilhões em 2018, uma alta de 0,8% frente ao ano anterior, ou, tendo em conta a inflação do período, uma queda de 2,95%.

Fundada em 1999, a FH é uma das maiores consultorias SAP do país, com 250 clientes ativos, 700 colaboradores e seis sedes – Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Joinville, Rio de Janeiro e Brasília.

Recentemente, a companhia foi adquirida pela Itelligence, uma consultoria SAP alemã que é parte do grupo japonês NTT Data.

Marluvas adota SAP CX com a FH


Postado em 08/11/2019 por abarcelos
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A FH é destaque no portal Baguete com a notícia de que a Marluvas, companhia líder de mercado do segmento de equipamentos e calçados profissionais, acaba de fechar com a FH um contrato de implementação da plataforma CX (Cloud for Sales, Marketing Cloud e Cloud for Services), da SAP.

Edvar Clemente da Silva, CIO da Marluvas, diz que a busca pela solução foi impulsionada pela necessidade de oferecer um atendimento individualizado e ágil.

“Para isso, é preciso ter um fluxo de trabalho adaptado à realidade dos clientes, se comunicar de diversas formas, por meio de diferentes canais e de modo independente. O CX permitirá essa experiência digital diferenciada e humanizada”, relata.

Com o sistema, a empresa vai criar uma plataforma de pedidos online para integrar os canais de venda.

“Com a plataforma também é possível aumentar o ticket médio e volume de pedidos, auxiliar na recomendação de produtos de clientes, criar campanhas segmentadas, obter inteligência na análise de cenários, ter o processamento dos pedidos em tempo real”, detalha André Reis, executivo de contas da FH.

A expectativa da empresa é oferecer maior agilidade e contar com informações preditivas e acompanhamento online.

“A ideia é possibilitar que a força de vendas seja uma parceira das melhores soluções para o negócio do cliente, além de criar uma interação quase ‘presencial’ para os envolvidos no processo”, diz o CIO da Marluvas.

Com início em outubro, o projeto de implementação deve se estender por seis meses.

A Marluvas tem 11 unidades no Brasil e liderança de mercado entre os consumidores de calçados de segurança. A empresa também fornece luvas em parceria com a empresa americana MCR.

Fundada em 1999, a FH é uma das maiores consultorias SAP do país, com 250 clientes ativos, 700 colaboradores e seis sedes – Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Joinville, Rio de Janeiro e Brasília. 

Recentemente, a companhia foi adquirida pela Itelligence, uma consultoria SAP alemã que é parte do grupo japonês  NTT Data.

Como um ERP Inteligente pode acelerar minha produção?


Postado em 14/10/2019 por abarcelos
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Em um mercado tão dinâmico, com variabilidade da demanda e múltiplos sistemas de instalações distribuídas, dados levantados pela SAP apontam que hoje 17% das empresas possuem equipamentos de armazenagem para gerenciar de forma inteligente os horários e materiais de frota e, até 2020, 10% dos dados do universo digital virão de um sistema integrado.

Ao levar em consideração que o SAP S/4HANA é capaz de otimizar a rotina industrial de imediato com redução de 10% na análise de relatórios de operações, negócios e custos, é importante lembrar que o segmento enfrenta dificuldades semelhantes e que podem ser solucionadas ao aderir a tecnologia cloud mais promissora do mundo SAP: O S/4HANA Cloud.

Plataforma simplificada

Não precisamos ir muito longe para encontrar que a primeira dificuldade em comum é manter a mais alta qualidade, com preços competitivos. Para isso, o S4HANA conta com uma plataforma simplificada que permite a troca de dados em tempo real entre as áreas de vendas, serviços ao cliente e líderes empresariais. Essa ampliação das oportunidades de vendas pode aumentar de 15% a 20%.

Supply Chain com S4HANA

No que diz respeito a cadeia de suprimentos, a implementação do S4HANA é responsável pela redução de 12% na quantidade de dias do inventário, que envolve a diminuição de reabastecimentos e economia de 10% nos custos de logística. Além disso, a produtividade da cadeia de fornecimento pode aumentar em até 15% devido às opções de desconto no pagamento antecipado, que maximizam às ordens de inventários e o acompanhamento das matérias-primas em tempo real.

E onde tudo isso vai chegar?

Para quem almeja aumentar a eficiência operacional em até 60%, o S4HANA é o verdadeiro acelerador no setor de máquinas industriais e equipamentos, pois facilita a gestão das operações e os clientes podem experimentar um serviço de excelência e entrega superior.

Por essas e outras que o SAP S/4HANA implementado pela FH lhe ajudará a conectar a sua indústria com a transformação digital e se destacar no mercado com informações em tempo real. Conte com a nossa parceria!

Um caminho sem volta: papel do vendedor precisa ser adaptado


Postado em 20/08/2019 por abarcelos
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A FH é novamente destaque na mídia com artigo de Sofia Alpendre Baldessar, Marketing and Inside Sales Manager da FH, sobre a necessidade de adaptação do papel dos vendedores no cenário atual do varejo, em que estes profissionais se tornam consultores e são o elo entre o mundo digital e o físico das empresas. O texto foi publicado pelos portais Bem Paraná, Jornal Empresas & Negócios, Empresas S/A, SEGS, Portal Fator Brasil e Áudio&Vídeo. Confira abaixo!

A venda consultiva é cada vez mais comum no varejo. Quem não quer chegar em uma loja e ter um consultor de moda à disposição para ajudar na combinação de cores, nos modelos que mais se adequam ao tipo de corpo, na composição ideal de look? Ou, então, ir até uma loja de materiais de construção e ter alguém que, por meio do multiatendimento, seja pelo site ou pelo próprio celular, oferece mais informações sobre os produtos que mais se encaixam com as necessidades do projeto de sua casa?

A experiência durante a jornada de compras é decisiva para o fechamento da venda. É por isso que o papel do vendedor precisa ser adaptado. Faz parte do dia a dia do consumidor buscar um produto no e-commerce e ir até a loja física para completar a jornada de compras com o auxílio de um profissional capacitado a atendê-lo, ou vice-versa.

A lógica omnichannel não é novidade, mas um fato é certo: oferecer um atendimento personalizado e uma experiência diferenciada é um caminho sem volta para qualquer segmento de mercado. E o que muda para o vendedor? Quais as ferramentas necessárias para atuar dentro desse novo padrão de negociação?

Nesse processo de vendas assistidas, soluções tecnológicas dão suporte completo ao profissional da área. Pelo próprio celular, o atendente acessa o estoque, informações e características dos produtos, quantidade disponível, enfim, passa a ter acesso rápido de toda as lojas da rede. São ganhos para o consumidor e para o vendedor.

A venda assistida omnicanal contribui para o controle de estoque, flexibiliza os fluxos de saída, permite o compartilhamento de oportunidades em todos os canais de vendas, possibilita ofertas personalizadas, determina um melhor fluxo logístico. Entre tantos benefícios, ainda reduz tempo de atendimento. Com isso, é possível atender mais clientes ao mesmo tempo, com mais de um carrinho por pessoa.

Além do suporte tecnológico, nesse processo de adaptação e maturidade no processo de vendas assistidas torna-se essencial um mapeamento do perfil do cliente. É preciso conhecer seu histórico, carrinho de compras e necessidades atuais.

Diante de tudo isso, a função do vendedor irá muito além de uma simples venda, uma vez que esse profissional passará a agregar valor aos produtos e à marca, ao fazer recomendações de produtos e serviços ao cliente de tal forma que a experiência seja completa. Com esse formato de vendas assistidas, o profissional se torna um elo entre as jornadas digital e física, que se completam e trazem um novo sentido às compras.

Advogado da FH escreve artigo sobre as últimas mudanças na LGPD


Postado em 07/08/2019 por abarcelos
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A advogado da FH, Dr. Matheus Marques Borges, fala sobre as transições legislativas referentes à Lei Geral de Proteção de Dados e sobre a ANPD em artigo exclusivo para a Revista Conceito Jurídico, que você confere abaixo:

A antiga Medida Provisória nº 869/2018, instituída ainda em dezembro do ano passado, surgiu com o propósito de alterar o marco regulatório do Brasil sobre proteção de dados, sendo, desde então, veiculado de forma incisiva pela mídia em geral, sobretudo por seu teor possuir grande efeito nas relações entre sujeitos de Direito.

Isso porque a medida (convertida na Lei nº 13.853/2019, sancionada em 8 de julho deste ano) prevê a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados – ANPD, que altera sensivelmente a própria Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/2018). Por uma série de razões, entre elas relativas à autorização de despesas por meio do poder legislativo, a medida não possuía em seu dispositivo original a previsão de constituição da referida autoridade.

Tais modificações aprovadas pela lei foram fundamentais para a aplicabilidade da LGPD, visto que, com a ausência de criação da ANPD a lei estaria sujeita a sérios riscos de se tornar irrealizável, contrariando por consequência um sistema que tem demonstrado eficácia mundial, como por exemplo a GDPR na Europa. Vale ressaltar que, a partir do novo regulamento, a ANPD não está munida unicamente de função consultiva, mas também reguladora e sancionadora das penalidades previstas quanto à violação do tratamento de dados pessoais.

Neste sentido, mesmo que no projeto original a referida autoridade estivesse munida de dependência administrativa e financeira na forma de autarquia, a ANPD foi esculpida em formato de Órgão da Administração Pública Federal, integrante da Presidência da República, composta por Conselho Diretor – órgão máximo de direção –, Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, Corregedoria, Ouvidoria, Órgão de assessoramento jurídico próprio, unidades administrativas e unidades especializadas necessárias à efetivação da lei.

Surgiram críticas da comunidade jurídica brasileira, sobretudo em decorrência do novo formato organizacional, que deu margem à crença de que a ANPD poderia estar vinculada aos interesses do poder público, já que o modelo original autárquico presumia maior autonomia, inclusive em relação à verba para custear o adequado funcionamento como órgão consultor da aplicação da legislação.

A composição multissetorial da ANPD atenua a possibilidade de influência do Poder Executivo sobre as decisões tomadas e demais prosseguimentos da ANPD. No que se refere à regulamentação do tratamento de dados pessoais pelo Poder Público, houve uma clara flexibilização quanto à rigidez obrigacional, evidenciada pelo afastamento do dever do Poder Público de informar à ANPD quando o manejo de dados estiver motivado por razões de segurança pública, pela defesa nacional, ou por razões de atividades de investigação e repressão de infrações penais, proibindo que a totalidade do tratamento de dados seja realizada por empresa de direito privado.

Além disso, segundo a antiga MP 869, era facultativo à ANPD requisitar aos envolvidos no manejo de dados a emissão de relatórios de impacto à proteção de informações pessoais. Contudo, tal faculdade foi revista pela Lei 13.853/2019, e então houve um restabelecimento do texto original da legislação.

Não se limitando a isso, se tornou obrigatório pelo Poder Público o uso compartilhado de informações com a iniciativa privada à comunicação do titular do dado. A ANPD é uma medida extremamente desejável e salutar para a manutenção de um Estado Democrático de Direito.

Outra impactante divergência entre os textos legislativos foi que a MP 869 propôs ainda excetuar a vedação de transferência de dados da Administração Pública a entidades privadas, pela indicação de um Encarregado de Proteção de Dados, o que foi revisto pela Lei nº 13.853/2019, que revogou essa possibilidade.

Entre os benefícios trazidos pela Lei nº 13.853/2019, é válido mencionar a abrangência que cerceia a LGPD, passando de lei federal para lei nacional, de maneira a fazer com que os estados, Distrito Federal e municípios, por possuírem capacidade legislativa residual, fiquem com um estreito espaço para legislar acerca de temas que a LGPD não mencionar.

Outra inovação da Lei nº 13.853/2019 faz alusão às sanções, uma vez que ela flexibilizou as penalidades nos casos de acesso ou vazamentos não autorizados de dados, caso haja conciliação entre o controlador e o titular de dados. Não obstante, na hipótese dessa eventual composição ser infrutífera, o controlador permanece sujeito a sanções elencadas pelo art. 52 da Lei nº 13.709.

Nesse caso, existe a possibilidade de o mesmo arcar com multa de até 2% do faturamento anual (válido para pessoa jurídica de direito privado). O valor pode chegar a R$ 50 milhões por infração. Ainda no que tange às multas, a lei definiu que todos os valores arrecadados serão destinados ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

Não obstante a prorrogação fomentada pela Lei nº 13.853/2019, que alterou de 18 para 24 meses o lapso para entrada em vigor de grande parte dos dispositivos relativos à regulamentação do manejo de tratamento de dados, algumas dessas previsões legislativas, sobretudo aquelas referentes à criação da ANPD, passaram a ter vigência imediata, seguindo exemplo dos sistemas legislativos relacionados ao tema, como a GDPR.

Diante de todo o exposto, a antiga MP 869, além de propor um modelo controverso alusivo à ANPD, ainda realizou pontuais ajustes estratégicos na LGPD que poderiam representar um comprometimento de sua eficácia, se não fosse novamente a atuação do Legislativo, restabelecendo algumas garantias quanto ao sentido do texto original aprovado.

Restam agora a vigilância e a atuação decisiva da sociedade em geral para garantir a atuação imparcial da ANPD, incluindo interesses do Poder Público e da esfera privada, no sentido de assegurar que todas as atribuições designadas à ANPD estejam em pleno vigor, para assim fazer jus aos benefícios galgados pela lei.

Advogado da FH escreve artigo sobre as últimas mudanças na LGPD e ANPD

Como realizar vendas offline inteligentes?


Postado em 23/07/2019 por abarcelos
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A FH é destaque nos portais Bem Paraná, IT Forum 365, Channel 360°,  Revista Varejo Brasil, TI Inside, Jornal Empresas & Negócios, Falando de Varejo e SEGS, com artigo do Director of Business Unit, Sandro Stanczyk, sobre como as equipes de venda em campo das empresas precisam conseguir fechar negócios mesmo quando estão offline!

Os desafios do Gerente de Vendas

Os desafios começam com necessidade de muitas empresas: atender clientes em regiões nas quais a a infraestrutura de telefonia móvel é inexistente ou nem sempre tem a qualidade necessária para suportar as operações e executar as tarefas do dia a dia de vendas, como um envio de pedidos conectados diretamente com o ERP.

Com essa limitação, muitas dúvidas habitam a cabeça dos gestores de vendas, como:

#Como acompanhar as vendas do dia e ter os reports de vendas e visitas atualizados e online?
#Como fazer o vendedor ter uma visão 360° do cliente e oferecer o mix de produtos adequado aos consumidores?
#Como disponibilizar um pacote de benefícios adequado ao perfil do cliente, com descontos, a melhor forma de pagamento, análise de crédito, entre outros?

Então, como lidar com as situações de vendas offline?

Há um sistema ideal para a força de vendas, que pode ser utilizado de maneira offline. Nele, o aplicativo abre, registra as movimentações e, no momento em que uma conexão com a web é identificada, faz a transferência inteligente.

Com a solução Sales Force Automation da FH, a área de vendas ganha mais autonomia, integração e visão 360° do cliente, uma vez que une o SAP Sales Cloud e o módulo offline da FH. Com o software, o vendedor tem acesso às telas do sistema SAP, passa pelas etapas de processo de roteiro e visita, e, por fim, gera o seu pedido de forma offline. Ele pode ser encaminhado ao ERP em nuvem e, em seguida, ao SAP Sales Cloud para as análises finais.

Tudo pode ser feito utilizando o smartphone do vendedor, do roteiro de visitas à lista de produtos e pedidos, incluindo todos os detalhes necessários para a venda, entre outros benefícios. Com a rotina simplificada, o profissional de vendas passa a gerenciar melhor o relacionamento com os clientes e, consequentemente, pode se dedicar a fazer mais negócios.

Benefícios da solução

O fato é que, ao automatizar a força de vendas com uma solução completa, que mapeia e sistematiza todo o processo, a jornada dos representantes comerciais  se torna mais eficiente, o acompanhamento de todo o processo de vendas para os gestores é feito na palma da mão, e os resultados se refletem de forma positiva à empresa e ao consumidor!

 

Venda offline inteligente!

 

Sua força de vendas precisa funcionar offline!

Conversão para um ERP avançado: Valor agregado ao seu negócio!


Postado em 22/07/2019 por abarcelos
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Para entrar de vez na era da Indústria 4.0, as empresas de bens de consumo precisam de um ERP Avançado que possibilite uma mudança tecnológica e cultural que as auxilie a enfrentar desafios como trabalhar com informação em tempo real de inventários e do fluxo de materiais, criar valor em um mundo digital onde o consumidor está no comando, alinhar as estratégias comerciais com as megatendências tecnológicas, além de inovar a experiência do gestor empresarial.

Como a conversão para um ERP avançado pode mudar o seu jeito de fazer negócios?

A partir da conversão, sua empresa contará com um cenário tecnológico e uma forma de fazer negócios totalmente reformulada e melhorada com esse ERP avançado! Vamos a alguns exemplos:

#Modelo de Dados Simplificado
Elimina redundâncias e consolida todas as informações do seu negócio, proporcionando segurança e precisão dos dados.

#SAP Fiori
Nova interface de usuário para uma melhor visualização de dados analíticos e das transações realizadas pela empresa

#Analíticos Diretamente no ERP
Análise e Business Intelligence em tempo real permitindo a tomada de decisões mais rápidas e assertivas.

#Definição dos Processos de Negócio
Processos acelerados e repensados para uma melhor performance, inclusive com ferramentas de gestão de logística e integração com IoT!

#Antecipação ao fim do suporte
Esperar 2025 para contar com todos os benefícios que a conversão pode proporcionar? Nada disso!

Como se preparar para a conversão para se você já tem o SAP ECC?

A fase de preparação conta com o SAP Readiness Check e com o Simplification Item Catalog que vão analisar os requisitos fundamentais, realizar uma simplificação da base histórica de dados, eliminar desenvolvimentos antigos e apresentar os pontos mais relevantes para uma conversão tranquila para um ERP avançado. Essa fase também passa pela escolha da solução fiscal complementar ao SAP TDF, que é um dos pilares para uma conversão bem-sucedida!

Conversão para um ERP avançado: Valor agregado ao seu negócio!

Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?


Postado em 17/07/2019 por abarcelos
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Você nem viu o tempo passar, agosto já está chegando e faltam poucos dias para o Dia dos Pais 2019! Sua estratégia está pronta?

O Dia dos Pais em ascensão

Dados do Google apontam que nos últimos 3 anos, as buscas na internet sobre o Dia dos Pais tiveram um crescimento médio de 19%. Em 2018, as vendas foram as melhores dos últimos 6 anos, e no e-commerce ele só perdeu para o Dia das Mães, considerando as datas sazonais, apesar do faturamento similar: 2.09bi (pais) e 2.11bi (mães).

Quanto o consumidor pretende gastar no Dia dos Pais 2019?

A data promete ser ainda melhor que no ano passado, pois 38% dos consumidores afirmam que vão investir mais no presente neste ano, fazendo com que a projeção do ticket médio atinja R$298!

E já que a tendência é de gastar mais, vamos ver como anda a sintonia entre pais e filhos na hora de dar e receber presentes! As gerações só concordam no início e no fim da lista.

Quando e onde?

Analisando o comportamento de quem compra presentes no Dia dos Pais é possível identificar dois pontos importantes. Um é que quase metade das compras são feitas na véspera ou no próprio Dia dos Pais.

Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?

O outro dado é que, apesar do grande número de pedidos nos e-commerce, cerca de 5,1 milhões, apenas 21% dos consumidores escolhe comprar pela internet. Mas isso é explicado justamente pelo tópico acima. Deixando para comprar os presentes na véspera ou no dia, a grande maioria dos consumidores recorrem a shoppings e lojas de rua para realizar suas compras!

Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?

Potencial de crescimento do Dia dos Pais 2019

Esses dados deixam claro o grande potencial que a data tem para continuar crescendo, tanto em busca, vendas e faturamento!

E para aproveitar todo esse potencial é preciso contar com uma plataforma completa e integrada, que proporcione uma experiência única em todos os pontos de contato, sugira os melhores produtos automaticamente, e possibilite um amplo leque de possibilidades de interação com seu consumidor, gestão de campanhas, tickets de atendimento, integração com redes sociais e muito mais!

Conheça o SAP C/4HANA! A mais poderosa ferramenta de vendas e relacionamento disponível no mercado e que é perfeita para o seu varejo!

A FH possui a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel e é a primeira empresa da América Latina a conquistar todas as certificações SAP C/4HANA!

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Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?

Conheça os mitos mais comuns sobre o consentimento na LGPD!


Postado em 19/06/2019 por abarcelos
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A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) veio para modificar totalmente o panorama do mercado de tratamento de dados pessoais no Brasil. Mas, por ter uma grande abrangência, afetando uma gigantesca parcela das empresas que atuam no país, sugiram muitas dúvidas e alguns mitos sobre a nova legislação. Vamos esclarecer alguns deles!

Consentimento é a hipótese mais importante na LGPD?

Um tema que levanta alguns questionamentos é a priorização das hipóteses previstas em lei para o tratamento de dados pessoais.

A legislação lista os dez princípios que devem ser observados para o tratamento:

# Finalidade;

# Transparência;

# Adequação;

# Prevenção;

# Necessidade

# Segurança;

# Livre acesso;

# Não discriminação;

# Qualidade de dados;

# Responsabilidade e prestação de contas.

A LGPD também traz as dez hipóteses que autorizam o tratamento de dados pessoais, e as que chamam mais atenção são:

# O consentimento;

# O cumprimento de obrigação legal ou regulatória do controlador;

# A execução de contrato ou procedimentos preliminares em que o titular é parte e a pedido deste;

# Os interesses legítimos do controlador ou de terceiros;

# A proteção ao crédito.

É mito! O consentimento é só uma das possibilidades já que não há hierarquia entre as hipóteses. Todas elas legitimam o tratamento de dados pessoais, sem ordem de preferência.

O consentimento é o que a lei descreve como “manifestação livre, informada e inequívoca, pela qual o titular concorda com o tratamento de seus dados pessoais para uma determinada finalidade” e por se tratar de uma autorização do titular, muitos passaram a pensar que ele se sobrepõe às demais hipóteses, o que não é verdade!

Transferência Internacional de Dados na LGPD só com o mesmo nível de segurança e consentimento? 

Outro tema que levanta questionamentos surge por conta da incompreensão de alguns aspectos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais é a transferência internacional de dados, e de que ela somente poderia ser realizada para países que possuam nível de proteção similar ao assegurado pela legislação ou por meio do consentimento do titular.

É mito! Não são somente o nível de proteção e o consentimento! A lei lista nove hipóteses que autorizam a transferência internacional de dados, novamente sem hierarquia. Dentre elas estão o consentimento; a adequação do nível de proteção de dados do país receptor; garantias de cumprimento dos princípios, direitos e regime de proteção da LGPD em cláusulas contratuais, normas corporativas globais ou selos, certificados e códigos de condutas.

Como compreender a Lei Geral de Proteção de Dados e não acreditar nos “mitos”?

É natural que a abrangência da lei, seus efeitos e interpretação causem uma certa confusão já que são muitas exigências, parâmetros e deveres que as empresas têm! Por isso a FH preparou um material especial sobre a LGPD que você pode acessar clicando aqui embaixo!

Conheça os mitos mais comuns sobre o consentimento na Lei Geral de Proteção de Dados

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