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Um caminho sem volta: papel do vendedor precisa ser adaptado


Postado em 20/08/2019 por abarcelos
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A FH é novamente destaque na mídia com artigo de Sofia Alpendre Baldessar, Marketing and Inside Sales Manager da FH, sobre a necessidade de adaptação do papel dos vendedores no cenário atual do varejo, em que estes profissionais se tornam consultores e são o elo entre o mundo digital e o físico das empresas. O texto foi publicado pelos portais Bem Paraná, Jornal Empresas & Negócios, Empresas S/A, SEGS, Portal Fator Brasil e Áudio&Vídeo. Confira abaixo!

A venda consultiva é cada vez mais comum no varejo. Quem não quer chegar em uma loja e ter um consultor de moda à disposição para ajudar na combinação de cores, nos modelos que mais se adequam ao tipo de corpo, na composição ideal de look? Ou, então, ir até uma loja de materiais de construção e ter alguém que, por meio do multiatendimento, seja pelo site ou pelo próprio celular, oferece mais informações sobre os produtos que mais se encaixam com as necessidades do projeto de sua casa?

A experiência durante a jornada de compras é decisiva para o fechamento da venda. É por isso que o papel do vendedor precisa ser adaptado. Faz parte do dia a dia do consumidor buscar um produto no e-commerce e ir até a loja física para completar a jornada de compras com o auxílio de um profissional capacitado a atendê-lo, ou vice-versa.

A lógica omnichannel não é novidade, mas um fato é certo: oferecer um atendimento personalizado e uma experiência diferenciada é um caminho sem volta para qualquer segmento de mercado. E o que muda para o vendedor? Quais as ferramentas necessárias para atuar dentro desse novo padrão de negociação?

Nesse processo de vendas assistidas, soluções tecnológicas dão suporte completo ao profissional da área. Pelo próprio celular, o atendente acessa o estoque, informações e características dos produtos, quantidade disponível, enfim, passa a ter acesso rápido de toda as lojas da rede. São ganhos para o consumidor e para o vendedor.

A venda assistida omnicanal contribui para o controle de estoque, flexibiliza os fluxos de saída, permite o compartilhamento de oportunidades em todos os canais de vendas, possibilita ofertas personalizadas, determina um melhor fluxo logístico. Entre tantos benefícios, ainda reduz tempo de atendimento. Com isso, é possível atender mais clientes ao mesmo tempo, com mais de um carrinho por pessoa.

Além do suporte tecnológico, nesse processo de adaptação e maturidade no processo de vendas assistidas torna-se essencial um mapeamento do perfil do cliente. É preciso conhecer seu histórico, carrinho de compras e necessidades atuais.

Diante de tudo isso, a função do vendedor irá muito além de uma simples venda, uma vez que esse profissional passará a agregar valor aos produtos e à marca, ao fazer recomendações de produtos e serviços ao cliente de tal forma que a experiência seja completa. Com esse formato de vendas assistidas, o profissional se torna um elo entre as jornadas digital e física, que se completam e trazem um novo sentido às compras.


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Postado em Varejo News

Advogado da FH escreve artigo sobre as últimas mudanças na LGPD


Postado em 07/08/2019 por abarcelos
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A advogado da FH, Dr. Matheus Marques Borges, fala sobre as transições legislativas referentes à Lei Geral de Proteção de Dados e sobre a ANPD em artigo exclusivo para a Revista Conceito Jurídico, que você confere abaixo:

A antiga Medida Provisória nº 869/2018, instituída ainda em dezembro do ano passado, surgiu com o propósito de alterar o marco regulatório do Brasil sobre proteção de dados, sendo, desde então, veiculado de forma incisiva pela mídia em geral, sobretudo por seu teor possuir grande efeito nas relações entre sujeitos de Direito.

Isso porque a medida (convertida na Lei nº 13.853/2019, sancionada em 8 de julho deste ano) prevê a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados – ANPD, que altera sensivelmente a própria Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/2018). Por uma série de razões, entre elas relativas à autorização de despesas por meio do poder legislativo, a medida não possuía em seu dispositivo original a previsão de constituição da referida autoridade.

Tais modificações aprovadas pela lei foram fundamentais para a aplicabilidade da LGPD, visto que, com a ausência de criação da ANPD a lei estaria sujeita a sérios riscos de se tornar irrealizável, contrariando por consequência um sistema que tem demonstrado eficácia mundial, como por exemplo a GDPR na Europa. Vale ressaltar que, a partir do novo regulamento, a ANPD não está munida unicamente de função consultiva, mas também reguladora e sancionadora das penalidades previstas quanto à violação do tratamento de dados pessoais.

Neste sentido, mesmo que no projeto original a referida autoridade estivesse munida de dependência administrativa e financeira na forma de autarquia, a ANPD foi esculpida em formato de Órgão da Administração Pública Federal, integrante da Presidência da República, composta por Conselho Diretor – órgão máximo de direção –, Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, Corregedoria, Ouvidoria, Órgão de assessoramento jurídico próprio, unidades administrativas e unidades especializadas necessárias à efetivação da lei.

Surgiram críticas da comunidade jurídica brasileira, sobretudo em decorrência do novo formato organizacional, que deu margem à crença de que a ANPD poderia estar vinculada aos interesses do poder público, já que o modelo original autárquico presumia maior autonomia, inclusive em relação à verba para custear o adequado funcionamento como órgão consultor da aplicação da legislação.

A composição multissetorial da ANPD atenua a possibilidade de influência do Poder Executivo sobre as decisões tomadas e demais prosseguimentos da ANPD. No que se refere à regulamentação do tratamento de dados pessoais pelo Poder Público, houve uma clara flexibilização quanto à rigidez obrigacional, evidenciada pelo afastamento do dever do Poder Público de informar à ANPD quando o manejo de dados estiver motivado por razões de segurança pública, pela defesa nacional, ou por razões de atividades de investigação e repressão de infrações penais, proibindo que a totalidade do tratamento de dados seja realizada por empresa de direito privado.

Além disso, segundo a antiga MP 869, era facultativo à ANPD requisitar aos envolvidos no manejo de dados a emissão de relatórios de impacto à proteção de informações pessoais. Contudo, tal faculdade foi revista pela Lei 13.853/2019, e então houve um restabelecimento do texto original da legislação.

Não se limitando a isso, se tornou obrigatório pelo Poder Público o uso compartilhado de informações com a iniciativa privada à comunicação do titular do dado. A ANPD é uma medida extremamente desejável e salutar para a manutenção de um Estado Democrático de Direito.

Outra impactante divergência entre os textos legislativos foi que a MP 869 propôs ainda excetuar a vedação de transferência de dados da Administração Pública a entidades privadas, pela indicação de um Encarregado de Proteção de Dados, o que foi revisto pela Lei nº 13.853/2019, que revogou essa possibilidade.

Entre os benefícios trazidos pela Lei nº 13.853/2019, é válido mencionar a abrangência que cerceia a LGPD, passando de lei federal para lei nacional, de maneira a fazer com que os estados, Distrito Federal e municípios, por possuírem capacidade legislativa residual, fiquem com um estreito espaço para legislar acerca de temas que a LGPD não mencionar.

Outra inovação da Lei nº 13.853/2019 faz alusão às sanções, uma vez que ela flexibilizou as penalidades nos casos de acesso ou vazamentos não autorizados de dados, caso haja conciliação entre o controlador e o titular de dados. Não obstante, na hipótese dessa eventual composição ser infrutífera, o controlador permanece sujeito a sanções elencadas pelo art. 52 da Lei nº 13.709.

Nesse caso, existe a possibilidade de o mesmo arcar com multa de até 2% do faturamento anual (válido para pessoa jurídica de direito privado). O valor pode chegar a R$ 50 milhões por infração. Ainda no que tange às multas, a lei definiu que todos os valores arrecadados serão destinados ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

Não obstante a prorrogação fomentada pela Lei nº 13.853/2019, que alterou de 18 para 24 meses o lapso para entrada em vigor de grande parte dos dispositivos relativos à regulamentação do manejo de tratamento de dados, algumas dessas previsões legislativas, sobretudo aquelas referentes à criação da ANPD, passaram a ter vigência imediata, seguindo exemplo dos sistemas legislativos relacionados ao tema, como a GDPR.

Diante de todo o exposto, a antiga MP 869, além de propor um modelo controverso alusivo à ANPD, ainda realizou pontuais ajustes estratégicos na LGPD que poderiam representar um comprometimento de sua eficácia, se não fosse novamente a atuação do Legislativo, restabelecendo algumas garantias quanto ao sentido do texto original aprovado.

Restam agora a vigilância e a atuação decisiva da sociedade em geral para garantir a atuação imparcial da ANPD, incluindo interesses do Poder Público e da esfera privada, no sentido de assegurar que todas as atribuições designadas à ANPD estejam em pleno vigor, para assim fazer jus aos benefícios galgados pela lei.

Advogado da FH escreve artigo sobre as últimas mudanças na LGPD e ANPD


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Como realizar vendas offline inteligentes?


Postado em 23/07/2019 por abarcelos
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A FH é destaque nos portais Bem Paraná, IT Forum 365, Channel 360°,  Revista Varejo Brasil, TI Inside, Jornal Empresas & Negócios, Falando de Varejo e SEGS, com artigo do Director of Business Unit, Sandro Stanczyk, sobre como as equipes de venda em campo das empresas precisam conseguir fechar negócios mesmo quando estão offline!

Os desafios do Gerente de Vendas

Os desafios começam com necessidade de muitas empresas: atender clientes em regiões nas quais a a infraestrutura de telefonia móvel é inexistente ou nem sempre tem a qualidade necessária para suportar as operações e executar as tarefas do dia a dia de vendas, como um envio de pedidos conectados diretamente com o ERP.

Com essa limitação, muitas dúvidas habitam a cabeça dos gestores de vendas, como:

#Como acompanhar as vendas do dia e ter os reports de vendas e visitas atualizados e online?
#Como fazer o vendedor ter uma visão 360° do cliente e oferecer o mix de produtos adequado aos consumidores?
#Como disponibilizar um pacote de benefícios adequado ao perfil do cliente, com descontos, a melhor forma de pagamento, análise de crédito, entre outros?

Então, como lidar com as situações de vendas offline?

Há um sistema ideal para a força de vendas, que pode ser utilizado de maneira offline. Nele, o aplicativo abre, registra as movimentações e, no momento em que uma conexão com a web é identificada, faz a transferência inteligente.

Com a solução Sales Force Automation da FH, a área de vendas ganha mais autonomia, integração e visão 360° do cliente, uma vez que une o SAP Sales Cloud e o módulo offline da FH. Com o software, o vendedor tem acesso às telas do sistema SAP, passa pelas etapas de processo de roteiro e visita, e, por fim, gera o seu pedido de forma offline. Ele pode ser encaminhado ao ERP em nuvem e, em seguida, ao SAP Sales Cloud para as análises finais.

Tudo pode ser feito utilizando o smartphone do vendedor, do roteiro de visitas à lista de produtos e pedidos, incluindo todos os detalhes necessários para a venda, entre outros benefícios. Com a rotina simplificada, o profissional de vendas passa a gerenciar melhor o relacionamento com os clientes e, consequentemente, pode se dedicar a fazer mais negócios.

Benefícios da solução

O fato é que, ao automatizar a força de vendas com uma solução completa, que mapeia e sistematiza todo o processo, a jornada dos representantes comerciais  se torna mais eficiente, o acompanhamento de todo o processo de vendas para os gestores é feito na palma da mão, e os resultados se refletem de forma positiva à empresa e ao consumidor!

 

Venda offline inteligente!

 

Sua força de vendas precisa funcionar offline!


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Conversão para um ERP avançado: Valor agregado ao seu negócio!


Postado em 22/07/2019 por abarcelos
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Para entrar de vez na era da Indústria 4.0, as empresas de bens de consumo precisam de um ERP Avançado que possibilite uma mudança tecnológica e cultural que as auxilie a enfrentar desafios como trabalhar com informação em tempo real de inventários e do fluxo de materiais, criar valor em um mundo digital onde o consumidor está no comando, alinhar as estratégias comerciais com as megatendências tecnológicas, além de inovar a experiência do gestor empresarial.

Como a conversão para um ERP avançado pode mudar o seu jeito de fazer negócios?

A partir da conversão, sua empresa contará com um cenário tecnológico e uma forma de fazer negócios totalmente reformulada e melhorada com esse ERP avançado! Vamos a alguns exemplos:

#Modelo de Dados Simplificado
Elimina redundâncias e consolida todas as informações do seu negócio, proporcionando segurança e precisão dos dados.

#SAP Fiori
Nova interface de usuário para uma melhor visualização de dados analíticos e das transações realizadas pela empresa

#Analíticos Diretamente no ERP
Análise e Business Intelligence em tempo real permitindo a tomada de decisões mais rápidas e assertivas.

#Definição dos Processos de Negócio
Processos acelerados e repensados para uma melhor performance, inclusive com ferramentas de gestão de logística e integração com IoT!

#Antecipação ao fim do suporte
Esperar 2025 para contar com todos os benefícios que a conversão pode proporcionar? Nada disso!

Como se preparar para a conversão para se você já tem o SAP ECC?

A fase de preparação conta com o SAP Readiness Check e com o Simplification Item Catalog que vão analisar os requisitos fundamentais, realizar uma simplificação da base histórica de dados, eliminar desenvolvimentos antigos e apresentar os pontos mais relevantes para uma conversão tranquila para um ERP avançado. Essa fase também passa pela escolha da solução fiscal complementar ao SAP TDF, que é um dos pilares para uma conversão bem-sucedida!

Conversão para um ERP avançado: Valor agregado ao seu negócio!

Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?


Postado em 17/07/2019 por abarcelos
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Você nem viu o tempo passar, agosto já está chegando e faltam poucos dias para o Dia dos Pais 2019! Sua estratégia está pronta?

O Dia dos Pais em ascensão

Dados do Google apontam que nos últimos 3 anos, as buscas na internet sobre o Dia dos Pais tiveram um crescimento médio de 19%. Em 2018, as vendas foram as melhores dos últimos 6 anos, e no e-commerce ele só perdeu para o Dia das Mães, considerando as datas sazonais, apesar do faturamento similar: 2.09bi (pais) e 2.11bi (mães).

Quanto o consumidor pretende gastar no Dia dos Pais 2019?

A data promete ser ainda melhor que no ano passado, pois 38% dos consumidores afirmam que vão investir mais no presente neste ano, fazendo com que a projeção do ticket médio atinja R$298!

E já que a tendência é de gastar mais, vamos ver como anda a sintonia entre pais e filhos na hora de dar e receber presentes! As gerações só concordam no início e no fim da lista.

Quando e onde?

Analisando o comportamento de quem compra presentes no Dia dos Pais é possível identificar dois pontos importantes. Um é que quase metade das compras são feitas na véspera ou no próprio Dia dos Pais.

Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?

O outro dado é que, apesar do grande número de pedidos nos e-commerce, cerca de 5,1 milhões, apenas 21% dos consumidores escolhe comprar pela internet. Mas isso é explicado justamente pelo tópico acima. Deixando para comprar os presentes na véspera ou no dia, a grande maioria dos consumidores recorrem a shoppings e lojas de rua para realizar suas compras!

Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?

Potencial de crescimento do Dia dos Pais 2019

Esses dados deixam claro o grande potencial que a data tem para continuar crescendo, tanto em busca, vendas e faturamento!

E para aproveitar todo esse potencial é preciso contar com uma plataforma completa e integrada, que proporcione uma experiência única em todos os pontos de contato, sugira os melhores produtos automaticamente, e possibilite um amplo leque de possibilidades de interação com seu consumidor, gestão de campanhas, tickets de atendimento, integração com redes sociais e muito mais!

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A FH possui a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel e é a primeira empresa da América Latina a conquistar todas as certificações SAP C/4HANA!

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Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?

Conheça os mitos mais comuns sobre o consentimento na LGPD!


Postado em 19/06/2019 por abarcelos
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A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) veio para modificar totalmente o panorama do mercado de tratamento de dados pessoais no Brasil. Mas, por ter uma grande abrangência, afetando uma gigantesca parcela das empresas que atuam no país, sugiram muitas dúvidas e alguns mitos sobre a nova legislação. Vamos esclarecer alguns deles!

Consentimento é a hipótese mais importante na LGPD?

Um tema que levanta alguns questionamentos é a priorização das hipóteses previstas em lei para o tratamento de dados pessoais.

A legislação lista os dez princípios que devem ser observados para o tratamento:

# Finalidade;

# Transparência;

# Adequação;

# Prevenção;

# Necessidade

# Segurança;

# Livre acesso;

# Não discriminação;

# Qualidade de dados;

# Responsabilidade e prestação de contas.

A LGPD também traz as dez hipóteses que autorizam o tratamento de dados pessoais, e as que chamam mais atenção são:

# O consentimento;

# O cumprimento de obrigação legal ou regulatória do controlador;

# A execução de contrato ou procedimentos preliminares em que o titular é parte e a pedido deste;

# Os interesses legítimos do controlador ou de terceiros;

# A proteção ao crédito.

É mito! O consentimento é só uma das possibilidades já que não há hierarquia entre as hipóteses. Todas elas legitimam o tratamento de dados pessoais, sem ordem de preferência.

O consentimento é o que a lei descreve como “manifestação livre, informada e inequívoca, pela qual o titular concorda com o tratamento de seus dados pessoais para uma determinada finalidade” e por se tratar de uma autorização do titular, muitos passaram a pensar que ele se sobrepõe às demais hipóteses, o que não é verdade!

Transferência Internacional de Dados na LGPD só com o mesmo nível de segurança e consentimento? 

Outro tema que levanta questionamentos surge por conta da incompreensão de alguns aspectos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais é a transferência internacional de dados, e de que ela somente poderia ser realizada para países que possuam nível de proteção similar ao assegurado pela legislação ou por meio do consentimento do titular.

É mito! Não são somente o nível de proteção e o consentimento! A lei lista nove hipóteses que autorizam a transferência internacional de dados, novamente sem hierarquia. Dentre elas estão o consentimento; a adequação do nível de proteção de dados do país receptor; garantias de cumprimento dos princípios, direitos e regime de proteção da LGPD em cláusulas contratuais, normas corporativas globais ou selos, certificados e códigos de condutas.

Como compreender a Lei Geral de Proteção de Dados e não acreditar nos “mitos”?

É natural que a abrangência da lei, seus efeitos e interpretação causem uma certa confusão já que são muitas exigências, parâmetros e deveres que as empresas têm! Por isso a FH preparou um material especial sobre a LGPD que você pode acessar clicando aqui embaixo!

Conheça os mitos mais comuns sobre o consentimento na Lei Geral de Proteção de Dados

Diretor da FH comenta como as empresas devem se preparar para a LGPD


Postado em 14/06/2019 por abarcelos
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O Portal Brasil Alemanha News, entrevistou o Director of Business Unit FH, Sandro Stanczyk, sobre como as empresas precisam se preparar para a nova legislação de proteção de dados pessoais brasileira, a LGPD.

A Lei Geral de Proteção de Dados (lei n° 13.709/2018) tem por objetivo proteger os dados pessoais dos brasileiros e regulamentar as atividades que os utilizam. A lei entra em vigor em dezembro de 2020 e as empresas já estão em buscas de soluções tecnológicas que possam auxilia-las a ficar em conformidade com as novas regras, uma vez que a tecnologia vem para auxiliar desde a coleta até a gestão de banco de dados, por meio de plataformas digitais.

Quem deverá se adequar?

Stanczyk afirma que independentemente do porte ou segmento, as empresas deverão se adequar à nova lei de proteção de dados e que com o objetivo de oferecer ao mercado uma ferramenta completa na qual as companhias poderão gerenciar as informações de seus clientes nos canais digitais em compliance com a legislação, a FH criou o FH Data Protect by SAP Customer Data Cloud.

“A partir de 2020, as marcas terão que tratar as informações dos usuários com mais cuidado e transparência. Tudo deverá passar pelo consentimento do consumidor, conforme prevê o artigo 7º da LGPD”

Experiência e relacionamento

O diretor também analisa que as empresas precisam oferecer uma experiência única e personalizada aos clientes, a fim de conectá-los com suas marcas e também que devem construir relacionamentos confiáveis baseados no gerenciamento de consentimento, além de criar uma visão unificada do usuário que seja compartilhada por toda a empresa.

“A segurança no relacionamento com a marca é fundamental durante a jornada de compras. Há pesquisas que comprovam que 2/3 dos consumidores não confiam em passar suas informações pessoais às marcas. E como mudar esse cenário? As empresas precisam colocar seus clientes no centro, eles devem ser prioridade. Quando as marcas criam relacionamentos confiáveis com os consumidores, respeitando o consentimento dos mesmos, as taxas de conversões melhoram e, consequentemente, ocorre a fidelização”

E-commerce deve crescer 17% em vendas no Dia dos Namorados


Postado em 07/06/2019 por abarcelos
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A data mais apaixonada e uma das mais lucrativas do ano se aproxima e o varejo já tem suas projeções de vendas para mais essa data comercial do ano!

Namorados x Casados: Perfis divergentes.

Segundo dados do Google, 57% dos namorados e 49% dos casados pretende presentear namorados(as) ou companheiros(as) nesta data especial, com um ticket médio de R$377 para o primeiro grupo e R$424 para o segundo.

A pesquisa realizada pela gigante das buscas revela que namorados e casados possuem perfis de compra e comportamento completamente distintos, confira:

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Presentes diferentes para pombinhos diferentes

Com perfis de compra diferentes os casados e namorados também divergem nas preferências de produtos para presentear seus amados.

dia dos namorados 2019

Os namorados apostam em presentes mais tradicionais para a data como chocolates e flores, fazem suas pesquisas com mais de um mês a 15 dias de antecedência e 35% destes compram há uma semana da data, para não deixar para a última hora.

Já os casados investem mais em peças do setor de moda, pesquisam com uma semana de antecedência e revelam uma grande diferença do grupo anterior, 27% dos casados compra na véspera e 10% deixam para os 48 minutos do segundo tempo e compram no dia dos namorados.

O e-commerce no dia dos namorados

O digital tem presença relevante nessa data e segundo o Google, 30% dos que namoram e 37% dos casados, realizam a compra pela internet. O que eleva o número de downloads de apps de varejo geral em 7% e de apps de varejo de moda.

A previsão da Compre&Confie é que as vendas do Dia dos Namorados representem R$ 2,3 bilhões no e-commerce. A cifra representa aumento nominal de 8% em relação à data no ano anterior e ao todo, devem ser realizados 6 milhões de compras online, um aumento de 17% em relação ao ano anterior.

Quanto ao ticket médio a empresa estima que as compras devem ser de R$ 389,17 – valor 7,5% menor do que o registrado no mesmo período de 2018. O Google, um pouco mais otimista, projeta que as compras serão de R$418,00.

Seu e-commerce é apaixonante?

Sua empresa se preparou para essa data tão simbólica para os casais e tão importante para o mercado?

Seu negócio precisa contar com uma plataforma completa e integrada, que proporcione uma experiência única em todos os pontos de contato, sugira os melhores produtos automaticamente, e possibilite um amplo leque de possibilidades de interação com seu consumidor, gestão de campanhas, tickets de atendimento, integração com redes sociais e muito mais!

Conheça o SAP C/4HANA! A mais poderosa ferramenta de vendas e relacionamento disponível no mercado e que é perfeita para o seu varejo!

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Converse com a gente, implemente ainda esse ano e tenha um Dia dos Namorados completamente diferente em 2020!

Sua força de vendas precisa funcionar offline!


Postado em 28/05/2019 por abarcelos
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Quem trabalha com vendas ou representação comercial sabe que é parte do dia-a-dia traçar roteiros e planejamentos para atender seus clientes. Mas, surge um grande desafio quando a rota inclui regiões onde o acesso a internet é muito precário ou até inexistente.

Então, como é possível proceder com os pedidos dos clientes, se atualmente a maior parte das vendas são realizadas via sistemas conectados à rede?

Vendendo sem internet

Sua empresa precisa contar com uma ferramenta de automação de vendas offline, ou seja, que suporte a realização de pedidos em situações onde não seja possível se conectar à web.

Dessa forma, toda a força de vendas poderá continuar seu trabalho normalmente, realizando o check-in em visitas, tendo acesso todas as informações dos clientes na palma da mão, bem como como dados, vendas, histórico de pedidos, descontos e benefícios do cliente, atendimentos realizados, controle de faturamentos em aberto, etc.

Aproveitando o acesso à essa visão 360° do cliente é possível, durante o atendimento, ofertar o melhor mix de produtos e oportunidades de acordo com a gestão de estoque do dia e proporcionar a melhor experiência a quem compra!

Reconectado

Assim que o sistema detectar uma conexão confiável de internet, automaticamente, todas as informações que foram inseridas na ferramenta serão sincronizadas ao ERP e refletirão na visão 360° do cliente. Dessa forma, tanto para o vendedor, quanto para o gestor de vendas, a forma de trabalho é transparente e os resultados de vendas mais assertivos, fazendo com que a tomada de decisão seja mais precisa.

Saiba mais!

Clique aqui embaixo e confira todos os benefícios de contar com uma ferramenta de automação de vendas offline! Saiba mais sobre como esse tipo de ferramenta pode revolucionar a forma que os vendedores de campo da sua empresa trabalham em situações onde não contam com conexão de dados!

 

Sua força de vendas precisa funcionar offline!

Bens de consumo: As vantagens de converter para um ERP de alta performance!


Postado em 13/05/2019 por abarcelos
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A indústria 4.0 já é uma realidade, e para embarcar nesse mundo de inovação e acesso a informações em tempo real, é essencial contar com as melhores ferramentas do mercado como um ERP de alta performance!

Os desafios do setor de bens de consumo

Os gestores deste setor enfrentam inúmeros desafios, dentre eles, lidar em tempo real com informações sobre inventários e fluxo de materiais, alinhar as estratégias comerciais com as mega tendências tecnológicas, criar valor em um mundo em que quem está no controle é o consumidor, entre muitos outros.

Para conseguir superar todos esses desafios é preciso contar com ferramentas que possam auxiliar no dia a dia da gestão, facilitar a tomada de decisões, facilitar o planejamento de produção, aumentar a satisfação dos clientes e ter uma visão completa do negócio. Para isso e essencial contar com um ERP de alta performance.

O ERP de alta performance e as vantagens estratégicas para o seu negócio

Com um ERP de última geração e de alta performance você pode alcançar resultados impressionantes, confira alguns exemplos:

#fidelização
Aumente em até 20% a satisfação do cliente, com um sistema que ajuda seus clientes a obter o que querem, quando e onde querem.

#eficiência
Reduza em até 30% os níveis de inventário
, com o planejamento de requisitos de materiais, executado em tempo real, que oferece resultados de planejamento atualizados e completos.

#otimização
O planejamento de produção proporciona visão analítica para um suporte de decisões mais sólido, o que permite maior rapidez na resolução de problemas.

#economia
Reduza em até 15% a perda de receitas devido ao desabastecimento
com um processo que proporciona visibilidade do inventário em tempo real.

#visibilidade
Visão 360 graus
com um sistema que oferece relatórios de análise operacional gerados instantaneamente. Controle online os níveis de estoque de inventário, vendas de produtos, marketing e finanças.

Mas eu já tenho o SAP ECC, preciso converter?

Sim! O SAP S/4HANA possui inúmeras vantagens e como sua empresa já possui o SAP ECC a FH tem uma oferta especial para você!

Simplifique seus processos, tenha agilidade, segurança, foco em resultados e confiabilidade nas informações! Converta para o SAP S/4HANA com quem já ganhou prêmio de melhor projeto no ASUG Impact Awards! A FH oferece pacotes funcionais e adaptáveis a realidade da sua empresa!

 

Conversao S/4HANA - ERP de alta performance

 

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