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A revolução do relacionamento com o cliente: conheça o SAP C/4HANA


Postado em 19/06/2018 por FH
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No começo deste mês, a SAP lançou o SAP C/4HANA seu novo pacote de gerenciamento de relacionamento com o cliente!

Com a alta exigência dos clientes, a necessidade de inovar ao criar um novo pacote de experiência do cliente, dando às empresas a oportunidade de revolucionar seus negócios, é muito clara.

Os novos clientes estão exercendo cada vez mais relações com suas marcas favoritas, ditando as principais tendências e a forma como eles interagem. Não importa se o seu cliente é uma pessoa ou uma empresa, suas expectativas estão mudando o conceito de design do CRM de quarta geração nos seguintes aspectos:

  • Proteção de dados: ninguém quer que seus dados sejam usados sem o seu conhecimento. Esse fator pode ser determinante para conquistar a confiança do consumidor.
  • Tratamento com as pessoas: cada vez mais os clientes querem ser tratados como pessoas e não como oportunidades para ganhar dinheiro. Eles querem um atendimento personalizado, de forma que a empresa consiga antecipar suas necessidades e suas preferências.
  • Responsabilidade com a verdade: se sua empresa prometeu a melhor experiência possível para o cliente, cumpra essa promessa. No fim, o que eles mais querem é ter certeza de que as garantias oferecidas serão cumpridas.

Podemos classificar o CRM de última geração como um sistema de engajamento inteligente e eficaz, que coloca as pessoas no centro de tudo para entregar à ela as melhores experiências.

Conheça o SAP C/4HANA

O SAP C/4HANA é um conjunto integrado que permite que as empresas gerenciem de forma eficaz a experiência dos seus clientes.

Com o SAP Customer Data Cloud, a empresa consegue ter uma visão completa do cliente, na qual todos os dados são consentidos pelos mesmos.

Com a extração da identidade dos clientes a partir desses dados, é possível:

  • Traçar estratégias para campanhas individualizadas;
  • Oferecer experiências omnichannel;
  • Criar relacionamentos personalizados.

O SAP C/4HANA utiliza seu núcleo digital de maneira que só a SAP é capaz de fazer, onde a força de experiência do cliente é definida pela força do núcleo digital.

Com este lançamento, a SAP Hybris se torna a SAP Costumer Experience, consolidando SAP Hybris, CallidusCloud, Gigya e Coresystems sob uma única marca e reforçando o compromisso da SAP de criar experiências confortáveis e diferenciadas para o seu negócio.

Por fim, podemos concluir que o SAP C/4HANA faz parte do propósito da SAP de fornecer processos integrados de ponta, reconhecendo a importância de desenvolver um bom relacionamento com os clientes e contribuindo para o crescimento de seus parceiros.

Fonte: SAP

Publicada Nota Orientativa da EFD-Reinf


Postado em 19/06/2018 por FH
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Publicada Nota Orientativa 01/2018 que trata de arredondamentos de retenções na EFD-Reinf.

Para ter acesso, clique aqui.

Fonte: SPED

Conheça o ECG – Enterprise Cloud GUEPARDO!


Postado em 14/06/2018 por FH
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A transformação digital faz parte do DNA da FH, que, mantendo o seu ideal de busca contínua da excelência na parceria com seus clientes, lança mais uma solução inovadora!

A transformação digital com foco em compliance agora tem nome e sobrenome: ECG – Enterprise Cloud GUEPARDO!

O ECG pode ser definido como um conjunto de funcionalidades, na nuvem, que possibilitará aos clientes – encontrar em um só lugar – a solução para todas as demandas das áreas fiscal e contábil, no que se refere a documentação eletrônica e obrigações com o fisco.

Considerado o mais inovador projeto da FH, o ECG foi idealizado para ser a mais completa API Fiscal do Brasil e, seu conjunto de features está alicerçado em quatro grandes pilares:

  • Dados Mestres;
  • Entrega de Obrigações;
  • Business Intelligence (Analytics);
  • Auditoria.

O Enterprise Cloud GUEPARDO está preparado para atender empresas de qualquer porte ou segmento, nele os clientes pagarão apenas pelo que utilizarem, mantendo o foco na operação. Implementar é rápido e fácil – a FH cuida de todos os detalhes técnicos, disponibilizando farto material de apoio!

Se você se interessou pelo ECG, entre em contato com o time comercial da FH no comercial@fh.com.br e obtenha maiores informações sobre como ter todas as demandas fiscais e tributárias estrategicamente atendidas, na era da transformação digital!

Cultura Digital: muito além da tecnologia


Postado em 13/06/2018 por FH
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De acordo com os mais renomados autores, pensadores e ativistas, ainda não existe um conceito consolidado sobre o que é a Cultura Digital.

Isso possibilita, em muitos casos, que termos como sociedade da informação, cibercultura, revolução digital ou mesmo era digital sejam facilmente encontrados nos mais diversos meios ao redor do mundo.

Mas, se neste momento ainda não se pode afirmar com exatidão o que de fato envolve a cultura digital, podemos ao menos voltar um pouco no tempo e olhar para alguns indícios no mundo corporativo.

Para que você tenha uma ideia, sempre que falamos em cultura, principalmente no cenário corporativo, estamos nos referindo ao conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que norteiam qualquer atividade profissional.

Sendo assim, podemos dizer que a cultura digital tem, em sua essência, mesmo que apenas para o mundo corporativo, a missão de traduzir os anseios e as expectativas de um mercado cada vez mais multicanal e conectado, à atuação de cada colaborador de uma empresa.

Naturalmente, quando falamos disso, precisamos ter em mente que o nível de profundidade que este novo modo de agir influencia a vida e as estratégias de uma organização varia ao ponto de se tornar praticamente exclusivo e personalizado, seja em cada profissional, área, empresa, negócio ou segmento.

Em um dossiê publicado pela revista Telos, Manuel Castells, sociólogo espanhol, define a cultura digital em seis tópicos:

  1. Habilidade para comunicar ou mesclar qualquer produto baseado em uma linguagem comum digital;
  2. Habilidade para comunicar desde o local até o global em tempo real e, vice-versa, para poder diluir o processo de interação;
  3. Existência de múltiplas modalidades de comunicação;
  4. Interconexão de todas as redes digitalizadas de bases de dados ou a realização do sonho do hipertexto de Nelson com o sistema de armazenamento e recuperação de dados, batizado como Xanadú, em 1965;
  5. Capacidade de reconfigurar todas as configurações criando um novo sentido nas diferentes camadas dos processos de comunicação;
  6. Constituição gradual da mente coletiva pelo trabalho em rede, mediante um conjunto de cérebros sem limite algum. Neste ponto, me refiro às conexões entre cérebros em rede e a mente coletiva.

Simples, não acha?

Não. Nada simples.

Por meio desse dossiê, fica claro que a implementação de uma cultura digital une, em sua essência, aspectos que muitas vezes o mundo corporativo contemporâneo considerou que nunca se integrariam, tais como cultura e ciência.

Os reflexos de uma união como essa já podem ser encontrados e estão ao alcance de qualquer pessoa, mesmo que de uma forma ainda considerada disruptiva, por meio de temas como neuroaprendizagem, neurobusiness, neuromarketing, dentre tantos outros.

E o que isso significa?

Estamos de fato testemunhando o surgimento de uma nova era. Uma era na qual não se olha mais para o que quer que seja de forma fragmentada, mas omni, ou seja, no todo.

Se o consumidor é cada vez mais global, se os pontos de venda são cada vez mais estratégicos e se transformam a cada dia mais e mais em pontos de experiência, o mesmo está acontecendo com as pessoas.

Já não se pode mais olhar um profissional e rotulá-lo apenas pelos conhecimentos e habilidades que possui, mas é preciso dar um passo à frente e enxergá-lo com indivíduo.

Isso significa que, nesta nova era, na qual a cultura digital está cada vez mais presente, as pessoas finalmente passam a ser vistas como pessoas e não apenas como meras ferramentas de produtividade, resultados e lucro.

A cultura digital exigirá cada vez mais que haja valor e interesse real pelo indivíduo, seja ele o que produz, o que distribui, o que entrega ou o que compra.

Por esta razão, já podemos sentir que o propósito, até pouco tempo meramente traduzido em missões e valores que em muitos casos serviam de enfeites afixados nas paredes, passe de fato a fazer parte não apenas da estratégia, mas da vida das pessoas.

Lembre-se. O mesmo indivíduo que produz, distribui e vende também é o que compra, o que consome.

De informações a produtos, o que passa a valer nesta nova era, a qual chamamos de Cultura Digital, não é tangível, mas sim sensorial, emocional e disruptivo.

Por tudo isso, ouso dizer que, neste momento, e, possivelmente, no futuro próximo, cada vez mais a melhor tradução para Cultura Digital seja a palavra experiência.

Pense nisso!

Fonte: Portal Mercado & Consumo

SAP aposta em CRM com lançamento do C/4HANA


Postado em 12/06/2018 por FH
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Empresa anunciou plataforma nesta terça-feira, durante abertura de sua conferência anual nos EUA

Em 2017, a receita mundial de software de gerenciamento de relacionamento com o cliente (CRM – customer relationship management) totalizou US$ 39,5 bilhões e superou a dos sistemas de gerenciamento de banco de dados (DBMSs), que registrou US$ 36,8 bilhões. Com isso, CRM set tornou o maior mercado de software, segundo o Gartner.

Para 2018, a estimativa da consultoria é que o mercado de CRM atinja taxa de crescimento de 16%.

É de olho neste mercado que a SAP, líder global em soluções de ERP, está decidindo apostar suas fichas. A companhia anunciou nesta terça-feira (5/6) o SAP C/4HANA, nova oferta de CRM, para bater de frente com grandes concorrentes, como Salesforce, Microsoft e Oracle.

O anúncio foi feito pelo CEO da companhia, Bill McDermott, durante a conferência anual Sapphire Now, realizada nesta semana em Orlando, nos EUA.

O título da apresentação de McDermott já indicava que algo viria: “O próximo passo”.

“Mudamos de uma visão 360 graus da automação de vendas, em que algumas empresas focam, para uma visão 360 graus do cliente de fato. Para um mundo que CRM se conecta a toda cadeia de suprimentos”, destacou o executivo, cutucando a rival Salesforce.

“A SAP foi a última a aceitar o status quo do CRM e agora é a primeira a mudar”, disse McDermott.

Ele disse também que os atuais sistemas de CRM do mercado se resumem a vendas, enquanto o SAP C/4HANA é focado na experiência do cliente.

Aquisições

O SAP C/4 HANA é formado pelas recentes aquisições concluídas dos líderes de mercado Hybris, Gigya e CallidusCloud. A empresa alemã une soluções para suportar todas as funções de front-office, como proteção de dados do consumidor, marketing, comércio, vendas e atendimento ao cliente.

Integração

Com base na reputação da empresa como provedora de soluções de negócios de ponta a ponta, a nova suíte de CRM pretende oferecer integração total com o portfólio de aplicativos de negócios da SAP, liderado por seu conjunto de ERP.

Portfólio

O portfólio SAP C/4HANA inclui: SAP Marketing Cloud, SAP Commerce Cloud, SAP Service Cloud, SAP Customer Data Cloud (incluindo as soluções adquiridas do Gigya) e SAP Sales Cloud (incluindo as soluções CallidusCloud adquiridas). Além disso, o SAP Sales Cloud une a solução SAP Hybris® Revenue Cloud e o SAP Hybris Cloud for Customer (composto pelas soluções SAP Hybris Sales Cloud e SAP Hybris Service Cloud).

Essas soluções em nuvem – anteriormente no mercado sob a marca SAP Hybris – bem como a organização de comércio e envolvimento do cliente da SAP agora estão consolidadas na unidade de negócios SAP Customer Experience para oferecer suporte a uma experiência de marca consistente.

Fonte: Computerworld

 

Publicação da versão 4.0.7 do programa da Escrituração Contábil Fiscal (ECF)


Postado em 11/06/2018 por FH
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Foi publicada a versão 4.0.7 do programa da ECF, com as seguintes alterações:

– Correção do erro que impedia o avanço do estado do arquivo da ECF após a validação.
– Correção de crítica de pendência que compara o ativo e o passivo/patrimônio líquido em escriturações de empresas tributadas pelo Lucro Real.
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Fonte: SPED

ERP Inteligente: facilitador da transformação digital


Postado em 08/06/2018 por FH
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O ERP Inteligente é uma das principais soluções para auxiliar empresas na transformação digital

No passado, o que determinou o crescimento de grandes empresas no Brasil e na América Latina foi a redução de custos e o ganho de eficiência. Já nos dias atuais, o que determina o crescimento de uma organização é a inovação, seja de produtos, de serviços ou no relacionamento com os clientes. A transformação digital pode auxiliar nesse processo.

Estudos da IDC mostram que até 2021 pelo menos 40% do PIB da América Latina estará digitalizado, sendo impulsionado pelo crescimento de cada setor, relacionamentos e ofertas aprimoradas digitalmente.

Porém, no Brasil, menos de um quarto das organizações está em estágios avançados de transformação de seu modelo de negócio. As organizações de médio porte são as que mais enfrentam o desafio de modernização tecnológica. Por isso, para acompanhar e responder as novas demandas do mercado, as empresas devem acelerar suas mudanças internas.

O ERP Inteligente, ou i-ERP, é a ferramenta mais recomendada para ajudar as empresas a entrarem na transformação digital e a continuarem reduzindo custos.

O ERP Inteligente é constituído de suítes de negócios que possuem capacidades de registro e controle de processos administrativos. Uma solução administrada na nuvem, pode fazer uso de inteligência preditiva para automatizar áreas como finanças, recursos humanos, atendimento, suporte, vendas, entre outras. Com isso, a empresa consegue reduzir os custos de operação e manutenção da infraestrutura tecnológica, além de obter informações rapidamente e de forma simples para a tomada de decisões.

A tecnologia de Machine Learning analisa dados em massa e pode auxiliar no planejamento da empresa e no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Por essa e inúmeras outras vantagens a IDC coloca o ERP Inteligente como uma das soluções com maior potencial de investimento na América Latina e no Brasil para os próximos anos.

Independente do porte da empresa, acompanhar a transformação tecnológica se faz necessário para agregar valor e para garantir a prosperidade da organização em meio as exigências do mercado.

Fonte: SAP

Varejo omnichannel: o novo papel do vendedor nas lojas físicas


Postado em 06/06/2018 por FH
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Na realidade digital em que vivemos os consumidores não dependem mais das empresas ou de seus vendedores para iniciar sua jornada de compras, muito menos de estar em uma loja física para isso. Ele a inicia de qualquer lugar, a qualquer hora e através de múltiplos dispositivos, porém muitas vezes vai à loja para poder experimentar, tocar no produto ou realizar comparações. Por isso a importância do novo papel do vendedor da loja física, oferecer o que é chamado de venda assistida.

O novo papel do vendedor

Desta forma, o grande desafio para as empresas no varejo omnichannel é a de transformar os vendedores de suas lojas físicas em consultores, uma vez que os clientes já chegam sabendo o que querem, fazendo com que a função dos vendedores seja a de proporcionar uma experiência completa ao consumidor e agregar valor aos produtos e à marca, sendo capaz de entender as necessidades e recomendar produtos e serviços para o cliente.

Mapeando a jornada e fornecendo as informações

Para que a empresa atinja essa maturidade no processo de vendas é necessário um mapeamento detalhado de todas as etapas da jornada de compra do seu cliente e a disponibilização ao vendedor de todas as informações necessárias para que ele possa identificar quem é o cliente, seu perfil, histórico, seu carrinho ou projeto atuais, necessidades e possíveis recomendações. E, com isso, realizar um atendimento consultivo e personalizado, garantindo a satisfação do cliente.

Venda Assistida

Alguns dos benefícios desse modelo de atendimento conhecido como venda assistida, faz com que o cliente não perca tempo nas filas dos caixas, podendo realizar o pagamento direto com o vendedor, programando a entrega e coleta de produtos digitalmente, escolhendo quais produtos deseja retirar na hora e quais deseja receber em casa, entre outras vantagens. Para a empresa, a vantagem é que seu vendedor atua como o elo entre a jornada digital e a física de seu cliente, sendo cada vez mais um consultor e representante da marca, fechando o ciclo de compra e transformando a experiência do consumidor em valor agregado!

E então, curtiu saber como a modalidade de venda assistida vem transformando o varejo omnichannel?


Para saber mais preencha o formulário abaixo!

 

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Como os Clientes Compram?


Postado em 05/06/2018 por FH
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Experiência, preço, fidelidade. Especialista da KPMG explica a relação entre consumidores e marcas e mostra o que os clientes querem (ou não querem)

Se existe um fato que não é mais contestado pelas marcas é que o consumidor não é mais o mesmo e exige cada vez mais das companhias. Para identificar esses novos anseios e identificar o que leva os consumidores a comprarem, a KPMG realizou um estudo, com consumidores do Reino Unido, durante a Black Friday do ano passado, para entender essas motivações. Compras mobile, orientação pelo preço, visita a lojas físicas antes da efetivação da compra, compras influenciadas pelas redes sociais. Estas foram algumas das conclusões do estudo.

Apesar de ser uma pesquisa orientada pela geografia e pelo tempo, ela mostra que muitos desses comportamentos independem desses dois fatores. Ou seja, o comportamento dos consumidores do Reino Unido durante a Black Friday e a forma como eles se relacionam com as marcas não são tão diferentes do que acontece no Brasil, em linhas gerais, segundo Paulo Ferezin, sócio-diretor e líder de Varejo da KPMG.

É possível, então, entender o que o consumidor quer? “A gente não consegue identificar exatamente o que o consumidor quer, mas ele sabe o que ele não quer”, afirma o especialista. “Ele busca uma boa experiência de compra e exclui da sua lista de preferências aquelas marcas com as quais ele sentiu algum desconforto. Cada consumidor tem suas premissas e as carrega para a relação com as empresas”, afirma Ferezin.

O especialista explica que cada consumidor é mais ou menos resiliente a determinada situação em cada ponto de sua jornada de compra. Não à toa, o varejo global, e mesmo no Brasil, tem investido em tecnologia para entender e desenhar essa jornada. É o que a KPMG chama de negócios direcionados pelo consumidor, ou Customer Centricity. “Nesses negócios, o consumidor é a estratégia”, afirma.

O produto importa?

Entender a cadeia do varejo hoje é entender a relação que o setor tem com os consumidores. “A cadeia como um todo é focada no produto e procura o cliente para empurrar aquele produto, seja por meio de promoções de massa ou ativação no ponto de venda. Contudo, com o advento de players, como é o caso da Amazon, o produto tornou-se indiferente para ele”, explica.

Nesse sentido, o produto não é mais o fim de uma relação de consumo, mas o meio. A Amazon, explica Ferezin, sabe muito bem fazer isso. A empresa, exemplo de negócio que coloca o consumidor no centro da estratégia, entende a demanda e as necessidades dos clientes e, a partir daí, faz uma oferta. “Quando isso acontece, você muda completamente a relação entre clientes e empresas”, diz.

No Brasil, não existe um player que consiga fazer o que a Amazon faz no mundo. Para que essa mudança aconteça, segundo o especialista, é preciso mudar a cultura dos negócios. “Quem consegue fazer isso hoje, no Brasil, de forma natural, são empresas mais jovens, que nasceram com propósito diferente”, afirma.

As empresas tradicionais, por sua vez, ainda resistem a mudanças. Segundo Ferezin, o desafio maior não é tecnologia, mas pessoas. “Antes, havia uma busca por pessoas com alta capacidade operacional, mas agora há uma busca por outro tipo de competência, como de análise de dados. A tecnologia é apenas uma habilitadora para que essa mudança aconteça”, acredita o especialista.

As diversas faces do consumidor

Se antes o consumidor era reconhecido por gênero, localização e idade, agora, com a tecnologia, é possível entender suas necessidades mais particulares. Entender os micromomentos dos consumidores é uma das tendências mais evidentes do varejo global. O consumidor tem diversas demandas, vontades e necessidades ao longo de um dia que precisam ser entendidas pelo setor.

De acordo com Ferezin, são poucas empresas globais que conseguem entender esses micromomentos, ainda mais no Brasil. “Cada cliente em cada momento tem uma expectativa e comportamento diferentes e esse comportamento vai mudar em função do que ele está disposto a fazer”, afirma.

Ou seja, o mesmo cliente que vai para o atacarejo, que tem baixo conforto, e que está em busca de preço, é o mesmo cliente que no final do dia passa em uma loja premium e quer atendimento e experiência. Ao identificar esses micromomentos, o varejo consegue identificar se a procura é por experiências, preços, serviços.

“A mudança que precisa ser feita não é uma mudança apenas do varejo, mas uma mudança olhando para a cadeia como um todo, porque cada vez mais o varejo começa a desenvolver produtos exclusivos e isso impacta a indústria”, afirma Ferezin. “A leitura que eu tenho é que o varejo já tem um novo papel na cadeia, mas isso é só um pedaço do que deve ser o novo o papel do varejo – ele é muito mais um viabilizador”, conclui.

Fonte: Portal No Varejo

Publicação da versão 5.0.2 do programa da ECD


Postado em 04/06/2018 por FH
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Foi publicada a versão 5.0.2 do programa da ECD com as seguintes modificações:

⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
1) Alteração de texto do cabeçalho da DRE

2) Correção de erro na geração de registro de abertura e encerramento do bloco k

3) Ajustes de regras de pendência do bloco K
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Para ter acesso à nova versão, clique aqui.
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Fonte: SPED

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