Famoquímica News Archives | FH Brasil

Publicada Nota de Documentação Evolutiva da EFD-Contribuições


Postado em 23/07/2018 por abarcelos
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Publicada a Nota de Documentação Evolutiva – EFD-Contribuições nº 001/2018 – que trata das alterações nos Blocos M e 1 da EFD-Contribuições.

Para ter acesso, clique aqui.

Fonte: SPED


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Como tornar seu negócio uma Empresa Inteligente


Postado em 18/07/2018 por abarcelos
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A transformação digital originou um novo movimento na computação corporativa, tornando possível o surgimento das Empresas Inteligentes.

A transformação digital trouxe consigo diversas tecnologias inteligentes que moldaram a computação corporativa atual e redefiniram estratégias, fazendo surgir o que chamamos de Empresas Inteligentes. As Empresas Inteligentes têm como premissa a transformação digital e aplicam tecnologias inteligentes orientadas por dados para automatizar seus processos e para tomar decisões mais assertivas com foco nos clientes.

As tecnologias inteligentes estão conduzindo as empresas a uma próxima geração de economia de valor, permitindo que seus funcionários se concentrem em atividades mais importantes, como o sucesso do cliente, planejamento estratégico e inovação. Por isso, separamos algumas tendências que as empresas devem seguir para agregar valor às suas organizações e se tornar Empresas Inteligentes:

Inteligência Artificial e Machine Learning

A IA e o Machine Learning permitem que algoritmos aprendam a partir de dados, alcançando melhores resultados sem que precise haver uma reprogramação. As empresas podem aproveitar esses recursos para eliminar tarefas manuais repetitivas, liberando seus funcionários para a realização de outras atividades. Esse processo pode ocorrer por meio da automatização.

Internet das Coisas (IoT)

A Internet das Coisas possibilita uma mudança significativa na produtividade dos negócios. Com ela é possível conectar diversas informações e objetos em uma mesma rede, fazendo com que o mundo físico e o mundo digital se conectem. As análises em tempo real podem prever necessidades de manutenção, assim como identificar potenciais problemas nos processos antes que os mesmos aconteçam.

Análise avançada

Por meio da integração de recursos analíticos avançados em aplicativos, os usuários conseguem analisar dados em tempo real, impulsionando sua tomada de decisão, além de poder simular os impactos de cada estratégia no negócio. Esse tipo de análise permite a antecipação das necessidades dos clientes, colaborando para a promoção de melhores experiências.

Práticas Seguintes

As Práticas Seguintes são um conjunto de etapas que ajudam uma empresa a inovar mais rápido do que a concorrência. Essas práticas são definidas por um conjunto de recursos e resultados, que são possíveis graças às tecnologias inteligentes da próxima geração. Com isso, conseguem responder rapidamente às mudanças do mercado e dinamizar os processos para obter os melhores resultados.

A construção de empresas inteligentes vai além da automatização de processos. Ela permite que você capacite seus funcionários e faça mais com menos; é como enxergamos o futuro dos negócios. O futuro do mercado é das Empresas Inteligentes, sua empresa está preparada para se tornar uma delas?

Fonte: SAP


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Versão 1.3.03 do Manual do Desenvolvedor da EFD-Reinf


Postado em 17/07/2018 por abarcelos
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Foi disponibilizada para download, a versão 1.3.03 do manual do desenvolvedor de aplicativos para a EFD-REINF.
Essa nova versão traz algumas melhorias em relação à versão anterior objetivando levar ao desenvolvedor mais facilidades no entendimento das soluções adotadas na aplicação webservice da EFD-Reinf.

Para ter acesso à versão, clique aqui.

Fonte: SPED


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Publicação da versão 4.0.8 do programa da Escrituração Contábil Fiscal (ECF)


Postado em 17/07/2018 por abarcelos
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Foi publicada a versão 4.0.8 do programa da ECF, com a correção do erro de recuperação dos dados da Escrituração Contábil Digital (ECD), no caso de imunes/isentas obrigadas a entregar a ECD.

Fonte: SPED


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Nota fiscal eletrônica 4.0: transmissão simplificada e transparente


Postado em 16/07/2018 por abarcelos
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Por Guilherme Mairene

Substituir a forma de emissão de documento fiscal em formulários, automatizar o envio; reduzir custos; simplificar as obrigações acessórias e visualizar em tempo real os processos de transmissão das notas, além de permitir o acompanhamento do Fisco às operações comerciais. Com esse intuito surgiu a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) – que, para fins fiscais, documenta uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação serviços, com validade jurídica assegurada pela assinatura digital do emissor e pela Fazenda.

No formato XML, a nota fiscal eletrônica carrega informações de compra e venda, por meio de um leiaute. Tal documento é enviado pela internet para que a Fazenda valide e autorize as transações. Por meio desse acesso, o órgão consegue cruzar as informações declaradas, realizando uma fiscalização mais efetiva e transparente.

A mudança passa a valer a partir de 2 de agosto deste ano, com isso, as notas no padrão 3.10 deixam de ser validadas pelo governo. A expectativa é que 1,3 milhão de empresas precisem se adequar ao novo leiaute. E como se preparar para fazer a emissão eletrônica da NF? Inicialmente, a organização precisará compreender as mudanças processuais requeridas pela nova versão, em seguida, deverá adquirir uma solução fiscal que faça a emissão da Nota Fiscal Eletrônica 4.0.

O fato é que diante das novas exigências do Fisco, as empresas que vendem produtos (bens e mercadorias) devem ficar atentas em todas as alterações, a começar pelos preenchimentos obrigatórios no novo leiaute, como grupo de controle de lote e meio de pagamento, dentre outras questões.

A nova exigência afetará todos os segmentos industriais que movimentam mercadorias no país. Como exemplo podemos citar o setor farmacêutico, que a partir da nova versão deverá destacar o prazo de validade e o lote dos seus medicamentos no momento da emissão da NF 4.0. Na antiga versão isso não era exigido, no entanto, com a mudança haverá maior controle por parte do Fisco e, consequentemente, mais segurança aos consumidores. As empresas que não se adequarem ao prazo ficarão impossibilitadas de fazer a emissão das notas fiscais, afetando a comercialização de seus produtos.

Outro ponto que merece atenção: há companhias que já se adequaram a nova versão 4.0,  contudo a Receita Federal fez novas atualizações (NT 2016.002 V1.60) que precisam ser seguidas. Neste caso, o prazo é 23 de julho.

Guilherme Mairene é Principal of Technology da FH. Formado em Ciências da Computação pela UniversidaMorumbi (2013).

Fontes: Bem Paraná, Diário Comércio e Indústria, Empresas S/A, Portal Notícias Fiscais


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Acompanhar a velocidade do Fisco não é uma tarefa fácil às empresas


Postado em 11/07/2018 por abarcelos
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Profissionais que atuam na área tributária precisam ter não só conhecimento fiscal, mas também tecnológico. Esse é o perfil que as companhias têm buscado

O volume e a complexidade das obrigações que precisam ser entregues ao Fisco exigem atenção por parte das companhias. A conformidade na entrega evita riscos fiscais e financeiros, especialmente quando se trata de grandes volumes de dados. “Já atendemos casos de empresas que, por fazer a entrega errada, estavam pagando mais impostos do que deveriam”, conta Jean Soares, Tax Manager da FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software.

Com a automatização, a legislação aliou-se à tecnologia, conforme explica Soares, que coordena a área estratégica da FH – Tax Compliance Services. “Com isso, há mais qualidade e segurança nas informações prestadas à Receita Federal”, relata. Neste sentido, exige-se cada vez mais dos profissionais da área tributária conhecimento não só de legislação, mas também de tecnologia. É justamente esse o perfil que a FH está contratando para a área em expansão.

Além de conhecimento tributário, a empresa exige para os cargos disponíveis aptidão para trabalhar com sistemas. Para preencher as vagas, os profissionais devem ter formação em Ciências Contábeis, Administração, Direito ou Ciências da Computação e áreas correlatas. Entre os benefícios estão plano de carreira e capacitação profissional.

Atenção às obrigações exigidas pelo Fisco

Diante de tantos desafios na área tributária, como a entrega da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) no dia 31 de julho de 2018, a preocupação da FH é garantir o cumprimento das rotinas fiscais das organizações, independente do segmento de atuação.

Em relação à ECF, a Receita Federal utiliza mecanismos para realizar cruzamentos internos com outras obrigações acessórias. Para evitar penalidades, o Tax Compliance Services é uma área estratégica que, por meio de ferramentas, alia conhecimento fiscal e tecnológico, apoiando o cumprimento do compliance desta obrigação, desde a geração da escrituração até a auditoria, revisão e retificação.

“Oferecemos o suporte tecnológico e fiscal. A nossa preocupação é proteger o patrimônio dos clientes em relação aos riscos inerentes aos aspectos tributários. Diante disso, reforçamos a importância do compliance na transmissão das obrigações acessórias e oferecemos um serviço que abrange a revisão fiscal dos processos, elaboração das apurações e geração dos arquivos”, esclarece Soares.

Pela Solução Fiscal GUEPARDO, a FH atua no segmento tributário desde 2009. E, agora, com a área de Tax Compliance Services, os clientes poderão usufruir de duas modalidades de atendimento: consultoria tributária e BPO. “No caso de consultoria, as informações entregues ao Fisco são validadas por nossos profissionais. E, por meio dos serviços de BPO, também geramos a obrigação acessória ao cliente”, explica o Tax Manager.

Além dessas vantagens, ao unir tecnologia e expertise tributária, as empresas terão uma melhoria contínua dos processos; redução de custos no corebusiness; redução de encargos trabalhistas; serviço de alta performance; baixo custo e, consequentemente, maior lucro.

Fonte: Portal SEGS, IT Fórum 365Portal AW Informatica


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Publicação da versão 5.0.3 do programa da ECD


Postado em 04/07/2018 por abarcelos
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Foi publicada a versão 5.0.3 do programa da ECD, com melhorias no tempo de validação do arquivo da ECD.

Fonte: SPED


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Publicação de nova versão do PVA da EFD Contribuições


Postado em 29/06/2018 por abarcelos
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Está disponível para download a versão 3.0.1 do PVA da EFD Contribuições.

Clique aqui para baixar.

Fonte: SPED


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Para líderes empresariais, estratégia digital é essencial para a alavancagem de negócios


Postado em 27/06/2018 por abarcelos
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O processo de transformação digital dos negócios tem criado uma espécie de efeito “Tostines” entes os líderes empresariais. Segundo pesquisa global conduzida pela Riverbed, a maioria dos executivos (98%) concordam que otimizar a estratégia digital é essencial para a alavancagem dos negócios, porém esbarram em desafios da era analógica, como restrição orçamentária, a dificuldade de lidar com o legado e a falta de visibilidade do ambiente de TI.

A Pesquisa Global de Desempenho Digital 2018 apontam que esses obstáculos estão impedindo o avanço das estratégias digitais e atrapalhando o desempenho e a experiência do cliente exigidos no mundo digital atual.

Feito com 1.000 tomadores de decisões de empresas com receitas superiores a U$ 500 milhões em nove países, o estudo também descobriu que, enquanto os serviços e aplicativos digitais são críticos para o sucesso dos negócios, 80% dos entrevistados relataram que serviços digitais e aplicações essenciais estão falhando pelo menos algumas vezes por mês.

A necessidade das empresas em fornecer uma experiência digital bem-sucedida para clientes, parceiros e funcionários é bem reconhecida e continua crescendo em importância. Cerca de 91% dos tomadores de decisão de negócios globais concordam que o fornecimento de uma experiência digital bem-sucedida é ainda mais importante para os resultados financeiros da empresa do que há três anos.

Da mesma forma, 99% dos tomadores de decisões de negócios globais acreditam que sua empresa se beneficiaria com a melhoria do desempenho dos serviços digitais e aplicações. E isso é percebido primariamente por meio de:

– Melhor experiência e satisfação do cliente / usuário (53%);

– Maior agilidade do mercado (49%);

– Aumento de receita / vendas e rentabilidade (49%);

– Maior produtividade dos funcionários (49%);

– Menor tempo de colocação no mercado (48%).

No entanto, é amplamente reconhecido que os sistemas com desempenho inadequado hoje são uma limitação fundamental para uma estratégia digital bem-sucedida. De fato, dos 95% dos tomadores de decisão que disseram que enfrentam desafios significativos para alcançar uma estratégia digital mais bem-sucedida, a grande maioria encara múltiplos desafios, incluindo:

– Restrições orçamentárias (51%);

– Infraestrutura de TI legada excessivamente complexa ou rígida (45%);

– Falta de visibilidade total em toda a experiência digital ou do usuário final (40%);

– Falta de pessoal disponível ou devidamente qualificado (39%);

– Falta de adesão da liderança na priorização de iniciativas digitais (37%).

Entre os entrevistados, quase 80% dos que afirmaram que serviços digitais e aplicações essenciais estão falhando pelo menos algumas vezes por mês e impactando a produtividade e a experiência do usuário final, afirmam que enfrentam quase uma em cada quatro falhas várias vezes por semana. Quando serviços digitais críticos falham, cada minuto é importante.

Metade dos entrevistados diz que o tempo máximo aceitável para resolver problemas de desempenho digital é de uma hora, e quase 20% disseram em poucos minutos, reconhecendo que uma falha no serviço digital pode custar milhões de dólares em receitas perdidas e impactar significativamente a fidelidade do cliente e marca reputação.

Os líderes empresariais estão bem conscientes do impacto que essa falha tem em seus negócios. As consequências expressas incluem:

– Perda de vendas e receita (42%);

– Lançamentos atrasados de produtos (41%);

– Perda de clientes (41%);

– Perda de fidelidade à marca (41%);

– Perda de produtividade dos empregados (40%).

Líderes empresariais inteligentes estão procurando dar maior ênfase às ferramentas de gerenciamento e infraestrutura subjacentes aos serviços digitais. De fato, 99% dizem que a visibilidade em toda a experiência digital é fundamental para medi-la e gerenciá-la com sucesso; e 98% dos tomadores de decisão de negócios globais acreditam que uma arquitetura de TI moderna que oferece maior agilidade é importante para melhorar o desempenho digital.

As empresas também dizem que a hora de agir é agora. Ainda mediante a pesquisa, 77% dos tomadores de decisão globais dizem que é fundamental que suas empresas invistam na melhoria da experiência digital para usuários ou clientes nos próximos 12 meses. As principais áreas apontadas para se fazer investimentos nos próximos 12 meses incluem:

– Modernização de redes e infraestrutura para maior agilidade (60%);

– Capacidade de monitorar e gerenciar melhor a experiência digital do usuário final (59%);

– Melhorar as capacidades do service desk (59%);

– Acelerar o desenvolvimento de aplicações (58%).

Um número significativo desses mesmos tomadores de decisão também identificou as soluções em nuvem e as tecnologias emergentes como principais impulsionadoras da experiência digital. Quase todos, 99%, acreditam que os usos de tecnologias de nuvem são importantes para a estratégia digital de suas empresas e os líderes de negócios gostariam que suas empresas investissem em tecnologias emergentes como:

– Análise de dados (60%);

– IoT (59%);

– Tecnologia Blockchain (48%);

– Aprendizado de Máquina (47%);

– Inteligência Artificial (47%);

– Realidade Virtual (36%);

– Redes 5G (21%).

Fonte: TI Inside


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Cadeia de Valor Digital


Postado em 27/06/2018 por abarcelos
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Algo em comum entre todas as cadeias de valor é a interdependência entre os seus participantes. Em um modelo tradicional, de Michael Porter, é possível identificar rapidamente a interdependência entre as atividades primárias, conforme imagem abaixo.

Ao investir em campanhas de marketing para alavancar vendas é necessário preparar estrategicamente a compra de matéria prima para que as operações produzam o produto final, deixando-o disponível para logística de saída para distribuir entre os diversos canais de venda. Para aumentar a retenção de clientes investe-se em serviços pós-venda para garantir suporte técnico e devoluções/trocas.

As tecnologias que se consolidaram nos últimos anos também formam uma cadeia de valor interdependente: a Cadeia de Valor Digital (imagem abaixo). Olhar de forma individual para IoT ou Big Data pode levar a uma visão míope do contexto geral, que é agregar valor aos modelos de negócio existentes e criar novos modelos de negócio. Desafios do varejo como controlar entrada e saída de estoque direto na gôndola, em tempo real, já se tornam diferencial de mercado e não apenas sonho.

A Internet das Coisas (Internet of Things) não é uma novidade, desde a década de 70 máquinas industriais possuem sensores que coletam dados operacionais. O grande diferencial atualmente é que o custo destes sensores caiu consideravelmente, ao ponto de uma pessoa física, como você leitor, adquirir um sensor bluetooth que realiza a leitura de umidade, pressão, temperatura, fluxometria, magnetismo e movimento, por apenas 29 dólares*. Cada um desses sensores pode gerar 13 milhões de informações durante 24 horas de operação.

A consultoria Gartner, especialista em tecnologia, aponta que até 2020 teremos 30 bilhões de IoTs conectados. Desta forma, serão necessários diversos repositórios de dados inteligentes que permitam a administração de forma eficaz. Grandes volumes de dados exigem milhares de correlações para obtenção de insights, o que fica a cargo do Machine Learning (Aprendizado de Máquina), que é o caminho para a Inteligência Artificial. Ao compreender uma situação é imprescindível que se tome uma ação o mais rápido possível e plataformas conversacionais garantirão essa agilidade. Chatbots, robôs com a habilidade de criar diálogos como seres humanos, caso do Google Duplex anunciado recentemente pela Google, têm a capacidade de ligar para estabelecimentos comerciais e agendar um corte de cabelo, por exemplo.

A partir do momento que uma planta industrial possuir sensores suficientes para retratar todas as condições reais, através dos dados em um ambiente virtual, passa a ser possível alimentar modelos digitais tridimensionais com estas informações, criando um Gêmeo Virtual (Digital Twin), que representará tudo que está acontecendo na planta industrial física, em tempo real. Esta tecnologia possibilita que, de forma muito rápida, em um ambiente virtual, técnicos simulem evacuações de emergência, impactos na vida útil de equipamentos devido a mudanças de temperatura ou umidade, sem levantar de sua mesa ou direcionar recursos físicos para tal. O objetivo desta cadeia de valor é oferecer dados estratégicos para tomada de decisão e o propósito é a Inteligência sobre os Dados (Data Intelligence).

À medida que a maturidade desta cadeia de valor aumentar, as possibilidades de tomada de decisão, como desligar um equipamento, ficará a cargo de algoritmos inteligentes executados na própria linha de produção – esses dispositivos são chamados de Edge Computing. Com a evolução do modelo, menos dados serão necessários, reduzindo o tamanho inicialmente planejado do seu Big Data. A tecnologia Cloud atribui elasticidade a toda a cadeia, habilitando a redução ou aumento de processamento e armazenamento a qualquer momento; o efeito disso é a possibilidade de redução de custos e escalabilidade.

Desta forma, é importante ressaltar que decolar um drone para mapear árvores que precisam ser podadas utilizando reconhecimento de imagem não é inovação alguma. Inovação é solucionar problemas de negócio utilizando um grupo de tecnologias como meio, ou seja, definir uma rota para que drones identifiquem, através de algoritmos de Machine Learning, quais árvores necessitam ser podadas. Equipes em campo têm suas rotas de poda otimizadas de acordo com os locais e, ao se deparar com um erro de classificação (uma árvore que não precisa ser podada), o técnico, com seu smartphone, rejeita a indicação, o que fará que o algoritmo seja automaticamente re-treinado para que na próxima decolagem não considere para a poda árvores com as mesmas características.

Ao identificar que houve um rompimento da rede, um chatbot inteligente entra em contato com os clientes afetados comunicando a ação de reparo em andamento. Assim, executivos da empresa poderão monitorar em tempo real a redução de seus indicadores de DEC e FEC, críticos para o setor de energia.

Fonte: SAP


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