SAP C/4HANA (SAP Hybris) | News Archives | FH

FH no SAP Forum 2018


Postado em 30/10/2018 por tklinguelfus
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Sempre alinhada ao que há de mais inovador no mundo tecnológico, a FH participou este ano da 22ª edição do SAP Forum Brasil.

Durante o evento tivemos o prazer de ouvir dos nossos clientes o que eles tem a dizer sobre a FH. Confira os depoimentos de cada um deles, e entenda porque somos o melhor parceiro para seus próximos projetos!

Afinal, inteligência conectada ao negócio é saber aproveitar ao máximo a competitividade estratégica da sua empresa.

Para saber mais, converse com o nosso time em comercial@fh.com.br.


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E-commerce cresce 12,1% no Brasil e fatura R$23,6 bi no 1º semestre de 2018


Postado em 04/09/2018 por abarcelos
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Segundo o 38º Webshoppers, do Ebit/Nielsen apresentado nesta quarta-feira (29), o e-commerce brasileiro cresceu 12,1% no primeiro semestre de 2018 com relação ao mesmo período do ano passado. Esse aumento representa um faturamento de R$ 23,6 bilhões.

Dispositivos móveis

A última edição apontou que 32% das transações do e-commerce foram feitas por dispositivos móveis durante o primeiro semestre deste ano.

Com relação à pesquisa de 2017, houve aumento de 7,4%, o que significa que cada vez mais consumidores se adaptam às facilidades de compra por smartphones. Além disso, a Ebit/Nielsen estima que, até 2020, metade das compras online será feita por um dispositivo móvel.

Segundo Pedro Guasti, consultor de negócios da Ebit/Nielsen, o “m-commerce é impulsionado por categorias de menor ticket médio”.

Participação por categoria

Entre as categorias com maior volume de pedidos, Cosméticos e Perfumaria lidera o share de vendas online, com 15% de participação.

Já Moda e Acessórios, que era a líder tradicional, permanece praticamente estável, com 14,5% do share de vendas do e-commerce.

Segundo o relatório, o crescimento do setor de Cosméticos e Perfumaria no comércio eletrônico se deve, principalmente, ao fortalecimento da presença de grandes fabricantes desse tipo de produto no ambiente online.

“Temos visto um grande investimento da indústria de cosméticos no comércio eletrônico, com forte presença em marketplaces, assim como a ascenção das redes de perfumaria”, afirmou Guasti.

Perfil dos consumidores de e-commerce

O relatório também trouxe dados sobre o perfil dos consumidores e sua relação com o mercado online. A apuração revelou que, no primeiro semestre deste ano, 27,4 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma compra online no Brasil. A alta é de 7,6% com relação ao mesmo período do ano passado. Para a empresa, este dado também está ligado ao crescimento da influência dos smartphones nas decisões de compra dos usuários.

Com relação ao número de pedidos em dispositivos móveis, houve crescimento de 41% entre os períodos comparados, tanto para bens de consumo duráveis como não duráveis.

O proporcional em volume de vendas (tanto para dispositivos móveis como para desktops) é de 8% a mais do que o primeiro semestre de 2017.

Participação por região

A pesquisa aponta ainda que a região Sudeste continua a de maior relevância nas compras do e-commerce, com 61,2% do share de produtos do Brasil, mas que perde aos poucos sua hegemonia para as outras regiões.

De acordo com os dados apurados, o share de produtos cresce fora do eixo Sudeste, com destaque para região Sul, cujo crescimento do comércio eletrônico (24% entre os períodos analisados) acompanha a menor taxa de crescimento do desemprego no país (8% com relação à média de 13% do Brasil).

Gênero e idade

Outro aumento de destaque é com relação a disposição dos gêneros nas compras do semestre. Pela primeira vez, a porcentagem de mulheres ultrapassou a quantidade de consumidores do sexo masculino: 51,5% contra 48,5%, respectivamente.

Para Pedro Guasti, consultor de negócios da Ebit/Nielsen, o crescimento “tem a ver com sortimento e tipo de produtos que mulheres que compram mais do que homens”. As categorias mais procuradas pelo sexo feminino são as de roupas, acessórios, perfumaria, assinatura de livros e alimentos.

De acordo com o levantamento, a faixa etária que mais compra no comércio eletrônico é de 35 a 49 anos. No Brasil, ainda existem grandes dificuldades de comunicação com duas gerações especificamente: os nativos digitais, mais exigentes e menos apegados às marcas, mas com baixo poder aquisitivo (como no caso dos chamados millennials); e das gerações acima de 50 anos, que precisam se adaptar ao ambiente online e sentem mais insegurança em efetuar compras em e-commerces, mesmo que representem uma fatia da população com maior poder aquisitivo.

Ticket médio

Houve retração, no entanto, com relação ao ticket médio gasto pelos consumidores brasileiro: de 7%. Para compensar o número negativo do primeiro semestre, o relatório prevê que 2018 deve fechar com ticket médio com aumento de 4%. As demais previsões para o próximo semestre dependem da situação política e econômica do país nos próximos meses, mas são positivas. O comércio eletrônico deve finalizar o ano com aumento de 12% e o número de pedidos deve crescer até 8%.

Fonte: E-commerce Brasil


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DPaschoal melhora vendas com SAP C/4HANA


Postado em 18/07/2018 por abarcelos
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A FH foi destaque no Portal BaguetePortal SEGS e Decision Report com a implementação do SAP C/4HANA na DPaschoal, rede de serviços para automóveis.

A FH implementou um projeto de vendas assistidas usando tecnologia da SAP, a plataforma SAP C/4HANA. A venda assistida proporciona aos vendedores o acesso ao histórico de manutenção e revisão do veículo atendido, de forma integrada com as lojas físicas, virtuais e os centros de distribuição, de forma que há uma experiência única para o consumidor durante toda a sua jornada de compra, tanto no digital quanto na loja física.

“A empresa tem um perfil de venda consultiva, que começa com o atendimento online, passa pela loja e depois tem o engajamento no pós-venda e manutenção do veículo”, afirma o gerente de TI da DPaschoal, Robledo Castro.

Confira todos os detalhes da implementação e do projeto clicando abaixo! Boa leitura!

Clique aqui e confira a matéria na íntegra!


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A revolução do relacionamento com o cliente: conheça o SAP C/4HANA


Postado em 19/06/2018 por FH
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No começo deste mês, a SAP lançou o SAP C/4HANA seu novo pacote de gerenciamento de relacionamento com o cliente!

Com a alta exigência dos clientes, a necessidade de inovar ao criar um novo pacote de experiência do cliente, dando às empresas a oportunidade de revolucionar seus negócios, é muito clara.

Os novos clientes estão exercendo cada vez mais relações com suas marcas favoritas, ditando as principais tendências e a forma como eles interagem. Não importa se o seu cliente é uma pessoa ou uma empresa, suas expectativas estão mudando o conceito de design do CRM de quarta geração nos seguintes aspectos:

  • Proteção de dados: ninguém quer que seus dados sejam usados sem o seu conhecimento. Esse fator pode ser determinante para conquistar a confiança do consumidor.
  • Tratamento com as pessoas: cada vez mais os clientes querem ser tratados como pessoas e não como oportunidades para ganhar dinheiro. Eles querem um atendimento personalizado, de forma que a empresa consiga antecipar suas necessidades e suas preferências.
  • Responsabilidade com a verdade: se sua empresa prometeu a melhor experiência possível para o cliente, cumpra essa promessa. No fim, o que eles mais querem é ter certeza de que as garantias oferecidas serão cumpridas.

Podemos classificar o CRM de última geração como um sistema de engajamento inteligente e eficaz, que coloca as pessoas no centro de tudo para entregar à ela as melhores experiências.

Conheça o SAP C/4HANA

O SAP C/4HANA é um conjunto integrado que permite que as empresas gerenciem de forma eficaz a experiência dos seus clientes.

Com o SAP Customer Data Cloud, a empresa consegue ter uma visão completa do cliente, na qual todos os dados são consentidos pelos mesmos.

Com a extração da identidade dos clientes a partir desses dados, é possível:

  • Traçar estratégias para campanhas individualizadas;
  • Oferecer experiências omnichannel;
  • Criar relacionamentos personalizados.

O SAP C/4HANA utiliza seu núcleo digital de maneira que só a SAP é capaz de fazer, onde a força de experiência do cliente é definida pela força do núcleo digital.

Com este lançamento, a SAP Hybris se torna a SAP Costumer Experience, consolidando SAP Hybris, CallidusCloud, Gigya e Coresystems sob uma única marca e reforçando o compromisso da SAP de criar experiências confortáveis e diferenciadas para o seu negócio.

Por fim, podemos concluir que o SAP C/4HANA faz parte do propósito da SAP de fornecer processos integrados de ponta, reconhecendo a importância de desenvolver um bom relacionamento com os clientes e contribuindo para o crescimento de seus parceiros.

Fonte: SAP


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SAP aposta em CRM com lançamento do C/4HANA


Postado em 12/06/2018 por FH
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Empresa anunciou plataforma nesta terça-feira, durante abertura de sua conferência anual nos EUA

Em 2017, a receita mundial de software de gerenciamento de relacionamento com o cliente (CRM – customer relationship management) totalizou US$ 39,5 bilhões e superou a dos sistemas de gerenciamento de banco de dados (DBMSs), que registrou US$ 36,8 bilhões. Com isso, CRM set tornou o maior mercado de software, segundo o Gartner.

Para 2018, a estimativa da consultoria é que o mercado de CRM atinja taxa de crescimento de 16%.

É de olho neste mercado que a SAP, líder global em soluções de ERP, está decidindo apostar suas fichas. A companhia anunciou nesta terça-feira (5/6) o SAP C/4HANA, nova oferta de CRM, para bater de frente com grandes concorrentes, como Salesforce, Microsoft e Oracle.

O anúncio foi feito pelo CEO da companhia, Bill McDermott, durante a conferência anual Sapphire Now, realizada nesta semana em Orlando, nos EUA.

O título da apresentação de McDermott já indicava que algo viria: “O próximo passo”.

“Mudamos de uma visão 360 graus da automação de vendas, em que algumas empresas focam, para uma visão 360 graus do cliente de fato. Para um mundo que CRM se conecta a toda cadeia de suprimentos”, destacou o executivo, cutucando a rival Salesforce.

“A SAP foi a última a aceitar o status quo do CRM e agora é a primeira a mudar”, disse McDermott.

Ele disse também que os atuais sistemas de CRM do mercado se resumem a vendas, enquanto o SAP C/4HANA é focado na experiência do cliente.

Aquisições

O SAP C/4 HANA é formado pelas recentes aquisições concluídas dos líderes de mercado Hybris, Gigya e CallidusCloud. A empresa alemã une soluções para suportar todas as funções de front-office, como proteção de dados do consumidor, marketing, comércio, vendas e atendimento ao cliente.

Integração

Com base na reputação da empresa como provedora de soluções de negócios de ponta a ponta, a nova suíte de CRM pretende oferecer integração total com o portfólio de aplicativos de negócios da SAP, liderado por seu conjunto de ERP.

Portfólio

O portfólio SAP C/4HANA inclui: SAP Marketing Cloud, SAP Commerce Cloud, SAP Service Cloud, SAP Customer Data Cloud (incluindo as soluções adquiridas do Gigya) e SAP Sales Cloud (incluindo as soluções CallidusCloud adquiridas). Além disso, o SAP Sales Cloud une a solução SAP Hybris® Revenue Cloud e o SAP Hybris Cloud for Customer (composto pelas soluções SAP Hybris Sales Cloud e SAP Hybris Service Cloud).

Essas soluções em nuvem – anteriormente no mercado sob a marca SAP Hybris – bem como a organização de comércio e envolvimento do cliente da SAP agora estão consolidadas na unidade de negócios SAP Customer Experience para oferecer suporte a uma experiência de marca consistente.

Fonte: Computerworld

 


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Varejo omnichannel: o novo papel do vendedor nas lojas físicas


Postado em 06/06/2018 por FH
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Na realidade digital em que vivemos os consumidores não dependem mais das empresas ou de seus vendedores para iniciar sua jornada de compras, muito menos de estar em uma loja física para isso. Ele a inicia de qualquer lugar, a qualquer hora e através de múltiplos dispositivos, porém muitas vezes vai à loja para poder experimentar, tocar no produto ou realizar comparações.

Desta forma, o grande desafio para as empresas no varejo omnichannel é a de transformar os vendedores de suas lojas físicas em consultores, uma vez que os clientes já chegam sabendo o que querem, fazendo com que a função dos vendedores seja a de proporcionar uma experiência completa ao consumidor e agregar valor aos produtos e à marca, sendo capaz de entender as necessidades e recomendar produtos e serviços para o cliente.

Para que a empresa atinja essa maturidade no processo de vendas é necessário um mapeamento detalhado de todas as etapas da jornada de compra do seu cliente e a disponibilização ao vendedor de todas as informações necessárias para que ele possa identificar quem é o cliente, seu perfil, histórico, seu carrinho ou projeto atuais, necessidades e possíveis recomendações. E, com isso, realizar um atendimento consultivo e personalizado, garantindo a satisfação do cliente.

Alguns dos benefícios desse modelo de atendimento conhecido como venda assistida, faz com que o cliente não perca tempo nas filas dos caixas, podendo realizar o pagamento direto com o vendedor, programando a entrega e coleta de produtos digitalmente, escolhendo quais produtos deseja retirar na hora e quais deseja receber em casa, entre outras vantagens. Para a empresa, a vantagem é que seu vendedor atua como o elo entre a jornada digital e a física de seu cliente, sendo cada vez mais um consultor e representante da marca, fechando o ciclo de compra e transformando a experiência do consumidor em valor agregado!

E então, curtiu saber como a modalidade de venda assistida vem transformando o varejo omnichannel?


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Como os Clientes Compram?


Postado em 05/06/2018 por FH
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Experiência, preço, fidelidade. Especialista da KPMG explica a relação entre consumidores e marcas e mostra o que os clientes querem (ou não querem)

Se existe um fato que não é mais contestado pelas marcas é que o consumidor não é mais o mesmo e exige cada vez mais das companhias. Para identificar esses novos anseios e identificar o que leva os consumidores a comprarem, a KPMG realizou um estudo, com consumidores do Reino Unido, durante a Black Friday do ano passado, para entender essas motivações. Compras mobile, orientação pelo preço, visita a lojas físicas antes da efetivação da compra, compras influenciadas pelas redes sociais. Estas foram algumas das conclusões do estudo.

Apesar de ser uma pesquisa orientada pela geografia e pelo tempo, ela mostra que muitos desses comportamentos independem desses dois fatores. Ou seja, o comportamento dos consumidores do Reino Unido durante a Black Friday e a forma como eles se relacionam com as marcas não são tão diferentes do que acontece no Brasil, em linhas gerais, segundo Paulo Ferezin, sócio-diretor e líder de Varejo da KPMG.

É possível, então, entender o que o consumidor quer? “A gente não consegue identificar exatamente o que o consumidor quer, mas ele sabe o que ele não quer”, afirma o especialista. “Ele busca uma boa experiência de compra e exclui da sua lista de preferências aquelas marcas com as quais ele sentiu algum desconforto. Cada consumidor tem suas premissas e as carrega para a relação com as empresas”, afirma Ferezin.

O especialista explica que cada consumidor é mais ou menos resiliente a determinada situação em cada ponto de sua jornada de compra. Não à toa, o varejo global, e mesmo no Brasil, tem investido em tecnologia para entender e desenhar essa jornada. É o que a KPMG chama de negócios direcionados pelo consumidor, ou Customer Centricity. “Nesses negócios, o consumidor é a estratégia”, afirma.

O produto importa?

Entender a cadeia do varejo hoje é entender a relação que o setor tem com os consumidores. “A cadeia como um todo é focada no produto e procura o cliente para empurrar aquele produto, seja por meio de promoções de massa ou ativação no ponto de venda. Contudo, com o advento de players, como é o caso da Amazon, o produto tornou-se indiferente para ele”, explica.

Nesse sentido, o produto não é mais o fim de uma relação de consumo, mas o meio. A Amazon, explica Ferezin, sabe muito bem fazer isso. A empresa, exemplo de negócio que coloca o consumidor no centro da estratégia, entende a demanda e as necessidades dos clientes e, a partir daí, faz uma oferta. “Quando isso acontece, você muda completamente a relação entre clientes e empresas”, diz.

No Brasil, não existe um player que consiga fazer o que a Amazon faz no mundo. Para que essa mudança aconteça, segundo o especialista, é preciso mudar a cultura dos negócios. “Quem consegue fazer isso hoje, no Brasil, de forma natural, são empresas mais jovens, que nasceram com propósito diferente”, afirma.

As empresas tradicionais, por sua vez, ainda resistem a mudanças. Segundo Ferezin, o desafio maior não é tecnologia, mas pessoas. “Antes, havia uma busca por pessoas com alta capacidade operacional, mas agora há uma busca por outro tipo de competência, como de análise de dados. A tecnologia é apenas uma habilitadora para que essa mudança aconteça”, acredita o especialista.

As diversas faces do consumidor

Se antes o consumidor era reconhecido por gênero, localização e idade, agora, com a tecnologia, é possível entender suas necessidades mais particulares. Entender os micromomentos dos consumidores é uma das tendências mais evidentes do varejo global. O consumidor tem diversas demandas, vontades e necessidades ao longo de um dia que precisam ser entendidas pelo setor.

De acordo com Ferezin, são poucas empresas globais que conseguem entender esses micromomentos, ainda mais no Brasil. “Cada cliente em cada momento tem uma expectativa e comportamento diferentes e esse comportamento vai mudar em função do que ele está disposto a fazer”, afirma.

Ou seja, o mesmo cliente que vai para o atacarejo, que tem baixo conforto, e que está em busca de preço, é o mesmo cliente que no final do dia passa em uma loja premium e quer atendimento e experiência. Ao identificar esses micromomentos, o varejo consegue identificar se a procura é por experiências, preços, serviços.

“A mudança que precisa ser feita não é uma mudança apenas do varejo, mas uma mudança olhando para a cadeia como um todo, porque cada vez mais o varejo começa a desenvolver produtos exclusivos e isso impacta a indústria”, afirma Ferezin. “A leitura que eu tenho é que o varejo já tem um novo papel na cadeia, mas isso é só um pedaço do que deve ser o novo o papel do varejo – ele é muito mais um viabilizador”, conclui.

Fonte: Portal No Varejo


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Como integrar a força de vendas da sua empresa com a transformação digital


Postado em 25/05/2018 por FH
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Neste cenário atual de transformação digital é preciso que seja colocado todo potencial de inteligência digital à disposição da força de vendas. Desta forma, o caminho será mais curto para alcançar o sucesso e o atingimento das metas.

Na operação de vendas, um dos pontos que mais será impactado, por sua grande importância, é o controle dos vendedores. Pois, pode-se aplicar a inteligência digital para aprimorar a roteirização, medir os desempenhos individual e de equipe, o tempo de atendimento e permanência em cada cliente, a mensuração da qualidade do atendimento e maior interação com o backoffice da empresa.

Para gerenciar esses distintos cenários, o ideal é contar com uma plataforma única que seja capaz de entender e atender diferentes perfis de forças de vendas, ao mesmo tempo que integra os demais canais, como portal, televendas, distribuidores, marketplace e outros. O ideal é que esta plataforma seja capaz de realizar a recomendação de produtos e permitir uma navegação fácil e intuitiva em seus catálogos, proporcionando uma experiência um-a-um entre sua força de vendas e seus clientes.

Além disso, obtenha a capacidade técnica de automatizar a gestão de catálogos, campanhas e promoções, organizar de condições de pagamentos diferentes conforme regras de perfil, registrar o histórico financeiro e de pedidos, oferecer sugestão de pedidos, rastreio do processo de compra e da logística de entrega, registrar e acompanhar tíquetes de solicitações de serviços em quaisquer níveis.

E se na minha empresa, além da área de vendas interna, trabalhamos também com representantes comerciais?

A inteligência de negócio também chegou na força de venda externa. Além da equipe interna de vendedores, os representantes comerciais agora podem contar com a mesma tecnologia para impulsionar o relacionamento com sua carteira de clientes e aumentar o ticket médio das vendas. Se na sua empresa você utiliza este outro canal para compor sua força de vendas, não se preocupe, já é possível integrar e controlar suas atividades em uma única fonte de informações e sem problemas legais.

E então, sua empresa está preparada para integrar em uma plataforma única e completa todos os seus canais de venda, seja televendas, e-commerce-marketplace, força de vendas externa, representantes comerciais, entre outros e fazer parte do mundo da transformação digital?

Fale com os nossos especialistas e surpreenda-se com as soluções que a FH pode implementar na sua empresa e revolucionar como ela funciona na economia digital!


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As seis tendências do e-commerce omnichannel segundo a Forrester


Postado em 21/05/2018 por FH
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O mundo será cada vez mais omnichannel, e as lojas já começaram a perceber isso, de acordo com Sucharita Kodali, VP da Forrester Research. Na sua opinião, os mercados de e-commerce na América Latina também vão experimentar esse movimento com força – conforme a sua penetração na economia se aproxime dos dois dígitos.

“Hoje em dia, temos penetração de apenas um dígito, mas mesmo em 2004 e 2005, os Estados Unidos também tinham. Espero que, na próxima década, muitas mudanças ocorram na América Latina”, afirmou a especialista nesta terça-feira (15), durante o Vtex Day.

Os dados da Forrester mostram que o comércio eletrônico corresponde a 3% do varejo total no Brasil – contra 4% na Argentina e 1% no México. Já na China, o índice chega a 20%, enquanto nos Estados Unidos a taxa é de 13%.

Segundo Kodali, com o crescimento do e-commerce, novas soluções são encontradas para atender as expectativas de conveniência do cliente – e para diferenciar as lojas das concorrentes.

In-store pick-up (click and collect)

O famoso “retirar na loja” tem ganhado muitos adeptos não só no Brasil como no mundo. “A maior vantagem é o frete grátis”, afirmou a especialista. “Se o cliente tiver de pagar pela entrega, ele prefere pegar o produto na loja”, cravou.

Algumas experiências interessantes nessa área estão sendo desenvolvidas por lojas como Tesco e Walmart, nos Estados Unidos. Nelas, o cliente compra pela internet, estaciona o carro em um dos pontos preparados e um funcionário está esperando com as compras. Depois, basta colocar as sacolas no porta-malas.

Por outro lado, essa solução logística pode custar caro. “Uma loja no Reino Unido começou a cobrar pela retirada na loja porque percebeu que a operação não era exatamente barata”, contou Kodali.

Ship from store

Outra opção é enviar os produtos para outra loja. “Por exemplo, você tem uma loja com pouca densidade e envia para uma unidade com melhor localização, mais fácil para pessoas chegarem”, explicou a especialista da Forrester.

Algumas empresas de eletrônicos nos Estados Unidos, por exemplo, estão autorizando a retirar os produtos no próprio centro de distribuição.

Também existe a possibilidade de enviar diretamente da loja para os clientes, mas, nesse caso, é necessário ter um parceiro, como o UberEats no setor alimentício.

“O lado negativo é que é muito complicado padronizar as operações. Uma loja pode trabalhar. E, se você tiver mais de um item para entregar, é bem provável que você tenha de dividir o pedido [por causa da disponibilidade de estoque das lojas, por exemplo]”, concluiu Sucharita Kodali.

Logística reversa multicanal

Um dos maiores problemas para pessoas comprarem pela internet é que elas não querem lidar com a logística reversa.

A Amazon está testando lockers nos quais os produtos devolvidos precisam ser armazenados – depois, a empresa passa e leva todos os pacotes de uma vez.

Além disso, a gigante também tem quiosques dentro de outras lojas varejistas para receber os produtos e em campus universitários, um dos seus públicos prediletos. “Eles estão tentando diminuir essa fricção na relação de consumo”, disse.

Corredor infinito

Saber exatamente quantos itens de cada produto estão disponíveis em um determinado momento é uma tarefa ingrata. Por isso que o “endless aisle” tornou-se um desafio: garantir que todos os itens estejam devidamente cadastrados e disponíveis, mesmo que a compra seja feita na loja física.

“É uma tarefa difícil porque é necessário ter muitas informações diferentes e específicas; mas, se conseguir esses dados, é possível colocar em prática”, avaliou Kodali.

Estoque visível

Os clientes querem saber se o produto visto no e-commerce está disponível na loja.

Sempre foi muito comum as marcas – principalmente a indústria – indicar em quais lojas os seus itens estão disponíveis. Mas a Levi’s, por exemplo, está trabalhando para mostrar qual peça específica está em qual loja. Um salto em termos de complexidade.

“Muitas poucas marcas têm isso, mas acredito que vá crescer nos próximos cinco anos”, opinou a vice-presidente da Forrester Research.

Além disso, o LIA – Local Inventory Ads -, do Google, também tem dado passos largos rumo a uma experiência de compras cada vez mais omnichannel.

Same-day delivery

Na opinião de Sucharita Kodali, o same-day delivery – uma das soluções mais alardeadas por empresas como a Amazon – é algo muito complicado de se colocar em prática, menos ainda de maneira massiva, por ser mais caro. “Eu não acredito que o same-day delivery será uma solução viável no futuro”, sentenciou.

Ainda assim, nos países em desenvolvimento, o custo de mão-de-obra é menor do que nas nações de primeiro mundo, o que ajuda a tornar um pouco menos cara a operação de quem pretende lançar mão desse meio logístico.

Mesmo assim, existem boas práticas no mercado que podem dar certo. Ou não.

A Domino’s, tradicional marca de pizza, usa um robô – não confundir com drones – para entregar seus pedidos. Mas quem trouxe uma visão completamente diferente de entrega nesse segmento foi o Walmart.

“O que o Walmart está fazendo, e precisamos esperar para ver se isso será game-changer ou não, é que os funcionários entregam os produtos na volta de casa. Muitas coisas ainda não estão funcionando [nesse modelo], mas é uma ideia interessante, concluiu.

Fonte: E-commerce Brasil


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Os desafios de engajar um público cada vez mais exigente


Postado em 17/05/2018 por FH
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O meio digital vem crescendo exponencialmente, proporcionando novas possibilidades para as empresas enquanto gera uma necessidade de adaptação às mudanças. Para ter sucesso nesse mercado, primeiramente, é importante compreender onde estão os consumidores.

A pesquisa Webshoppers 37, realizada pela Ebit, apontou que 27,3% das compras online realizadas em 2017 foram feitas por meio de smartphones, e a expectativa é que esse número chegue a 37% em 2018. A adaptação para o mobile é algo essencial. Pode ser um app exclusivo ou um site adaptado, o importante é oferecer uma boa experiência de compra na palma da mão.

Também é essencial criar uma identidade para as empresas. A cultura e o estilo de vida do negócio dependem diretamente da imagem e da filosofia transmitidas pela comunicação. Uma boa estratégia funciona como um ímã que atrai clientes e faz com que eles compreendam o espírito da empresa, gerando desejo pelo produto ou serviço oferecido. Com a adoção de um planejamento de marketing de conteúdo, além de engajar o público, é possível construir a reputação da marca.  Consequentemente, a empresa vira uma referência em sua área de atuação.

Em relação à periodicidade e plataformas, é necessário compreender qual é o público alvo da ação e criar laços, fornecendo informações de qualidade sem viés comercial, apenas informativo. Esse conteúdo precisa ser recorrente e pode estar presente em blogs, mídias sociais e e-mail marketing, por exemplo. É importante lembrar que, quanto mais conteúdos relevantes, maior a possibilidade de engajamento.

Outra consequência da criação de conteúdo é a interação do público. Conquistando a fidelidade, é primordial estabelecer uma relação mútua, ouvindo os clientes tanto em elogios quanto em críticas e buscando oferecer uma solução real e rápida. Um cliente bem atendido, seja qual for seu problema, certamente irá recomendar a marca quando surgir a oportunidade, um fator de extrema importância para a construção da reputação.

Mas e agora, como investir nesse novo mundo sem conhecimento da área? Esse é mais um grande desafio. Uma pesquisa realizada pela Rock Content apontou que dentre os entrevistados, 71% das empresas adotam a estratégia de marketing de conteúdo, enquanto os outros 39% afirmam não investir na área por falta de tempo e de equipe disponível. Com as mudanças que o mercado de trabalho e os negócios vêm sofrendo, é possível enxergar dois lados: uma dificuldade ou uma oportunidade.

De fato, produzir um conteúdo que engaje o público, gere um retorno e ainda assim acompanhe o espírito da empresa não é algo fácil a se fazer, mas que vem abrindo portas para que profissionais mostrem seu valor e empresas encontrem talentos.

Por fim, é sempre positivo que a empresa esteja aberta a mudanças, compreenda que o público vem se transformando e, consequentemente, evoluindo sua maneira de consumir. Com uma boa estratégia e profissionais atualizados, é possível se posicionar e criar uma identidade que acompanhe essa virada no mercado.

Fonte: E-commerce Brasil


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