Technology News Archives | FH Brasil

SAP C/4HANA na DPaschoal: experiência do cliente melhorada e expansão de vendas


Postado em 12/12/2018 por abarcelos
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A implementação do SAP C/4HANA realizada pela FH na DPaschoal foi destaque no Computer World,  Portal TI Bahia, Portal TI Inside, Portal SEGS e no Portal IP News.

Com a implementação do CRM, E-commerce e da Venda Assistida a empresa estima uma economia de R$ 700 mil ao ano com custo de sustentação do sistema legado, aumento de 10% nas vendas.

“Temos um perfil de venda consultiva, que começa com o atendimento online, passa pela loja, engajamento no pós-venda e manutenção do veículo. Devido a isso, buscávamos um atendimento unificado e com uma única plataforma (SAP C/4HANA) conseguimos fazer isso” Robledo Castro – Diretor de Tecnologia, Negócios e Inovação da DPaschoal

Clique aqui para ler a matéria na íntegra


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FH no SAP Forum 2018


Postado em 30/10/2018 por tklinguelfus
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Sempre alinhada ao que há de mais inovador no mundo tecnológico, a FH participou este ano da 22ª edição do SAP Forum Brasil.

Durante o evento tivemos o prazer de ouvir dos nossos clientes o que eles tem a dizer sobre a FH. Confira os depoimentos de cada um deles, e entenda porque somos o melhor parceiro para seus próximos projetos!

Afinal, inteligência conectada ao negócio é saber aproveitar ao máximo a competitividade estratégica da sua empresa.

Para saber mais, converse com o nosso time em comercial@fh.com.br.


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Marketplace e as novas políticas para comércio eletrônico


Postado em 25/09/2018 por abarcelos
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A FH  foi destaque nos portais E-commerce News, Jornal ContábilPortal Falando de VarejoPortal Panorama de NegóciosIT Forum 365 com o artigo “Marketplace e as novas políticas para comércio eletrônico” Director of Business Unit Technology da FH, Sandro Stanczyk.

O artigo apresenta algumas das vantagens do marketplace como forma de obter uma vantagem competitiva no mercado e proporcionar uma experiência singular ao consumidor!

“O marketplace é um modelo de negócio que reúne diferentes marcas em um único espaço e facilita a busca por melhores produtos e preços. Considerada uma inovadora ferramenta para comércio eletrônico, conecta clientes e varejistas de forma direta, aproveitando o alto fluxo de grandes e-commerces.

Se no e-commerce as operações de compra e venda são centralizadas, isto é, sai do fornecedor, passa pelo varejista e…”

 


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DPaschoal melhora vendas com SAP C/4HANA


Postado em 18/07/2018 por abarcelos
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A FH foi destaque no Portal BaguetePortal SEGS e Decision Report com a implementação do SAP C/4HANA na DPaschoal, rede de serviços para automóveis.

A FH implementou um projeto de vendas assistidas usando tecnologia da SAP, a plataforma SAP C/4HANA. A venda assistida proporciona aos vendedores o acesso ao histórico de manutenção e revisão do veículo atendido, de forma integrada com as lojas físicas, virtuais e os centros de distribuição, de forma que há uma experiência única para o consumidor durante toda a sua jornada de compra, tanto no digital quanto na loja física.

“A empresa tem um perfil de venda consultiva, que começa com o atendimento online, passa pela loja e depois tem o engajamento no pós-venda e manutenção do veículo”, afirma o gerente de TI da DPaschoal, Robledo Castro.

Confira todos os detalhes da implementação e do projeto clicando abaixo! Boa leitura!

Clique aqui e confira a matéria na íntegra!


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A revolução do relacionamento com o cliente: conheça o SAP C/4HANA


Postado em 19/06/2018 por FH
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No começo deste mês, a SAP lançou o SAP C/4HANA seu novo pacote de gerenciamento de relacionamento com o cliente!

Com a alta exigência dos clientes, a necessidade de inovar ao criar um novo pacote de experiência do cliente, dando às empresas a oportunidade de revolucionar seus negócios, é muito clara.

Os novos clientes estão exercendo cada vez mais relações com suas marcas favoritas, ditando as principais tendências e a forma como eles interagem. Não importa se o seu cliente é uma pessoa ou uma empresa, suas expectativas estão mudando o conceito de design do CRM de quarta geração nos seguintes aspectos:

  • Proteção de dados: ninguém quer que seus dados sejam usados sem o seu conhecimento. Esse fator pode ser determinante para conquistar a confiança do consumidor.
  • Tratamento com as pessoas: cada vez mais os clientes querem ser tratados como pessoas e não como oportunidades para ganhar dinheiro. Eles querem um atendimento personalizado, de forma que a empresa consiga antecipar suas necessidades e suas preferências.
  • Responsabilidade com a verdade: se sua empresa prometeu a melhor experiência possível para o cliente, cumpra essa promessa. No fim, o que eles mais querem é ter certeza de que as garantias oferecidas serão cumpridas.

Podemos classificar o CRM de última geração como um sistema de engajamento inteligente e eficaz, que coloca as pessoas no centro de tudo para entregar à ela as melhores experiências.

Conheça o SAP C/4HANA

O SAP C/4HANA é um conjunto integrado que permite que as empresas gerenciem de forma eficaz a experiência dos seus clientes.

Com o SAP Customer Data Cloud, a empresa consegue ter uma visão completa do cliente, na qual todos os dados são consentidos pelos mesmos.

Com a extração da identidade dos clientes a partir desses dados, é possível:

  • Traçar estratégias para campanhas individualizadas;
  • Oferecer experiências omnichannel;
  • Criar relacionamentos personalizados.

O SAP C/4HANA utiliza seu núcleo digital de maneira que só a SAP é capaz de fazer, onde a força de experiência do cliente é definida pela força do núcleo digital.

Com este lançamento, a SAP Hybris se torna a SAP Costumer Experience, consolidando SAP Hybris, CallidusCloud, Gigya e Coresystems sob uma única marca e reforçando o compromisso da SAP de criar experiências confortáveis e diferenciadas para o seu negócio.

Por fim, podemos concluir que o SAP C/4HANA faz parte do propósito da SAP de fornecer processos integrados de ponta, reconhecendo a importância de desenvolver um bom relacionamento com os clientes e contribuindo para o crescimento de seus parceiros.

Fonte: SAP


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Cultura Digital: muito além da tecnologia


Postado em 13/06/2018 por FH
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De acordo com os mais renomados autores, pensadores e ativistas, ainda não existe um conceito consolidado sobre o que é a Cultura Digital.

Isso possibilita, em muitos casos, que termos como sociedade da informação, cibercultura, revolução digital ou mesmo era digital sejam facilmente encontrados nos mais diversos meios ao redor do mundo.

Mas, se neste momento ainda não se pode afirmar com exatidão o que de fato envolve a cultura digital, podemos ao menos voltar um pouco no tempo e olhar para alguns indícios no mundo corporativo.

Para que você tenha uma ideia, sempre que falamos em cultura, principalmente no cenário corporativo, estamos nos referindo ao conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que norteiam qualquer atividade profissional.

Sendo assim, podemos dizer que a cultura digital tem, em sua essência, mesmo que apenas para o mundo corporativo, a missão de traduzir os anseios e as expectativas de um mercado cada vez mais multicanal e conectado, à atuação de cada colaborador de uma empresa.

Naturalmente, quando falamos disso, precisamos ter em mente que o nível de profundidade que este novo modo de agir influencia a vida e as estratégias de uma organização varia ao ponto de se tornar praticamente exclusivo e personalizado, seja em cada profissional, área, empresa, negócio ou segmento.

Em um dossiê publicado pela revista Telos, Manuel Castells, sociólogo espanhol, define a cultura digital em seis tópicos:

  1. Habilidade para comunicar ou mesclar qualquer produto baseado em uma linguagem comum digital;
  2. Habilidade para comunicar desde o local até o global em tempo real e, vice-versa, para poder diluir o processo de interação;
  3. Existência de múltiplas modalidades de comunicação;
  4. Interconexão de todas as redes digitalizadas de bases de dados ou a realização do sonho do hipertexto de Nelson com o sistema de armazenamento e recuperação de dados, batizado como Xanadú, em 1965;
  5. Capacidade de reconfigurar todas as configurações criando um novo sentido nas diferentes camadas dos processos de comunicação;
  6. Constituição gradual da mente coletiva pelo trabalho em rede, mediante um conjunto de cérebros sem limite algum. Neste ponto, me refiro às conexões entre cérebros em rede e a mente coletiva.

Simples, não acha?

Não. Nada simples.

Por meio desse dossiê, fica claro que a implementação de uma cultura digital une, em sua essência, aspectos que muitas vezes o mundo corporativo contemporâneo considerou que nunca se integrariam, tais como cultura e ciência.

Os reflexos de uma união como essa já podem ser encontrados e estão ao alcance de qualquer pessoa, mesmo que de uma forma ainda considerada disruptiva, por meio de temas como neuroaprendizagem, neurobusiness, neuromarketing, dentre tantos outros.

E o que isso significa?

Estamos de fato testemunhando o surgimento de uma nova era. Uma era na qual não se olha mais para o que quer que seja de forma fragmentada, mas omni, ou seja, no todo.

Se o consumidor é cada vez mais global, se os pontos de venda são cada vez mais estratégicos e se transformam a cada dia mais e mais em pontos de experiência, o mesmo está acontecendo com as pessoas.

Já não se pode mais olhar um profissional e rotulá-lo apenas pelos conhecimentos e habilidades que possui, mas é preciso dar um passo à frente e enxergá-lo com indivíduo.

Isso significa que, nesta nova era, na qual a cultura digital está cada vez mais presente, as pessoas finalmente passam a ser vistas como pessoas e não apenas como meras ferramentas de produtividade, resultados e lucro.

A cultura digital exigirá cada vez mais que haja valor e interesse real pelo indivíduo, seja ele o que produz, o que distribui, o que entrega ou o que compra.

Por esta razão, já podemos sentir que o propósito, até pouco tempo meramente traduzido em missões e valores que em muitos casos serviam de enfeites afixados nas paredes, passe de fato a fazer parte não apenas da estratégia, mas da vida das pessoas.

Lembre-se. O mesmo indivíduo que produz, distribui e vende também é o que compra, o que consome.

De informações a produtos, o que passa a valer nesta nova era, a qual chamamos de Cultura Digital, não é tangível, mas sim sensorial, emocional e disruptivo.

Por tudo isso, ouso dizer que, neste momento, e, possivelmente, no futuro próximo, cada vez mais a melhor tradução para Cultura Digital seja a palavra experiência.

Pense nisso!

Fonte: Portal Mercado & Consumo


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SAP aposta em CRM com lançamento do C/4HANA


Postado em 12/06/2018 por FH
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Empresa anunciou plataforma nesta terça-feira, durante abertura de sua conferência anual nos EUA

Em 2017, a receita mundial de software de gerenciamento de relacionamento com o cliente (CRM – customer relationship management) totalizou US$ 39,5 bilhões e superou a dos sistemas de gerenciamento de banco de dados (DBMSs), que registrou US$ 36,8 bilhões. Com isso, CRM set tornou o maior mercado de software, segundo o Gartner.

Para 2018, a estimativa da consultoria é que o mercado de CRM atinja taxa de crescimento de 16%.

É de olho neste mercado que a SAP, líder global em soluções de ERP, está decidindo apostar suas fichas. A companhia anunciou nesta terça-feira (5/6) o SAP C/4HANA, nova oferta de CRM, para bater de frente com grandes concorrentes, como Salesforce, Microsoft e Oracle.

O anúncio foi feito pelo CEO da companhia, Bill McDermott, durante a conferência anual Sapphire Now, realizada nesta semana em Orlando, nos EUA.

O título da apresentação de McDermott já indicava que algo viria: “O próximo passo”.

“Mudamos de uma visão 360 graus da automação de vendas, em que algumas empresas focam, para uma visão 360 graus do cliente de fato. Para um mundo que CRM se conecta a toda cadeia de suprimentos”, destacou o executivo, cutucando a rival Salesforce.

“A SAP foi a última a aceitar o status quo do CRM e agora é a primeira a mudar”, disse McDermott.

Ele disse também que os atuais sistemas de CRM do mercado se resumem a vendas, enquanto o SAP C/4HANA é focado na experiência do cliente.

Aquisições

O SAP C/4 HANA é formado pelas recentes aquisições concluídas dos líderes de mercado Hybris, Gigya e CallidusCloud. A empresa alemã une soluções para suportar todas as funções de front-office, como proteção de dados do consumidor, marketing, comércio, vendas e atendimento ao cliente.

Integração

Com base na reputação da empresa como provedora de soluções de negócios de ponta a ponta, a nova suíte de CRM pretende oferecer integração total com o portfólio de aplicativos de negócios da SAP, liderado por seu conjunto de ERP.

Portfólio

O portfólio SAP C/4HANA inclui: SAP Marketing Cloud, SAP Commerce Cloud, SAP Service Cloud, SAP Customer Data Cloud (incluindo as soluções adquiridas do Gigya) e SAP Sales Cloud (incluindo as soluções CallidusCloud adquiridas). Além disso, o SAP Sales Cloud une a solução SAP Hybris® Revenue Cloud e o SAP Hybris Cloud for Customer (composto pelas soluções SAP Hybris Sales Cloud e SAP Hybris Service Cloud).

Essas soluções em nuvem – anteriormente no mercado sob a marca SAP Hybris – bem como a organização de comércio e envolvimento do cliente da SAP agora estão consolidadas na unidade de negócios SAP Customer Experience para oferecer suporte a uma experiência de marca consistente.

Fonte: Computerworld

 


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Varejo omnichannel: o novo papel do vendedor nas lojas físicas


Postado em 06/06/2018 por FH
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Na realidade digital em que vivemos os consumidores não dependem mais das empresas ou de seus vendedores para iniciar sua jornada de compras, muito menos de estar em uma loja física para isso. Ele a inicia de qualquer lugar, a qualquer hora e através de múltiplos dispositivos, porém muitas vezes vai à loja para poder experimentar, tocar no produto ou realizar comparações.

Desta forma, o grande desafio para as empresas no varejo omnichannel é a de transformar os vendedores de suas lojas físicas em consultores, uma vez que os clientes já chegam sabendo o que querem, fazendo com que a função dos vendedores seja a de proporcionar uma experiência completa ao consumidor e agregar valor aos produtos e à marca, sendo capaz de entender as necessidades e recomendar produtos e serviços para o cliente.

Para que a empresa atinja essa maturidade no processo de vendas é necessário um mapeamento detalhado de todas as etapas da jornada de compra do seu cliente e a disponibilização ao vendedor de todas as informações necessárias para que ele possa identificar quem é o cliente, seu perfil, histórico, seu carrinho ou projeto atuais, necessidades e possíveis recomendações. E, com isso, realizar um atendimento consultivo e personalizado, garantindo a satisfação do cliente.

Alguns dos benefícios desse modelo de atendimento conhecido como venda assistida, faz com que o cliente não perca tempo nas filas dos caixas, podendo realizar o pagamento direto com o vendedor, programando a entrega e coleta de produtos digitalmente, escolhendo quais produtos deseja retirar na hora e quais deseja receber em casa, entre outras vantagens. Para a empresa, a vantagem é que seu vendedor atua como o elo entre a jornada digital e a física de seu cliente, sendo cada vez mais um consultor e representante da marca, fechando o ciclo de compra e transformando a experiência do consumidor em valor agregado!

E então, curtiu saber como a modalidade de venda assistida vem transformando o varejo omnichannel?


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Como os Clientes Compram?


Postado em 05/06/2018 por FH
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Experiência, preço, fidelidade. Especialista da KPMG explica a relação entre consumidores e marcas e mostra o que os clientes querem (ou não querem)

Se existe um fato que não é mais contestado pelas marcas é que o consumidor não é mais o mesmo e exige cada vez mais das companhias. Para identificar esses novos anseios e identificar o que leva os consumidores a comprarem, a KPMG realizou um estudo, com consumidores do Reino Unido, durante a Black Friday do ano passado, para entender essas motivações. Compras mobile, orientação pelo preço, visita a lojas físicas antes da efetivação da compra, compras influenciadas pelas redes sociais. Estas foram algumas das conclusões do estudo.

Apesar de ser uma pesquisa orientada pela geografia e pelo tempo, ela mostra que muitos desses comportamentos independem desses dois fatores. Ou seja, o comportamento dos consumidores do Reino Unido durante a Black Friday e a forma como eles se relacionam com as marcas não são tão diferentes do que acontece no Brasil, em linhas gerais, segundo Paulo Ferezin, sócio-diretor e líder de Varejo da KPMG.

É possível, então, entender o que o consumidor quer? “A gente não consegue identificar exatamente o que o consumidor quer, mas ele sabe o que ele não quer”, afirma o especialista. “Ele busca uma boa experiência de compra e exclui da sua lista de preferências aquelas marcas com as quais ele sentiu algum desconforto. Cada consumidor tem suas premissas e as carrega para a relação com as empresas”, afirma Ferezin.

O especialista explica que cada consumidor é mais ou menos resiliente a determinada situação em cada ponto de sua jornada de compra. Não à toa, o varejo global, e mesmo no Brasil, tem investido em tecnologia para entender e desenhar essa jornada. É o que a KPMG chama de negócios direcionados pelo consumidor, ou Customer Centricity. “Nesses negócios, o consumidor é a estratégia”, afirma.

O produto importa?

Entender a cadeia do varejo hoje é entender a relação que o setor tem com os consumidores. “A cadeia como um todo é focada no produto e procura o cliente para empurrar aquele produto, seja por meio de promoções de massa ou ativação no ponto de venda. Contudo, com o advento de players, como é o caso da Amazon, o produto tornou-se indiferente para ele”, explica.

Nesse sentido, o produto não é mais o fim de uma relação de consumo, mas o meio. A Amazon, explica Ferezin, sabe muito bem fazer isso. A empresa, exemplo de negócio que coloca o consumidor no centro da estratégia, entende a demanda e as necessidades dos clientes e, a partir daí, faz uma oferta. “Quando isso acontece, você muda completamente a relação entre clientes e empresas”, diz.

No Brasil, não existe um player que consiga fazer o que a Amazon faz no mundo. Para que essa mudança aconteça, segundo o especialista, é preciso mudar a cultura dos negócios. “Quem consegue fazer isso hoje, no Brasil, de forma natural, são empresas mais jovens, que nasceram com propósito diferente”, afirma.

As empresas tradicionais, por sua vez, ainda resistem a mudanças. Segundo Ferezin, o desafio maior não é tecnologia, mas pessoas. “Antes, havia uma busca por pessoas com alta capacidade operacional, mas agora há uma busca por outro tipo de competência, como de análise de dados. A tecnologia é apenas uma habilitadora para que essa mudança aconteça”, acredita o especialista.

As diversas faces do consumidor

Se antes o consumidor era reconhecido por gênero, localização e idade, agora, com a tecnologia, é possível entender suas necessidades mais particulares. Entender os micromomentos dos consumidores é uma das tendências mais evidentes do varejo global. O consumidor tem diversas demandas, vontades e necessidades ao longo de um dia que precisam ser entendidas pelo setor.

De acordo com Ferezin, são poucas empresas globais que conseguem entender esses micromomentos, ainda mais no Brasil. “Cada cliente em cada momento tem uma expectativa e comportamento diferentes e esse comportamento vai mudar em função do que ele está disposto a fazer”, afirma.

Ou seja, o mesmo cliente que vai para o atacarejo, que tem baixo conforto, e que está em busca de preço, é o mesmo cliente que no final do dia passa em uma loja premium e quer atendimento e experiência. Ao identificar esses micromomentos, o varejo consegue identificar se a procura é por experiências, preços, serviços.

“A mudança que precisa ser feita não é uma mudança apenas do varejo, mas uma mudança olhando para a cadeia como um todo, porque cada vez mais o varejo começa a desenvolver produtos exclusivos e isso impacta a indústria”, afirma Ferezin. “A leitura que eu tenho é que o varejo já tem um novo papel na cadeia, mas isso é só um pedaço do que deve ser o novo o papel do varejo – ele é muito mais um viabilizador”, conclui.

Fonte: Portal No Varejo


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Como integrar a força de vendas da sua empresa com a transformação digital


Postado em 25/05/2018 por FH
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Neste cenário atual de transformação digital é preciso que seja colocado todo potencial de inteligência digital à disposição da força de vendas. Desta forma, o caminho será mais curto para alcançar o sucesso e o atingimento das metas.

Na operação de vendas, um dos pontos que mais será impactado, por sua grande importância, é o controle dos vendedores. Pois, pode-se aplicar a inteligência digital para aprimorar a roteirização, medir os desempenhos individual e de equipe, o tempo de atendimento e permanência em cada cliente, a mensuração da qualidade do atendimento e maior interação com o backoffice da empresa.

Para gerenciar esses distintos cenários, o ideal é contar com uma plataforma única que seja capaz de entender e atender diferentes perfis de forças de vendas, ao mesmo tempo que integra os demais canais, como portal, televendas, distribuidores, marketplace e outros. O ideal é que esta plataforma seja capaz de realizar a recomendação de produtos e permitir uma navegação fácil e intuitiva em seus catálogos, proporcionando uma experiência um-a-um entre sua força de vendas e seus clientes.

Além disso, obtenha a capacidade técnica de automatizar a gestão de catálogos, campanhas e promoções, organizar de condições de pagamentos diferentes conforme regras de perfil, registrar o histórico financeiro e de pedidos, oferecer sugestão de pedidos, rastreio do processo de compra e da logística de entrega, registrar e acompanhar tíquetes de solicitações de serviços em quaisquer níveis.

E se na minha empresa, além da área de vendas interna, trabalhamos também com representantes comerciais?

A inteligência de negócio também chegou na força de venda externa. Além da equipe interna de vendedores, os representantes comerciais agora podem contar com a mesma tecnologia para impulsionar o relacionamento com sua carteira de clientes e aumentar o ticket médio das vendas. Se na sua empresa você utiliza este outro canal para compor sua força de vendas, não se preocupe, já é possível integrar e controlar suas atividades em uma única fonte de informações e sem problemas legais.

E então, sua empresa está preparada para integrar em uma plataforma única e completa todos os seus canais de venda, seja televendas, e-commerce-marketplace, força de vendas externa, representantes comerciais, entre outros e fazer parte do mundo da transformação digital?

Fale com os nossos especialistas e surpreenda-se com as soluções que a FH pode implementar na sua empresa e revolucionar como ela funciona na economia digital!


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