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Tecnologia transforma uma simples compra em vivência


Postado em 13/03/2017 por sbaldessar
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Quando falamos em consumidor omnichannel, nós (empresas), não podemos achar que o potencial cliente irá simplesmente experimentar determinada marca e interagir com ela em diferentes canais.

 

Isso é muito superficial quando se trata de consumidor “omni”, que busca vivenciar a marca, independente do canal utilizado.

 

Hoje, o comprador define o que quer, então as empresas precisam conhecê-lo – O que ele gosta? O que procura? O que compra? Qual o atual momento em que vive? – com as jornadas de compra cada vez mais longas, as companhias precisam ter uma visão completa do que está em torno do cliente.

 

Para isso há ferramentas que oferecem uma experiência diferenciada aos consumidores e um atendimento personalizado que amplia as possibilidades de compra e venda.

 

O CRM (Customer Relationship Management), por exemplo, é uma plataforma que traz o conhecimento desse público almejado; mostra como o cliente já se relacionou com a empresa.

 

Com foco na gestão de leads, oportunidades, gestão de vendedores, pedidos, cotações, gestão de atendimento, solução de problemas, segmentação de clientes, além da geração e acompanhamento de campanhas e pesquisas, entre outras funcionalidades, o CRM auxilia as empresas na criação e manutenção do bom relacionamento com os clientes.

 

Uma solução completa como essa oferece um diferencial para as organizações, lembrando que: a partir do momento que a marca se propõe a ser omnichannel, ela deve oferecer as ferramentas necessárias para que a jornada de compra seja satisfatória ao cliente.

 

A comunicação precisa ser clara, transparente e efetiva em todos os meios, uma vez que o consumidor moderno utiliza múltiplos canais simultaneamente.

 

Além do CRM, contamos também com outro conceito o XRM, o qual agrega ao relacionamento do cliente outros entornos, por exemplo: produto, fornecedor, etc.. Aí, o conhecimento em torno do potencial comprador se expande ainda mais e surgem perguntas como:

Quem é a sua família? Quais os bens que possui? O que fala nas mídias sociais?

 

Com o XRM o histórico do cliente é enriquecido pelo histórico dos produtos por exemplo, aumentando assim as chances de uma próxima venda. Imagine, por exemplo, que você já comprou um celular e a empresa continua enviando informações desse mesmo produto.

 

Perda de tempo para ela e incômodo para você, certo? Então, ao saber que já possui esse bem de consumo, a marca pode oferecer outras possibilidades, um cartão de memória, uma capa para o celular ou qualquer outro produto que se adeque ao seu perfil.

 

Funciona mais ou menos assim: quanto mais conhecimento a empresa tem do cliente, maiores as possibilidades de agradá-lo e atendê-lo, conforme as suas necessidades e desejos. Dessa forma, a tecnologia transforma uma simples compra em uma vivência de marca.

 

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Mulheres de TI – 25 anos dedicados à área de tecnologia


Postado em 08/03/2017 por sbaldessar
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Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher conheça duas histórias por trás dos computadores.

 

Basta entrar em uma empresa de tecnologia ou no departamento de TI das organizações para ver que o número de profissionais do sexo masculino é bem maior do que o número de mulheres.

 

Contudo, a participação do sexo feminino nesse segmento aos poucos vai aumentando, afinal essa é uma profissão que traz oportunidades promissoras e salários diferenciados, em comparação a outras áreas.

 

Segundo Georgia Nogueira Barbosa, gerente da unidade FH – Rio de Janeiro, a área de tecnologia tem um amplo leque de atuação e boas oportunidades para ambos os sexos.

 

“Porém, é preciso ter facilidade de adaptação, uma vez que muitos projetos e trabalhos na área de TI são em cidades diferentes, o que representa muitas viagens e mudanças”, afirma Georgia, que é formada em Processamento de Dados, tem especialização em Qualidade e Produtividade e é mestre em Engenharia de Produção e Sistema.

 

Sobre os desafios enfrentados no decorrer dos 25 anos dedicados à área de TI, Georgia conta que, após a graduação, foi trabalhar como analista de suporte e nos primeiros atendimentos chegou a sentir certo estranhamento por parte de alguns clientes, que provavelmente tinham a expectativa de serem atendidos por alguém do sexo masculino.

 

“As dificuldades existem em qualquer profissão e o preconceito pode surgir, mas ele ‘vai embora’ quando demonstramos conhecimento e postura profissional”, diz.

 

Georgia também trabalhou como analista de sistema e gerente de TI em uma metalúrgica, onde o número de mulheres era restrito.

 

Na FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, já atuou como executiva de contas e, hoje, ocupa o cargo de gerente de unidade, além de ser uma das sócias da companhia que tem atuação em mais de 30 países.

 

“Foi na FH que conquistei um importante passo para a minha carreira. Independente do sexo, a empresa sempre reconheceu as pessoas pelo comprometimento e capacidade, exemplo disso é que fui a primeira pessoa da área comercial a ser convidada a fazer parte do grupo de sócios”, expõe.

 

Mas, como não é novidade, se destacar na profissão não é uma tarefa simples. A gerente comenta que as jornadas de trabalho além do horário comercial podem ser um obstáculo para muitas pessoas.

 

“Conciliar a vida profissional com a vida pessoal nem sempre é fácil, o bom é que as mulheres costumam ser flexíveis e com determinação conseguem aliar esses dois pontos”, conclui.

 

Outra mulher que se destaca no time de profissionais da FH é Adriana de Medeiros, que também é formada em Processamento de Dados e trabalha na área de TI há 26 anos, só com programação foram 23 anos.

 

Ainda na faculdade atuei como freelancer, junto com um amigo, desenvolvi um sistema de controle de estoque e, então, prestava suporte desse software. Depois fui para uma multinacional, onde atuei como analista de sistemas, desenvolvimento de software e suporte aos usuários.

 

Em 1999, iniciei minha trajetória no mundo SAP, atuando como desenvolvedora ABAP. No final de 2013, iniciei as atividades na FH, onde estou até hoje.

 

A minha função é colaborar para a qualidade da Solução Fiscal GUEPARDO, principalmente, no que se refere ao processo de desenvolvimento e na atualização nos clientes”, conta a especialista em Negócios, Pesquisa e Desenvolvimento.

 

Adriana acredita que o diferencial para esta e qualquer profissão é a atualização contínua. Para isso, ela não mede esforços, tanto que já fez quatro especializações (Planejamento e Gerenciamento Estratégico, Análise de Negócios, Inteligência de Negócios e MBA Executivo em Gestão de Projetos) e este ano está concluindo o mestrado em Computação Aplicada, com o tema de pesquisa focado em qualidade de software.

 

“Tive boas oportunidades na área de TI. Me considero uma pessoa realizada, especialmente agora com a finalização do mestrado, que abre as portas para a sala de aula – pode ser um bom plano de atividade para o futuro”, finaliza Adriana.

 

Representatividade feminina

 

Por meio do mestrado, a especialista em Negócios, Pesquisa e Desenvolvimento da FH, conheceu o Emíli@s – Armação em Bits, projeto desenvolvido pelo Departamento Acadêmico de Informática da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Curitiba.

 

“É um projeto muito bacana, o objetivo é realizar ações para aumentar a representatividade feminina na área da Computação, despertando o interesse de futuras estudantes e mantendo a motivação das atuais estudantes dos cursos de Engenharia da Computação e Sistemas de Informação”, relata Adriana. Quer saber mais sobre o Emíli@s, clique aqui.

 

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A importância de ser omni para os millennials


Postado em 15/02/2017 por sbaldessar
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“Pessoas compram de pessoas!”

Não canso de enfatizar a máxima de Bryan Kramer durante as minhas apresentações sobre omnichannel. Sendo assim, toda e qualquer empresa que não desenvolver sua estratégia comercial com o foco no cliente está condenada a perder cada vez mais o contato com o mercado.

 

Ignorar a tecnologia como catalizadora da revolução nas mudanças e no modo como as pessoas se interrelacionam e interagem com as instituições é como acreditar que o omnichannel é “moda” e não uma necessidade.

 

Atuar como omni não é achar que a instalação de um software vai revolucionar e fazer milagres nas vendas, mas a oportunidade de conseguir comunicar, influenciar, conhecer, relacionar, engajar e vender mais e melhor.

 

Não é só o perfil dos consumidores finais que está mudando drasticamente, a geração Y revoluciona a forma de comunicação e relacionamento das pessoas.

 

Não é à toa que é chamada de “geração mimada”, que quer tudo na mão, odeia esperar e opta pelo autoatendimento, ao invés do contato humano.

 

Nesta nova realidade, os clientes preferem ter a sensação de estar sendo bem atendidos digitalmente, do que conversar com atendentes de call centers, por exemplo.

 

Este fenômeno também acontece com os compradores e canais Business to Business (B2B). O social invadiu de vez todas as relações comerciais.

 

“Pessoas compram de pessoas!” E, mais do que nunca, tais compradores estão conectados e interativos – otimizam seu tempo de navegação na web, compartilham experiências e informações sobre produtos e fornecedores.

 

Somente uma estratégia omni é capaz de atender às expectativas desta nova geração que interage, em média, uma vez a cada seis minutos com seus dispositivos web e sente desconforto físico ao se afastar dos seus aparelhos eletrônicos – este é o retrato das novas relações sociais.

 

Uma geração de clientes “mimados” que, cada dia mais, valorizam experiências diferenciadas e satisfação nas suas jornadas de compras.

 

Ser omni é muito mais do que vender, é estar ao alcance de todos os sentidos dos clientes, é comunicar e conseguir repassar o DNA da empresa para a plataforma digital de relacionamento com seus canais e clientes.

 

As marcas representam muito mais do que os produtos oferecidos pelas empresas, então, a identificação e a empatia são fatores decisivos para a diferenciação entre concorrentes.

 

É preciso difundir o conceito “way of life”, enfim, a proposta da marca para os seus clientes.

 

Canais de autoatendimento para vendas e SAC, catálogos diferenciados, experiência individualizada, aplicar inteligência e relevância ao conteúdo e ao meio digital, centralizar a operação em uma única plataforma – estes são alguns pontos fundamentais para reduzir custos e aumentar as vendas.

 

Pense que vende mais, quem mima mais!


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A FH mais uma vez é parceiro destaque da SAP


Postado em 08/02/2017 por sbaldessar
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Na última terça feira (07/02), aconteceu em São Paulo o  SAP Brasil PKOM – Partner Kick-Off Meeting. O evento, que acontece anualmente, reúne parceiros e os principais executivos da SAP Brasil para apresentação da estratégia da SAP 2017.

 

No evento também são premiados os melhores parceiros de 2016.

 

A FH levou para casa os troféus de parceiro destaque nas categorias SAP S/4 Hana, Hybris e VAR – GB!

 

Os prêmios consagram mais uma vez o time da FH, que já havia ganho no FKOM – principal evento de ativação de vendas mundial da SAP,  o título de melhor parceiro SAP Brasil na categoria VAR – General Business.

 

Na hora de escolher um parceiro de negócio para a sua empresa, escolha quem é reconhecido como melhor parceiro pela própria SAP. Escolha FH!

 


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