FH Brasil | Como a IoT vai mudar nossa experiência com quase tudo?

Como a IoT vai mudar nossa experiência com quase tudo?


Postado em 07/12/2017 por FH
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Estamos presenciando uma série de revoluções promovidas pela tecnologia e que há muito tempo são esperadas. Engana-se, pois, quem supõe que Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial e afins sejam tecnologias novas. A IoT foi descrita em 1991 por Mark Weiser (cientista da Computação norte-americano) no artigo “A computação do século 21”. Ele previu que nos comunicaríamos com os computadores através de nossas ações naturais, de forma que sequer perceberíamos. Deu a esse fenômeno o nome nada comercial de “Computação Pervasiva”. 

Em 1999, o termo Internet of Things foi cunhado por Kevin Ashton. Ele precisava ajudar os executivos da Procter & Gamble a entender como era possível conectar objetos comuns à internet. Batom, fraldas, detergente, batata frita ou qualquer outro. Na ocasião, ele falava da tecnologia RFID – que utilizamos muito no Brasil para controle de acesso e outros fins. Aquela etiqueta no para-brisa do seu carro, que permite acesso a pedágios, cancelas e outros, utiliza RFID. Ashton conta essa história no livro “A História Secreta da Criatividade”. 

Temos a sensação de que IoT é uma coisa nova porque só agora estamos vendo sua realização. Colocar conectividade em determinadas coisas só é possível com o avanço da tecnologia. Passa pela miniaturização de processadores, pela redução do consumo de energia e dos custos de prototipação e produção, por exemplo. É muito recente o avanço tecnológico com essas características. Hoje é possível colocar um sensor térmico dentro de um adesivo selado, anexá-lo a um medicamento que necessite ter sua temperatura rigorosamente controlada, transmitir essa informação para a nuvem e rastreá-la desde o laboratório até o consumidor. Isso é vital, pois existem medicamentos que perdem sua função caso fiquem meros 30 minutos fora da temperatura adequada. 

 O QUE AS PESSOAS ESPERAM DA IOT 

O avanço da IoT vai mudar a forma como nós experimentamos as coisas que fazem parte do nosso cotidiano. Esteja pronto para se surpreender cada vez mais, pois haverá conectividade em coisas hoje impensáveis. Quando se imaginou instalar sensores de movimento na maioria dos habitantes para obter informações de fluxo de trânsito numa cidade? Isso hoje acontece em qualquer lugar onde os habitantes tenham celulares. O Waze e o Google Maps obtêm a informação de fluxo de trânsito través da movimentação das pessoas e seus smartphones. Assim, oferecem o magnífico serviço que nos permite uma nova experiência de mobilidade urbana, com caminhos alternativos para contornar congestionamentos. 

Nos Estados Unidos, o mercado industrial concentra o maior número de projetos de IoT, seguido por iniciativas para cidades inteligentes. É muito curioso quando comparamos os projetos que realmente estão sendo desenvolvidos e a expectativa das pessoas quanto à IoT. Numa pesquisa sobre o assunto, descobriu-se que casas inteligentes vêm em primeiro lugar, seguidas por dispositivos vestíveis e cidades inteligentes. Isto é, o mercado está desenvolvendo uma coisa, enquanto as pessoas anseiam por outra. 

Esteja preparado para se admirar cada vez mais com a IoT. As coisas seguirão ficando mais inteligentes. Elas perceberão o ambiente através de sensores e terão “olhos e ouvidos” para nos ver e escutar. E não se surpreenda quando elas falarem com você! 

 

Fonte: IT Management


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