O novo consumidor no mercado do varejo: como entregar uma experiência completa


Postado em 11 de janeiro de 2018 por FH
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Apesar da recuperação da economia Americana, o ano de 2017 não foi bom para o varejo tradicional, e 2018 não se mostra muito otimista.

Grandes redes de departamentos, como a Sears, decretaram falência. Lojas como Macy’s e American Eagle fecharam centenas de lojas.

Esse cenário tende a seguir globalmente. Mas por quais motivos essas empresas continuam perdendo espaço? Basicamente, porque o mundo digital, a facilidade de acesso e compartilhamento de informação estão moldando um novo padrão de comportamento do consumidor.

As pessoas não vão mais tanto a Shopping Centers, e cada vez mais preferem comprar online. Também estão menos consumistas, mais conscientes, mais exigentes e procurando mais experiências de vida.

Tudo isso traz um maior empoderamento para o consumidor na escolha, e consequentemente gera menos fidelização a marca ou empresa.

Novas formas de consumo

A nova geração de consumidores está mudando completamente o modo de fazer negócios, e os varejistas ainda não entenderam como reinventar seu segmento para atender essas expectativas.

Não se trata mais de consumir, e sim de experimentar. O que aumenta consideravelmente o leque de opções de compra e venda, gerando uma grande complexidade na forma de estruturar a organização, e a necessidade de adotar a transformação digital como mindset estratégico.

O uso da tecnologia como driver do negócio será essencial para o novo varejo, bem como uma cultura inovadora, voltada para o consumidor através de uma experiência verdadeiramente completa. Tendo em vista esse cenário, existem algumas soluções para melhorar os processos de compra, venda e gestão do varejo, tais como:

Omnichannel

Ter o foco no cliente, entender sua jornada de compra, oferecendo ao consumidor a mesma experiência de relacionamento em todos os canais de venda.

E isso não se limita a ter o mesmo preço no e-commerce e na loja física.

O cliente passa a decidir como prefere consumir, podendo realizar a compra online e optar por retirar em uma loja mais próxima ou comprar em uma loja física e receber em casa, entre uma variedade de opções.

Experiências digitais

Aliar o mundo físico ao digital, melhorando a jornada de compra.

Uso de realidade aumentada para estender a experiência além do tradicional, disponibilizando maiores informações de produto, provador virtual, sugestões baseadas em personas, além de uma infinidade de opções para satisfazer e encantar o cliente.

Uso de IoT e beacons

Utilização de smart devices, sensores e beacons para melhorar a experiência do consumidor e, ao mesmo tempo, armazenar dados para análises de comportamento. É possível com base em imagem perceber se o cliente está saindo satisfeito da loja.

Usando beacons identifica-se se um determinado produto gera interesse e pouca venda, podendo avaliar política de preço, ou até mesmo agrupar produtos de mesma característica e identificar qual tem mais saída, podendo melhorar a estratégia comercial e de portfólio de produto.

Inteligência comercial

Uso de inteligência artificial e Big Data para criar uma experiência de compra personalizada por cliente, seja na loja física, e-commerce ou outro canal, gerando maior fidelização.

Otimizar o processo de precificação através de promoções dinâmicas conforme variáveis definidas, como horário, estoque, dia da semana entre outras.

Automatização operacional e da cadeia de suprimentos

Ainda através do uso Big Data, IoT, sensores e robôs para aumentar a eficiência operacional da empresa.

Melhorar toda a cadeia de suprimentos, integrando informações de fornecedores, parceiros e operação, otimizando o processo de inventário, gestão do estoque e distribuição dos produtos entre as lojas.

Social e Gamificação

O uso de gamificação e de social media também são essenciais para gerar um engajamento dos consumidores.

Ações que colocam o cliente no centro do negócio, trazendo para o dia a dia da empresa, ajudam a entender melhor o comportamento e prever mudanças estratégicas e de portfólio. Além de ser a porta de entrada para uma nova compra, vide exemplo do uso de chatbots em redes sociais.

Neste atual cenário exponencial, o modo como vivemos está em constante evolução e, consequentemente, gerando grandes mudanças em todas as formas de relacionamento, inclusive nos negócios. O varejo é um dos principais afetados, principalmente porque lida com o consumidor final.

Concluindo, o uso de tecnologia como visto neste artigo pode ser um grande diferencial e deve ser tratado como estratégico nessa era da transformação digital.

Fonte: Portal Transformação Digital

5 previsões para a Internet das Coisas em 2018


Postado em 5 de janeiro de 2018 por FH
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A tecnologia conhecida como Internet das Coisas (IoT) está se tornando cada vez mais popular mundialmente. E no Brasil não é diferente. Em 2017, foi possível acompanhar a evolução das conexões entre máquinas, que passaram a ser adotadas em grandes empresas brasileiras, como bancos, operadoras de telefonia e, principalmente, varejistas.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil fechou o mês de outubro de 2017 com 14,8 milhões de conexões máquina a máquina (M2M), usadas em diversas aplicações. Isso representa um crescimento de 20,1% quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

Segundo Gabriel Dias, PhD em IoT , o ano de 2018 será especialmente relevante para o caminho de consolidação da tecnologia. O especialista listou cinco previsões que devem permear esse tipo de conexão nas suas mais diversas aplicações. Veja:

1. Soluções de IoT para área rural e indústria de base irão despontar no Brasil

O primeiro grande fator de impacto nas tendências do ano que vem é o Plano Nacional de IoT, elaborado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O documento apontou que os setores rurais, sustentados pelo agronegócio, e as indústrias de base possuem uma alta capacidade de desenvolvimento, uma vez que são responsáveis por grande parte do PIB nacional. Podemos esperar programas de investimento do BNDES que incentivem novos negócios na área agrícola e nas indústrias de base.
 2. Serviços baseados em IoT melhorarão a experiência do cliente

Com a chegada de novos dispositivos e serviços no mercado brasileiro, grandes empresas investirão no marketing para melhorar a experiência dos clientes do varejo. Por exemplo, ao chegar em um estabelecimento, o cliente poderá receber um alerta sobre a promoção de um produto que ele demonstrou interesse quando visitava a loja virtual.

3. As leis europeias deverão permitir a comercialização de dados IoT

Quase metade dos analistas de dados de empresas americanas dizem que já comercializam seus dados, enquanto que apenas 35% da França e 38% da Alemanha o fazem. Reconhecendo este atraso, a Comissão Europeia emitirá orientações para incentivar o uso de tecnologia avançada e estimular a economia de dados. Incentivado pelo avanço europeu, o Brasil deverá evoluir com o projeto de lei PL 5276/2016, que trata da comercialização de dados pessoais.

4. Os wearables ainda não serão adotados por todos

Em 2018, os dispositivos vestíveis – ou wearables – irão crescer. Mas ficarão ainda longe de uma adoção completa. De acordo com a consultoria Gartner, serão comercializados cerca de 347 milhões desses dispositivos em todo o mundo. Até 2021, esse número ultrapassar os 500 milhões. No entanto, a Forrester Research, através de um relatório publicado em Novembro, prevê que, diferente dos aparelhos celulares, os relógios inteligentes, o mais difundido dos wearables, ainda devem ficar restritos a um grupo restrito de pessoas. No Brasil, os valores dos smartwatches ainda são altos e as vendas ainda são modestas, mas já existem opções que começam a ficar mais comuns nos grandes centros urbanos.

5. A adoção de IoT baseada em blockchain aumentará 5%

O blockchain, tecnologia usada para processar as transações das criptomoedas, como o Bitcoin, ainda não está pronto para implantações em larga escala que exigem confiabilidade, estabilidade e integração com a infraestrutura tecnológica existente. Mas, ideias promissoras estão começando a surgir e a evolução das tecnologias impulsionarão a adoção de blockchain em 2018.

Fonte: Portal Administradores

Publicação da versão 4.0.0 do programa da Escrituração Contábil Fiscal (ECF)


Postado em 22 de dezembro de 2017 por FH
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Foi publicada a versão 4.0.0 do programa da ECF, que traz as alterações referentes ao leiaute 4, referente ao ano-calendário 2017 e situações especiais de 2018. Portanto, a partir de janeiro de 2018, já será possível transmitir a ECF referente ao AC 2017 ou situações especiais do AC 2018.

As principais alterações do leiaute 4 em relação ao leiaute 3 são:

– Inclusão do campo indicador da DEREX, IND_DEREX, no registro 0020.

– Inclusão do Bloco V – Declaração sobre utilização dos recursos em moeda estrangeira decorrentes do recebimento de exportações (DEREX).

– Atualização das tabelas dinâmicas dos registros M300 – Parte A do e-Lalur – e M350 – Parte A do e-Lacs, de acordo com a Instrução Normativa RFB nº 1.700/2017.

 

Fonte: SPED

Conhecendo o poder do BIG DATA


Postado em 18 de dezembro de 2017 por FH
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Segundo o Instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT), as empresas que utilizam os dados para a tomada de decisão têm ganho de produtividade de 5%, uma grande vantagem

Muito falado, principalmente na última década, após a popularização das redes sociais, aplicativos e smartphones, o termo BIG DATA parece uma palavrinha vinda do futuro ou trazida por algum alienígena em uma nave espacial. Ao ouvi-la, muitas pessoas tem a certeza do completo desconhecido. Outras, porém, já sabem se tratar de um gigantesco número de dados gerados todos os dias, que está afetando o cotidiano de todos, mas não sabem de onde vem ou o que se pode fazer com eles. Ampliar o alcance de conhecimento sobre os dados e sobre os desafios impostos para utilizá-los como expertise são alguns dos objetivos deste artigo.

Traduzindo a complexidade, o termo BIG DATA representa os inúmeros dados gerados a partir do comportamento das pessoas e ocorrências no ambiente, vindos de diversas fontes e que podem ser processados e organizados por softwares e ferramentas de banco de dados. O termo BIG DATA também costuma ser definido por três palavras: volume, variedade e velocidade.

O volume, uma das características que o faz parecer confuso, diz respeito ao sem fim de dados gerados diariamente. Hoje em dia, o volume é gigante, por serem gerados continuamente nos vários canais da internet, nos aplicativos, nos celulares e smartphones nas empresas privadas, nas companhias públicas e em diversos serviços, como os sensores de tráfego e as câmeras de segurança. Praticamente tudo gera dados! Só para se ter uma ideia, de 2003 a 2012 foram gerados 500 vezes mais dados do que todo o volume gerado em nossa existência até 2003.

Já a variedade diz respeito às formas de dados que encontramos, como os dados estruturados, a exemplo dos relatórios estatísticos das empresas e os dados não estruturados, como textos, imagens, vídeos e áudios que circulam na internet.

E, por fim, a velocidade está relacionada à rapidez com que estes dados são gerados atualmente e ao quão rápido é cada vez mais necessário que os mesmos sejam analisados para a tomada de decisão. As empresas presentes nas redes sociais precisam responder muito rapidamente a críticas e tomar decisões sobre problemas causados aos clientes, posição que antes podia levar meses. Dados do dia anterior, em muitas situações, de interação com o consumidor, por exemplo, são considerados dados velhos.Sim, esta é uma das principais funções dos dados: tomar decisões no presente, fazer previsões e estimativas e modificar situações.

DESAFIO
Coletar e analisar dados para obter informações e com elas gerar inovação ou melhorias não é algo novo. O que tem de novo e leva o nome de BIG DATA é o volume de dados, suas inúmeras fontes e a velocidade com que são gerados e precisam ser tratados para se obter inteligência e promover melhorias e inovação nos negócios e nos serviços à sociedade. Este é o desafio imposto às empresas e a seus profissionais de negócios e de tecnologia.

Um percentual muito pequeno de empresas utiliza o BIG DATA como ferramenta para obter diferenciais, mas é certo que, aquelas que utilizarem sairão na frente. Segundo o Instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT), em pesquisa realizada em 2013, as empresas que utilizam os dados para a tomada de decisão em vez de simplesmente utilizar a experiência e a intuição tem ganho de produtividade de 5%, uma vantagem competitiva valiosa, afirmou Cezar Taurion, especialista no assunto.

Ainda com foco no ambiente de negócios, outro grande desafio deve ser o de convergir os dados gerados no dia a dia da operação das empresas – como os dados de venda e de produção, com os dados vindos da rede (internet); as métricas dos canais online da empresa (site, e-commerce, redes sociais e blogs). Estes dados, tanto da primeira, quanto da segunda origem representam as respostas dos consumidores, dizem respeito à sua interação com a empresa, com seus produtos e com a sua marca e, quanto mais ela conhecer este comportamento e responder a ele rapidamente e de forma personalizada, mais sucesso e vantagem competitiva obterá.

AS EMPRESAS NÃO ESTÃO PREPARADAS
As empresas não estão preparadas para atuar com o BIG DATA como aliado, no que tange aos pilares de uma organização: Pessoas, Processos, Estrutura e Tecnologia. E o problema não é propriamente a coleta de dados. As empresas de médio porte já trabalham com algum sistema de coleta de dados e gestão de informações e muitas pequenas também. Mas, mesmo nas grandes empresas, o problema é destinar pessoas e estrutura e criar os processos para a inteligência de negócio com base nos dados – mineração e análise, geração de ideias e implementação. O assunto não para por aqui, mas, além do conceito, já sabemos que os muitos dados que nossas empresas geram, sem aplicação não tem valor nenhum.

Fonte: Mundo do Marketing

Braskem implementa SAP Fiori com a FH


Postado em 11 de dezembro de 2017 por FH
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Processos manuais são sinônimo de alto custo e baixa produtividade pois passam por inúmeras conferências e mesmo assim podem conter inconsistências.

A Braskem, uma gigante mundial do setor petroquímico, utilizava processos manuais em sua área de manutenção industrial, e analisando esses processos chegou à conclusão que já era o momento desta área estar alinhada aos pilares estratégicos da companhia quanto a excelência operacional, produtividade e compliance e por isso decidiu automatizar todos os processos da sua complexa área de manutenção industrial, já que esse setor interfere diretamente na eficiência da empresa.

A Braskem, então, procurou um parceiro à altura deste desafio, para ajudá-la a eliminar esses custos e a otimizar seus processos e encontrou na FH o parceiro estratégico que a companhia precisava!

A solução para a automatização dos processos da Braskem veio através da implementação do Projeto BM Eletrônico por intermédio do SAP Fiori, que utiliza o que há de mais moderno em interface simplificada e elementos de design para uma melhor experiência do usuário (UX), e leva a experiência de software SAP da empresa para qualquer dispositivo. Baseada em linhas de negócio, também promove o aumento da produtividade ao disponibilizar o acesso rápido e eficiente a todas as informações relevantes para a tomada de decisões assertivas.

“A partir da implementação da ferramenta, o processo de medição de serviços passa a ser padronizado nacionalmente e sistematizado pelo SAP, aumentando a produtividade e segurança, tornando-o rastreável e com o histórico de dados confiáveis o que apoiará nas discussões contratuais e novas concorrências. ”
Hebert Ferreira – Responsável por Contratações de Serviços Industriais da Braskem

Com a implementação do SAP Fiori a Braskem transformou processos em resultados mais simplificados, eficientes e seguros. Alguns dos benefícios que a implementação do SAP Fiori trouxe foram ganho de produtividade, melhoria da gestão, padronização de processos, otimização de mão-de-obra, entre muitos outros que impulsionaram a eficiência operacional da companhia.

A FH implementou o SAP Fiori na Braskem, recriou o modo da empresa em otimizar seus processos de medição e pagamento de serviços com soluções integradas, e o projeto conquistou o primeiro lugar no ASUG Impact Awards 2017!

Confira aqui o case completo e conheça as vantagens de ter a FH como parceira!

Como a IoT vai mudar nossa experiência com quase tudo?


Postado em 7 de dezembro de 2017 por FH
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Estamos presenciando uma série de revoluções promovidas pela tecnologia e que há muito tempo são esperadas. Engana-se, pois, quem supõe que Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial e afins sejam tecnologias novas. A IoT foi descrita em 1991 por Mark Weiser (cientista da Computação norte-americano) no artigo “A computação do século 21”. Ele previu que nos comunicaríamos com os computadores através de nossas ações naturais, de forma que sequer perceberíamos. Deu a esse fenômeno o nome nada comercial de “Computação Pervasiva”. 

Em 1999, o termo Internet of Things foi cunhado por Kevin Ashton. Ele precisava ajudar os executivos da Procter & Gamble a entender como era possível conectar objetos comuns à internet. Batom, fraldas, detergente, batata frita ou qualquer outro. Na ocasião, ele falava da tecnologia RFID – que utilizamos muito no Brasil para controle de acesso e outros fins. Aquela etiqueta no para-brisa do seu carro, que permite acesso a pedágios, cancelas e outros, utiliza RFID. Ashton conta essa história no livro “A História Secreta da Criatividade”. 

Temos a sensação de que IoT é uma coisa nova porque só agora estamos vendo sua realização. Colocar conectividade em determinadas coisas só é possível com o avanço da tecnologia. Passa pela miniaturização de processadores, pela redução do consumo de energia e dos custos de prototipação e produção, por exemplo. É muito recente o avanço tecnológico com essas características. Hoje é possível colocar um sensor térmico dentro de um adesivo selado, anexá-lo a um medicamento que necessite ter sua temperatura rigorosamente controlada, transmitir essa informação para a nuvem e rastreá-la desde o laboratório até o consumidor. Isso é vital, pois existem medicamentos que perdem sua função caso fiquem meros 30 minutos fora da temperatura adequada. 

 O QUE AS PESSOAS ESPERAM DA IOT 

O avanço da IoT vai mudar a forma como nós experimentamos as coisas que fazem parte do nosso cotidiano. Esteja pronto para se surpreender cada vez mais, pois haverá conectividade em coisas hoje impensáveis. Quando se imaginou instalar sensores de movimento na maioria dos habitantes para obter informações de fluxo de trânsito numa cidade? Isso hoje acontece em qualquer lugar onde os habitantes tenham celulares. O Waze e o Google Maps obtêm a informação de fluxo de trânsito través da movimentação das pessoas e seus smartphones. Assim, oferecem o magnífico serviço que nos permite uma nova experiência de mobilidade urbana, com caminhos alternativos para contornar congestionamentos. 

Nos Estados Unidos, o mercado industrial concentra o maior número de projetos de IoT, seguido por iniciativas para cidades inteligentes. É muito curioso quando comparamos os projetos que realmente estão sendo desenvolvidos e a expectativa das pessoas quanto à IoT. Numa pesquisa sobre o assunto, descobriu-se que casas inteligentes vêm em primeiro lugar, seguidas por dispositivos vestíveis e cidades inteligentes. Isto é, o mercado está desenvolvendo uma coisa, enquanto as pessoas anseiam por outra. 

Esteja preparado para se admirar cada vez mais com a IoT. As coisas seguirão ficando mais inteligentes. Elas perceberão o ambiente através de sensores e terão “olhos e ouvidos” para nos ver e escutar. E não se surpreenda quando elas falarem com você! 

 

Fonte: IT Management

Faseamento da EFD-Reinf para 2018


Postado em 6 de dezembro de 2017 por FH
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Novas datas de implementação da EFD-Reinf a partir de 2018 serão publicadas em breve.

O início da obrigatoriedade da EFD-Reinf para cada grupo de contribuintes, nos termos da  Resolução que trata da implementação progressiva do eSocial, coincidirá com a competência inicial de envio dos eventos periódicos do eSocial. Assim, os contribuintes do primeiro grupo – empresas com faturamento superior a 78 milhões – passarão a enviar os eventos pela EFD-Reinf a partir de 1º de maio de 2018. Os do segundo grupo, a partir de 1º de novembro de 2018 e os do terceiro grupo, a partir de 1º de maio de 2019. A alteração da Instrução Normativa RFB nº 1.701, de 2017, que instituiu a EFD-reinf, fixando essas novas datas, será publicada em breve.

Fonte: SPED

FH tem expertise triplamente reconhecida pela SAP!


Postado em 5 de dezembro de 2017 por FH
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Parceira SAP desde 2007, a FH está sempre em busca de entender profundamente as necessidades dos clientes para implementar as melhores soluções de negócios baseadas em tecnologia da informação, que garantam o retorno dos investimentos e por isso a cada dia busca se especializar mais e contar com os melhores profissionais do mercado SAP.

Mesmo com 17 anos de mercado e 10 de parceria com a gigante alemã, a busca pela melhoria contínua é incessante e diária na FH e um dos frutos que esta busca constante trouxe para a companhia foi um dos maiores símbolos de reconhecimento que um parceiro SAP pode receber, que é o selo SAP Recognized Expertise.  Atualmente a FH possui três deles:

 

 

 

 

Para obter estes selos, a FH precisou comprovar sua especialização, nível de qualidade de projetos já implementados e atender a uma série de requisitos rigorosos solicitados pela SAP. Com essa tripla certificação a companhia destaca-se ainda mais no mercado e comprova a sua expertise em soluções de comércio eletrônico, de CRM de alta performance e em realizar a arquitetura de um projeto de ERP no Core Digital SAP!

Se o seu negócio precisa de soluções de alto desempenho em ERP, Commerce ou CRM, conte com uma especialista no assunto que é SAP Gold Partner e foi considerada pela própria SAP como Parceira Destaque. Conte com a FH!

Publicada versão 2.4.1 da EFD ICMS IPI


Postado em 29 de novembro de 2017 por FH
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Está disponível a versão 2.4.1 do PVA da EFD ICMS IPI, que substitui a versão 2.4.0 (leiaute 12).

Alteração:

– Correção na regra de validação do Campo DT_DOC do Registro C800, para documentos cancelados.

 

*A versão 2.3.5 (leiaute 11) continuará ativa até 04/12/2017.

Fonte: SPED


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Guias Estaduais: GNRE para todos os gostos e UFs


Postado em 10 de novembro de 2017 por FH
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A geração do arquivo XML lote pode ser automatizada, o que garante a segurança na geração e transmissão da GNRE para posterior recolhimento, por meio de uma Solução Fiscal flexível.

A GNRE é a Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais. É através deste documento que é realizado o recolhimento, aos cofres do Estado, do imposto decorrente das operações interestaduais de vendas de produtos sujeitos à substituição tributária, realizadas pelos contribuintes de ICMS – Imposto sobre operações relativas à Circulação de Mercadorias e prestação de Serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.

A GNRE é um documento de uso habitual dos contribuintes, uma vez que a figura da “ST” – Substituição Tributária foi amplamente inserida nas operações relativas à circulação de mercadorias e prestação de serviços englobados nesse regime fiscal.

A Substituição Tributária é um regime que atribui a outro contribuinte a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS, sendo que esta obrigação criou as seguintes modalidades de contribuintes:

  • Contribuinte Substituto: é aquele eleito para efetuar a retenção do imposto antecipadamente e posteriormente cobrar do cliente, sendo este somado ao valor final dos produtos;
  • Contribuinte Substituído: é aquele que receberá a mercadoria já com o ICMS retido na fonte pelo contribuinte substituto.

As normas para a retenção do imposto dependem de cada Unidade Federativa, sendo que os Estados de origem e destino envolvidos na operação ou prestação devem ter acordo firmado pelo Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária.

É aí que entra este instrumento “GNRE”, para que o contribuinte substituto faça o recolhimento da Guia assim que operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. O contribuinte substituto observará as normas da legislação da Unidade da Federação de destino da mercadoria para cálculo e recolhimento do ICMS Substituição Tributária.

Assim como existem diversas normas que regem esta matéria, também podem ser utilizados diferentes tipos de Guias com vários códigos de receita para recolhimento. Cada UF possui códigos específicos para os muitos tipos de operações em que se enquadram os seus contribuintes.

Para tanto, há o Portal GNRE Online que pode ser acessado através do site http://www.gnre.pe.gov.br/gnre/portal/GNRE_Principal.jsp.

Este portal é gerenciado pela Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco – SEFAZ PE.

A maioria dos Estados brasileiros participam do Portal GNRE Online, com exceção do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo que possuem layout próprio para a geração das Guias.

Para as Guias que serão geradas pelo Portal existem 04 (quatro) opções, a saber:

  • Processar uma Guia individualmente;
  • Processar lote gerado e armazenado no próprio portal;
  • Processar lote gerado no sistema do próprio contribuinte, conforme manual para preenchimento do XML de lote;
  • Processar por meio de comunicação webservice, entre o Sistema Fiscal do contribuinte e o portal GNRE Online.

A geração do arquivo XML lote pode ser automatizada, o que garante a segurança na geração e transmissão da GNRE para posterior recolhimento ao Fisco. Esta integração pode ser feita por meio de uma Solução Fiscal flexível, a qual proporciona um vínculo no sistema ERP dos respectivos documentos fiscais utilizados para cada Guia e oferece relatórios de apoio aos usuários.

Este controle automatizado das informações e operações dos contribuintes de ICMS, impactará diretamente na geração de obrigações acessórias estaduais mais confiáveis, como exemplo, o Sped Fiscal – EFD ICMS-IPI.

Com esta integração o processo fica mais rápido, seguro e sem retrabalhos, desta forma, elimina dos contribuintes os desperdícios de tempo e também financeiros, com a redução no pagamento de juros e multas ao Fisco.

Outro ponto relevante a destacar é que, neste processo de GNRE, pode-se fazer um lote com todos os documentos abrangidos pela operação fiscal e que devem ser marcados para geração do arquivo XML. Com uma Solução Fiscal apta a automatizar a GNRE Lote, haverá um ganho considerável na agilidade dos processos internos das empresas.

Por isso, o melhor caminho é sempre que possível automatizar processos. É fazer implantar e deixar a Solução Fiscal apta a trabalhar pelo bem da empresa, a serviço dos usuários, para que estes profissionais consigam dispor de mais tempo para aprimorar seus conhecimentos, ainda mais em se tratando de ICMS, uma matéria tão complexa e com tantas variáveis de acordo com o tipo de produto e do Estado em que se opera.

Logo, isso fará com que a organização empresarial otimize seus recursos internos, eleve suas entregas a um nível maior de excelência, sem medo ou receio do Governo.

Em um tempo de contensão de gastos por parte dos contribuintes brasileiros, melhorar processos é sempre um investimento que vale a pena e que sempre estará na pauta do dia das reuniões fiscais.

Por fim, tem-se a certeza de que a organização empresarial terá um caminho mais tranquilo de fato, o mais seguro, que é cumprir a legislação com correção e informações confiáveis, baseados em uma Solução Fiscal robusta e sólida, cumprindo todas as obrigações impostas nessa relação com o Fisco brasileiro.

Johney Laudelino da Silva – Cientista Contábil, MBA em Gerência Contábil pelo IBPEX é Business Expert Especialista na Solução Contábil/Fiscal e de Gestão Tributária GUEPARDO da empresa FH em Curitiba-Pr desde Julho 2013.

Colaboração de Osmair Ribeiro, consultor SAP da Solução Contábil/Fiscal e de Gestão Tributária GUEPARDO da empresa FH.

Fontes:

Portal Administradores

Revista Ações Legais

Hoje.News

Portal Contábeis

Portal Dedução

Portal Contábil SC

SPED News

Monitor Digital


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