Empresas se unem para reaproveitar matéria-prima e tirar acordo do papel


Postado em 11 de outubro de 2017 por FH
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Com 12 empresas associadas, a Abinee (que reúne a indústria de eletroeletrônicos) criou a Green Eletron,
primeira gestora da cadeia de reciclagem do setor.

HP, Samsung, Apple, Lenovo e Embraco, entre outras, integram a entidade, que tenta unificar ações no setor e avançar no acordo nacional.

“Processamos de 300 a 400 toneladas por mês. Reaproveitamos 95% dos materiais eletrônicos, que voltam como matéria-prima para a indústria”, diz Mileide Cubo, gerente de operações da Sinctronics, uma das recicladoras parceiras da Green Eletron.

Processamento de lixo eletrônico na Sinctronics, empresa especializada nesse tipo de resíduo.

Mesmo com alta de 30% no volume de reciclagem em 2016, a Sinctronics usa apenas um terço de sua capacidade. “Há espaço para processarmos mais e  empregarmos mais”, diz a gerente da empresa, em Sorocaba (99 km de São
Paulo).

O Brasil ainda não tem tecnologia para reaproveitar placas eletrônicas, que acabam sendo exportadas para Canadá, Bélgica, Alemanha, Japão e Cingapura, onde metais preciosos são recuperados. “Fazemos a trituração e a separação de metais ferrosos, cobre e alumínio. Dos dez passos necessários, fazemos três. Em breve, vamos ampliar para sete”, diz Cubo.

A Nat.Genius, unidade de negócios para logística reversa da Embraco (que faz compressores para refrigeração), processou quase 11 mil toneladas de material nos últimos dois anos.

“Recebemos todos os tipos de eletroeletrônicos e aplicamos processos de engenharia para reutilizar tudo. Nada vai para os aterros”, afirma Luiz Berezowski, gerente sênior do Nat.Genius, que tem duas fábricas em Joinville (SC) e 70 funcionários.

Houve aumento de 39% na reciclagem de aço e 30% na de plásticos entre 2015 e 2016. “Peças com até 30 anos de uso viram matéria-prima para ventiladores, exaustores e até espremedores de suco.”

A Nat. Genius também é procurada por fabricantes para discutir como projetar produtos mais fáceis de reciclar no futuro. Também presta consultoria sobre redução dos custos de reciclagem. “É olhar o resíduo como valor. E não como algo que incomoda e que deve ser despachado para o aterro sanitário.”

O executivo destaca que, além de questões tributárias e de falta de incentivo, há dificuldades logísticas para fazer a reciclagem “pegar” no país. “Buscar materiais no Acre é diferente de buscar em SP”, afirma Berezowski.

Para ele, há também necessidade de mudar comportamentos para conquistar o engajamento do consumidor.

Uma das soluções defendidas pelo Instituto Gea, que trabalha com catadores, é que os municípios se envolvam no processo de reciclagem, o que inclui a criação de pontos de coleta e a formalização e qualificação de cooperativas
para colaborar nessas mudanças.

“São mais de 5.000 municípios no país. A criação de pontos municipais de coleta, em parceria com as cooperativas, facilitaria o escoamento do material e geraria renda”, diz Ana Maria Luz, presidente do instituto.

O Brasil precisaria investir cerca de R$ 12 bilhões até 2031 para criar uma estrutura adequada para dar destino apropriado a todos os tipos de resíduos sólidos de todos os segmentos, incluindo eletrônicos, segundo um estudo da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) em parceria com a consultoria GO Associados.

Para bancar os custos de construção e manutenção de usinas de reciclagem no país, outros R$ 16 bilhões por ano seriam necessários.

Fonte: Folha de São Paulo

FH recebe selo SAP Recognized Expertise em SAP Hybris Cloud for Customer


Postado em 10 de outubro de 2017 por FH
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A FH, além de ser reconhecida pela própria SAP como parceiro destaque na categoria SAP Hybris em 2016, acaba de receber  o selo SAP Recognized Expertise em SAP Hybris Cloud for Customer! Somos uma das únicas empresas no mundo e a primeira da América Latina a receber esta certificação!

O SAP Recognized Expertise em SAP Hybris Cloud for Customer é um selo de expertise comprovada do parceiro SAP, tornando a FH oficialmente especialista em SAP Hybris Cloud for Customer.

Para obter este selo, a FH precisou comprovar sua especialização, nível de qualidade de projetos já implementados e atender a uma série de requisitos rigorosos da SAP. Agora, a FH destaca-se ainda mais no mercado e comprova a sua expertise como a melhor opção em soluções de CRM Cloud com DNA omnichannel!

Transforme a sua maneira de fazer negócios e ofereça ao seu cliente o que há de mais inovador em omnichannel! Escolha a FH e surpreenda-se!

Descubra como a DPaschoal potencializou sua operação de vendas com um CRM de alta performance


Postado em 5 de outubro de 2017 por FH
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O cliente digital exige que as empresas estejam sempre um passo à frente dele, melhor informadas e presentes nos canais de sua preferência. Quanto mais conhecimento a companhia tem do cliente, maiores as possibilidades de agradá-lo e atendê-lo, conforme as suas necessidades e desejos!

Pensando nisso e, também, para continuar evoluindo com excelência no segmento, a Dpaschoal promoveu uma verdadeira reformulação na estratégia comercial. A empresa, que conta com 180 lojas físicas no Brasil, reestruturou completamente seu site, deu início a sua operação omnichannel e substituiu a antiga plataforma de CRM. Além disso, a empresa percebeu que poderia ter mais ganho e melhorar sua experiência de usuário com o SAP Hybris Sales Cloud , complementando o ERP SAP.

O projeto foi desenvolvido em curto prazo, com alto volume de transações de dados e diversas integrações com outros sistemas abrangeu boa parte das funcionalidades de força de venda do SAP Hybris Sales Cloud, já adequadas ao modelo de negócio da DPaschoal, gerou agilidade e melhor controle do processo de relacionamento com o cliente.

Logo após a conclusão do projeto, a empresa identificou melhorias rápidas e impactantes em diversas rotinas operacionais que utilizavam o CRM como base, como, por exemplo:

  • Rápida expansão do relacionamento com o cliente;
  • Melhor gerenciamento da carteira e atividades dos vendedores e das oportunidades de vendas;
  • Geração completa do funil de vendas com visão 360º;
  • Acompanhamento de venda perdida e visão para oportunidades futuras.

 

Conheça todos os detalhes deste caso de sucesso no vídeo abaixo, clicando na imagem:

 

 

Com o Projeto “DPaschoal – Projeto CRM 2.0”, a FH conquistou o ASUG Impact Awards 2016. Este é é um prêmio tradicional na comunidade da ASUG. A premiação visa destacar os cases de maior sucesso dentro da associação e dar oportunidade às equipes de projeto de compartilhar suas experiências gerando também material para os eventos da ASUG. Outros grandes cases concorreram à premiação, cujos critérios avaliaram melhores práticas, melhorias no nível de serviço, originalidade e inovação.

 

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Cinco estratégias de Internet das Coisas altamente eficazes


Postado em 29 de setembro de 2017 por FH
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Uma estratégia de IoT vencedora exige liderança forte, papéis claramente definidos e uma equipe dedicada. Líderes de TI pioneiros oferecem conselhos para quem vai começar agora

A Internet das Coisas (IoT) está se tornando mais do que apenas uma palavra-chave para muitas organizações. A ideia de conectar centenas ou milhares de produtos, ativos corporativos e outras “coisas” pela internet para coletar dados valiosos é uma proposta convincente para empresas em uma variedade de indústrias.

Mas construir uma estratégia IOT eficaz não é simples. IoT envolve muitas partes móveis (literalmente) e apresenta uma série de grandes desafios. Aqui, os líderes de TI que lançaram projetos IoT oferecem conselhos valiosos para aqueles que estão apenas começando a formular seus planos.

1 – Nomeie um líder de IoT

Toda estratégia eficaz de IoT requer um líder forte. Este indivíduo deve surpervisionar vários componentes técnicos da iniciativa IoT e ser capaz de orientar uma estratégia coesa para garantir que todos estejam na mesma página.

Seu líder de IoT pode ser um profissional sênior de TI, operações ou mesmo um líder de negócios. Alguns especialistas falam sobre a necessidade de um Chief IoT Officer (CIoTO).

“É fundamental ter liderança bem definida gerenciando a iniciativa”, diz Scott Sandler, gerente de tecnologia de computação em nuvem da Rockwell Automation, um provedor de tecnologia de automação industrial. “Poderia ser um CIoTO ou outro cargo que tenha a autoridade apropriada para conduzir a mudança necessária na organização, estabelecer a estratégia e garantir que, mesmo que a tecnologia mude –  e rápido, como vem acontecendo – você permaneça fiel a essa estratégia”.

A Rockwell, em 2011, iniciou um esforço de IoT como uma extensão de seus negócios. Sua iniciativa de IoT permite que os clientes da empresa conectem seus equipamentos e sistemas industriais à nuvem para que possam analisar melhor os dados operacionais e aprimorar o suporte à decisão para tecnologia operacional e usuários de TI.

A Rockwell está trabalhando com a Microsoft para garantir que ela tenha uma plataforma IoT industrial segura que possa se adaptar às necessidades crescentes de coleta de dados dos clientes e facilitar o movimento de dados através da empresa.

2 – Crie uma área de IoT distinta

Se a IoT se destina a ser um componente significativo do modelo de negócios da sua empresa, é essencial ter uma área dedicada a IoT dentro da empresa.

A Schneider Electric, fornecedora de produtos de gerenciamento de energia e automação, está construindo uma estratégia para capturar a eficiência gerada principalmente pela convergência de tecnologia operacional e a de TI. Atrás dessa convergência está a aceleração da IoT, e a empresa criou um grupo de transformação digital dedicado e global para supervisionar os esforços nessa área.

O grupo supervisiona uma Fábrica de Serviços Digitais, que compreende uma extensa equipe de desenvolvedores que trabalham com unidades de negócios para projetar e desenvolver aplicativos de IoT inovadores, projetados para atender às necessidades conhecidas do cliente.

“Trabalhamos para aproveitar o poder e a promessa de IoT, desenvolvendo a tecnologia da plataforma digital que combina de forma perfeita a energia, a automação e o software”, diz Cyril Perducat, vice-presidente executivo de IoT e Transformação Digital da Schneider Electric, que lidera o grupo .

“Estamos empenhados em traduzir dados em inteligência acionável e a capacidade de nossos clientes tomarem melhores decisões de negócios a qualquer momento”, diz Perducat. “Para nós, os dados não têm sentido até que eles possam atender às reais necessidades dos clientes”.

A Schneider Electric criou a EcoStruxure, uma plataforma aberta e interoperável habilitada para IoT que alavanca avanços no IoT, mobilidade, detecção, nuvem, análise e segurança cibernética. O EcoStruxure combina produtos conectados e sistemas de controle de borda com aplicativos, análises e serviços e atualmente é implantado em mais de 450 mil instalações, conectando mais de 1 bilhão de dispositivos.

3 – Defina claramente as funções IoT

Nenhuma iniciativa IoT terá sucesso sem as pessoas certas nas funções corretas. IoT abrange uma ampla gama de negócios, e se as habilidades erradas estão sendo aplicadas a componentes específicos, o esforço da IoT pode falhar.

A fabricante de produtos químicos Texmark Chemicals vem trabalhando com a HPE Aruba para explorar maneiras de usar IoT na produção de produtos químicos. O objetivo é usar as tecnologias IoT para ajudar a aumentar a segurança das plantas, a eficiência nos processos e a produção dos trabalhadores.

Os produtos relacionados à IoT que a Texmark está usando incluem análises preditivas, análise avançada de vídeo e gerenciamento de ativos do ciclo de vida.

“Para cada produto químico que a Texmark faz, dois tipos de análise preditiva podem ser aplicados: discreta e de processos”, diz Douglas Smith, CEO da Texmark. “Análise discreta nos dá informações sobre o equipamento utilizado – bombas, filtros, reatores, torres de destilação – e nos permite prever e evitar falhas no equipamento”.

A análise de processos permite que a empresa tire dados das análises discretas e faça mudanças nos seus processos, com base no que está acontecendo dentro das unidades discretas, para melhorar o processo contínuo de produção.

Outro componente de IoT é a análise de vídeo, que a empresa usa para transmissão de vídeo em tempo real de tanques ou bombas para determinar um derramamento ou vazamento. E o gerenciamento de ativos do ciclo de vida permitirá que o Texmark rastreie todos os ativos, desde a compra até a instalação e a manutenção, fechando o ciclo de vida do produto.

Uma parte fundamental da estratégia IoT da Texmark é atribuir aos indivíduos mais envolvidos com um processo específico vários processos e soluções do IoT.

“Por exemplo, nosso engenheiro principal é líder em análises preditivas e gerenciamento de dados, e nosso diretor de segurança da planta é líder em segurança da IoT”, diz Smith. “Cada um deles é responsável por esses aspectos do IoT. Queremos que a pessoa que melhor compreende o processo seja responsável “.

Isso não significa que as funções IoT individuais devam ser autônomas. Como chefe da empresa, Smith supervisiona o programa geral de IoT, mas ele diz que delegar tarefas às pessoas mais qualificadas e manter todos no loop é uma chave para o sucesso.

“Para obter o buy-in das pessoas da equipe, precisamos que eles saibam o que estamos tentando fazer. Nosso papel é perguntar como podemos ajudá-los melhor”, diz Smith. “A Texmark pode ter a tecnologia de IoT mais avançada, mas se as pessoas que fabricam produtos químicos não comprarem o uso, não funcionará”.

4 – Construa uma cultura de IOT Segura

Uma das maiores preocupações sobre o IoT é a segurança e a privacidade dos dados – e com uma boa razão. Houve incidentes com carros autônomoss e ataques de negação de serviço (DoS) lançados a partir de produtos conectados.

Garantir a segurança de dispositivos, sensores, redes e aplicativos deve ser uma prioridade máxima para qualquer estratégia de IoT.

“Estabelecer e manter uma área bem-sucedida de IoT deve incluir o desenvolvimento de políticas sólidas de dados e privacidade”, diz Bill Thirsk, vice-presidente de TI e CIO no Marist College.

A Marist está nos estágios finais do desenvolvimento de produtos e serviços da IoT. A tecnologia da empresa reúne informações bio-digitais sobre a saúde através do acesso sem fio a partir de sensores usados ​​por indivíduos com algum nível de risco para a saúde.

Os dados, como sinais vitais e outros indicadores de saúde geral são fornecidos pelos sensores e coletados em tempo real, e os algoritmos preditivos comparam as mudanças nos sinais vitais contra histórias conhecidas. Os dispositivos de monitoramento continuam a transmitir dados usando protocolos sem fio seguros para permanecer constantemente conectados a sistemas de monitoramento e serviços médicos, diz Thirsk.

“Todos os nossos projetos IoT exigiram a inclusão de dispositivos de muitos fabricantes, de sensores baratos a dispositivos de rede sem fio e tradicionais, a firewalls e balanceadores de carga”, diz Thirsk. “Um sistema confiável deve ser projetado especificamente como um transportador de todos os dispositivos de IoT, não importa quão pequenos. E no caso de alguns dados, completamente criptografados, pelo menos em pontos de coleta ou agrupamento “.

Como parte do desenvolvimento da cultura da segurança IoT, “ter uma liderança de equipe que possa contar a história [de segurança], definir e explicar restrições de segurança, construir e transformar a equipe à medida que o projeto amadurece e se comunicar continuamente com a equipe e as partes interessadas é fundamental”, diz Thirsk. “Embora ainda não exista um título para este papel, ele pode ser descrito como um engenheiro sênior de projeto”.

5 – Aproveite o conhecimento de IoT disponível fora

Com a Internet das Coisas ainda em rápida evolução, os padrões de conectividade de rede, dispositivos e outros componentes estão, em muitos casos, ainda em desenvolvimento. Como tal, muitas empresas ainda não têm experiência para lidar com todos os aspectos de IoT em casa, e muito menos acompanhar as mudanças. A experiência externa pode ajudar.

A gestora de eventos Hargrove está explorando como a IoT pode ajudá-la a rastrear itens que são enviados para eventos de clientes. A empresa precisa acompanhar o frete do seu armazém até os estandes dos clientes, por exemplo.

“Estamos avaliando melhor a tecnologia, além dos códigos de barras ou RFID [identificação por radiofrequência]”, diz Barr Snyderwine, diretor de sistemas de informação e tecnologia da Hargrove. “Soluções de IoT poderiam rastrear ativamente o deslocamento de itens do armazém até os estandes nos centros de  convenções”, diz Snyderwine.

A esperança é de que a IoT automatizará muitas das tarefas envolvidas para que os funcionários não precisem verificar manualmente quando os itens são enviados, quando eles são recebidos, quanto precisa ser cobrado dos clientes, quantos itens, como cadeiras emesas estão em inventário, e assim por diante. Em última análise, IoT poderia ajudar a empresa a ganhar eficiência nas operações, reduzindo o tempo e o custo necessários para entregar serviços e bens aos clientes.

Mas a experiência de TI da Hargrove não inclui a capacidade de construir e manter a infraestrutura e as ferramentas necessárias para essa operação IoT.

“Nossas melhores práticas planejadas são contratar uma empresa de consultoria que saiba como implementar IoT e formar uma comunidade de usuários internamente para dominar o processo e o sistema”, diz Snyderwine. “O problema que eu prevejo será a adoção por parte dos usuários. Nosso negócio se move tão rápido que todo sistema deve ser rápido, eficiente e fácil de usar “.

Fonte: ASUG

Indústria 4.0: Jornada para cloud com transformação digital


Postado em 29 de setembro de 2017 por FH
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Estamos em franca transformação digital e a indústria 4.0 no Brasil tem ainda longo caminho a percorrer em vários setores da economia de forma gradual e disruptiva.

Somados ao potencial combinado de tecnologias como a Internet das Coisas (IoT), Big Data, Analytics, Aprendizado de Máquina, cloud computing, computação cognitiva e inteligência artificial, robótica, entre outros, esta nova revolução tecnológica agrega redução de custos, ganhos de eficiência e receita adicional provocada por novos modelos de negócios.

Cunhado em Hannover, na Alemanha, durante evento em 2011, o termo indústria 4.0 foi citado pela primeira vez por um grupo de pesquisadores que fez algumas recomendações ao governo alemão e, dois anos mais tarde, a indústria 4.0 começou, de fato, a ser desenvolvida naquele país. Desde então, este é um processo em expansão. Assim como o governo alemão, outros países e grandes companhias já despertaram para o valor da Indústria 4.0.

Tais ganhos proporcionam ainda crescimento econômico, o potencial de geração de Valor da Industria 4.0 no mundo, provocará forte geração de empregos qualificados e elevação da qualidade de vida.

De acordo com vários institutos de pesquisa em 10 anos, 49% dos empregos tradicionais que conhecemos não existirão e 40 % das empresas que conhecemos também não estarão no mercado, devido à forte pressão das tecnologias disruptivas combinada com modelos de negócios inovadores.

Justamente por estes motivos que precisamos nos posicionar a respeito e pensarmos em um modelo de desenvolvimento adequado ao nosso País que nos torne cada vez mais competitivos e mais produtivos.

Estamos diante de uma nova revolução tecnológica, a quarta revolução industrial combinada com tecnologia de nuvem, com o uso de redes inteligentes capazes de agendar manutenções de máquinas, prever falhas em processos e propor mudanças na produção. Há uma descentralização do controle dos processos produtivos e o uso em escala de dispositivos inteligentes interconectados só tende a crescer. Essas mudanças ao longo de toda a cadeia de produção e logística são profundas e agregam eficiência para diversos setores como saúde, energia, transporte, logística, varejo, construção, agronegócio e manufatura.

Tal qual a proliferação de aparelhos celulares hoje em dia, o que era impensado há 20 anos para a maior parte dos brasileiros, para se tornar uma realidade, a Indústria 4.0 necessita de investimentos em tecnologias emergentes de TI, Cloud Computing, automação e na Internet das Coisas. A boa notícia é que a maior parte dessas tecnologias já estão disponíveis, por exemplo Cloud Computing como primeiro passo para as empresas iniciarem sua jornada para a transformação digital dos seus negócios. O próximo passo é tornar estas inovações conhecidas e acessíveis a todos, nas mais diversas verticais de negócios.

Temos pela frente uma verdadeira jornada iniciando com a migração para Cloud Computing, aliviando as corporações de investimentos pontuais, trazendo uma forte redução dos custos, liberando tempo e recursos das áreas de tecnologia e operações para focarem na transição gradativa para que a Indústria 4.0 possa ganhar terreno durante a crise e na retomada da economia.

Não devemos temer o aumento do desemprego com o avanço da automação, por exemplo. Devemos educar e qualificar nossa mão de obra para que estes profissionais possam trabalhar na outra ponta da cadeia de valor: no desenvolvimento, programação e gestão de toda essa tecnologia.

O perfil dos trabalhadores está mudando em todo o mundo, e o Brasil precisa se adequar ao novo cenário rapidamente, em uma agenda positiva de aumento de produtividade e inovação. Se não investirmos na educação e qualificação das pessoas, com foco em tecnologia, vamos assistir passivamente os nossos postos de trabalhos manuais serem preenchidos por computadores e máquinas com robótica integrada com inteligência artificial e aprendizado de máquina.

É hora de abusarmos da criatividade e aprendermos a tomar decisões de modo rápido e a solucionar problemas. Por mais avançadas que possam ser, as máquinas ainda precisam de pessoas, de programadores, engenheiros, técnicos e inteligência. As pessoas estão na base de todo este processo.

Se bem aplicada e gerenciada, a tecnologia Cloud Computing e Transformação Digital são as alavancas para melhorar o desempenho das operações, reduzir custos, aumentar a produtividade, aumentar as vendas e ajudar a sair da crise fortalecido. A tecnologia de Cloud Computing combinada com Transformação Digital catalisa o aumento da demanda por produtos customizados, gerando uma melhor experiência para os consumidores e um aumento da satisfação.

Todos têm a ganhar na jornada para Cloud com Transformação Digital.

Fonte: ASUG

SAP Leonardo: A aposta da SAP para levar tecnologias emergentes a seus clientes


Postado em 25 de setembro de 2017 por FH
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Nova oferta da multinacional agrega machine learning, blockchain, IoT e outras tecnologias para clientes avançarem na transformação digital

Fale de transformação digital e as pessoas dissertarão sobre Internet das Coisas, cloud, big data e analytics com entusiasmo. Entretanto, no horizonte da revolução digital há novos verbetes que já movimentam indústrias e, claro, começam a preocupar todo tipo de esfera organizacional, que vai desde a sua profissão à academia. Afinal, a automação alimentada pela inteligência artificial ganha cada vez mais a pauta dos jornais, das companhias e de nossa recorrente ansiedade existencial. A ideia de que robôs estão superando habilidades humanas resume um pouco dessa sensação nada arbitrária.

Grandes empresas têm preparado o terreno para esse cenário, investindo pesado em talentos e pesquisa e desenvolvimento que deem conta da disrupção trazida e forçada por uma série de tecnologias emergentes. Nomes como IBM, Microsoft, Intel, Google, Apple, Facebook e Ford, por exemplo, têm criado frentes de pesquisa que se dediquem a garantir autoria na próxima revolução digital.

Com tradição na oferta de soluções em software de gestão (ERP), a multinacional alemã SAP tem se posicionado nesta nova onda com ofertas que já incluem o uso de inteligência artificial, big data e analytics em tempo real. Entretanto, seu maior passo nesta direção assumiu, recentemente, o nome de SAP Leonardo, uma homenagem ao inventor e pintor italiano do Renascentismo.

Lançada oficialmente em maio deste ano durante a Sapphire Now, conferência anual da fabricante, o SAP Leonardo é, em resumo, uma Plataforma como Serviço. Através dela, clientes poderão integrar aplicações legadas da companhia com tecnologias emergentes como machine learning, IoT, big data e blockchain entregues na SAP Cloud Platform. Ao concentrá-las em um só portfólio, a companhia diz que oferece a seus clientes uma vantagem competitiva rumo à transformação digital.

A novidade é a última grande aposta da companhia. O CEO global da SAP, Bill McDermott, colocou a Leonardo como o maior movimento tecnológico desde o lançamento do Hana, o banco de dados em memória disponível desde 2015 e que, ao lado do S/4 Hana, vinha se destacando como a grande estrela da SAP.

“A oportunidade é excelente, porque todas as companhias – pequenas, médias, grandes – todas estão preocupadas com a disrupção proporcionada pelas novas tecnologias”, ressalta Luís Cesar Verdi, Chief Customer Officer da SAP América Latina e líder na América Latina para a SAP Leonardo e SAP S/4HANA, em coletiva de imprensa realizada durante o SAP Partner Summit.

A SAP chegou a apresentar, inicialmente, o Leonardo como uma plataforma dedicada a soluções de IoT (Internet of Things). Em maio, reposicionou o serviço como um ecossistema de inovação para ampliar seu alcance.

“Em paralelo, a gente também vinha trabalhando em outras tecnologias como machine learning e blockchain. Nós demos conta que a fortaleza do portfólio da SAP era combinar diferentes coisas para resolver problemas grandes e complexos. E, por isso, resolvemos pegar a marca Leonardo, que estava somente em IoT, e trazê-la para ser a marca de todas as soluções de inovação”, explica Verdi.

Inovação como um serviço

A SAP anunciou, neste ano, que planeja investir 2 bilhões de euros em novidades para IoT até 2021. Grande parte destes esforços serão cruciais para alavancar a última aposta da companhia.

Durante a 21ª edição do SAP Forum, realizada nesta semana em São Paulo, a presidente global para a SAP Leonardo, Mala Anand, falou sobre as perspectivas e pretensões com o novo produto.

“Sistemas direcionados por inteligência permitem que clientes obtenham um valor sem precedentes dos dados. Permitem destravar novos modelos de negócios e reimaginar processos e experiências através da interação com consumidores, sua força de trabalho e muito mais”, diz a executiva colocando o SAP Leonardo como um “sistema de inovação que ajuda a redesenhar negócios para o mundo digital” usando um novo paradigma de tecnologias.

A analogia feita para tornar o SAP Leonardo um pouco mais palpável é a de uma caixa de ferramentas. Uma empresa, por exemplo, pode se beneficiar de machine learning para um projeto que utiliza sensores aplicados no chão de fábrica. Outra do setor financeiro poderia aplicá-la em um projeto sustentado por blockclain e por aí vai. Clientes poderão obter as habilidades do SAP Leonardo através da SAP Cloud Platform, mas também através das ofertas de nuvem da Amazon (AWS), Google Cloud Platform e Microsoft Azure.

A abordagem da multinacional com o novo serviço é levar a inovação sob demanda para cada projeto. Cabe a própria SAP auxiliar o cliente em identificar a melhor abordagem para atingir uma nova curva na transformação digital. Para isso, ferramentas de design thinking estão também no centro do processo.

“Nós criamos uma maneira de trabalhar com clientes que começa com um workshop que usa a metodologia do design thinking, para junto do cliente, descobrir um problema que ele queira resolver em seu negócio e que ainda não tenha solução”, explica Verdi. Depois da ideação do projeto, a equipe passa para a fase de prototipagem da aplicação da tecnologia. Feito isso, é realizado um estudo sobre o retorno do investimento. A companhia garante que projetos com o SAP Leonardo levam de seis a oito semanas para serem concluídos e uma visão rápida de onde empresas querem estar nos próximos três a cinco anos.

Entregue exclusivamente na nuvem, o SAP Leonardo consegue também se comunicar em tempo real com todo o portfólio existente da SAP como a S/4 HANA (ERP), Concur (despesas), SucessFactors (RH) e Ariba (procurement), assim como outros sistemas existentes nas companhias, através de uma arquitetura receptiva a APIs de integração.

A Stara, fabricante gaúcha de implementos agrícolas, é uma das primeiras clientes do Leonardo. Em conjunto com o SAP Labs, laboratório de desenvolvimento localizado em São Leopoldo (RS), foi desenvolvida uma solução em IoT, a SAP Connected Agriculture, que hoje integra o portfólio do SAP Leonardo e é oferecida a clientes do setor agrícola.

Leonardo brasileiro

A SAP tem colocado o Brasil como um mercado estratégico para alavancar seus números e clientes. E não por menos. Em 2017, o País liderou a receita de cloud da SAP dentro dos mercados da América Latina, tendo sustentado um crescimento de três dígitos quando comparado ao ano anterior.

Em março deste ano, durante visita do CEO, Bill McDermott, a empresa anunciou um investimento de R$ 40 milhões em cinco anos no SAP Labs América Latina para o desenvolvimento de tecnologias voltadas à digitalização das empresas no País, como soluções de Internet das coisas (IoT) para o agronegócio. E, em agosto último, inaugurou, em São Leopoldo, um centro dedicado a SAP Leonardo. Trata-se do terceiro do tipo no mundo, sendo os dois primeiros instalados em Paris e em Nova York.

Atualmente, na região gaúcha, já existem 30 pessoas trabalhando no portfólio SAP Leonardo, dando suporte local ao SAP Leonardo Center.

“Cada um dos novos serviços permite que os clientes explorem tecnologias inovadoras, modelos de negócios e processos em direção à digitalização antes de decidir sobre uma solução SAP que melhor atenda às suas necessidades. Eles podem combinar ferramentas, tecnologia e a experiência de profissionais de negócios e TI da SAP para iniciar uma jornada de inovação adaptada às suas necessidades”, explica Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil.

“CEOs sabem que os próximos três anos serão muito mais críticos do que, talvez, os últimos 15”, ressalta Mala Anand. “Muitas estatísticas dizem que companhias digitais geram maior produtividade e muito mais potencial de receita”, completa.

Entretanto, falar de tecnologias emergentes como um plano dentro da jornada da transformação digital de empresas, pode soar, de forma geral, algo distante no horizonte. A pergunta que fica é se as mesmas tecnologias justificariam grandes investimentos como em um novo ecossistema de inovação, caso do Leonardo.

“A velocidade com que esses casos de uso estão surgindo, para mim, são uma demonstração que nós tomamos uma decisão correta de colocar essas tecnologias todas juntas e anunciar o Leonardo como a marca que inclui todos esses componentes”, conclui Luís Verdi, CCO e líder na América Latina para o SAP Leonardo.

 

Fonte: ASUG

O agronegócio se alia à TI


Postado em 21 de setembro de 2017 por FH
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Um levantamento inédito sobre Tecnologia da Informação (TI) feito pela Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) revelou quais serão o orçamento e o investimento aplicado pelas cooperativas em TI. O orçamento reservado para a Tecnologia da Informação pelas cooperativas agropecuárias (24) representa 77% do total do orçamento de todas as cooperativas pesquisadas (49). No total, o orçamento das cooperativas de agro para TI em 2017 será de R$ 198 milhões, sendo que, deste valor, R$ 63 milhões são destinados ao investimento em ampliações, melhorias, evolução da infraestrutura e compra de software, por exemplo. O investimento é principalmente voltado a novos projetos, processos, aquisições, data center e outsourcing.

O COO da Belagrícola, Alberto Araújo: empresa investiu R$ 100 milhões em TI nos últimos cinco anos

Com investimento de cerca de R$ 50 milhões, a Belagrícola – que atua na cadeia de recebimento, beneficiamento e comercialização de grãos e insumos -, de Londrina, iniciou em janeiro deste ano um projeto que deverá resultar em 25% mais eficiência nos seus processos e 5% a 8% mais retorno financeiro em até três anos. Batizado de Everest, o projeto consiste na unificação de todas as informações do núcleo de atividades da empresa em uma única plataforma ERP – SAP S/4HANA -, o que vai facilitar as consultas e tornar as análises mais assertivas e consistentes. Mais de 100 colaboradores foram contratados para dar apoio às atividades da companhia, já que parte das 150 pessoas envolvidas no projeto é de colaboradores da Belagrícola que passaram a se dedicar 100% ao trabalho.

Em um pré-projeto, o setor de RH já começou a “rodar” na nova plataforma. Segundo Alberto Araújo, COO da Belagrícola, já foi possível notar mudanças na eficiência do setor. Agora, a medida está sendo implantada na revenda de insumos, e em um segundo momento será levada ao comércio de grãos. “Você tem as informações em um único lugar. Isso facilita o acesso e aumenta a velocidade de tomada de decisão. Se preciso saber como está a margem de venda em uma região ‘x’, não preciso mais fazer consultas adicionais. Antes, eram vários sistemas que você tinha que juntar em uma base única para poder fazer as consultas”, explica Araújo. Segundo ele, a mudança também trará mais segurança às decisões baseadas em dados. “Como tenho processos únicos, isso impede ou dificulta qualquer erro de input (entrada) no sistema. Quando você tem vários sistemas, pode haver inconsistências”, ele continua.

Ritmo de crescimento
O setor de agronegócio é parte importante da carteira de clientes da FH, de Curitiba, empresa que está fazendo a implantação da nova plataforma ERP na Belagrícola. “Aproximadamente 20% dos nossos negócios estão no setor do agronegócio. É um setor que vem crescendo em relevância da FH e é o que manteve o ritmo de crescimento”, comenta Ricardo Fachin, diretor corporativo da FH. Para ele, o agronegócio está aumentando seus investimentos em tecnologia. “Cada vez mais o agronegócio está se valendo de tecnologia para ganhos operacionais e oferecer produtos e serviços que não ofereciam antes.”

A busca do setor na Tecnologia da Informação, segundo o presidente da FH, está principalmente na profissionalização da gestão e na adoção dos processos e tecnologias de governança já utilizados por outros setores industriais, e também em soluções que proporcionem informações mais precisas a fim de aumentar a produtividade. Um exemplo é o uso de IoT para coletar informações sobre o solo em tempo real e poder aplicar nele a quantidade correta de insumos.

No caso da Belagrícola, a nova plataforma também vai permitir, no futuro, que a empresa possa se conectar com os produtores rurais e tenha acesso a informações sobre eles em tempo real. “Dados sobre colheita, produção, para saber se um insumo naquele produtor teve desempenho maior que em outro. Abre um leque bem grande de oportunidades.”

Investimento
Foi nos últimos cinco anos que a Belagrícola intensificou os investimentos em TI, afirma o COO Alberto Araújo. Nesse período, ele estima investimentos de mais de R$ 100 milhões. Um dos investimentos foi em infraestrutura de comunicação para se conectar com as filiais. “Tem silos que não têm cabo de fibra ótica. Tem que fazer sistemas de rádio.” Outros montantes foram destinados a uma infraestrutura nova de data center, em geradores e em softwares de inteligência (Business Intelligence). O próximo passo, diz Araújo, será o IoT.

O orçamento em TI da companhia também cresceu nesses últimos cinco anos, passando de cerca de 0,5% para 1,5% da receita. O motivo para o aumento do orçamento e dos investimentos é a necessidade. “A tecnologia se tornou uma necessidade. O setor ainda tem uma grande necessidade
de utilização da tecnologia”, comenta o COO. Para ele, uma grande lacuna do setor de agro está na gestão da informação. “Em segundo lugar poderia vir automação, mas hoje a maior carência do nosso mercado é a organização e a gestão da informação.”

Monitoramento de aviários
O monitoramento em tempo real é o objetivo de projeto que está sendo implantado por uma empresa de Curitiba em granjas avícolas no interior do Estado. Segundo Almir Meinerz, presidente-executivo da SPRO IT Solutions, o projeto envolveu investimentos na casa dos milhões e ‘grandes clientes’ (uma agroindústria e uma cooperativa paranaenses) cujos nomes ainda não podem ser divulgados. O projeto foi possível após a aquisição pela SPRO de parte do capital societário de uma empresa gaúcha, a E-Aware, para a fabricação de sensores.

Os sensores são responsáveis por monitorar fatores como temperatura, luminosidade, umidade, nível de CO2 e peso das aves no ambiente das granjas. Com essas informações em mãos, os produtores podem chegar a set points (pontos de ajuste) mais precisos para fazer o manejo mais adequado de sua granja. “Trabalhamos essas informações para chegar à conclusão, por exemplo, de que é preciso ligar o exaustor quando a temperatura chega a 19 graus, e não 24. Queremos analisar as informações e chegar a determinado denominador, a um modelo ideal de manejo para aquele aviário, aquela região, aquele estado e, a qualquer desvio, gerar alertas para o avicultor e para a agroindústria a qual está ligado”, explica Meinerz.

Dessa forma, a agroindústria também pode monitorar todos os seus aviários e fazer ajustes na produção – se necessários – enquanto um lote está em andamento, não depois que já foi entregue. Agora, a ideia é levar a solução de monitoramento também para os setores de suinocultura e piscicultura. “Tivemos um primeiro resultado na gestão avícola e, nos últimos dez anos, em nenhum momento se teve a mesma rentabilidade”, afirma o presidente-executivo da SPRO.

Projeto piloto 
A SPRO, cuja atuação mais forte é na área de softwares de gestão, tem entre seus clientes cooperativas, agroindústrias e tradings. Seu software de gestão próprio, voltado a pequenos e médios produtores, está em fase de implementação e rodando como projeto piloto em seis produtores do Paraná, afirma Meinerz. O setor de agronegócio representa quase metade dos clientes da empresa, mas cerca de 70% do faturamento. “O agronegócio, pelo seu momento de forte expansão, está investindo mais que outras indústrias nos últimos dois anos”, opina Meinerz. Para ele, a tecnologia é necessária para sustentar o alto crescimento almejado pelo setor.(M.F.C.)

Desafios e tendências
A pesquisa da Ocepar também buscou saber o que as cooperativas consideram como principais tendências e desafios para o setor de Tecnologia da Informação. As cooperativas do setor de agro responderam que cloud computing (computação em nuvem), mobilidade e segurança da informação são as principais tendências, enquanto investimentos (devido ao momento atual da economia), segurança da informação e telecomunicações são os principais desafios.

“A tecnologia vem evoluindo de forma exponencial, mas as cooperativas têm uma dificuldade grande com a última milha (trecho que leva a internet até o cliente). Não adianta ter tecnologia e não ter comunicação. A grande saída são as redes via rádio, mas a fibra ótica seria a melhor saída, pois está livre das intempéries climáticas”, considera Plácido da Silva, coordenador de TI da Ocepar. Para ele, a segurança da informação também é um desafio, inclusive devido à tendência da mobilidade e do BYOD (Bring You Own Device, ou Traga Seu Próprio Dispositivo), que pode comprometer a segurança dos dados das cooperativas.

A computação em nuvem, considerada a maior tendência em TI, permite que as cooperativas possam acessar serviços via web, por exemplo. “Apesar de ser um tema já bastante batido, não tem nenhuma cooperativa que usa o sistema de ERP, por exemplo, em ambiente externo”, comenta Silva. O motivo, para ele, é o aspecto cultural. Setores de Saúde e Crédito, por outro lado, já usam a nuvem.(M.F.C.)

Fonte: Folha de Londrina

Conheça o modelo omnichannel da Leroy Merlin


Postado em 19 de setembro de 2017 por FH
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Para se tornar a primeira rede no setor de Varejo de Materiais de Construção a atuar 100% no omnicanal, a Leroy Merlin implanta integração entre site e vendas mobile nas lojas para proporcionar uma nova experiência de compras.

A primeira loja integrada da rede está localizada em São Bernardo do Campo (SP). Lá, os colaboradores já contam com a agilidade da venda mobile e ferramentas do site. Os vendedores registram o pedido ou orçamento em smartphones que podem ler os códigos de barras diretamente no lugar onde os produtos estão expostos e têm acesso à todas as informações disponíveis no site, tais como fotos, filmes, dicas de instalação e de uso, etc. Além disso, o tempo de espera para ser atendido foi reduzido, pois o mesmo vendedor pode atender vários clientes ao mesmo tempo.

Outra vantagem é que como a solução funciona num smartphone, o vendedor poderá atender seus clientes também fora da loja, realizando a venda em domicilio (nos casos de produtos decorativos) ou mesmo na sua obra.

Também já está em funcionamento na maioria das lojas da rede o Clique e Retire, na qual o consumidor pode acessar o estoque da rede e escolher seus produtos em casa ou outra localidade através do site, comprar online e retirar na loja.

Próximo passo: escolher onde, quando e como comprar e receber seus produtos

A próxima fase do projeto é finalizar a integração entre o site, o e-commerce e a solução de Venda Assistida que vai potencializar ainda mais a experiência de compra, permitindo que os pedidos iniciados no e-commerce sejam acessados, completados, modificados e pagos nas lojas ou vice-versa, momento no qual a rede estará operando integralmente no ambiente omnicanal.

A rede, que chegou ao país em 1998,  possui 41 lojas distribuídas em onze estados brasileiros, mais o Distrito Federal e uma Loja Virtual que atende todos os estados do país.

Fonte: Portal Mercado & Consumo

Demarest Advogados faz Go Live do software de gestão empresarial SAP S/4 HANA


Postado em 18 de setembro de 2017 por FH
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Um dos maiores escritórios de advocacia do Brasil e da América Latina, o Demarest Advogados é o primeiro no Brasil a implementar a plataforma de gestão empresarial SAP S/4HANA. O escritório implementou a solução que, além de simplificar os processos, unifica todas as informações em um mesmo banco de dados.

“É uma ferramenta que oferece informações analíticas, ou seja, que gera relatórios precisos que embasam as tomadas de decisões e, ao mesmo tempo, disponibiliza informações transacionais, dados métricos de registro do dia a dia operacional. Tudo isso se reverte em agilidade, melhor performance e eficiência”, explica diretor corporativo da FH, Ricardo Fachin, empresa escolhida para realizar a implantação.

No Demarest Advogados, os softwares de controle já utilizados foram 100% conectados ao S/4HANA, assim, foi possível proporcionar uma visão transparente e acessível sobre precificação, controle de horas, faturamento, além de aumentar o compliance fiscal, com o controle total das informações que entram e saem.

Sobre as melhorias nos processos internos, o diretor de TI do Demarest afirma que o fato de todas as informações ficarem registradas no mesmo banco de dados traz respostas mais precisas dos nossos processos, proporciona maior segurança de dados e eficiência interna. Ele conta que o fato de a solução ter sido desenhada para a realidade do escritório fez toda a diferença para o sucesso do projeto. “A sinergia entre as duas empresas foi fundamental. Como somos o primeiro escritório de advocacia a investir nesta tecnologia, uma plataforma super atual de última geração, isso exigiu um trabalho detalhado, tanto nosso quanto da FH, a fim de entender as peculiaridades do nosso negócio e nossas necessidades”. conta Nilson Busto, diretor de Tecnologia do Demarest.

A escolha do SAP S/4HANA não foi por acaso, faz parte de um processo de inovação que está no planejamento estratégico do Demarest há alguns anos. “Investimos também na mudança de pensamento dos nossos colaboradores. Eles entenderam que era importante focar na visão de futuro do escritório e, também, enxergar o que é novo. Por isso, nos apoiamos no trabalho de change management para desenvolver estas questões em nossas pessoas, a fim de obtermos os resultados esperados com planejamento e entendimento da operação da ferramenta.”, explica do diretor de TI.

 

Fontes: TI Inside, Empresas S/A, Portal ERP, IT Fórum 365

 

FH é escolhida para implementar SAP S/4HANA e a Solução Fiscal GUEPARDO na Belagrícola


Postado em 29 de agosto de 2017 por FH
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Certificada pelo selo SAP Recognized Expertise e reconhecida pela própria SAP como a melhor parceira na categoria SAP S/4HANA, a implementadora também é referência quando o assunto é solução fiscal

Simplificação dos processos, eficiência, segurança e confiabilidade nas informações – esses são alguns dos diferenciais do SAP S/4HANA, solução que será implementada pela FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, na Belagrícola, companhia localizada em Londrina, no norte do Paraná, que atua na cadeia de recebimento, beneficiamento e comercialização de grãos e insumos.

O contrato de implementação do SAP S/4HANA na Belagrícola é uma importante conquista para a FH, parceira SAP desde 2007, que vem investindo no atendimento a empresas de agronegócio. O Projeto Everest, que teve início em agosto deste ano, deve se estender por doze meses, envolvendo até 150 pessoas, entre profissionais da FH e Belagrícola.

Para o CEO da Belagrícola, Flavio Andreo, há alguns anos a companhia vem investindo em melhorias nos processos internos e na governança. “Nesse processo de expansão da empresa, a plataforma SAP S/4HANA contribui para melhorar a eficiência e produtividade. Além disso, uma base de dados estruturada nos traz análises mais precisas e segurança na operação, possibilitando o controle total do negócio”, relata.

Andreo completa que a tecnologia exerce um papel fundamental para o negócio, que vem crescendo muito rápido e pretende dobrar o faturamento em um curto prazo, se tornando ainda mais competitivo.

Sobre as funcionalidades do SAP S/4HANA, Ricardo Fachin, Diretor Corporativo da FH, completa que a solução além de simplificar os processos, unifica todas as informações no mesmo banco de dados. “É uma ferramenta que oferece informações analíticas, ou seja, gera relatórios precisos para que as empresas possam tomar decisões mais assertivas. Tudo isso se reverte em melhor performance e eficiência, quesitos almejados por toda empresa, independente do segmento”, explica.

Ainda de acordo com Fachin, o agronegócio é uma área com potencial de crescimento e, por meio de soluções tecnológicas, como o SAP S/4HANA, a Belagrícola terá ganhos em produtividade, alcançando processos padronizados. “Decisões inteligentes precisam ser baseadas em informações precisas”, pontua.

A soma de conhecimento técnico, capacidade de entrega e o fato de ser a primeira parceira SAP a obter o selo Recognized Expertise in SAP S/4HANA são alguns dos diferenciais da FH. O COO da Belagrícola, Alberto Araújo, conta que para a escolha da empresa implementadora foi feita uma seleção junto a SAP e dentre mais de cinco parceiros a FH foi a selecionada. “Maior abrangência, demonstração de conhecimento técnico, empatia na parceria, experiência de mercado junto a um time sênior foram fatores decisivos durante a escolha”, reforça.

Segundo Araújo, nessa fase de expansão, a Belagrícola busca um fluxo de processos únicos, por meio de uma solução uniforme, que permite integração com outras plataformas globais. “Teremos eficiência aliada à transparência, ou seja, maior segurança na operação, o que é fundamental nesta fase da companhia”, expõe.

GUEPARDO potencializa a entrega das obrigações fiscais

A área fiscal – preocupação de toda empresa, pelo fato do Brasil ser um dos países mais complexos na área tributária – também será padronizada e otimizada por meio da implementação do GUEPARDO, solução fiscal da FH, que potencializa a entrega das obrigações fiscais e, dessa forma, garante compliance fiscal. “Contratamos o GUEPARDO em conjunto com o SAP TDF devido à exigência dos reports eletrônicos. Temos conhecimento que a solução fiscal da FH consegue cruzar as informações de forma consistente, o que nos trará segurança e otimização nessas entregas”, diz Araújo.

Enquanto o SAP HANA coloca os clientes na nova era da computação in-Memory, o GUEPARDO é sinônimo de entregas automatizadas, além da qualidade das informações e apurações precisas, centralizadas e instantâneas. A rastreabilidade de todos os processos aos usuários de diferentes áreas da empresa é outro diferencial, segundo o Diretor Corporativo da FH, que ressalta a importância de uma solução fiscal que acompanha a revolução tecnológica e atende a complexidade das obrigações fiscais.

Projeto Everest

Além do SAP S/4HANA e do GUEPARDO, o Projeto Everest contará com uma solução de gerenciamento e governança de dados – SAP MDG (Master Data Governance) e uma ferramenta de análise quantitativa de previsões, relatórios financeiros e orçamentos – SAP BPC (Business Planning & Consolidation). “Estamos trazendo as melhores práticas da SAP para a companhia. Tudo isso refletirá na eficiência operacional e maturidade dos processos internos da Belagrícola”, conta o Gerente de Projetos da FH, Mikael Guiraud.

Ele ainda acrescenta que ao ter informações em tempo real e análises de rentabilidade mais apuradas de todos os cenários de negócio, faz com que a tomada de decisões seja facilitada, além de minimizar possíveis riscos de gestão.

A expectativa da empresa de agronegócio é elevada em relação ao Projeto Everest, conforme relata o Gerente de TI da Belagrícola, André Peretti, por isso, desde o início, a relação de transparência com a FH foi fundamental. “Percebemos que o perfil técnico da FH se aproxima do nosso. E, por meio dessa parceria, queremos alavancar a profissionalização dos processos da Belagrícola, nesse sentido, a nossa maior preocupação é treinar os colaboradores para que possam utilizar a plataforma SAP S/4HANA da melhor forma”, conclui.

 

Sobre a FH – Com 17 anos de mercado, a FH é uma empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software. Conta com mais de 220 clientes ativos, aproximadamente 500 colaboradores, oito sedes – Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Joinville, Rio de Janeiro, Brasília, Stuttgart e Madrid. A FH tem atuação em mais de 30 países nos mais variados segmentos da indústria, como: varejo, manufatura, fashion, utilities, energia, financeiro, farmoquímica, agroindústria e setor público. A companhia conta com três linhas de negócio: Services, formada pelas áreas de Consulting, Technology e Fiscal – dedicadas à venda e implementação de projetos SAP, projetos omnichannel (SAP Hybris: e-commerce, marketing, faturamento, vendas e serviços em uma única solução) e projetos fiscais; Outsourcing – suporte online 24 x 7 – e Software – Solução Fiscal GUEPARDO e Camaleo (plataforma com aplicação global para desenvolvimento de soluções). Em 2016, a FH  conquistou o prêmio de melhor parceira SAP do Brasil – nas categorias SAP S/4HANA, SAP Hybris e VAR-GB. Neste ano, a companhia também recebeu o selo SAP Recognized Expertise em SAP S/4Hana e Hybris Commerce, que comprova a expertise da empresa, tanto em projetos omnichannel, quanto na implementação do ERP de última geração da gigante alemã. Mais informações em: http://www.fh.com.br.

Sobre a Belagrícola – Fundada em 1985, no pequeno município de Bela Vista do Paraíso, no norte do Paraná, por João Andreo Colofatti, a Belagrícola evoluiu de uma revenda de produtos agrícolas para se tornar um dos maiores distribuidores de insumos agrícolas e comercializadores de grãos do Brasil. Atualmente, a Belagrícola é uma das maiores provedoras de soluções para o produtor, com um portfólio de produtos e serviços baseado, principalmente, na tecnologia. O fornecimento de insumos agrícolas, a prestação de assistência técnica e o financiamento de custeio agrícola abrange hoje cerca de 15.000 produtores rurais nos estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina. A empresa conta com 54 pontos de revenda e 38 unidades de recebimento, padronização e armazenagem, com capacidade estática de estocagem de 1,2 milhão de toneladas. Todo o profissionalismo da companhia – que está entre as maiores do Brasil – é reconhecido anualmente em rankings de publicações especializadas, como das revistas Exame, Época Negócios e jornal Valor Econômico.  

Fonte: Portal Baguete

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