SAP Commerce Cloud


Postado em 23 de janeiro de 2018 por FH

Viver a revolução digital significa ter uma expectativa de compra diferente a cada dia que passa. Quem não rompe as fronteiras físicas e não mapeia este comportamento, fica para trás. Não basta ter uma simples plataforma de e-commerce, é preciso ter uma solução multicanal.

 

Inovações ocorrem a todo momento. Inúmeros canais digitais e redes sociais surgiram, mas no fundo o que os consumidores esperam é uma experiência de compra única, consistente e imediata em todos os canais. A gestão da experiência do cliente exige ferramentas que permitem estabelecer engajamento dinâmico, de conteúdo sofisticado. Clientes do mercado B2B e B2C possuem interesses corporativos diferentes, porém expectativas de compra muito semelhantes. É preciso identificar o perfil de cada comprador, analisar o seu histórico de compras, fazer a melhor recomendação de produtos/serviços e disponibilizar as melhores ofertas relacionadas com o perfil de cada cliente.

 

Ofereça, com o SAP Commerce Cloud (antigo SAP Hybris) a melhor experiência de compra dos clientes B2C para os clientes B2B.

 

Reconhecida pela própria SAP como Melhor Parceiro 2016 na categoria SAP C/4HANA, a FH conquistou o selo SAP Recognized Expertise em SAP Commerce Cloud, que comprova sua expertise e a torna oficialmente especialista na solução.

 

Inove a forma de vender, seja o pioneiro em seu segmento e proporcione experiências incríveis aos seus clientes.

 


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SAP C/4HANA (SAP Hybris)


Postado em 23 de janeiro de 2018 por FH

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Por que o digital commerce é 5x maior que o e-commerce?


Postado em 15 de janeiro de 2018 por FH
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Comprovadamente, o digital commerce é muito mais relevante que o e-commerce ou qualquer outro canal de vendas isolado

Vivemos a Era da Transformação Digital. Muito se lê e se fala sobre esse movimento e isso faz com que as companhias busquem reformular totalmente a sua estratégia de negócios e posicionamento, se quiserem se manter competitivas no mercado. O problema é que os varejistas estão errando na formulação da estratégia de transformação digital ou estagnados sem saberem em que investir. Não sei dizer qual dos dois é mais perigoso!

Digital First Retail é o termo que temos usado para definir a tendência crescente da jornada de compra do consumidor ser influenciada por canais digitais, não importando onde a transação final acontece. É muito importante que este movimento seja entendido pelos varejistas e que a experiência de compra desta nova jornada seja repensada.

Um estudo recente da Deloitte mapeou que 56% das vendas em lojas físicas envolvem um dispositivo digital, ou seja, o consumidor pode ter pesquisado o produto no Google no trabalho, ter comparado preços num app no celular ou ainda ter visitado o e-commerce de várias marcas antes de ter decido ir à loja física. Nos Estados Unidas, a Forrester estimou que o volume de vendas influenciadas pelo digital é 5x maior que as vendas online. Ou seja, entender a jornada digital é hoje 5x mais importante que ter um e-commerce competente.

Desta forma, podemos afirmar que a maioria das vendas de uma loja hoje começa no online, pois o primeiro instinto do consumidor quando está interessado em um produto é pesquisar informações e comparar os preços na internet. E muitas dessas buscas geram, de fato, vendas nas lojas físicas. Então, como melhorar a minha estratégica e conquistar um consumidor que conhece o produto na internet e depois vem comprar na minha loja?

A resposta está no conceito de micro moments, que, segundo o Google, são minúsculos momentos de intenção de tomada de decisão e formação de preferências que ocorrem durante a jornada do consumidor. Sua empresa precisa estar presente nesses momentos e é aí que entra o investimento na digitalização do negócio. O comportamento de consumo da geração atual mudou, e para sempre. Com o mundo baseado em buscas, as lojas físicas precisam perceber que devem ser encontradas facilmente com apenas um clique. Neste contexto, ter informações como localização das lojas, catálogo, estoque, preços, horas de abertura e fechamento facilmente encontráveis nos canais digitais durante os micro moments é fundamental.

Outra estratégia para atender às demandas e aumentar a satisfação desse público é permitir que a compra seja feita online e o pagamento na loja física, quando houver a retirada do produto – processo conhecido como Click and Collect. Desta forma, o varejista consegue aproveitar a vinda do cliente à loja para oferecer produtos que possam complementar o primeiro pedido dele. Se o cliente comprou um tênis novo, posso oferecer meias para usar com ele, por exemplo.

Muitos varejistas acreditaram que montar uma operação de e-commerce apartada das lojas físicas fosse uma estratégia de sucesso para o futuro. Pode até ter funcionado por um período, mas agora é a hora de repensar drasticamente essa posição. O relacionamento com uma marca não está isolado em um canal e para conseguir fornecer uma experiência de comprar fluida, e sem atritos, os varejistas vão ter que integrar canais digitais e físicos em todos os pontos de contato que fizerem sentido para entregar uma jornada que começa – prioritariamente – no digital.

Comprovadamente, o digital commerce é muito mais relevante que o e-commerce ou qualquer outro canal de vendas isolado. Isso significa que para oferecer produtos e serviços para o consumidor nesta nova era não há mais saída: é preciso aderir ao digital commerce!

Fonte: Portal Administradores

O futuro do e-commerce: o que esperar para 2018?


Postado em 12 de janeiro de 2018 por FH
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O e-commerce é um setor que vem apresentando grande evolução, e em 2017 não foi diferente.

A Ebit, empresa de consultoria especializada em lojas online, mediu que, apenas no primeiro semestre, houve um aumento de 7,5% nesse número.

Em 2018, a tendência é que esse movimento continue crescendo. A maior familiarização do público com essas plataformas, a qualificação das ferramentas utilizadas e a melhoria da experiência de compra são alguns dos fatores que levam a esse diagnóstico.

Outra questão importante é que esse crescimento gera uma concorrência saudável, o que permite ao consumidor encontrar preços mais competitivos.

Para ajudar você a entender um pouco de como será o futuro do e-commerce, listamos no post de hoje as principais tendências desse setor para o ano de 2018. Confira!

Customização de produtos

Você se lembra daqueles sites que vendem camisetas, canecas e mais itens que podem ser personalizados conforme o gosto do cliente? Esse tipo de experiência ganhou força e migrou para outras áreas.

Por esse motivo, uma grande tendência para 2018 no e-commerce é a customização de produtos. Diversas empresas grandes já utilizam esse conceito, permitindo, assim, que o cliente tenha uma experiência única com base nas suas preferências e trazendo uma solução mais adequada para cada caso.

Gerar esse tipo de experiência é algo de imenso valor e fortalece muito a relação entre empresa e cliente, especialmente por tirar um pouco daquela sensação de ser apenas um mero comprador. A customização faz com que a empresa crie autoridade no mercado e seja vista com bons olhos por todos.

Um ponto importante é que isso não se reduz a empresas desse tamanho e ainda é uma área pouco explorada. Ou seja: existe um imenso potencial, e quem começar logo vai se colocar à frente dos demais com uma grande vantagem competitiva.

Para quem tem um e-commerce para vender os produtos que fabrica, essa é uma alternativa bem viável para se destacar no mercado. Para quem trabalha com marcas de outros fabricantes, é possível verificar quais parceiros são capazes de atender a essa demanda de customização e assim oferecer isso na sua loja virtual.

Compra personalizada

A compra personalizada não é o futuro, já é o presente. Mas como ela será uma tendência em 2018 se já está em voga? A questão aqui não é a novidade, e sim a consolidação de uma prática que vem funcionando muito bem.

Utilizar o histórico de navegação e compra do cliente facilita muito para oferecer opções melhores e, assim, aumentar o número de vendas, além de qualificar a experiência oferecida para ele.

E quem ainda não investe nesse tipo de ferramenta tem, no ano que se aproxima, uma espécie de segunda chamada, visto que a ausência desse recurso acarretará a perda de espaço, principalmente pela exigência dos consumidores em contar com soluções assim.

Soluções híbridas

As soluções híbridas são uma série de serviços diferenciados. Um dos grandes destaques nesse cenário e que se encaixa bem em lojas virtuais é a facilitação do serviço de entrega.

Em diversas ocasiões, os clientes compram no site e têm pressa para receber o produto. Visando solucionar isso, muitas empresas possibilitam que a retirada seja feita em uma loja física.

É claro que nem todas contam com essa opção, pois muitas trabalham somente online, mas, com certeza, é uma prática muito valorizada pelo público.

Aumento do uso do mobile

Já é fato que grande parte das compras em lojas virtuais é feita via dispositivos móveis. Por isso, oferecer soluções para facilitar o uso desses equipamentos não é simplesmente o futuro do e-commerce, mas a adequação a uma tendência forte e que vai se solidificar ainda mais em 2018.

Caso a sua loja virtual não ofereça essa facilidade de navegação, os clientes irão para sites concorrentes. Além disso, criar uma versão responsiva do seu site não é algo caro, e o custo/benefício vale a pena.

Valorização da produção de conteúdo

Todos recebemos milhares de ofertas por dia, sendo que muitas são agressivas e nem mostram detalhadamente do que tratam. Sendo assim, é importante cada vez mais unir a produção de conteúdo de qualidade à divulgação dos produtos.

Uma dica para isso são os vídeos, já que eles conseguem reunir bastante conteúdo em pouco tempo e, assim, passar uma explicação mais completa sobre o funcionamento dos produtos que estão sendo comercializados.

Um motivo forte para investir nesse recurso é que o processo de pesquisa do cliente fica cada vez mais facilitado, o que, naturalmente, os torna mais exigentes. Dessa maneira, quanto mais você qualificar esse processo, mais pontos positivos mostrará.

Maior utilização da inteligência artificial

A inteligência artificial vem sendo aplicada com sucesso nas lojas virtuais. Considerando o futuro do e-commerce, podemos dizer que essa é uma das mais fortes tendências para 2018.

Um grande exemplo disso são os chatbots, softwares que permitem simular a interação humana entre um atendente e o cliente. Ao automatizar esse processo, ganha-se muito em produtividade, otimização de custos e agilidade no processo.

Essa ferramenta permite rapidamente identificar os principais dados do cliente e, assim, oferecer uma jornada de compra melhor. Vale lembrar que, no mundo virtual, a velha máxima de que “tempo é dinheiro” tem cada vez mais valor, então, quem facilitar o processo de compra tanto em tempo quanto na qualidade dos serviços prestados vai ser visto de uma maneira diferenciada pelo mercado.

No marketing digital para e-commerce, a inteligência artificial também pode ser uma grande aliada, permitindo automatizar o uso de determinadas ferramentas, inclusive a criação de campanhas em mecanismos de busca e redes sociais, e-mail marketing e o uso do SEO.

Com base nessas dicas, você já tem um bom panorama sobre o futuro do e-commerce em 2018, então basta encontrar a melhor maneira de colocá-las em prática no seu negócio para colher os frutos que essas soluções apresentam.

Fonte: jet e-commerce

O novo consumidor no mercado do varejo: como entregar uma experiência completa


Postado em 11 de janeiro de 2018 por FH
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Apesar da recuperação da economia Americana, o ano de 2017 não foi bom para o varejo tradicional, e 2018 não se mostra muito otimista.

Grandes redes de departamentos, como a Sears, decretaram falência. Lojas como Macy’s e American Eagle fecharam centenas de lojas.

Esse cenário tende a seguir globalmente. Mas por quais motivos essas empresas continuam perdendo espaço? Basicamente, porque o mundo digital, a facilidade de acesso e compartilhamento de informação estão moldando um novo padrão de comportamento do consumidor.

As pessoas não vão mais tanto a Shopping Centers, e cada vez mais preferem comprar online. Também estão menos consumistas, mais conscientes, mais exigentes e procurando mais experiências de vida.

Tudo isso traz um maior empoderamento para o consumidor na escolha, e consequentemente gera menos fidelização a marca ou empresa.

Novas formas de consumo

A nova geração de consumidores está mudando completamente o modo de fazer negócios, e os varejistas ainda não entenderam como reinventar seu segmento para atender essas expectativas.

Não se trata mais de consumir, e sim de experimentar. O que aumenta consideravelmente o leque de opções de compra e venda, gerando uma grande complexidade na forma de estruturar a organização, e a necessidade de adotar a transformação digital como mindset estratégico.

O uso da tecnologia como driver do negócio será essencial para o novo varejo, bem como uma cultura inovadora, voltada para o consumidor através de uma experiência verdadeiramente completa. Tendo em vista esse cenário, existem algumas soluções para melhorar os processos de compra, venda e gestão do varejo, tais como:

Omnichannel

Ter o foco no cliente, entender sua jornada de compra, oferecendo ao consumidor a mesma experiência de relacionamento em todos os canais de venda.

E isso não se limita a ter o mesmo preço no e-commerce e na loja física.

O cliente passa a decidir como prefere consumir, podendo realizar a compra online e optar por retirar em uma loja mais próxima ou comprar em uma loja física e receber em casa, entre uma variedade de opções.

Experiências digitais

Aliar o mundo físico ao digital, melhorando a jornada de compra.

Uso de realidade aumentada para estender a experiência além do tradicional, disponibilizando maiores informações de produto, provador virtual, sugestões baseadas em personas, além de uma infinidade de opções para satisfazer e encantar o cliente.

Uso de IoT e beacons

Utilização de smart devices, sensores e beacons para melhorar a experiência do consumidor e, ao mesmo tempo, armazenar dados para análises de comportamento. É possível com base em imagem perceber se o cliente está saindo satisfeito da loja.

Usando beacons identifica-se se um determinado produto gera interesse e pouca venda, podendo avaliar política de preço, ou até mesmo agrupar produtos de mesma característica e identificar qual tem mais saída, podendo melhorar a estratégia comercial e de portfólio de produto.

Inteligência comercial

Uso de inteligência artificial e Big Data para criar uma experiência de compra personalizada por cliente, seja na loja física, e-commerce ou outro canal, gerando maior fidelização.

Otimizar o processo de precificação através de promoções dinâmicas conforme variáveis definidas, como horário, estoque, dia da semana entre outras.

Automatização operacional e da cadeia de suprimentos

Ainda através do uso Big Data, IoT, sensores e robôs para aumentar a eficiência operacional da empresa.

Melhorar toda a cadeia de suprimentos, integrando informações de fornecedores, parceiros e operação, otimizando o processo de inventário, gestão do estoque e distribuição dos produtos entre as lojas.

Social e Gamificação

O uso de gamificação e de social media também são essenciais para gerar um engajamento dos consumidores.

Ações que colocam o cliente no centro do negócio, trazendo para o dia a dia da empresa, ajudam a entender melhor o comportamento e prever mudanças estratégicas e de portfólio. Além de ser a porta de entrada para uma nova compra, vide exemplo do uso de chatbots em redes sociais.

Neste atual cenário exponencial, o modo como vivemos está em constante evolução e, consequentemente, gerando grandes mudanças em todas as formas de relacionamento, inclusive nos negócios. O varejo é um dos principais afetados, principalmente porque lida com o consumidor final.

Concluindo, o uso de tecnologia como visto neste artigo pode ser um grande diferencial e deve ser tratado como estratégico nessa era da transformação digital.

Fonte: Portal Transformação Digital

Case de Sucesso – Leroy Merlin implementa projeto de venda assistida com a FH


Postado em 10 de janeiro de 2018 por FH
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A Leroy Merlin precisava de um parceiro à altura para reestruturar a venda assistida e proporcionar experiências únicas a todos os usuários, tanto para o time de vendas quanto para o consumidor final.

A Leroy Merlin chegou ao Brasil em 1998 trazendo um novo conceito para o mercado de material de construção. A Leroy Merlin apresenta aos seus clientes a maior variedade de produtos em 80 mil itens divididos em 15 setores: materiais de construção, madeiras, elétrica, ferramentas, tapetes, cerâmica, sanitários, encanamentos, jardinagem, ferragens, organização, pintura, decoração, iluminação e cozinhas.

Em um cenário cada vez mais integrado e omnichannel, o simples ato de comprar tornou-se onipresente em todas as atividades cotidianas. Por isso, os desafios do projeto começavam justamente na falta de integração entre as plataformas de venda e na estrutura de gestão. Este cenário desconectado refletia diretamente na dificuldade de encontrar os produtos, na falta de informações relevantes, no desconhecimento do estoque e, principalmente, na perda da venda procedente do desconhecimento do produto ou de sua utilização.

A Leroy Merlin precisava de um parceiro à altura para reestruturar a venda assistida e proporcionar experiências únicas a todos os usuários, tanto para o time de vendas quanto para o consumidor final.

É fundamental ter um parceiro estratégico, que entende o negócio, as necessidades e a velocidade que se pretende implementar os desafios. A escolha da FH foi satisfatória pela experiência em SAP e SAP Hybris. ”
Matthieu Grymonprez, Diretor de TI e Inovação da Leroy Merlin

 O primeiro projeto em venda assistida omnicanal do Brasil, com a ferramenta SAP Hybris, foi implementado pela FH na Leroy Merlin, proporcionando aos clientes da gigante francesa a oportunidade de iniciar sua jornada de compra em casa, no tablet, no celular e terminar a compra na loja com assistência dos vendedores!

Confira aqui o case completo e conheça as vantagens de ter a FH como parceira!

79% dos brasileiros são omnishoppers


Postado em 8 de janeiro de 2018 por FH
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Estudo da Criteo investigou os hábitos de compras no ambiente online e offline

Usar uma variedade de dispositivos, canais e plataformas para navegar e comprar é uma realidade para 79% dos brasileiros, o que os torna omnishoppers. Esse fenômeno global foi investigado em um novo estudo da Criteo S.A, chamado The Shopper Story 2017.

De acordo com a pesquisa, a maioria dos brasileiros adota o showrooming, que significa ter o primeiro contato com o produto na loja física, mas realiza a compra no ambiente online. 64% dos consumidores percorrem esse caminho ocasionalmente, enquanto 29% o fazem com frequência. Ao contrário disso, 62% dos brasileiros aderem eventualmente ao webrooming, pesquisando na internet e comprando no varejo tradicional. Regularmente, 20% fazem isso.

Se comparados com os compradores que ainda não têm um comportamento multicanal, os omnishoppers gastam, em média, 7% a mais no ambiente online e 44% a mais no varejo tradicional. No mundo, mais de três quartos dos consumidores já estão engajados no omnichannel.

“Com a popularização dos smartphones, os consumidores passaram a ter liberdade para buscar informações sobre produtos e comprar online de qualquer lugar, inclusive de dentro da loja física do varejista. Dessa forma, a decisão de onde, quando e como comprar depende de diversos elementos, como comodidade, facilidade e, claro, preço. É por isso que uma estratégia de marketing bem sucedida precisa focar no cliente e não no canal de vendas ou dispositivo. As empresas que têm essa compreensão certamente saem na frente num mercado cada vez mais competitivo”, explica Alessander Firmino, diretor geral da Criteo para o Brasil e América Latina.

Se o mobile está, cada dia mais, presente na vida cotidiana, o ambiente online se torna crucial para a decisão de compra. Para metade de todos os omnishoppers, websites e apps são a última influência para efetivar a compra. Além disso, 54% afirmam já ter comprado no site de um varejista enquanto estava dentro da loja física desse mesmo varejista.

Entre os consumidores brasileiros, 68% dos que já têm um item em mente, iniciam a pesquisa em sites e não em mecanismos de busca. Entre os que sabem exatamente o que querem esse índice é ainda maior, saltando para 73%. Os que não procuram um produto específico tendem a começar a jornada da mesma maneira, apontando para 51% a porcentagem dos que entram primeiro no site do varejista.

A TV e outras publicidades offline não são tão importantes para os omnishoppers. Globalmente, sites e aplicativos desempenham a função como geradores de consciência de marca. Entre os consumidores, 56% dos brasileiros gostam de receber anúncios de retargeting, preferencialmente quando há a possibilidade de obter descontos maiores para os produtos que pretendem comprar. Já 29% gostam deste tipo de comunicação porque funcionam como um lembrete dos itens que estão considerando adquirir. 

Para 50% dos entrevistados, os sites e aplicativos são mais influentes no processo de compra do que os mecanismos de buscas, o ‘boca a boca’ ou mesmo as redes sociais. Entre as compras impulsivas no ambiente online estão os setores de: Vestuário (83%), Brinquedos & Games (78%), Beleza & Sáude (67%), Produtos para Casa (66%) e Eletrônicos (62%). 

O estudo Shopper Story 2017 foi supervisionado por um pesquisador independente e conduzido usando o painel global da Research Now, com 10 mil consumidores de idades entre 16 e 65 anos nos EUA, Japão, Reino Unido, Alemanha, França e Brasil. Todos os participantes são consumidores multicanal que navegam online diariamente e possuem um smartphone.

Fonte: Propmark

5 previsões para a Internet das Coisas em 2018


Postado em 5 de janeiro de 2018 por FH
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A tecnologia conhecida como Internet das Coisas (IoT) está se tornando cada vez mais popular mundialmente. E no Brasil não é diferente. Em 2017, foi possível acompanhar a evolução das conexões entre máquinas, que passaram a ser adotadas em grandes empresas brasileiras, como bancos, operadoras de telefonia e, principalmente, varejistas.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil fechou o mês de outubro de 2017 com 14,8 milhões de conexões máquina a máquina (M2M), usadas em diversas aplicações. Isso representa um crescimento de 20,1% quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

Segundo Gabriel Dias, PhD em IoT , o ano de 2018 será especialmente relevante para o caminho de consolidação da tecnologia. O especialista listou cinco previsões que devem permear esse tipo de conexão nas suas mais diversas aplicações. Veja:

1. Soluções de IoT para área rural e indústria de base irão despontar no Brasil

O primeiro grande fator de impacto nas tendências do ano que vem é o Plano Nacional de IoT, elaborado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O documento apontou que os setores rurais, sustentados pelo agronegócio, e as indústrias de base possuem uma alta capacidade de desenvolvimento, uma vez que são responsáveis por grande parte do PIB nacional. Podemos esperar programas de investimento do BNDES que incentivem novos negócios na área agrícola e nas indústrias de base.
 2. Serviços baseados em IoT melhorarão a experiência do cliente

Com a chegada de novos dispositivos e serviços no mercado brasileiro, grandes empresas investirão no marketing para melhorar a experiência dos clientes do varejo. Por exemplo, ao chegar em um estabelecimento, o cliente poderá receber um alerta sobre a promoção de um produto que ele demonstrou interesse quando visitava a loja virtual.

3. As leis europeias deverão permitir a comercialização de dados IoT

Quase metade dos analistas de dados de empresas americanas dizem que já comercializam seus dados, enquanto que apenas 35% da França e 38% da Alemanha o fazem. Reconhecendo este atraso, a Comissão Europeia emitirá orientações para incentivar o uso de tecnologia avançada e estimular a economia de dados. Incentivado pelo avanço europeu, o Brasil deverá evoluir com o projeto de lei PL 5276/2016, que trata da comercialização de dados pessoais.

4. Os wearables ainda não serão adotados por todos

Em 2018, os dispositivos vestíveis – ou wearables – irão crescer. Mas ficarão ainda longe de uma adoção completa. De acordo com a consultoria Gartner, serão comercializados cerca de 347 milhões desses dispositivos em todo o mundo. Até 2021, esse número ultrapassar os 500 milhões. No entanto, a Forrester Research, através de um relatório publicado em Novembro, prevê que, diferente dos aparelhos celulares, os relógios inteligentes, o mais difundido dos wearables, ainda devem ficar restritos a um grupo restrito de pessoas. No Brasil, os valores dos smartwatches ainda são altos e as vendas ainda são modestas, mas já existem opções que começam a ficar mais comuns nos grandes centros urbanos.

5. A adoção de IoT baseada em blockchain aumentará 5%

O blockchain, tecnologia usada para processar as transações das criptomoedas, como o Bitcoin, ainda não está pronto para implantações em larga escala que exigem confiabilidade, estabilidade e integração com a infraestrutura tecnológica existente. Mas, ideias promissoras estão começando a surgir e a evolução das tecnologias impulsionarão a adoção de blockchain em 2018.

Fonte: Portal Administradores

Conhecendo o poder do BIG DATA


Postado em 18 de dezembro de 2017 por FH
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Segundo o Instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT), as empresas que utilizam os dados para a tomada de decisão têm ganho de produtividade de 5%, uma grande vantagem

Muito falado, principalmente na última década, após a popularização das redes sociais, aplicativos e smartphones, o termo BIG DATA parece uma palavrinha vinda do futuro ou trazida por algum alienígena em uma nave espacial. Ao ouvi-la, muitas pessoas tem a certeza do completo desconhecido. Outras, porém, já sabem se tratar de um gigantesco número de dados gerados todos os dias, que está afetando o cotidiano de todos, mas não sabem de onde vem ou o que se pode fazer com eles. Ampliar o alcance de conhecimento sobre os dados e sobre os desafios impostos para utilizá-los como expertise são alguns dos objetivos deste artigo.

Traduzindo a complexidade, o termo BIG DATA representa os inúmeros dados gerados a partir do comportamento das pessoas e ocorrências no ambiente, vindos de diversas fontes e que podem ser processados e organizados por softwares e ferramentas de banco de dados. O termo BIG DATA também costuma ser definido por três palavras: volume, variedade e velocidade.

O volume, uma das características que o faz parecer confuso, diz respeito ao sem fim de dados gerados diariamente. Hoje em dia, o volume é gigante, por serem gerados continuamente nos vários canais da internet, nos aplicativos, nos celulares e smartphones nas empresas privadas, nas companhias públicas e em diversos serviços, como os sensores de tráfego e as câmeras de segurança. Praticamente tudo gera dados! Só para se ter uma ideia, de 2003 a 2012 foram gerados 500 vezes mais dados do que todo o volume gerado em nossa existência até 2003.

Já a variedade diz respeito às formas de dados que encontramos, como os dados estruturados, a exemplo dos relatórios estatísticos das empresas e os dados não estruturados, como textos, imagens, vídeos e áudios que circulam na internet.

E, por fim, a velocidade está relacionada à rapidez com que estes dados são gerados atualmente e ao quão rápido é cada vez mais necessário que os mesmos sejam analisados para a tomada de decisão. As empresas presentes nas redes sociais precisam responder muito rapidamente a críticas e tomar decisões sobre problemas causados aos clientes, posição que antes podia levar meses. Dados do dia anterior, em muitas situações, de interação com o consumidor, por exemplo, são considerados dados velhos.Sim, esta é uma das principais funções dos dados: tomar decisões no presente, fazer previsões e estimativas e modificar situações.

DESAFIO
Coletar e analisar dados para obter informações e com elas gerar inovação ou melhorias não é algo novo. O que tem de novo e leva o nome de BIG DATA é o volume de dados, suas inúmeras fontes e a velocidade com que são gerados e precisam ser tratados para se obter inteligência e promover melhorias e inovação nos negócios e nos serviços à sociedade. Este é o desafio imposto às empresas e a seus profissionais de negócios e de tecnologia.

Um percentual muito pequeno de empresas utiliza o BIG DATA como ferramenta para obter diferenciais, mas é certo que, aquelas que utilizarem sairão na frente. Segundo o Instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT), em pesquisa realizada em 2013, as empresas que utilizam os dados para a tomada de decisão em vez de simplesmente utilizar a experiência e a intuição tem ganho de produtividade de 5%, uma vantagem competitiva valiosa, afirmou Cezar Taurion, especialista no assunto.

Ainda com foco no ambiente de negócios, outro grande desafio deve ser o de convergir os dados gerados no dia a dia da operação das empresas – como os dados de venda e de produção, com os dados vindos da rede (internet); as métricas dos canais online da empresa (site, e-commerce, redes sociais e blogs). Estes dados, tanto da primeira, quanto da segunda origem representam as respostas dos consumidores, dizem respeito à sua interação com a empresa, com seus produtos e com a sua marca e, quanto mais ela conhecer este comportamento e responder a ele rapidamente e de forma personalizada, mais sucesso e vantagem competitiva obterá.

AS EMPRESAS NÃO ESTÃO PREPARADAS
As empresas não estão preparadas para atuar com o BIG DATA como aliado, no que tange aos pilares de uma organização: Pessoas, Processos, Estrutura e Tecnologia. E o problema não é propriamente a coleta de dados. As empresas de médio porte já trabalham com algum sistema de coleta de dados e gestão de informações e muitas pequenas também. Mas, mesmo nas grandes empresas, o problema é destinar pessoas e estrutura e criar os processos para a inteligência de negócio com base nos dados – mineração e análise, geração de ideias e implementação. O assunto não para por aqui, mas, além do conceito, já sabemos que os muitos dados que nossas empresas geram, sem aplicação não tem valor nenhum.

Fonte: Mundo do Marketing

Varejo Omnichannel no final do ano: Encantando consumidores e direcionando estratégias


Postado em 13 de dezembro de 2017 por FH
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Em que medida o surgimento do comércio eletrônico e omnichannel abalou o ecossistema já estabelecido das vendas no varejo no fim do ano?

A atividade econômica de um país depende em grande parte de um conjunto de estímulos comerciais que criam um fenômeno de ritualização. Celebrações no final do ano assumem atributos específicos e temporalidade: Decoração e animação nos pontos de vendas, surgimento dos primeiros anúncios de Natal no início de setembro, as tradicionais listas de desejos para o Papai Noel, várias promoções de vendas, etc.

Missão crítica: E-commerce e as vendas do varejo no final de ano

Durante várias décadas, as festas e as vendas de final de ano foram momentos-chave para o comércio, e geralmente servem de cenário para novas tendências de marketing.

Dada a importância deste período para os varejistas – os dois últimos meses do ano representam aproximadamente 45% da receita adicional em comparação com os outros meses do ano, de acordo com a FEVAD – é de extrema importância que eles adotem as melhores práticas e que contem com ferramentas adaptadas aos novos modelos de comércio e consumo e às expectativas dos clientes e consumidores.

A era do varejo omnichannel

Novos desafios surgiram com o comércio omnichannel: logística ainda mais complexa, uma demanda crescente de consumidores que esperam uma experiência e um serviço de qualidade extrema, não importa onde e quando façam sua compra, bem como um processo de consumo ainda mais complexo. Os clientes devem receber o que que querem, a tempo, independentemente se planejaram com antecedência suas compras de final de ano ou se deixaram para a última hora.

Os varejistas mais bem-sucedidos são aqueles que se antecipam a esse período de agitação, adotando formas de aumentar o seu conhecimento sobre os clientes, ficando assim preparados para responder às suas necessidades. Para fazer isso, as empresas devem ter ferramentas flexíveis que permitam o monitoramento contínuo antes, durante e após o ciclo de compra do consumidor.

As empresas devem buscar um relacionamento de longo prazo com seus consumidores. É essencial que um stakeholder que atue em diversos canais ao mesmo tempo tenha uma visão unificada que permita o controle de todas os pedidos, estoque, preços, promoções e ofertas para que possa proporcionar ao cliente uma experiência satisfatória.

Desembrulhe a satisfação do consumidor

Se há uma coisa que aprendemos sobre estratégia comercial e de marketing durante as vendas de final de ano é que é neste período que os consumidores buscam experiências.

A chave para proporcionar essas experiências está na eficiência comercial omnichannel, já que os consumidores esperam um serviço conveniente e que forneça a flexibilidade necessária para atender seus modelos de consumo que mudam a todo tempo. Cabe aos players do mercado não decepcionarem os consumidores durante esse período.

Fonte: The Future of Commerce

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