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Um caminho sem volta: papel do vendedor precisa ser adaptado


Postado em 20/08/2019 por abarcelos
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A FH é novamente destaque na mídia com artigo de Sofia Alpendre Baldessar, Marketing and Inside Sales Manager da FH, sobre a necessidade de adaptação do papel dos vendedores no cenário atual do varejo, em que estes profissionais se tornam consultores e são o elo entre o mundo digital e o físico das empresas. O texto foi publicado pelos portais Bem Paraná, Jornal Empresas & Negócios, Empresas S/A, SEGS, Portal Fator Brasil e Áudio&Vídeo. Confira abaixo!

A venda consultiva é cada vez mais comum no varejo. Quem não quer chegar em uma loja e ter um consultor de moda à disposição para ajudar na combinação de cores, nos modelos que mais se adequam ao tipo de corpo, na composição ideal de look? Ou, então, ir até uma loja de materiais de construção e ter alguém que, por meio do multiatendimento, seja pelo site ou pelo próprio celular, oferece mais informações sobre os produtos que mais se encaixam com as necessidades do projeto de sua casa?

A experiência durante a jornada de compras é decisiva para o fechamento da venda. É por isso que o papel do vendedor precisa ser adaptado. Faz parte do dia a dia do consumidor buscar um produto no e-commerce e ir até a loja física para completar a jornada de compras com o auxílio de um profissional capacitado a atendê-lo, ou vice-versa.

A lógica omnichannel não é novidade, mas um fato é certo: oferecer um atendimento personalizado e uma experiência diferenciada é um caminho sem volta para qualquer segmento de mercado. E o que muda para o vendedor? Quais as ferramentas necessárias para atuar dentro desse novo padrão de negociação?

Nesse processo de vendas assistidas, soluções tecnológicas dão suporte completo ao profissional da área. Pelo próprio celular, o atendente acessa o estoque, informações e características dos produtos, quantidade disponível, enfim, passa a ter acesso rápido de toda as lojas da rede. São ganhos para o consumidor e para o vendedor.

A venda assistida omnicanal contribui para o controle de estoque, flexibiliza os fluxos de saída, permite o compartilhamento de oportunidades em todos os canais de vendas, possibilita ofertas personalizadas, determina um melhor fluxo logístico. Entre tantos benefícios, ainda reduz tempo de atendimento. Com isso, é possível atender mais clientes ao mesmo tempo, com mais de um carrinho por pessoa.

Além do suporte tecnológico, nesse processo de adaptação e maturidade no processo de vendas assistidas torna-se essencial um mapeamento do perfil do cliente. É preciso conhecer seu histórico, carrinho de compras e necessidades atuais.

Diante de tudo isso, a função do vendedor irá muito além de uma simples venda, uma vez que esse profissional passará a agregar valor aos produtos e à marca, ao fazer recomendações de produtos e serviços ao cliente de tal forma que a experiência seja completa. Com esse formato de vendas assistidas, o profissional se torna um elo entre as jornadas digital e física, que se completam e trazem um novo sentido às compras.


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Postado em Varejo News

Advogado da FH escreve artigo sobre as últimas mudanças na LGPD


Postado em 07/08/2019 por abarcelos
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A advogado da FH, Dr. Matheus Marques Borges, fala sobre as transições legislativas referentes à Lei Geral de Proteção de Dados e sobre a ANPD em artigo exclusivo para a Revista Conceito Jurídico, que você confere abaixo:

A antiga Medida Provisória nº 869/2018, instituída ainda em dezembro do ano passado, surgiu com o propósito de alterar o marco regulatório do Brasil sobre proteção de dados, sendo, desde então, veiculado de forma incisiva pela mídia em geral, sobretudo por seu teor possuir grande efeito nas relações entre sujeitos de Direito.

Isso porque a medida (convertida na Lei nº 13.853/2019, sancionada em 8 de julho deste ano) prevê a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados – ANPD, que altera sensivelmente a própria Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/2018). Por uma série de razões, entre elas relativas à autorização de despesas por meio do poder legislativo, a medida não possuía em seu dispositivo original a previsão de constituição da referida autoridade.

Tais modificações aprovadas pela lei foram fundamentais para a aplicabilidade da LGPD, visto que, com a ausência de criação da ANPD a lei estaria sujeita a sérios riscos de se tornar irrealizável, contrariando por consequência um sistema que tem demonstrado eficácia mundial, como por exemplo a GDPR na Europa. Vale ressaltar que, a partir do novo regulamento, a ANPD não está munida unicamente de função consultiva, mas também reguladora e sancionadora das penalidades previstas quanto à violação do tratamento de dados pessoais.

Neste sentido, mesmo que no projeto original a referida autoridade estivesse munida de dependência administrativa e financeira na forma de autarquia, a ANPD foi esculpida em formato de Órgão da Administração Pública Federal, integrante da Presidência da República, composta por Conselho Diretor – órgão máximo de direção –, Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, Corregedoria, Ouvidoria, Órgão de assessoramento jurídico próprio, unidades administrativas e unidades especializadas necessárias à efetivação da lei.

Surgiram críticas da comunidade jurídica brasileira, sobretudo em decorrência do novo formato organizacional, que deu margem à crença de que a ANPD poderia estar vinculada aos interesses do poder público, já que o modelo original autárquico presumia maior autonomia, inclusive em relação à verba para custear o adequado funcionamento como órgão consultor da aplicação da legislação.

A composição multissetorial da ANPD atenua a possibilidade de influência do Poder Executivo sobre as decisões tomadas e demais prosseguimentos da ANPD. No que se refere à regulamentação do tratamento de dados pessoais pelo Poder Público, houve uma clara flexibilização quanto à rigidez obrigacional, evidenciada pelo afastamento do dever do Poder Público de informar à ANPD quando o manejo de dados estiver motivado por razões de segurança pública, pela defesa nacional, ou por razões de atividades de investigação e repressão de infrações penais, proibindo que a totalidade do tratamento de dados seja realizada por empresa de direito privado.

Além disso, segundo a antiga MP 869, era facultativo à ANPD requisitar aos envolvidos no manejo de dados a emissão de relatórios de impacto à proteção de informações pessoais. Contudo, tal faculdade foi revista pela Lei 13.853/2019, e então houve um restabelecimento do texto original da legislação.

Não se limitando a isso, se tornou obrigatório pelo Poder Público o uso compartilhado de informações com a iniciativa privada à comunicação do titular do dado. A ANPD é uma medida extremamente desejável e salutar para a manutenção de um Estado Democrático de Direito.

Outra impactante divergência entre os textos legislativos foi que a MP 869 propôs ainda excetuar a vedação de transferência de dados da Administração Pública a entidades privadas, pela indicação de um Encarregado de Proteção de Dados, o que foi revisto pela Lei nº 13.853/2019, que revogou essa possibilidade.

Entre os benefícios trazidos pela Lei nº 13.853/2019, é válido mencionar a abrangência que cerceia a LGPD, passando de lei federal para lei nacional, de maneira a fazer com que os estados, Distrito Federal e municípios, por possuírem capacidade legislativa residual, fiquem com um estreito espaço para legislar acerca de temas que a LGPD não mencionar.

Outra inovação da Lei nº 13.853/2019 faz alusão às sanções, uma vez que ela flexibilizou as penalidades nos casos de acesso ou vazamentos não autorizados de dados, caso haja conciliação entre o controlador e o titular de dados. Não obstante, na hipótese dessa eventual composição ser infrutífera, o controlador permanece sujeito a sanções elencadas pelo art. 52 da Lei nº 13.709.

Nesse caso, existe a possibilidade de o mesmo arcar com multa de até 2% do faturamento anual (válido para pessoa jurídica de direito privado). O valor pode chegar a R$ 50 milhões por infração. Ainda no que tange às multas, a lei definiu que todos os valores arrecadados serão destinados ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

Não obstante a prorrogação fomentada pela Lei nº 13.853/2019, que alterou de 18 para 24 meses o lapso para entrada em vigor de grande parte dos dispositivos relativos à regulamentação do manejo de tratamento de dados, algumas dessas previsões legislativas, sobretudo aquelas referentes à criação da ANPD, passaram a ter vigência imediata, seguindo exemplo dos sistemas legislativos relacionados ao tema, como a GDPR.

Diante de todo o exposto, a antiga MP 869, além de propor um modelo controverso alusivo à ANPD, ainda realizou pontuais ajustes estratégicos na LGPD que poderiam representar um comprometimento de sua eficácia, se não fosse novamente a atuação do Legislativo, restabelecendo algumas garantias quanto ao sentido do texto original aprovado.

Restam agora a vigilância e a atuação decisiva da sociedade em geral para garantir a atuação imparcial da ANPD, incluindo interesses do Poder Público e da esfera privada, no sentido de assegurar que todas as atribuições designadas à ANPD estejam em pleno vigor, para assim fazer jus aos benefícios galgados pela lei.

Advogado da FH escreve artigo sobre as últimas mudanças na LGPD e ANPD


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Como realizar vendas offline inteligentes?


Postado em 23/07/2019 por abarcelos
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A FH é destaque nos portais Bem Paraná, IT Forum 365, Channel 360°,  Revista Varejo Brasil, TI Inside, Jornal Empresas & Negócios, Falando de Varejo e SEGS, com artigo do Director of Business Unit, Sandro Stanczyk, sobre como as equipes de venda em campo das empresas precisam conseguir fechar negócios mesmo quando estão offline!

Os desafios do Gerente de Vendas

Os desafios começam com necessidade de muitas empresas: atender clientes em regiões nas quais a a infraestrutura de telefonia móvel é inexistente ou nem sempre tem a qualidade necessária para suportar as operações e executar as tarefas do dia a dia de vendas, como um envio de pedidos conectados diretamente com o ERP.

Com essa limitação, muitas dúvidas habitam a cabeça dos gestores de vendas, como:

#Como acompanhar as vendas do dia e ter os reports de vendas e visitas atualizados e online?
#Como fazer o vendedor ter uma visão 360° do cliente e oferecer o mix de produtos adequado aos consumidores?
#Como disponibilizar um pacote de benefícios adequado ao perfil do cliente, com descontos, a melhor forma de pagamento, análise de crédito, entre outros?

Então, como lidar com as situações de vendas offline?

Há um sistema ideal para a força de vendas, que pode ser utilizado de maneira offline. Nele, o aplicativo abre, registra as movimentações e, no momento em que uma conexão com a web é identificada, faz a transferência inteligente.

Com a solução Sales Force Automation da FH, a área de vendas ganha mais autonomia, integração e visão 360° do cliente, uma vez que une o SAP Sales Cloud e o módulo offline da FH. Com o software, o vendedor tem acesso às telas do sistema SAP, passa pelas etapas de processo de roteiro e visita, e, por fim, gera o seu pedido de forma offline. Ele pode ser encaminhado ao ERP em nuvem e, em seguida, ao SAP Sales Cloud para as análises finais.

Tudo pode ser feito utilizando o smartphone do vendedor, do roteiro de visitas à lista de produtos e pedidos, incluindo todos os detalhes necessários para a venda, entre outros benefícios. Com a rotina simplificada, o profissional de vendas passa a gerenciar melhor o relacionamento com os clientes e, consequentemente, pode se dedicar a fazer mais negócios.

Benefícios da solução

O fato é que, ao automatizar a força de vendas com uma solução completa, que mapeia e sistematiza todo o processo, a jornada dos representantes comerciais  se torna mais eficiente, o acompanhamento de todo o processo de vendas para os gestores é feito na palma da mão, e os resultados se refletem de forma positiva à empresa e ao consumidor!

 

Venda offline inteligente!

 

Sua força de vendas precisa funcionar offline!


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Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?


Postado em 17/07/2019 por abarcelos
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Você nem viu o tempo passar, agosto já está chegando e faltam poucos dias para o Dia dos Pais 2019! Sua estratégia está pronta?

O Dia dos Pais em ascensão

Dados do Google apontam que nos últimos 3 anos, as buscas na internet sobre o Dia dos Pais tiveram um crescimento médio de 19%. Em 2018, as vendas foram as melhores dos últimos 6 anos, e no e-commerce ele só perdeu para o Dia das Mães, considerando as datas sazonais, apesar do faturamento similar: 2.09bi (pais) e 2.11bi (mães).

Quanto o consumidor pretende gastar no Dia dos Pais 2019?

A data promete ser ainda melhor que no ano passado, pois 38% dos consumidores afirmam que vão investir mais no presente neste ano, fazendo com que a projeção do ticket médio atinja R$298!

E já que a tendência é de gastar mais, vamos ver como anda a sintonia entre pais e filhos na hora de dar e receber presentes! As gerações só concordam no início e no fim da lista.

Quando e onde?

Analisando o comportamento de quem compra presentes no Dia dos Pais é possível identificar dois pontos importantes. Um é que quase metade das compras são feitas na véspera ou no próprio Dia dos Pais.

Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?

O outro dado é que, apesar do grande número de pedidos nos e-commerce, cerca de 5,1 milhões, apenas 21% dos consumidores escolhe comprar pela internet. Mas isso é explicado justamente pelo tópico acima. Deixando para comprar os presentes na véspera ou no dia, a grande maioria dos consumidores recorrem a shoppings e lojas de rua para realizar suas compras!

Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?

Potencial de crescimento do Dia dos Pais 2019

Esses dados deixam claro o grande potencial que a data tem para continuar crescendo, tanto em busca, vendas e faturamento!

E para aproveitar todo esse potencial é preciso contar com uma plataforma completa e integrada, que proporcione uma experiência única em todos os pontos de contato, sugira os melhores produtos automaticamente, e possibilite um amplo leque de possibilidades de interação com seu consumidor, gestão de campanhas, tickets de atendimento, integração com redes sociais e muito mais!

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Dia dos Pais 2019: Sua empresa se preparou?

Conheça os mitos mais comuns sobre o consentimento na LGPD!


Postado em 19/06/2019 por abarcelos
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A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) veio para modificar totalmente o panorama do mercado de tratamento de dados pessoais no Brasil. Mas, por ter uma grande abrangência, afetando uma gigantesca parcela das empresas que atuam no país, sugiram muitas dúvidas e alguns mitos sobre a nova legislação. Vamos esclarecer alguns deles!

Consentimento é a hipótese mais importante na LGPD?

Um tema que levanta alguns questionamentos é a priorização das hipóteses previstas em lei para o tratamento de dados pessoais.

A legislação lista os dez princípios que devem ser observados para o tratamento:

# Finalidade;

# Transparência;

# Adequação;

# Prevenção;

# Necessidade

# Segurança;

# Livre acesso;

# Não discriminação;

# Qualidade de dados;

# Responsabilidade e prestação de contas.

A LGPD também traz as dez hipóteses que autorizam o tratamento de dados pessoais, e as que chamam mais atenção são:

# O consentimento;

# O cumprimento de obrigação legal ou regulatória do controlador;

# A execução de contrato ou procedimentos preliminares em que o titular é parte e a pedido deste;

# Os interesses legítimos do controlador ou de terceiros;

# A proteção ao crédito.

É mito! O consentimento é só uma das possibilidades já que não há hierarquia entre as hipóteses. Todas elas legitimam o tratamento de dados pessoais, sem ordem de preferência.

O consentimento é o que a lei descreve como “manifestação livre, informada e inequívoca, pela qual o titular concorda com o tratamento de seus dados pessoais para uma determinada finalidade” e por se tratar de uma autorização do titular, muitos passaram a pensar que ele se sobrepõe às demais hipóteses, o que não é verdade!

Transferência Internacional de Dados na LGPD só com o mesmo nível de segurança e consentimento? 

Outro tema que levanta questionamentos surge por conta da incompreensão de alguns aspectos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais é a transferência internacional de dados, e de que ela somente poderia ser realizada para países que possuam nível de proteção similar ao assegurado pela legislação ou por meio do consentimento do titular.

É mito! Não são somente o nível de proteção e o consentimento! A lei lista nove hipóteses que autorizam a transferência internacional de dados, novamente sem hierarquia. Dentre elas estão o consentimento; a adequação do nível de proteção de dados do país receptor; garantias de cumprimento dos princípios, direitos e regime de proteção da LGPD em cláusulas contratuais, normas corporativas globais ou selos, certificados e códigos de condutas.

Como compreender a Lei Geral de Proteção de Dados e não acreditar nos “mitos”?

É natural que a abrangência da lei, seus efeitos e interpretação causem uma certa confusão já que são muitas exigências, parâmetros e deveres que as empresas têm! Por isso a FH preparou um material especial sobre a LGPD que você pode acessar clicando aqui embaixo!

Conheça os mitos mais comuns sobre o consentimento na Lei Geral de Proteção de Dados

Diretor da FH comenta como as empresas devem se preparar para a LGPD


Postado em 14/06/2019 por abarcelos
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O Portal Brasil Alemanha News, entrevistou o Director of Business Unit FH, Sandro Stanczyk, sobre como as empresas precisam se preparar para a nova legislação de proteção de dados pessoais brasileira, a LGPD.

A Lei Geral de Proteção de Dados (lei n° 13.709/2018) tem por objetivo proteger os dados pessoais dos brasileiros e regulamentar as atividades que os utilizam. A lei entra em vigor em dezembro de 2020 e as empresas já estão em buscas de soluções tecnológicas que possam auxilia-las a ficar em conformidade com as novas regras, uma vez que a tecnologia vem para auxiliar desde a coleta até a gestão de banco de dados, por meio de plataformas digitais.

Quem deverá se adequar?

Stanczyk afirma que independentemente do porte ou segmento, as empresas deverão se adequar à nova lei de proteção de dados e que com o objetivo de oferecer ao mercado uma ferramenta completa na qual as companhias poderão gerenciar as informações de seus clientes nos canais digitais em compliance com a legislação, a FH criou o FH Data Protect by SAP Customer Data Cloud.

“A partir de 2020, as marcas terão que tratar as informações dos usuários com mais cuidado e transparência. Tudo deverá passar pelo consentimento do consumidor, conforme prevê o artigo 7º da LGPD”

Experiência e relacionamento

O diretor também analisa que as empresas precisam oferecer uma experiência única e personalizada aos clientes, a fim de conectá-los com suas marcas e também que devem construir relacionamentos confiáveis baseados no gerenciamento de consentimento, além de criar uma visão unificada do usuário que seja compartilhada por toda a empresa.

“A segurança no relacionamento com a marca é fundamental durante a jornada de compras. Há pesquisas que comprovam que 2/3 dos consumidores não confiam em passar suas informações pessoais às marcas. E como mudar esse cenário? As empresas precisam colocar seus clientes no centro, eles devem ser prioridade. Quando as marcas criam relacionamentos confiáveis com os consumidores, respeitando o consentimento dos mesmos, as taxas de conversões melhoram e, consequentemente, ocorre a fidelização”

E-commerce deve crescer 17% em vendas no Dia dos Namorados


Postado em 07/06/2019 por abarcelos
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A data mais apaixonada e uma das mais lucrativas do ano se aproxima e o varejo já tem suas projeções de vendas para mais essa data comercial do ano!

Namorados x Casados: Perfis divergentes.

Segundo dados do Google, 57% dos namorados e 49% dos casados pretende presentear namorados(as) ou companheiros(as) nesta data especial, com um ticket médio de R$377 para o primeiro grupo e R$424 para o segundo.

A pesquisa realizada pela gigante das buscas revela que namorados e casados possuem perfis de compra e comportamento completamente distintos, confira:

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Presentes diferentes para pombinhos diferentes

Com perfis de compra diferentes os casados e namorados também divergem nas preferências de produtos para presentear seus amados.

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Os namorados apostam em presentes mais tradicionais para a data como chocolates e flores, fazem suas pesquisas com mais de um mês a 15 dias de antecedência e 35% destes compram há uma semana da data, para não deixar para a última hora.

Já os casados investem mais em peças do setor de moda, pesquisam com uma semana de antecedência e revelam uma grande diferença do grupo anterior, 27% dos casados compra na véspera e 10% deixam para os 48 minutos do segundo tempo e compram no dia dos namorados.

O e-commerce no dia dos namorados

O digital tem presença relevante nessa data e segundo o Google, 30% dos que namoram e 37% dos casados, realizam a compra pela internet. O que eleva o número de downloads de apps de varejo geral em 7% e de apps de varejo de moda.

A previsão da Compre&Confie é que as vendas do Dia dos Namorados representem R$ 2,3 bilhões no e-commerce. A cifra representa aumento nominal de 8% em relação à data no ano anterior e ao todo, devem ser realizados 6 milhões de compras online, um aumento de 17% em relação ao ano anterior.

Quanto ao ticket médio a empresa estima que as compras devem ser de R$ 389,17 – valor 7,5% menor do que o registrado no mesmo período de 2018. O Google, um pouco mais otimista, projeta que as compras serão de R$418,00.

Seu e-commerce é apaixonante?

Sua empresa se preparou para essa data tão simbólica para os casais e tão importante para o mercado?

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Converse com a gente, implemente ainda esse ano e tenha um Dia dos Namorados completamente diferente em 2020!

Sua força de vendas precisa funcionar offline!


Postado em 28/05/2019 por abarcelos
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Quem trabalha com vendas ou representação comercial sabe que é parte do dia-a-dia traçar roteiros e planejamentos para atender seus clientes. Mas, surge um grande desafio quando a rota inclui regiões onde o acesso a internet é muito precário ou até inexistente.

Então, como é possível proceder com os pedidos dos clientes, se atualmente a maior parte das vendas são realizadas via sistemas conectados à rede?

Vendendo sem internet

Sua empresa precisa contar com uma ferramenta de automação de vendas offline, ou seja, que suporte a realização de pedidos em situações onde não seja possível se conectar à web.

Dessa forma, toda a força de vendas poderá continuar seu trabalho normalmente, realizando o check-in em visitas, tendo acesso todas as informações dos clientes na palma da mão, bem como como dados, vendas, histórico de pedidos, descontos e benefícios do cliente, atendimentos realizados, controle de faturamentos em aberto, etc.

Aproveitando o acesso à essa visão 360° do cliente é possível, durante o atendimento, ofertar o melhor mix de produtos e oportunidades de acordo com a gestão de estoque do dia e proporcionar a melhor experiência a quem compra!

Reconectado

Assim que o sistema detectar uma conexão confiável de internet, automaticamente, todas as informações que foram inseridas na ferramenta serão sincronizadas ao ERP e refletirão na visão 360° do cliente. Dessa forma, tanto para o vendedor, quanto para o gestor de vendas, a forma de trabalho é transparente e os resultados de vendas mais assertivos, fazendo com que a tomada de decisão seja mais precisa.

Saiba mais!

Clique aqui embaixo e confira todos os benefícios de contar com uma ferramenta de automação de vendas offline! Saiba mais sobre como esse tipo de ferramenta pode revolucionar a forma que os vendedores de campo da sua empresa trabalham em situações onde não contam com conexão de dados!

 

Sua força de vendas precisa funcionar offline!

FH marcará presença no ASUG Day Belo Horizonte


Postado em 23/05/2019 por nschirmer
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A FH marcará presença no ASUG Day que acontecerá no dia 11 de junho em Belo Horizonte – MG.

O ASUG Day é uma ótima oportunidade para que profissionais de diversas áreas obtenham conhecimento e atualização profissional, através dos conteúdos mais atuais do mercado e da troca de experiência com os demais participantes. Este ano a FH marcará presença com a palestra:

Automação de entradas, retenções e EFD-Reinf 2.0 em ambientes SAP ECC, SAP S/4HANA, TDF e ACR
Para estar em compliance com as demandas da versão 2.0 dos leiautes da EFD REINF, a palestra abordará todo o processo para o atendimento aos novos registros exigidos pela RFB, como os riscos a serem evitados e quais os pontos de atenção para a correta entrega, que deverá ocorrer a partir da competência janeiro/2020.
Nossos especialistas apresentarão ferramentas e dicas para que você possa realizar um bom projeto, independente do ambiente utilizado pelo seu negócio (SAP ECC, S/4HANA, TDF e ACR) conforme tópicos abaixo:

  • revisão dos processos;
  • automação das entradas;
  • apuração das retenções;
  • ajustes e conciliações;
  • geração e entrega dos eventos/registros exigidos pela obrigação.

 

Palestrantes: Calixto Herkert e Marcelo Diogo Passaglia
Horário: 10h40
Local:  Hotel Ouro Minas (Av. Cristiano Machado, 4001 – Ipiranga, Belo Horizonte)

O prazo parece longo, mas há muito a ser feito – venha conferir!

 

O evento é gratuito, faça sua inscrição:

Faça sua inscrição para o ASUG Day BH

Dia das mães 2019: Seu varejo se preparou?


Postado em 06/05/2019 por abarcelos
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Já estamos em maio e o varejo já começou a veicular seus comerciais e a realizar promoções online para o Dia das Mães, a segunda data comercial mais importante do ano, que já está chegando! Sua empresa se preparou?

Dias das Mães ou Dia da Casa?

Foi-se o tempo em que os presentes mais cotados para presentear as mães eram batedeiras, panelas e outros presentes para a casa. Segundo pesquisa do Social Miners em parceria com a Mind Miners, as categorias preferidas para compra no Dia das Mães são Moda e Acessórios, Beleza e Saúde e Eletrodomésticos.

Dia das mães 2019: Seu varejo se preparou?

Fonte: Pesquisa de Intenção de Compra – Dia das Mães – Social Miners

O Google apresenta um panorama um tanto diferente em algumas categorias, mas em moda e acessórios e beleza e saúde, confirma a pesquisa acima.

Dia das mães 2019: Seu varejo se preparou?

Intenção de compra e gasto médio

Em 2018, segundo dados do Google e Serasa, as vendas do Dia das Mães tiveram o melhor desempenho em cinco anos, obtendo 5,74% de crescimento nas vendas. Tudo indica que 2019 também vai ser um grande ano para as vendas já que 58% dos entrevistados afirmaram que pretendem fazer compras para a data comemorativa. Confira abaixo a expectativa de gasto médio:

# 23% até R$50;
# 29% entre R$51 e R$100;
# 18% entre R$101 e R$200;
# 8% entre R$201 e R$500;
# 6% entre R$500 e R$999;
# 6% acima de R$1000.

Totalizando um gasto médio de R$286

Faturamento no Dia das Mães

Segundo os dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) para este ano a instituição prevê uma alta entre 2,0% e 2,5% do volume de vendas em relação ao ano anterior, representando o terceiro ano consecutivo de crescimento.

No ano passado, houve alta de 4,0% das vendas sobre o volume de 2017, que já havia registrado elevação de 1,6% sobre 2016.

Para o SCPC, o ritmo mais tímido de vendas neste ano, na comparação com 2018, deve refletir o elevado desemprego e a piora dos níveis de confiança dos consumidores.

Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) a data deve movimentar uma cifra próxima de R$ 24,3 bilhões nos segmentos do comércio e serviços.

Já a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) espera um faturamento de R$ 3,3 bilhões no Dia das Mães somente no e-commerce!

Esse montante é 16% superior ao movimentado na mesma data do ano passado. A previsão considera as vendas realizadas no período de 15 de abril até 11 de maio. O número de pedidos realizados pela internet será de 9,81 milhões, com o tíquete médio de R$ 345.

Sua empresa se preparou para o Dia das Mães?

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Converse com a gente e tenha um dia das mães completamente diferente no ano que vem!

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