Fiscal Archives | FH Brasil

ICMS é o tributo mais sonegado no Brasil


Postado em 10/09/2019 por asilveira
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O cruzamento de informações referente a retenção de tributos, tornou-se mais ágil desde que a Receita Federal aderiu aos meios digitais para as entregas fiscais. O resultado dessa fiscalização ativa é a queda no índice de sonegação, já que tais práticas permitem esse tipo de crime seja descoberto de maneira mais eficaz.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), revelou que os tributos sonegados pelas empresas do país somam R$ 390 bilhões por ano, apesar do valor expressivo, o Brasil foi o que apresentou o menor índice de sonegação da América Latina.

No ano de 2008, o percentual de ocultação era de 25%, número que caiu para 17% em 2018. O ICMS é o tributo mais sonegado, seguido do Imposto de Renda e CSLL. As empresas de pequeno porte estão entre as que mais apresentam irregularidades na declaração dos impostos (49%), seguido das de médio porte (33%) e por fim as grandes empresas (18%).

 ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

O ICMS é um tributo estadual que possui incidência em quase todas as operações comerciais e se aplica tanto a compra de bens (nacionais ou importados), como ao pagamento de serviços (tv a cabo, internet, etc.).

A arrecadação do ICMS pode variar de 7% a 35% e isso ocorre porque cada unidade federativa possui uma tabela própria para a tributação dos produtos e/ou serviços. O montante de autuações por ICMS representou R$91,5 bilhões, em 2018.

Somente no setor comercial foram R$42,92 bilhões, em seguida a indústria com R$33,19 bilhões, o setor de serviços representou R$10,17 bilhões, infraestrutura R$4,59 bilhões e agricultura e pecuária R$686 milhões.

O cálculo do ICMS é complexo, o que amenta a chance de erro no preenchimento dessa obrigação. Informações errôneas ou omitidas acidentalmente podem ser caracterizadas como crime de sonegação fiscal se identificados pelo SPED.

Sonegação ou inadimplência?

O Brasil está entre os 30 países com a maior carga tributária do mundo e isso impacta diretamente a saúde financeira dos negócios.  Diante disso, muitos contribuintes deixam de pagar seus impostos em dia e acabam entrando na chamada inadimplência fiscal. Apesar de ficar em débito com os órgãos públicos, deixar de pagar tributos não é considerado um ato criminoso, mas sim um descumprimento administrativo, uma vez que a empresa fez a declaração dos tributos corretamente.

A sonegação ocorre quando há alteração no lançamento tributário de maneira intencional, a fim de reduzir o valor devido ao fisco. Nesse caso o contribuinte comete um ato de corrupção tipificado como crime e poderá responder por apropriação indébita ou enriquecimento ilícito.

Planejar para transformar

Reduzir cargas tributárias sem cometer crime de sonegação é possível, desde que a empresa consiga fazer um bom planejamento. Esse tipo de ação permite mapear cenários e identificar oportunidades de redução da carga tributária dentro do cumprimento da legislação.

Reconhecida por realizar projetos fiscais de renome, a FH hoje é considerada o braço direito das empresas que buscam o compliance contábil fiscal. Quer saber como ir além do atendimento as obrigações e tornar a área fiscal do seu negócio mais estratégica? Fale com nossos especialistas e surpreenda-se com o que o suporte fiscal pode fazer pela sua empresa!

 


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Retificação da ECF para redução de multas


Postado em 13/08/2019 por asilveira
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Enviar o arquivo da ECF não significa que a entrega foi concluída, pelo contrário, é após essa etapa que muitas empresas percebem que enviaram a obrigação com informações inconsistentes ou incorretas.

Agora, outra fase do processo se inicia. É o momento de revisar e identificar possíveis erros ou informações que não estão em compliance com as demais obrigações, para enviar a retificação.

Você sabia que há redução de 90% do valor da penalidade se o arquivo for retificado em até 30 dias?

Com intuito de incentivar a qualidade dos dados e processos tributários das empresas, a RFB concedeu uma redução nas penalidades, considerando como parâmetro, a data em que for realizada a retificação. Por isso, é imprescindível revisar os dados e enviar a retificação o quanto antes.

As reduções são as seguintes:

Lucro Real:

  • 90% quando apresentado em até 30 dias após o prazo;
  • 75% quando for apresentado em até 60 dias após o prazo;
  • 50% quando for apresentado depois do prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício;
  • 25% se houver a apresentação no prazo fixado em intimação.

Lucro Presumido:

  • 50% quando a obrigação for cumprida após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício;
  • 75% se a obrigação for cumprida no prazo fixado em intimação.

Dicas para a retificação 

 Caso a ECF retificadora altere os saldos das contas da parte B do e-Lalur ou do e-Lacs, a pessoa jurídica deverá verificar a necessidade de retificar a ECF dos anos posteriores.

# A pessoa jurídica deverá entregar a ECF retificadora sempre que apresentar a Escrituração Contábil Digital (ECD) substituta, com as alterações das contas ou saldos contábeis recuperados na ECF ativa na base de dados do Sped.

# No caso de lançamentos extemporâneos em ECD, que alterem a base de cálculo do IRPJ ou da CSLL da ECF de ano-calendário anterior, a pessoa jurídica deverá efetuar o ajuste por meio de ECF retificadora relativa ao respectivo ano-calendário, mediante adições ou exclusões ao lucro líquido, ainda que a ECD recuperada na ECF retificada não tenha sido alterada.

# A pessoa jurídica que entregar a ECF retificadora com valores alterados de apuração do IRPJ ou da CSLL que haviam sido informados na Declaração de Débitos e Créditos de Tributos Federais (DCTF), deverá apresentar DCTF retificadora elaborada com observância das normas específicas relativas a esta declaração;

# Quando a retificação da ECF apresentar imposto maior que o da ECF retificada, a diferença apurada será devida com os acréscimos correspondentes;

# Quando a retificação da ECF apresentar imposto menor que o da ECF retificada, a diferença apurada, desde que paga, poderá ser compensada ou restituída;

# Sobre o montante a ser compensado ou restituído, incidirão juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), acumulados até o mês anterior ao da restituição ou compensação, adicionado de 1% (um por cento) no mês da restituição ou compensação.

Penalidades

O contribuinte que não apresentar a ECF no prazo fixado pelo artigo 2° da Instrução Normativa da RFB, n° 1.422/2013, ou apresentar com incorreções ou omissões está sujeito a sofrer penalidades conforme o regime tributário.

O prazo para pagamento do crédito tributário será de até 30 dias a partir da data que o sujeito passivo for notificado do lançamento da penalidade, caso a legislação tributária não estipular outro prazo. Lei n° 5.172/66, art. 160

PJ com apuração pelo Lucro Real

  1. a) 0,25% por mês-calendário ou fração, do lucro líquido antes do IRPJ e da CSLL no período a que se refere a apuração, limitada a 10%, nos casos da não apresentação ou apresentação em atraso.

O valor da multa fica limitado em:

1 – R$ 100.000,00 para as pessoas jurídicas que no ano-calendário anterior tiverem auferido receita bruta total, igual ou inferior a R$ 3.600.000,00;
2 – R$ 5.000.000,00 para as pessoas jurídicas que não se enquadrarem no item 1 acima.

O valor fica reduzido em:

1 – Em 90% quando for apresentado em até 30 dias após o prazo;
2 – Em 75% quando for apresentado em até 60 dias após o prazo;
3 – À metade, quando for apresentado depois do prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício;
4 – Em 25% se houver a apresentação no prazo fixado em intimação.

Sem lucro líquido:

Na falta de lucro líquido, antes do IRPJ e da CSLL, relativo ao período da declaração, deverá ser utilizado o lucro líquido do último período de apuração informado, atualizado pela taxa Selic, até o termo final de encerramento do período a que se refere a declaração.

  1. b) 3% não inferior a R$ 100,00 do valor omitido, inexato ou incorreto. Não será devida a multa caso o sujeito passivo corrigir as inexatidões, incorreções ou omissões antes de iniciado qualquer procedimento de ofício.

O valor desta multa fica reduzida em 50% se forem corrigidas as inexatidões, incorreções ou omissões no prazo fixado em intimação.

Demais pessoas jurídicas (imunes e isentas, lucro presumido ou lucro arbitrado)

Conforme alteração da Instrução Normativa n° 1.821/2018, no artigo 6° da Instrução Normativa RFB n° 1.422/2013, os contribuintes tributados pelo lucro presumido, arbitrado ou imunes/isentas não mais terão a aplicação das multas previstas no artigo 57 da Medida Provisória n° 2.158-35/2001, passando a se aplicar as penalidades previstas no artigo 12 da Lei n° 8.218/91:

a) multa equivalente a 0,5% do valor da receita bruta da pessoa jurídica no período a que se refere a escrituração, aos que não atenderem aos requisitos para a apresentação dos registros e respectivos arquivos;

b) multa equivalente a 5% sobre o valor da operação correspondente, limitada a 1% do valor da receita bruta da pessoa jurídica no período a que se refere a escrituração, aos que omitirem ou prestarem incorretamente as informações referentes aos registros e respectivos arquivos;

c) multa equivalente a 0,02% por dia de atraso, calculada sobre a receita bruta da pessoa jurídica no período a que se refere a escrituração, limitada a 1% desta, aos que não cumprirem o prazo estabelecido para apresentação dos registros e respectivos arquivos.

As referidas penalidades podem ser reduzidas a 50% quando a obrigação for cumprida após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício, ou a 75%, se a obrigação for cumprida no prazo fixado em intimação.

Redução da multa decorrente de notificação de lançamento

As multas aplicadas em lançamento de ofício podem ser reduzidas, sendo que estas reduções estão vinculadas ao prazo de negociação do sujeito passivo em relação ao vencimento da notificação. Assim, a redução da multa será (Lei n° 8.218/91, artigo 6°):

a) de 50% se o pagamento ou a compensação do débito for feito em até 30 dias da notificação do lançamento;
b) de 40% para pedidos de parcelamento formalizados em até 30 dias da notificação do lançamento.

O pagamento da multa, em qualquer hipótese, deve ser feito no prazo estipulado pela RFB na notificação correspondente.

Multa vencida

Após o vencimento da notificação a multa perde as reduções de 50% ou 40% previstas no artigo 6° da Lei n° 8.218/91.

O pagamento de multa fora do prazo é sujeito à incidência de juros de mora, calculados à taxa Selic acumulada mensalmente, a partir do primeiro dia do mês subsequente ao do vencimento do prazo até o mês anterior ao do pagamento, e de 1% no mês do pagamento.

Contar com um time de especialistas SAP/GUEPARDO, faz toda a diferença!

A área de Tax Compliance Services da FH, estruturou uma equipe formada por especialistas em consultoria tributária para empresas que possuem ERP SAP e a Solução Fiscal GUEPARDO, para apoio nas seguintes atividades relacionadas a revisão da ECF:

# Revisão dos procedimentos adotados para a apuração da provisão para o IRPJ e CSLL, seus recolhimentos e compensações no período-base de revisão;

# Revisão dos critérios para adições/exclusões;

# Revisão dos valores da memória de cálculo x GUEPARDO:

# Classificação das adições/exclusões;

# Critérios para adições/exclusões;

# Cruzamento Parte B x Diferido;

# Análise dos dados mestres de FI que impactam a base do IRPJ e da CSLL;

# Análise dos critérios de custeio e apropriação de custos CO/PP;

# Revisão dos procedimentos adotados na determinação dos valores adicionados, excluídos e compensados na apuração da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, bem como nas deduções do valor devido, tais como: antecipações, IRRF, incentivos fiscais utilizados, etc.;

# Identificação de eventuais benefícios;

# Análise do tratamento efetuado para as subcontas;

# Revisão fiscal do balanço/balancete da última data-base, visando analisar as principais contas que poderão ter reflexos na apuração do IRPJ e da CSLL;

# Revisão dos procedimentos adotados na escrituração e controle dos valores a serem registrados no Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR

# Auditoria do arquivo entregue e cruzamento com demais obrigações:

# ECF x ECD;

# ECF x SPED Contribuições;

# ECF x SPED FISCAL;

# ECF x DCTF;

# DCTF x DARF x Pagamentos.

 

FH comprova sua eficiência tributária com mais uma Certificação SAP TDF


Postado em 02/08/2019 por asilveira
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À medida em que o conjunto de informações solicitadas pelo fisco aumenta, é fundamental que as organizações percebam a importância de uma gestão eficiente de dados.

Totalmente integrada ao ambiente SAP, a Solução Fiscal GUEPARDO conquista mais uma vez a Certificação SAP TDF, reforçando sua expertise na área fiscal-tributária.

Para obter este novo certificado, a FH precisou comprovar novamente a sua especialização na área, passando por uma auditoria com alto nível de exigência e apresentando, além dos requisitos rigorosamente solicitados pela SAP, a qualidade do produto nos projetos em clientes.

A Solução Fiscal GUEPARDO obteve a certificação SAP TDF na sua totalidade, atendendo os cenários do SPED de forma completa e com aprovação em TODOS os requisitos exigidos no Certification Test Plan da SAP.

Mais de 100 cenários analisados para a entrega da EFD ICMS / IPI e EFD Contribuições

 

 

Nativa para complementar as Soluções da SAP, GUEPARDO explora todo o poder de processamento HANA, disponibilizando informações dos fatos geradores em tempo real, nas apurações, nas análises e na entrega das obrigações.

Por oferecer uma visão 360° de toda a operação fiscal tributária, a solução fiscal da FH é considerada a melhor opção para atender o fisco brasileiro, tendo ultrapassado os 1000 clientes, sendo responsável pela apuração de mais de 8% do PIB do país.

GUEPARDO e SAP TDF


Postado em 02/08/2019 por asilveira

Tecnologia e gestão: 4 tendências para a transformação fiscal


Postado em 30/07/2019 por asilveira
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Considerada a chave em segurança da informação da próxima geração, investimentos em softwares, hardware e serviços, devem atingir US$ 671 milhões em 2019. Estudos ainda mostram que a procura por serviços Big Data e Analytics devem aumentar e chegar a US$ 4,2 bilhões em investimentos.

Mas, o que essa informação tem em comum com a área fiscal?

A tecnologia já se faz presente no dia a dia de milhões de pessoas, na área fiscal não é diferente. Ela tem potencial para absorver de forma positiva a demanda de qualquer empresa, podendo contribuir com a redução de custos e melhora na produtividade, fatores essenciais para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo.

Além disso, investimentos tecnológicos na área tributária, como por exemplo o uso de softwares fiscais, proporcionam maior transparência entre as operações, já que elas ocorrem em tempo real e abertas publicamente.

Com base na pesquisa realizada pela ABES, em parceria com o IDC, sobre o Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendências”, relacionamos o uso da tecnologia ao cenário fiscal e 4 razões para você investir em uma solução fiscal no seu negócio.

4 razões para investir em uma solução fiscal inteligente

1. Segurança da informação: soluções inteligentes e serviços gerenciados

Investimentos em soluções inteligentes devem atingir US$ 671 milhões neste ano, crescendo 2,5x mais rápido que as soluções tradicionais. Na esfera fiscal, esse tipo de solução automatiza grande parte dos processos, minimizando a incidência de erros e proporcionando maior controle na gestão de documentos, o que contribui para o fortalecimento do compliance fiscal.

2. Inteligência Artificial (IA)

No Brasil, 15,3% das médias e grandes empresas utilizam IA e espera-se que isto dobre nos próximos 4 anos. No mundo fiscal, o principal benefício do uso desta tecnologia é o de mitigar riscos para evitar o pagamento de multas, gerando assim mais economia e melhor aproveitamento do capital da empresa.

3. Big Data/Analytics: gestão dos dados

Este mercado deve avançar e chegar à marca de US$ 4,2 bilhões em investimentos. Isso porque a análise de dados possibilita o aprimoramento do planejamento estratégico da empresa. O uso dessas informações na área tributária é de grande valia para que se possa repensar processos, eliminar riscos, reduzir custos e gerar insights para melhorar resultados.

4. Cloud Pública

A procura por serviços em “nuvem” deve aumentar e chegar a US$ 2,3 bilhões em 2019, crescendo 35,5% a cada ano, até atingir US$ 5,8 bilhões até 2022. O conceito cloud na área fiscal parece não fazer muito sentido de início, mas, já parou para pensar se você pudesse ter uma solução em nuvem que é atualizada automaticamente a cada nova exigência do fisco?

Pois é, soluções fiscais comercializadas como serviço de armazenamento em nuvem oferecem maior agilidade frente a necessidade de manutenção de hardware e aplicação.

 

A experiência de mercado, aliada à visão de negócios da FH, já disponibiliza às empresas de todo o país uma solução completa, que engloba todas as tendências apresentadas no texto e se adapta ao fisco e ao porte de qualquer empresa, a fim de modernizar práticas tributárias.

Alimentada por dados, impulsionada por pessoas, a FH está revolucionando a dimensão fiscal digital com softwares que vão além das entregas.

Entrega da FCI: ágil e 100% confiável


Postado em 23/07/2019 por asilveira
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O especialista em Gestão Tributária, Johney Laudelino da Silva, teve seu artigo sobre a entrega da FCI publicado nos portais E-commerce News, Mega Moveleiros, Portal Fator Brasil, Bem Paraná, Correio Forense e no portal ECompare.

No texto, Johney faz uma breve contextualização sobre essa obrigação acessória, fala das dificuldades mais comuns e como podemos usar a tecnologia para uma entrega ágil e segura.

Brasil: um dos países que mais gasta tempo com burocracias fiscais


Postado em 04/07/2019 por asilveira
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Ao decidir abrir um negócio no Brasil, muitos empresários já se veem diante de um dilema: qual tipo de regime tributário adotar para sua empresa. Atualmente, o sistema tributário brasileiro oferece 3 opções de regime: o Simples Nacional, o Lucro Real e o Lucro Presumido.

– O Simples Nacional, como o próprio nome diz, simplifica o pagamento dos tributos unindo todos eles em uma mesma guia, com o diferencial de oferecer alíquotas menores em comparação aos outros. Foi criado para atender microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) e atualmente é o regime mais utilizado no país.

– Já o Lucro Real exige maior controle da empresa, pois os tributos não são unificados em uma guia e as entregas são feitas individualmente. O valor do recolhimento é baseado no lucro real da empresa e incide sobre o faturamento mensal ou trimestral. Há casos em que esse tipo de regime é obrigatório, como por exemplo, em bancos comerciais e corretoras de títulos ou, se a empresa tiver receita bruta anual de R$78 milhões no ano anterior.

– No Lucro Presumido, o recolhimento dos impostos se baseia na ESTIMATIVA de lucro da empresa. O cálculo do lucro presumido varia entre 1,6 e 32% da receita, dependendo da atividade desenvolvida pela empresa.

O empreendedor responsável pela escolha do regime precisa pensar estrategicamente no modelo que mais vai se adequar ao seu negócio, uma vez que esse passo define quanto e quais tributos serão pagos para o governo. Ou seja, a decisão pode evitar que a empresa pague mais ou menos impostos do que deveria.

A escolha do regime tributário é apenas o início de uma longa jornada que a sua empresa terá de enfrentar na esfera fiscal.

O Brasil é um dos países em que mais se gasta tempo calculando impostos. Estudos do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), revelam que as empresas gastam em média 1.958 horas por ano para cumprir as regras do fisco.

Com 63 tributos, 97 obrigações acessórias e mais de 3.790 normas, o gasto que se tem somente calculando impostos gira em torno de 60 bilhões de reais, já que todo esse processo exige investimento em pessoas e capacitação.

Estima-se que, a cada hora, mais de uma nova norma precisa ser seguida ou levada em conta no cálculo dos impostos, por isso, é fundamental ficar atento também as constantes mudanças que são editadas no país.

Todo esse esforço para realizar a apuração das informações referente a prestação de impostos tem um custo adicional, que se reflete no preço final do produto/serviço repassado ao consumidor, podendo assim, contribuir para a perda de competitividade no mercado de atuação.

Nesse quesito, a tecnologia pode ser a chave para melhorar as condições de trabalho relacionadas ao fisco, poupando o tempo dos colaboradores que precisam analisar e corrigir uma série de relatórios para o envio das obrigações.

Empresas inteligentes colocam sistemas eficientes para trabalhar em seu favor, extraindo, tratando, combinando dados e eliminando riscos, para assim reduzir custos e melhorar resultados.

O uso de softwares para realização de entregas fiscais facilita o controle e o acesso às informações, gerando relatórios que viabilizam novos insights e que podem ser utilizados como parte do planejamento estratégico da empresa, além disso, garante maior velocidade na geração dos arquivos.

Com ganhos na velocidade e na capacidade analítica, é possível direcionar esforços nas atividades que realmente interessam ao negócio, como por exemplo, oferecer novas experiências para fidelizar ainda mais o cliente ou aprimorar processos já existentes.

 

Transforme a gestão tributária da sua empresa.

Aproveitar os benefícios que a tecnologia pode fazer pelo seu negócio é oferecer ferramentas colaborativas para maximizar o rendimento das ações do dia a dia. A FH está revolucionando a entrega de tributos e ajudando grandes empresas a aprimorarem seus processos fiscais sem sobrecarregar seus departamentos.

 

Quer saber mais?

Nossos especialistas estão a disposição para orientar seu negócio e apresentar soluções inteligentes.

 

Irregularidades no Imposto de Renda apuram multas que somam mais de um bilhão de reais.


Postado em 01/07/2019 por asilveira
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A Receita Federal autuou 5.241 empresas nos meses de março, abril e maio por irregularidades no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), do ano-calendário 2014.

O crédito tributário lançado, que inclui juros moratórios e multa de ofício de 75%, totalizou R$ 1.002.536.449,16. As irregularidades foram apuradas na Malha Fiscal Pessoa Jurídica e consistem na insuficiência de recolhimento e declaração em DCTF do imposto e contribuição, apurados na Escrituração Contábil Fiscal – ECF.

 

No mês de junho (2019), as ações relacionadas ao ano-calendário de 2015 tiveram início e a previsão, segundo a RFB, é de que mais de 14.000 empresas recebam cartas com a apresentação das inconsistências encontradas nos recolhimentos e declarações de IRPJ e CSLL.  Essas inconsistências devem somar, aproximadamente, 1,5 bilhão de reais em multas.

Tab. 2: Distribuição das Empresas a serem Notificadas de Irregularidades no IRPJ e CSLL

 

As empresas com irregularidades no IRPJ e na CSLL do anos-calendário seguinte devem regularizar sua situação conforme orientações disponíveis no site eletrônico da RFB e no portal e-CAC.

Evite multas e eleve o grau de compliance fiscal

Com o objetivo de identificar inconsistências no recolhimento de tributos, por meio do cruzamento de informações eletrônicas, o Serviço de Compliance Fiscal, executado pela equipe de experts da FH, realiza a revisão dos processos, a elaboração das apurações e a geração dos arquivos, proporcionando autorregularização e simplificação das entregas.

Sabendo que cada negócio tem necessidades únicas, a FH utiliza metodologia individualizada e adequada a complexidade de cada empresa, para que se possa identificar riscos e oportunidades de melhoria em todas as áreas.

 

Principais benefícios

  # Garantia da qualidade das informações;
  # Potencialização do Compliance fiscal;
  # Melhoria nos processos;
  # Mitigação de riscos;
  # Identificação de oportunidades.

 

Você ainda tem dificuldades com o Bloco K?


Postado em 19/06/2019 por asilveira
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Johney Laudelino da Silva, teve seu artigo publicado nos portais Dinelly ContabilidadeCuritiba IT, Channel 360º , Portal fator Brasil e Estadão, no  com o tema “Você ainda tem dificuldades com o Bloco K?”. Johney é especialista em Gestão Tributária e na Solução Fiscal GUEPARDO, da FH.

No texto, Johney fala das principais dificuldades encontradas na entrega do Bloco K da EFD ICMS-IPI  e dá dicas para descomplicar essa obrigação acessória, que é tão detalhista e minuciosa. Confira!

FH movimenta edição do ASUG Day com palestra da área fiscal


Postado em 11/06/2019 por asilveira
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Nesta terça-feira (11) a FH foi até a cidade de Belo Horizonte -MG, para mais uma edição do ASUG Day, um evento de grande importância para discutir novas tendências em tecnologia.

Uma das palestras mais esperadas foi promovida pela FH, com o tema “Automação de entradas, retenções e EFD-Reinf 2.0 em ambientes SAP ECC, S/4HANA, TDF e ACR.” Os palestrantes Marcelo Passaglia e Calixto Herkert, apresentaram todo o processo para o atendimento aos novos registros exigidos pela RFB, combinando teoria e prática para realização de um bom projeto, independente do ERP utilizado pela empresa.

Dentre os itens abordados na palestra,  os tópicos que tiveram maior destaque foram:

  • Revisão dos processos;
  • Automação das entradas;
  • Apuração das retenções;
  • Ajustes e conciliações;
  • Geração e entrega dos eventos/registros exigidos pela obrigação.

Os participantes puderam sanar dúvidas e entender melhor o novo leiaute da EFD-Reinf para uma entrega livre de riscos. Consolidada no mercado e pronta para atender a ampla demanda, a FH destaca-se por estar sempre a frente quando o assunto é inovação e tecnologia, buscando as melhores práticas em suas atividades e excelência na entrega dos projetos.

Confira algumas fotos.

Sala lotada na palestra promovida pela FH.

Georgia Barbosa, Calixto Herkert, Laís Knauber, Nathália Schirmer e Marcelo Passaglia recepcionando os participantes.

Abertura da palestra com os especialistas da FH.

Palestrantes: Calixto Herkert e Marcelo Passaglia.

 

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